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sexta-feira, 15 de junho de 2018
OS MILITARES E A DETERIORIZAÇÃO DA POLÍTICA BRASILEIRA
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terça-feira, 1 de maio de 2018
INTERVENÇÃO FEDERAL CRIA 231 CARGOS DE CONFIANÇA COM SALÁRIO DE ATÉ 16 MIL
O Brasil e, sobretudo, o Rio de Janeiro têm dinheiro sobrando.
Link:
https://www.colunaesplanada.com.br/intervencao-no-rio-cria-231-cargos-de-confianca-com-salario-de-ate-r-16-mil/
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sexta-feira, 27 de abril de 2018
UPPs, A FALSA SOLUÇÃO COMEÇA A VIRAR PÓ....
Livro
Não foi por falta de aviso.
Escrevi centenas de artigos sobre os erros gritantes e evidentes do projeto.
Publiquei um livro demonstrando a "farsa" que a imprensa apoiou.
Concedi dezenas de entrevistas anunciando o fracasso.
Ignoraram e, pior, ampliaram o problema.
Precisou ocorrer uma intervenção federal para que os malefícios do projeto eleitoral das UPPs começasse a ser extinto.
A anunciada solução para o Brasil na área de segurança pública comeca a virar pó.
Link:
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/gabinete-de-intervencao-no-rj-decide-acabar-com-metade-das-upps.ghtml
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quarta-feira, 25 de abril de 2018
FRACASSO DA OPERAÇÃO CONTRA MILICIANOS AUMENTA PRESSÃO SOBRE INTERVENÇÃO
Tenho feito breves comentários sobre a intervenção federal na segurança pública desde que ela foi decretada.
Disse que ela era necessária, mas que tinha sido decretada apenas como uma resposta política, não tendo sido devidamente planejada, jogando as Forças Armadas no inferno do Rio de Janeiro, sem qualquer possibilidade de atenuar os problemas da violência a curto e nem a médio prazos.
Afirmei que a população não poderia esperar milagres e que o caos da insegurança pública demoraria a ser atenuado.
Alertei que a esquerda iria atacar a medida do governo federal e que parte da imprensa também.
Tal pressão aumentará com certeza após o fracasso da operação para desbaratar um grupo miliciano, como as manchetes dos jornais desta quarta-feira já estampam.
Foi um tiro no pé, isso sendo benevolente.
Só no tocante ao gasto do dinheiro público com a operação, com a alimentação dos presos e com as pesadas indenizações que todos nós pagaremos, podemos classificar como um desastre a operação.
Só no tocante ao gasto do dinheiro público com a operação, com a alimentação dos presos e com as pesadas indenizações que todos nós pagaremos, podemos classificar como um desastre a operação.
O fato merece uma apuração por parte do Ministério Público (e dos encarregados pela intervenção) tendo em vista que os erros foram grosseiros com graves violações aos direitos constitucionais.
Apesar desse episódio lamentável, a intervenção poderá trazer benefícios para a população, a qual deve confiar nas forças policiais e nas forças federais, mas para que isso ocorra o planejamento das ações precisa ser exaustivo para minimizar equívocos.
Foi um tiro no pé, isso sendo benevolente, reafirmo.
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quarta-feira, 28 de março de 2018
RIO: A VIOLÊNCIA DE TODOS OS DIAS
Violência deixa feridos na Zona Norte, na Zona Oeste e na Baixada Fluminense"
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terça-feira, 27 de março de 2018
O PIOR ESTÁ POR VIR - ADVOGADO MARCOS ESPÍNOLA
"Jornal O Dia
Opinião
O pior está por vir
Passado um mês de intervenção, o que se vê, segundo os registros de ocorrências das delegacias, é o crescimento de crimes como homicídios e roubos de carros e cargas
Por O Dia
Publicado às 03h00 de 26/03/2018 - Atualizado às 03h00 de 26/03/2018
Marcos Espínola
O que mais preocupa é como ficará o Rio após a intervenção, afinal, passado um mês de operações o que se vê, segundo os registros de ocorrências das delegacias, é o crescimento de crimes como homicídios e roubos de carros e cargas. Continuamos à espera de um futuro que não desponta no horizonte. Com a saída das tropas tudo voltará ao normal. Aliás, será pior, com o narcotráfico fortalecido e avançando não só nas comunidades, mas no Estado inteiro.
A guerra não para. A média de policiais assassinados continua a mesma dos últimos anos. Antes mesmo do fim desse primeiro trimestre já atingimos quase 25% dos 134 policiais mortos em 2017.
