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quinta-feira, 22 de junho de 2017

OLIMPÍADAS 2016 - SÉRGIO CABRAL QUER DELATAR LULA E EDUARDO PAES

Prezados leitores, o ex-governador Sérgio Cabral está tentando que o Ministério Público aceite uma delação premiada para que possa diminuir as suas penas, mas não está fornecendo os detalhes necessários para que a delação seja aceita.


ex- governador Cabral, ex-prefeito Paes e ex-presidente Lula

"Revista Piauí
Questões pós-olímpicas 
O BEIJA-MÃO DA PROPINA
Para seduzir o Ministério Público a aceitar sua delação, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral promete contar como foi o encontro entre ele, Lula e Eduardo Paes para comprar a Olimpíada do Rio 
POR MALU GASPAR 
21 DE JUNHO DE 2017 16:55 
Não são poucos os segredos que o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral guarda em sua cela no Batalhão Especial Prisional de Benfica, na capital fluminense. Uma parte deles – mais precisamente 96 – foi exposta por Cabral em forma de anexos de uma proposta de delação premiada feita ao Ministério Público Federal no início deste ano. 
Entregue pelos advogados de Cabral a uma equipe formada por procuradores de Brasília e do Rio de Janeiro, a proposta reúne as histórias que o ex-governador está disposto a contar para diminuir sua pena – na semana passada, Sérgio Moro o condenou, em primeira instância, a 14 anos e dois meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Há outras dez denúncias ainda por serem julgadas, e vários inquéritos em andamento. 
O Ministério Público achou que Cabral falou pouco, e as negociações não foram adiante. Elas muito provavelmente continuarão hibernando nos escaninhos de Brasília, onde o time de Rodrigo Janot tem como prioridade os casos eletrizantes de Joesley Batista, Lúcio Funaro, Eduardo Cunha e companhia, todos mirando a cabeça do presidente Michel Temer. 
Entre os episódios relatados por Cabral, porém, um em especial chamou a atenção dos procuradores. O ex-governador prometeu detalhar uma reunião, realizada em 2009, na qual ele, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-prefeito Eduardo Paes teriam autorizado o empresário Arthur César Soares de Menezes, conhecido como “Rei Arthur”, a pagar propina a membros do Comitê Olímpico Internacional para que o Rio de Janeiro fosse escolhida cidade-sede dos Jogos de 2016 (Leiam mais)". 

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sábado, 3 de junho de 2017

WHY NOT ? - SOCIÓLOGA MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

Prezados leitores, publicamos um novo artigo da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa.


