Prezados leitores, peço que assistam com redobrada atenção a reportagem contida no vídeo que foi publicado no Youtube.
O comentado pelos dois jornalistas da Espn tem relação com matérias publicadas pela imprensa.
Os jornalistas citam a matéria do Estadão (Link) que foi publicada no dia 11 de novembro de 2014, sendo que o fato em investigação ocorreu no dia 8 de dezembro de 2013.
Destaco o seguinte trecho:
"Pelo menos três provas principais sustentam a conclusão do órgão. A CBF enviou um e-mail, via Federação Paulista de Futebol, que foi aberto pela Portuguesa. Pelo menos seis funcionários tinham a informação, de acordo com o MP. Além disso, a Portuguesa sabia do julgamento do jogador, pois foram descobertas conversas telefônicas entre o departamento jurídico e o advogado do clube na sexta e no sábado anteriores ao jogo, realizado no domingo".
Tendo como base o contido na matéria jornalística faço algumas observações:
1) As duas matérias (Estadão e Espn) só podem ter tido como fonte o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), logo, não podemos desconsiderar o seu conteúdo.
2) O MP-SP baseou sua conclusão em "pelo menos três provas".
3) Nas duas matérias existe riqueza de detalhes sobre as conclusões do MP-SP.
Diante do exposto em apertada síntese, pergunto:
- Onde foram parar as "provas" citadas pelo MP-SP, considerando que o inquérito foi arquivado no GAECO do MP-SP de forma inconclusiva por falta de provas?
Não custa lembrar que eu tive acesso aos autos e extrai cópias, isso com a devida autorização, portanto, os conheço.
Quem souber a resposta, por favor, informe para que possamos publicar e informar nossos leitores sobre esse fato de tanta relevância para o futebol brasileiro.
Juntos Somos Fortes!