Intervenção e o apoio dos militares são essenciais, porém o comando das ações deve ser dividido com as polícias militar, civil e federal, esta última, comprovadamente com experiência investigativa. O olhar das forças armadas sobre a violência urbana não é igual ao das polícias.
O que se tem feito em algumas localidades, como na Vila Kennedy, por exemplo, não tem qualquer eficácia, com os militares tirando as barricadas e os bandidos as recolocando no dia seguinte. Um movimento inócuo e que desmoraliza o poder constituído.
Intervenção se faz com democracia e justiça. Isto significa direcionar o foco numa estratégia que contemple ações conjuntas dos militares, policiais e todas as outras áreas do poder público. Criar núcleos de identificação que mapeie cada localidade para depois agir. E quando for para entrar nas comunidades que entrem com todos os serviços que resgatem a dignidade de todos ali presentes em condições sub-humanas.
Se for para sufocar os bandidos que isso se inicie nas fronteiras, minando os corredores de circulação das mercadorias. Quem quer a paz tem que enfrentar a guerra estrategicamente.
É preciso que uma voz se levante e assuma tal postura, como ocorre na Lava-jato. Disposição para lidar com o que pode vir pela frente, como possíveis nomes poderosos que possam estar ligados às indústrias das drogas e armas.
Segurança pública não se resolve com poder bélico, pois a violência é fruto da desigualdade social, da precária educação e saúde, da falta de oportunidade de emprego, da ausência de políticas públicas sérias para o bem social e coletivo.
São necessárias ações conjuntas das instituições e que ofertem todos os serviços essenciais para a cidadania. Aí sim, podemos vislumbrar um futuro melhor.
Marcos Espínola é advogado criminalista (Fonte)".
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segunda-feira, 26 de março de 2018
RIO - O TEMPO É INIMIGO DA INTERVENÇÃO FEDERAL
Eu sou favorável à intervenção federal na área da segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, mas por motivos óbvios não posso concordar com o fato de ter sido implementada sem o indispensável planejamento, como deixei claro em alguns artigos.
Apesar desse erro grosseiro do governo federal, torço pelo sucesso, todavia não posso ignorar que o tempo é um inimigo difícil de ser superado quando inexiste o devido planejamento, fato que está se confirmando com a falta de resultados positivos perceptíveis para a população.
A medida que o tempo avança a possibilidade de descrédito aumenta proporcionalmente, fenômeno que acontece com relação à Polícia Civil que não apresenta resultados minimamente aceitáveis na elucidação dos homicídios, entre eles o da parlamentar que se transformou em manchete em vários países.
Eu continuo na torcida.
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quinta-feira, 22 de março de 2018
21/03/2018 - UM DIA EXTREMAMENTE TRISTE
No curso da intervenção federal na área da segurança pública, transcrevo mensagem que está sendo divulgada nas redes sociais desde ontem:
"21/03/2018 Um dia extremamente triste 😢
Batista - 25° BPM
Mesquita - UPP Rocinha
Barros - 39° BPM
Não terão direito a 8 equipes da Divisão de Homicídios; não terão direito a 6 promotores exclusivos; Não terão (se é que terão) mais que 2 minutos na reportagem..."
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domingo, 18 de março de 2018
VÍDEO - PROCURADOR DE JUSTIÇA CALA DEFENSORES DOS CRIMINOSOS
Publico vídeo que circula nas redes sociais:
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sábado, 17 de março de 2018
OS ASSASINATOS E OS ARTISTAS
Artistas expressam luto pelo assassinato da vereadora (foto).
Luto?
Salvo melhor juízo, o sorriso não é uma expressão relacionada ao luto na nossa cultura.
A vestimenta na cor preta representa.
Penso que devemos respeitar os familiares e os amigos de todos que são vítimas da violência que contaminou todo o Rio de Janeiro.
Não devemos transformar cadáveres em bandeiras políticas.
Vamos cobrar resultados da Polícia Civil na apuração de todos os homicídios que ocorrem diariamente, mas deixemos os mortos descansarem em paz.
Luto?
Salvo melhor juízo, o sorriso não é uma expressão relacionada ao luto na nossa cultura.
A vestimenta na cor preta representa.
Penso que devemos respeitar os familiares e os amigos de todos que são vítimas da violência que contaminou todo o Rio de Janeiro.
Não devemos transformar cadáveres em bandeiras políticas.