WHY NOT

Maria Lucia Victor Barbosa
02/06/2017

Why not? Porque não? Se um jovem estudante dissesse: “quero progredir na vida, me esforçar, me tornar competente e, assim, (why not) por que não estudar fora em busca de excelência?” Quem não admiraria esse moço exemplar? Ele seria um marco em sua geração e acalentaria em quem o conhecesse sonhos de um futuro Brasil melhor.
Entretanto, quando um sócio em iniquidades do anterior governo conduzido por Lula da Silva, como Joesley Batista, batiza seu iate de dez milhões de dólares com o nome de Why Not tudo muda de significado. Pode ser entendido como: “por que não roubar o povo brasileiro levando grosso dinheiro das instituições públicas?” “Por que não, se assim me foi facilitado como no caso do BNDES quando o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, me abriu as portas do poder e das facilidades, inclusive, liberando para mim e para meu irmão Wesley 8,1 bilhões de reais? ”  “Por que não mostrar que contas no exterior irrigavam as campanhas do PT se eu sabia muito bem disto e agora resolvi contar tudo porque estou certo de que vou ficar livre, leve e solto?”  “Porque não, [i]durante uma década, alimentei não só com carne, mas com um riquíssimo propinoduto os cofres do PT, enquanto nossas empresas se agigantavam maravilhosamente? “Por que não usufruir de “negócios” com o amigo presidente Lula e a presidente Rousseff, que lhes renderam para gastos em campanha 150 Dilma Rousseff, milhões de reais?”  “Por que não comprar, se posso, juízes, promotores e os mais vendáveis, os numerosos políticos, se tenho todos aos meus pés?”
Joesley disse isso e muito mais em depoimentos e vídeos que foram comentados em alguns órgãos da imprensa. Porém, em uma gravação que não havia sido autorizada pela Justiça e cheia de lacunas, o ex-modesto dono de um frigorífico se tornou o rei dos delatores e um mestre em armadilhas políticas, pois atingiu o presidente da República, Michel Temer, o qual cometeu o erro de receber no palácio o influente magnata do crime em conluio com altas autoridades.
Toda delação, a meu ver, tem que ser corroborada por provas materiais e não só pelo que é dito, para que não se torne uma caça às bruxas. Se Temer está sendo acusado com base na gravação de Joesley, que tenha o direito de defesa.
Dilma Rousseff foi julgada durante meses com amplo direito de defesa. Porque a pressa em afastar Temer? Por que a coincidência da gravação ter sido feita antes de Lula ser condenado ou não pelo juiz Moro e eventualmente isso ser confirmado pelo Tribunal Federal Regional da 4ª Região, de segunda instância? O Supremo havia decidido que condenados em segunda instância podem ser presos, perigo para Lula que podia também cair na ficha limpa e se tornar inelegível.  Por que, então, será que o ministro Gilmar Mendes resolveu voltar atrás e dizer que nem em segunda instância um criminoso pode ser preso? E se Temer ainda não foi julgado, por que o PT se empenha tanto nas eleições diretas ou diretas do Lula, uma jogada desesperada para eleger seu líder? Não importa que se para isso se tenha que rasgar de novo a Constituição.
Evidentemente, Joesley e Wesley não foram os únicos corruptos na fase em que o governo petista institucionalizou a corrupção. Mas o que choca também nessa história é o tratamento diferenciado dado aos irmãos Batista se comparado com o de outros envolvidos que colaboraram com a Justiça e foram julgados pelo juiz Sérgio Moro. De um modo ou de outro eles estão cumprindo suas penas.
Os donos da J&F tiveram os termos de sua delação defendidos pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, e homologados pelo ministro Fachin. Sob as bênçãos da Justiça foram continuar a gozar a vida nos Estados Unidos completamente livres.
Nenhuma filigrana jurídica fará a sociedade entender a absolvição sem nenhuma penitência dos irmãos Joesley e Wesley, que nem tornozeleiras eletrônicas precisarão usar. Desse modo, ficou a sensação de uma tremenda incerteza jurídica, a certeza de que o crime compensa, com exceção da Lava jato do juiz Moro e de que no Brasil o why not escrito no luxuosíssimo iate corresponde a outras frases famosas, como: “levar vantagem em tudo”. Pagando bem, que mal tem”.  “Aos amigos tudo, aos inimigos a lei”.         
Isso faz parte de um caldo de cultura que dificilmente vai mudar no país e que permeia todas as classes sociais. Afinal, não é o povo que elege os que intercambiam lucros com espertos e mafiosos gangsteres? Sem nenhum pudor todos continuarão a perguntar de modo cínico e imoral: “why not? Por que não? ”
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.


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quinta-feira, 23 de março de 2017

VÍDEO - REFORMA DA PREVIDÊNCIA - QUEREM NOS FAZER DE PALHAÇOS

Prezados leitores, assistam o vídeo e constatem os valores que empresas devem à previdência e o governo Temer quer que nós paguemos esse rombo.
Temer quer fazer em âmbito nacional, o que o governador Pezão quer fazer no Rio de Janeiro, ou seja, cobrir o rombo com o dinheiro do povo.
Digam não à reforma da previdência.
Os governos devem cobrar primeiro das empresas.






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terça-feira, 7 de março de 2017

PRESIDENTE TEMER QUER PREJUDICAR POLICIAIS BRASILEIROS

presidente Temer e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, cada dia fica mais evidente que tiramos quem tínhamos que tirar, mas que deixamos no lugar quem nós também tínhamos que tirar.
Usando uma expressão popular, nós fizemos o serviço pela metade.
A  nossa sorte é que o trabalho pode ser terminado a qualquer momento.