Vamos cobrar resultados da Polícia Civil na apuração de todos os homicídios que ocorrem diariamente, mas deixemos os mortos descansarem em paz.
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sexta-feira, 16 de março de 2018
EXISTE RELAÇÃO ENTRE A INTERVENÇÃO FEDERAL E A EXECUÇÃO DA VEREADORA?
No artigo anterior comentei que não podemos cobrar da intervenção a execução da vereadora (Link), tendo em vista que só um erro grosseiro dos executores poderia permitir que ações relacionadas com o policiamento ostensivo evitassem o crime.
Além dessa necessária desconstrução, penso ser necessário desfazer neste primeiro momento a relação que estão fazendo nas redes sociais entre a intervenção e a execução.
Citam que a execução foi promovida por grupo que contrário à intervenção. Fundamentam alegando que a morte de uma parlamentar no curso da intervenção é uma demonstração clara de sua ineficiência. Nesta linha, a morte atenderia aos interesses de facções criminosas, milicianos e "banda podre" das polícias, grupos que estariam perdendo dinheiro com a presença das Forças Armadas.
Considero prematura tal análise, mas não descarto que a hipótese possa ser confirmada no futuro, mas temos que esperar o avanço das investigações.
No Rio de Janeiro mata-se por qualquer motivo e até sem motivo, eias a verdade.
Nós, cidadãos de bem, devemos continuar apoiando a intervenção federal na área da segurança pública, afinal, os crimes continuam ocorrendo, o que justifica cada vez mais a sua necessidade.
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A INTERVENÇÃO, A EXECUÇÃO E O RIGOR NA APURAÇÃO
Erram aqueles que fazem ilações sobre a cruel execução (segundo a Polícia Civil) da vereadora Marielle, ação que culminou também com a morte de Anderson, motorista do veículo que a conduzia, como sendo um sinal de fracasso da intervenção federal.
O homicídio previamente planejado para matar (executar) uma pessoa é um crime quase impossível de ser evitado por ações relacionados com o policiamento ostensivo.
Os criminosos podem escolher dia, hora, local, modo de ação, etc.
Isso permite que possam dificultar ao máximo a ação da Polícia Militar (polícia ostensiva) para evitar e/ou reprimir o crime.
Só erros grosseiros de planejamento por parte dos executores podem permitir uma ação da polícia que está nas ruas.
Portanto, imputar às Forças Armadas e à Polícia Militar qualquer responsabilidade em virtude do acontecido, não passa de uma tentativa de amplificar discursos políticos que podem gerar votos, mas que não permeiam a verdade e são inócuos.
Cabe sim cobrar à Polícia Civil, não apenas neste caso, que a investigação apresente um resultado concreto que possa permitir a prisão e a condenação dos criminosos.
Nessa direção sim podem ser cobrados dos interventores resultados, considerando que a Polícia Civil se encontra subordinada a eles.
Erram também aqueles que cobram rigor nas investigações, tendo em vista que essa é a missão constitucional da Polícia Civil: investigar.
E, toda investigação deve ser rigorosa, obedecendo a melhor técnica.
Por derradeiro desejamos sucesso à Delegacia de Homicídios na elucidação de todos os assassinatos que ocorrem no Rio de Janeiro, pois a impunidade alimenta à criminalidade, como todos sabem.
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quinta-feira, 15 de março de 2018
RIO - INTERVENÇÃO - MORTE DE VEREADORA - EXECUÇÃO É A PRINCIPAL LINHA DE INVESTIGAÇÃO
Tenho escrito que o presidente Temer "jogou" o Exército Brasileiro no Inferno.
Controlar a violência no Rio de Janeiro é uma missão quase impossível diante da dimensão que o problema alcançou.
Facções e quadrilhas dominam o cenário e acuam significativa parte dos habitantes do território fluminense
A possível execução da vereadora é mais um homicídio entre tantos que são praticados diariamente.
A verdade é que sobreviver no Rio de Janeiro está cada vez mais difícil e os dias seguem passando sem que os habitantes identifiquem uma ação de maior contundência das forças interventoras.
"Site G1
Vereadora do PSOL, Marielle Franco é morta a tiros na Região Central do Rio
Principal linha de investigação é execução. Marielle foi assassinada no bairro do Estácio, na Região Central, quando voltava de um evento na Lapa.
Por João Ricardo Gonçalves, Leslie Leitão, Marina Araújo e Patricia Teixeira, G1 Rio e TV Globo
14/03/2018 22h06 Atualizado há menos de 1 minuto (Fonte)".