"Site G1
Blog do Camarotti 
Segunda-feira, 06/03/2017, às 11:45, por Gerson Camarotti
Temer resiste em avalizar aposentadoria especial para policiais
Nas conversas políticas em que participou durante o fim de semana com aliados, o presidente Michel Temer demonstrou resistência em relação à proposta de manter uma aposentadoria especial para policiais. Essa proposta chegou a ser apresentada por deputados preocupados com a resistência desta categoria. 
Temer, entranto, foi claro. Segundo ele, não é possível criar exceções para certas categorias. O peemedebista reconheceu o fator risco do exercício da profissão, mas avalia que as compensações devem ser feitas enquanto o policial estiver na ativa. 
Nessas conversas do fim de semana também foi proposta a antecipação de pontos da reforma trabalhista antes da reforma da Previdência. Temer, porém, ainda não bateu o martelo (Fonte)". 

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quinta-feira, 2 de março de 2017

GOVERNO TEMER EM PERIGO. DELATOR CONFIRMA DOAÇÃO PARA CAIXA DOIS

governador Pezão e presidente Temer

Prezados leitores, se não bastassem todos os problemas vivenciados pela gestão do presidente Temer, Marcelo Odebrecht confirmou em depoimento o pagamento de propina para o caixa dois da chapa Dilma-Temer. 

"Site G1 
02/03/2017 07h03 - Atualizado em 02/03/2017 08h50
Marcelo Odebrecht diz que doou R$ 150 milhões à campanha de Dilma
Do total, R$ 50 milhões foram contrapartida por MP que beneficiou o grupo.
Executivo confirma reunião com Temer, mas diz não ter tratado de valores.
Malu Mazza da RPC
O empresário Marcelo Odebrecht diz ter doado R$ 150 milhões à chapa Dilma-Temer na eleição de 2014 como caixa dois. Parte desse valor foi contrapartida pela aprovação da medida provisória do Refis, que beneficiou o grupo. O ex-presidente da Odebrecht também confirmou um encontro com Temer para tratar de doações para o PMDB, mas disse não ter discutido valores com o então vice-presidente (Leiam e assistam à reportagem)." 

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: QUEBRADO SIGILO TELEFÔNICO DE PEZÃO E CABRAL

Prezados leitores, a situação do governador Pezão parece estar se agravando.




"Site G1
03/06/2015 17h33 - Atualizado em 03/06/2015 20h07
STJ autoriza quebra de sigilo telefônico de Pezão e Cabral
Governador e ex-governador do Rio são investigados na Lava Jato.
Sigilos estão à disposição, disse Pezão. Cabral 'respeita' processo judicial.
Mariana Oliveira
Da TV Globo, em Brasília
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a quebra de sigilo telefônico do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), do ex-governador do estado Sérgio Cabral (PMDB) e do ex-secretário da Casa Civil Regis Fichtner em inquérito da Operação Lava Jato no qual os três são investigados.
Também houve quebra de sigilo de executivos de empreiteiras suspeitos de participação no esquema de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras. O objetivo é analisar as ligações trocadas entre outubro de 2009 e o fim de 2010 entre os políticos do Rio e outros investigados.
O ministro Luís Felipe Salomão, relator da Lava Jato no STJ, deferiu pedido da Polícia Federal e determinou que as operadoras de telefonia enviem informações sobre a troca de telefonemas (Leiam mais)".

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domingo, 11 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: O LADO SÉRIO E O LADO CÔMICO DAS DELAÇÕES



Prezados leitores, nós publicamos um artigo recente onde comentamos que os políticos alcançados pelas delações querem que a população acredite que os empreiteiros delatores são malucos.
São loucos que estão inventando que deram propinas em troca da realização de obras, o que não aconteceu, sendo todas as "doações" legais.
Contra essa versão existe um questionamento:
- O que levaria empreiteiros a doarem bilhões de reais para políticos de diferentes partidos?
Identificação com todos os programas partidários não pode ser.
Terá sido filantropia?
Além disso, temos o fato de que as empreiteiras efetivamente realizaram as obras e, ainda, obtiveram inúmeros e elevados aditivos aumentando seus lucros.
As peças se encaixam.
Fora esses aspectos sérios, existe outro jocoso: os codinomes.
Alguns deles identificam perfeitamente a figura do político delatado, o que aumenta as suspeitas.

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): EDUARDO PAES ACUSADO DE RECEBER MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Revista Veja
Radar On-line
Maurício Lima
Delator afirma que Odebrecht abasteceu caixa 2 de Eduardo Paes com R$ 30 milhões em dinheiro e no exterior 
Por: Gabriel Mascarenhas 10/12/2016 às 9:30 
A delação do diretor de Infraestrutura da Odebrecht no Rio, Leandro Andrade Azevedo, explode no peito do prefeito da cidade, Eduardo Paes, conhecido como “Nervosinho” pelos executivos da construtora.
No anexo apresentado aos investigadores, Azevedo detalha como a companhia abasteceu o caixa 2 da campanha de Paes à reeleição, em 2012.
De acordo com o executivo, a Odebrecht desembolsou R$ 11,6 milhões e US$ 5,7 milhões, não declarados. O esquema repetia o roteiro desenhado para as operações que engordaram o caixa paralelo da chapa de Luiz Fernando Pezão.
Parte do dinheiro foi entregue em espécie no endereço da agência Prole, no Rio, e o restante, em contas no exterior indicadas pela mesma empresa de publicidade, que prestava serviços à campanha.
“O propósito para os pagamentos feitos, como detalhado no tópico inicial deste relato, era manter o acesso privilegiado da companhia a agenda de Eduardo Paes, permitindo que pudéssemos tratar diretamente com ele, sem burocracia ou qualquer dificuldade, sobre atrasos de pagamentos ou qualquer problema na execução de nossos contratos” (Fonte)". 

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): GOVERNADOR PEZÃO ACUSADO DE RECEBER MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Revista Veja
Radar On-line 
Diretor da Odebrecht entrega: empresa pagou R$ 23,6 milhões em dinheiro ao caixa 2 da campanha de Pezão
Por: Gabriel Mascarenhas 10/12/2016 às 8:29
Luiz Fernando Pezão terá muitos, muitos, muitos problemas para explicar sua relação com o diretor da Odebrecht Leandro Andrade Azevedo.
No anexo de sua delação premiada, o executivo conta que a empresa desembolsou R$ 23,6 milhões em dinheiro e 800 mil euros, por transferência bancária no exterior, à campanha de Pezão em 2014. Tudo no caixa 2, claro.
O volume em espécie, de acordo com Azevedo, foi entregue ao publicitário Renato Pereira, dono da agência de publicidade Prole, contratada pela campanha.
“Os pagamentos foram realizados com recursos de Caixa 2, mediante entregas de dinheiro em espécie, tal qual determinado por Hudson Braga, diretamente para Renato Pereira no escritório da agência[…], na Urca”, detalha.
As transferências foram feitas para o banco Banif, em Bahamas, paraíso fiscal (Fonte)". 

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A DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): ROMERO JUCÁ TAMBÉM TERIA RECEBIDO MILHÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) continua com a implosão.




"O Globo 
Pagamentos feitos a Romero Jucá superam R$ 22 milhões, diz delator
Segundo Cláudio Melo, senador era o principal interlocutor da Odebrecht no Senado
EVANDRO ÉBOLI 09/12/2016 22:24 / atualizado 09/12/2016 23:34 
BRASÍLIA - Em delação premiada, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho relata um papel preponderante do presidente nacional do PMDB e líder do governo no Congresso, senador Romero Jucá (RR), no suposto esquema de obter recursos da Odebrecht para campanhas do partido. Ele contou que a empreiteira repassava recursos a Jucá em troca de apreciação e votação de medidas e projetos no Congresso de interesse da empreiteira. Ao longo dos anos, disse Cláudio, foram repassados mais de R$ 22 milhões ao senador. As informações sobre o conteúdo da delação do ex-dirigente da Odebrecht foram veiculadas na noite de sexta-feira no Jornal Nacional (Leiam mais)". 