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quarta-feira, 14 de março de 2018
A INTERVENÇÃO NÃO PODE NOS TIRAR A ESPERANÇA
A esperança de dias melhores foi a única coisa que restou aos habitantes do Rio de Janeiro após os governos Sérgio Cabral-Pezão,
Tal esperança foi renovada com uma ação do governo federal: a intervenção federal na área da segurança pública.
Criticada e elogiada, ela tem a seu favor a realidade de que era preciso fazer algo para controlar a criminalidade violenta.
A intervenção ainda está na fase de planejamento, considerando o que temos visto nas ruas e recebido através da imprensa.
Nada mais natural, como tenho escrito, considerando que foi uma decisão política apressada.
Apesar dessa dificuldade criada pelo próprio governo federal, os responsáveis pela intervenção precisam ter muito cuidado pois precisam obter resultados positivos, caso contrário as Forças Armadas serão arranhadas na sua imagem, isso entre outros efeitos indesejados, como o aumento da violência.
Um cuidado especial deve ser a escolha dos nomes, isso para evitar que pessoas ligadas aos governos Sérgio Cabral-Pezão ocupem posições de relevância sendo detentores de poder.
Isso será o caos e o prenúncio da derrota.
A Inteligência precisa funcionar para que a nossa esperança não morra no nascedouro.
Por derradeiro, com a esperança que tal preocupação tem feito parte do planejamento, desejo sucesso a todos os escolhidos.
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domingo, 11 de março de 2018
RIO - INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA - O "DIA D"
Eu posso estar errado nesta avaliação mas percebo conversando com um e com outro que é esperada uma grande ação das Forças Armadas contra o tráfico de drogas, um "Dia D" que ocorrerá mais cedo ou mais tarde.
Pessoas imaginam que todo o planejamento que está sendo desenvolvido nestes longos dias está voltado para essa ação contundente que imporá sérias baixas nas facções criminosas.
Diante dessa minha avaliação (certa ou errada, não sei) me sinto no dever de deixar claro que não creio que isso venha a ocorrer nas comunidades dominadas por traficantes e por milicianos.
Aposto que teremos a continuidade das ações do tipo cerco (sufocamento) combinadas com operações pontuais baseadas na produção da Inteligência.
Penso que não teremos uma nova vergonha como a "tomada" do Complexo do Alemão, ocasião que só rendeu dividendos para a mídia que transmitiu ao vivo o pseudo sucesso.
É hora de planejar e de agir, porém sem abrir mão da Inteligência e sem permitir que interesses eleitoreiros se sobreponham à boa técnica.
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EU CONFIO NAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS
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sábado, 10 de março de 2018
O GRANDE DESAFIO DA INTERVENÇÃO FEDERAL: CONTROLAR A CRIMINALIDADE
As ações da intervenção federal seguem sendo planejadas, um cuidado indispensável após o anúncio intempestivo feito pelo governo federal, sem qualquer planejamento prévio, como ficou claro pelo noticiário e pela própria carência de ações mais contundentes até o momento.
A troca de nomes na gestão da segurança pública e a retirada de barreiras colocadas por traficantes de drogas nas comunidades têm ocupado a imprensa.
O cenário parece um jogo de xadrez, onde o governo move as peças com cautela e evita ataques diretos e resultados negativos.
Um enxadrista qualificaria como um "jogo posicional".
Não poderia ser de outro modo o procedimento do interventor diante das circunstâncias que cercaram o factóide governamental, todavia não posso deixar de destacar que enquanto as peças são arrumadas em suas melhores posições, a criminalidade avançou no mês anterior à decretação, o que por si só demonstra a dificuldade que será controlar a criminalidade violenta no Rio de Janeiro.
"Jornal Extra
10/03/18 04:30 Atualizado em 10/03/18 09:00
No primeiro mês de 2018, índices de criminalidade no estado do Rio já ultrapassaram meta estipulada
Carolina Heringer
Já no primeiro mês de 2018, as polícias Civil e Militar do Rio não conseguiram cumprir as metas traçadas pela Secretaria de Segurança (Seseg) para diminuição de crimes no estado. O EXTRA teve acesso, com exclusividade, aos valores estipulados pela pasta e comparou com os índices divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). A conclusão foi a de que logo em janeiro, os números de letalidade violenta (soma de homicídios dolosos, roubo com resultado morte, lesão corporal seguida de morte, auto de resistência), roubos de veículos e roubos de rua (em ônibus, a pedestres e de celular) em todo o estado superaram os valores estipulados pelo chamado Sistema Integrado de Metas (SIM) - (Fonte)".