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DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO): PRESIDENTE TEMER É CITADO NAS DELAÇÕES

Prezados leitores, a delação do fim do mundo (político) segue com a implosão.




"Jornal Extra
09/12/16 21:52 Atualizado em 09/12/16 23:38 
Ex-diretor da Odebrecht cita Temer, ministros e líderes do PMDB em delação 
JAILTON DE CARVALHO - O GLOBO 
O ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse - na delação premiada que fez ao Ministério Público Federal e ainda depende de homologação do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgada ontem pelo “Jornal Nacional”, da TV Globo - que entregou dinheiro em espécie no escritório do advogado José Yunes, amigo e assessor especial do presidente Temer, durante a campanha eleitoral de 2014. O pagamento faria parte de um repasse de R$ 10 milhões que, segundo narrou Claudio Melo na delação, Temer negociara “direta e pessoalmente” com o ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, numa reunião no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, dois meses depois do início da Lava-Jato.
Em nota, Temer diz que repudia “com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho”. “As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa dois, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente”, diz a nota (Leiam mais)". 

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sábado, 10 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO LAVA-JATO: POLÍTICOS QUEREM NOS CONVENCER QUE EMPREITEIROS SÃO LOUCOS



Prezados leitores, os políticos que estão sendo denunciados nas delações premiadas da Operação Lava-Jato querem que acreditemos que os empreiteiros estão inventando tudo para prejudica-los e se beneficiarem com penas menores.
Querem nos convencer que os empreiteiros são loucos.
Sim, loucos.
Só loucos doariam bilhões de reais para diversos partidos e para diversos políticos sem o objetivo de obterem alguma vantagem, como a realização de grandes obras, por exemplo, obras que efetivamente acabaram realizando e lucrando muito com elas. 
As propinas milionárias e as relações com as obras estão claramente estabelecidas.
Os políticos são cleptocratas.
Os empreiteiros não são loucos, eles são espertos.
E, o povo deixou de ser bobo.

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OPERAÇÃO LAVA-JATO: A DELAÇÃO DO FIM DO MUNDO (POLÍTICO)



Prezados leitores, a pergunta não é quais políticos foram delatados, mas quais políticos não foram delatados, diante da quantidade citada pelos delatores.
Será o fim do mundo (político) em Brasília?
No Rio de Janeiro, o mundo (político) já está implodindo.

"Site G1
Delator diz que Temer pediu R$ 10 milhões à Odebrecht em 2014 no Jaburu
Ex-vice de Relações Institucionais da empreiteira afirmou que Temer, à época vice-presidente, pediu repasse 'direta e pessoalmente' a Marcelo Odebrecht. Presidência disse repudiar delação. Por Lucas Salomão, G1, Brasília 
09/12/2016 21h26 Atualizado há 1 hora 
O executivo Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, relatou ao Ministério Público Federal (MPF) que o presidente Michel Temer pediu, em 2014, R$ 10 milhões ao empreiteiro Marcelo Odebrecht.
Melo Filho é um dos 77 executivos da empreiteira que assinaram acordo de delação premiada com o MPF. A informação de que Temer solicitou dinheiro à Odebrecht está em material entregue pelo executivo nos termos de confidencialidade – espécie de pré-delação que antecede a assinatura do acordo (saiba quais são as etapas dos acordos de delação da Odebrecht).
Em nota, o Palácio do Planalto informou que o presidente Michel Temer "repudia com veemência" o conteúdo da delação de Melo Filho. "O presidente Michel Temer repudia com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho. As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente.", diz o texto da nota (Fonte)". 

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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A INTERVENÇÃO FEDERAL E O IMPEACHMENT DO GOVERNO PEZÃO-DORNELLES



Prezados leitores, motivos não faltam para que seja iniciado o processo de impeachment do governo Pezão-Dornelles, mas isso não ocorre porque a base aliada do governo na ALERJ não cumpre o seu dever de ofício.
Nós tememos que a inércia da ALERJ possa provocar um colapso completo nos serviços públicos das áreas da segurança, da saúde e da educação.
Os deputados estaduais serão os responsáveis por todo caos.
Além de ser inexplicável o não desencadeamento do impeachment, também está evidente que estamos diante de um caso claro de intervenção federal, mas essa também não ocorre.
A população, o funcionalismo público e os militares estaduais precisam cobrar o desenvolvimento das necessárias e urgentes medidas para afastar o governo Pezão-Dornelles ser afastado da gestão.
Não existe nenhuma dúvida que o governo não governa e que está causando enorme sofrimento para todos.
É hora de agir!
Impeachment.
Intervenção federal.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

AS VAIAS CONTRA LULA, DILMA, TEMER , SÉRGIO CABRAL E EDUARDO PAES



Prezados leitores, no Rio de Janeiro os ex-presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff, o atual presidente Michel Temer, o ex-governador Sérgio Cabral e o atual prefeito Eduardo Paes, foram alvos de vaias demoradas, em diferentes momentos.
A vaia é uma demonstração de reprovação.
Os milhares de cidadãos que vaiaram Lula, Dilma, Temer, Cabral e Paes, estavam exercendo o seu direito de avaliar e expressar essa avaliação.
Igual raciocínio podemos usar com relação aos milhões que foram para as ruas em todo Brasil para cobrar o impeachment de Dilma e aos milhares que estão nas ruas gritando "Fora Temer". 
As vaias aos políticos e os protestos nas ruas ocorrem em todo Brasil e tal realidade precisa ser lida sem os parâmetros partidários.
Salvo melhor juízo, o povo reprovou toda a classe política.
Todos que estão há anos (ou décadas) no exercício da política e que foram incapazes de evitar que o dinheiro público enriquecesse bandidos, inclusive políticos bandidos.
O povo quer novos políticos para que se construa uma nova política.
Os atuais políticos, por ação ou por omissão, são integrantes da velha política saqueadora dos cofres públicos.
Tal realidade não pode continuar.
O povo vaia porque quer mudanças.
Quer saúde, segurança e educação públicas de boa qualidade.
Nós fazemos parte dos que protestam e vaiam faz muito tempo.
Queremos novos políticos e também queremos menos políticos.
Reduzir drasticamente o número de senadores, de deputados federais e estaduais e de vereadores é imprescindível para que possamos fiscalizá-los.
Além disso, a diminuição reduzirá em bilhões o custo com eles e com seus assessores.
Nós continuaremos protestando e vaiando.
Viva o povo brasileiro!

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

SENADORES RASGAM CONSTITUIÇÃO NA PRESENÇA DO PRESIDENTE DO STF



Prezados leitores, nós publicamos ontem um artigo sobre o desmembramento do julgamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e nele inserimos alguns comentários que recebemos (Leiam).
Hoje damos continuidade ao tema que está tendo grande repercussão na imprensa nacional e internacional, onde existem até comentários que o ato de desmembrar foi um acordo para favorecer políticos que estão na expectativa de perderem seus cargos, entre eles o ex-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Cunha e o presidente do Senado Federal, senador Renan Calheiros, ambos do PMDB, que deu o pontapé inicial para o ato que afrontou a Constituição Brasileira.
O texto constitucional é passível de interpretações diferentes, em diversos trechos, mas isso não é possível no caso em questão.
A Constituição Federal determina no seu artigo 52:

"Seção IV
DO SENADO FEDERAL 
Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal: 
I - processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 23, de 02/09/99) 
(...) 
Parágrafo único: Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis (Fonte)".

O texto é de clareza solar, a condenação traz consigo à inabilitação.
Não podem ser separados.
Salvo melhor juízo, ontem, o Senado Federal rasgou a Constituição Federal na presença do excelentíssimo presidente do Supremo Tribunal Federal.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O IMPEACHMENT DE DILMA PODERÁ "MELAR" ?