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sexta-feira, 9 de março de 2018
VÍDEO - ROUBO E SEQUESTRO
O triste produto da "pacificação".
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quarta-feira, 7 de março de 2018
INTERVENÇÃO FEDERAL - ESCOLHIDOS O COMANDANTE GERAL DA PMERJ E O CHEFE DA PCERJ
Ontem foram anunciados os nomes do novo Comandante Geral da Polícia Militar e do novo Chefe da Polícia Civil.
Eu desejo sucesso a ambos que terão um desafio muito grande pela frente.
"Site G1
Polícia Civil e PM do Rio têm novos chefes
Luis Cláudio Laviano, novo chefe da PM foi comandante do Bope. O delegado Rivaldo Barbosa, chefe da Divisão de Homicídios vai assumir a Polícia Civil. Eles substituem Carlos Leba e Wolney Dias, respectivamente.
Por G1 Rio
06/03/2018 16h03 Atualizado há menos de 1 minuto
O delegado Rivaldo Barbosa e o coronel Luis Cláudio Laviano são os novos chefes da Polícia Civil e PM do Rio, respectivamente.
Rivaldo, que estava a frente da Divisão de Homicídios, entra no lugar de Carlos Leba e Laviano, ex-comandante do Bope (Batalhão de Operações Especiais), substitui o coronel Wolney Dias que assumiu a corporação em 2016 (Fonte).
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sexta-feira, 2 de março de 2018
MINISTÉRIO DA SEGURANÇA, INTERVENÇÃO FEDERAL E FACTÓIDES
O governo Temer amarga uma reprovação popular muito expressiva, fato comprovado por pesquisas de opinião divulgadas pelo noticiário.
Neste cenário desfavorável e grave para as aspirações políticas dos detentores do poder considerando que 2018 é um ano eleitoral, após constatar que não conseguiria aprovar a reforma da previdência no Congresso Nacional, o governo decreta uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.
Logo ficou evidente que a intervenção não foi precedida de qualquer planejamento, surpreendendo até o interventor nomeado, como foi noticiado fartamente. Tanto isso é verdade que até hoje a intervenção ainda se encontra em "stand by", ou seja, no curso da fase de planejamento.
Logo ficou evidente que a intervenção não foi precedida de qualquer planejamento, surpreendendo até o interventor nomeado, como foi noticiado fartamente. Tanto isso é verdade que até hoje a intervenção ainda se encontra em "stand by", ou seja, no curso da fase de planejamento.
Apesar desse erro primário, intencional ou não, notícias sobre a melhora da avaliação popular do governo surgiram aqui e ali.
Diante do exposto, salvo melhor juízo e respeitando todas as opiniões contrárias, a decretação da intervenção caracterizou o que conhecemos como FACTÓIDE.
"Fato gerado para a imprensa propositadamente para chamar a atenção com intuito de se desviar os olhares de um assunto em discussão (Fonte)".
Indo em frente.
"Surfando na onda" positiva o governo criou o Ministério Extraordinário da Segurança Pública e, mais uma vez, apareceram notícias sobre a aprovação popular com relação à medida.
Os dividendo políticos foram alcançados.
"Surfando na onda" positiva o governo criou o Ministério Extraordinário da Segurança Pública e, mais uma vez, apareceram notícias sobre a aprovação popular com relação à medida.
Os dividendo políticos foram alcançados.
Tenho muitas dúvidas quanto à legalidade da criação do citado ministério, lamento o aumento de despesas em época tão imprópria e temo pela reunião de tanta força nas mãos de uma única pessoa, no caso o ministro extraordinário.
Apesar desses fatos, eu quero o melhor para o meu país.
Torço para que tudo dê certo e confio nas Forças Armadas e nas instituições policiais que serão empregadas na tentativa de controlar a criminalidade violenta, todavia, no atual estágio de inércia sou forçado a interpretar que até o momento o governo foi muito hábil, não para solucionar os problemas da área da segurança pública, mas para criar factóides.
Desejo estar completamente errado.
Registre-se que integro a parcela de brasileiros que vê com muita desconfiança a intervenção e o ministério.
Registre-se que integro a parcela de brasileiros que vê com muita desconfiança a intervenção e o ministério.
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