Prezados leitores, sempre fomos favoráveis ao afastamento da ex-presidente Dilma Rouseff (PT) e não só o dela, mas também do seu vice Michel Temer (PMDB), sendo convocadas novas eleições.
É importante deixar nosso posicionamento bem claro, todavia, salvo melhor juízo, o impeachment da ex-presidente não obedeceu o contido na Lei número 1.079.
O Senado Federal se afastou da referida lei ao desmembrar a votação do impedimento e da perda dos direitos políticos.
Quais serão as consequências?
Não sabemos, porém está claro que a condenação perdeu o sentido com a permissão para que volte a ocupar cargos públicos.
Se o que Dilma cometeu é tão grave que deve ser punido com o impedimento, ela deveria também ter os direitos políticos suspensos.
A lei determina:
"LEI Nº 1.079, DE 10 DE ABRIL DE 1950. 
Define os crimes de responsabilidade e regula o respectivo processo de julgamento.
(...)
 Art. 33. No caso de condenação, o Senado por iniciativa do presidente fixará o prazo de inabilitação do condenado para o exercício de qualquer função pública; e no caso de haver crime comum deliberará ainda sobre se o Presidente o deverá submeter à justiça ordinária, independentemente da ação de qualquer interessado".. 

Nós respeitamos todas as opiniões em contrário, mas no nosso entendimento a lei determina que no caso de condenação (como foi o caso), "o Senado por iniciativa do presidente fixará o prazo de inabilitação do condenado para o exercício de qualquer cargo público".
A lei não deixa margem a qualquer dúvida.
Não poderia ser realizada uma votação para decidir isso.
O Senado mudou a lei.
Vamos acompanhar os desdobramentos.

Juntos Somos Fortes!

PS :
1) Texto complementar recebido.que demonstra a clara violação à Constituição Federal:

O presidente do STF ao presidir o processo de impeachtment estava isento até os "44 minutos do segundo tempo" mais... ele que é um dos defensores naturais da Constituição Federal, tratou de rasgar a carta magna ao realizar a separação no sentido de realizar uma votação para o impeachtment e outro para os direitos políticos e inabilitação por 8 anos. ERRADO Ele fugiu do que a carta mãe (CF) manda no Art. 52, Inc. I, PU. Art. 52 - Compete privativamente ao Senado Federal: Inc. I - Processar e julgar o Presidente da República e o Vice presidente da República, bem como ministros de Estado... Objeto pelo qual ele afrontou foi este, parágrafo único. PU - Nos casos previstos nos incisos l e ll, funcionará como presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenaçao que somente será proferida por 2/3 dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, COM inabilitação, por 8 anos para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis. Vejam a lei associa uma coisa a outra, já o presidente Ricardo Levandowisk rasgou a Constituição e desmembrou tendo o resultado parcial. A inteligência desse artigo constitucional não foi cumprida, sendo assim, dando margem para questionamentos no STF sobre a inconstitucionalidade do ato e a afronta a letra da lei.

2) Leiam também que o STF já decidiu que não pode ocorrer a dissociação que foi feita hoje no Senado Federal;
http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/stf-decidiu-que-perda-de-mandato-e-inseparavel-de-inabilitacao.html

segunda-feira, 23 de maio de 2016

JORNAL "VERDADE, SEJA BEM-VINDA !" - 001 - O PÉSSIMO INÍCIO DE TEMER

Prezados leitores, iniciamos uma nova série de vídeos: Verdade, seja bem-vinda!
No primeiro programa tratamos do péssimo início do governo Michel Temer.




Juntos Somos Fortes!

domingo, 22 de maio de 2016

GOVERNO MICHEL TEMER COMEÇOU MUITO MAL



Prezados leitores, curto e grosso, o governo Michel Temer começou muito mal.
Os erros grosseiros estão no noticiário, começando pela nomeação de investigados para o cargo de ministros.
A verdade salta aos olhos: o Brasil é o país dos corruptos!
Logo, um governo não pode ter investigados em sua composição, o risco é enorme e desnecessário.
Nós que lutamos para afastar Dilma Rousseff e seu partido do poder, estamos começando a ficar com uma sensação de frustração.
Vamos nos manter mobilizados e torcer para que ocorram mudanças positivas no governo interino, caso contrário, Dilma e o PT voltarão.

Juntos Somos Fortes!