JORNALISMO INVESTIGATIVO

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domingo, 6 de novembro de 2016

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013 - A CONCENTRAÇÃO FANTASMA - COMENTÁRIO



Prezados leitores, transcrevemos comentário sobre o "escândalo do Brasileirão 2013":

"Fabio
5 de novembro de 2016 17:29
Coronel Paúl, a Portuguesa não tinha dinheiro nem pra pagar os salários dos jogadores na reta final do BR-13.
Os cartolas conseguiram fazer uma vaquinha com os conselheiros e influentes da Lusa e adiantaram um trocado pros jogadores antes do último jogo contra o Grêmio, mas mesmo assim continuaram devendo pra eles.
Como reagiriam os jogadores vendo a diretoria, ao invés de quitar a dívida, gastar com hotel, alimentação, bebidas e transporte pra um jogo sem nenhuma pretensão a mais nada no campeonato?
Pior é que era num sábado à noite.
Imagine o que é ter que ficar enfurnado em um hotel com um monte de machos, ao invés de estar com a família, com a namorada ou caçando mulher na noitada.
O que eles estariam fazendo no hotel? Escutando no radinho de pilha o jogo Flamengo x Cruzeiro pela Rádio Tupi?
Nessa narração eles contaram que o André Santos jogou sem condições. Mas depois se calaram e não se sabe o motivo. O André Rizek poderia investigar isso.
Também tem o MP-SP. Será que eles interrogaram os radialistas da Tupi que narraram a partida e a confusão no vestiário do Flamengo no meio do jogo, que aconteceu por causa do erro do Departamento Jurídico que liberou o jogador pra jogar sem poder?
Eu acho que não.
- 05/12/2013 - Com apoio do Bom Senso, Lusa não treina até receber salários atrasados
- 05/12/2013 - Portuguesa quita salários atrasados e jogadores voltam a treinar no Canindé

Juntos Somos Fortes!

sábado, 5 de novembro de 2016

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013 - ANDRÉ RIZEK E A CONCENTRAÇÃO FANTASMA



Prezados leitores, transcrevemos comentário recebido que trata de algo nunca antes vistos no futebol brasileiro: uma concentração fantasma.
Antes de lerem o comentário, assistam o vídeo.

"Anônimo
4 de novembro de 2016 22:49 
A Portuguesa se concentrou para quele jogo? Até hoje ninguém foi capaz de confirmar onde, quando, quais jogadores. Basta uma foto com data, um documento do hotel com com a relação dos jogadores. Mas não apareceu nada que confirme que essa concentração aconteceu. Muito menos que o Héverton estava lá.
Não que isso comprove algo em favor de qualquer clube... Realmente não prova. Mas é ridículo que usem essa concentração (que nem se sabe se houve) para legitimar algo completamente ilegítimo. 
E mais: O Rizek diz "acreditem... eu fui atrás dos fatos". 
Foi atrás de quê? Nunca publicou nada de construtivo sobre o caso! Se apurou algo, diga com quem conversou, quem entrevistou, onde consultou algo que mereça alguma credibilidade". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013 - "EQUÍVOCOS" NO PROGRAMA REDAÇÃO SPORTV

Prezados leitores, ontem recebemos um vídeo gravado por um leitor, através de um celular, de uma pequena parte do programa "Redação Sportv", onde o jornalista André Rizek fez breves comentários sobre o que ocorreu no Brasileirão 2013, especificamente sobre as escalações irregulares dos jogadores André Santos pelo Flamengo (sábado - 7 de dezembro de 2013) e Héverton pela Portuguesa (domingo - 8 de dezembro de 2013).
O trecho é pequeno, cerca de um minuto, mas precisa ser corrigido.




Apesar do jornalista alegar que "foi atrás dos fatos", não parece que consumiu muito tempo nessa investigação.
Ela alega em defesa do Flamengo algo que já superamos nesse espaço: o fato de Héverton estar relacionado para o jogo de domingo, antes do Flamengo cometer o erro no sábado.
Isso não tem qualquer relevância para o esclarecimento dos fatos, não é esse o cerne da questão.
Primeiro, nunca foi provada a tal concentração da Portuguesa.
Isso é alegado rotineiramente como argumento de defesa para o Flamengo, mas nunca foi provado.
A Portuguesa não provou.
A imprensa não provou.
Nem André Rizek citou onde foi a tal concentração.
Apesar da concentração estar mais para "perna de cobra", mesmo que tenha ocorrido, não serve como tese defensiva.
Primeiro, o jogador só está oficialmente relacionado para o jogo quando o clube, antes do jogo (nesse caso no domingo) faz a entrega da relação. Não se pode confundir relacionado para a concentração com relacionado para o jogo, são momentos distintos, nesse caso separados por mais de um dia.
O ponto crucial, não abordado pelo jornalista, trata-se do fato da imprensa ter noticiado que André Santos não poderia jogar, ele ter jogado e a imprensa não ter noticiado que ele jogou irregularmente, o que faria com que o Flamengo perdesse os pontos e passasse a correr risco de rebaixamento.
São esses FATOS que constituem o foco da investigação.
Vale lembrar que era o furo do Brasileirão 2013 e a imprensa não deu.
Por quê?
Amnésia coletiva?
Também é conveniente lembrar que caso a imprensa tivesse cumprido o seu papel, noticiando no sábado o erro do Flamengo, mesmo que Héverton estivesse concentrado, a Portuguesa teria todo cuidado antes de relacioná-lo para o jogo de domingo.
Se a imprensa noticia o erro do Flamengo no sábado, como a Portuguesa iria justificar o "duplo erro" que tentam nos empurrar goela abaixo.
Diante do exposto, aconselhamos o jornalista a "ir atrás dos fatos corretos", caso contrário, nunca chegará à verdade que todos buscamos.
Nós estamos "correndo atrás" desde dezembro de 2013.
Publicamos centenas de artigos e dezenas de vídeos sobre o assunto, organizamos e publicamos um livro sobre o tema e viajamos duas vezes para São Paulo na busca da verdade, onde tivemos acesso aos autos da investigação do Ministério Público, inclusive obtendo cópias para solicitar a reabertura do caso.
Por derradeiro, devemos corrigir que o Flamengo se beneficiou da perda de pontos da Portuguesa, o Fluminense não, como o jornalista erroneamente deu a entender.
O Fluminense se beneficiou do erro do Flamengo, não precisava que a Portuguesa "errasse".
Basta consultar a tabela e a classificação oficial do Brasileirão 2013.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

2a EDIÇÃO DO LIVRO "O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013"



Prezados leitores, nós continuamos recebendo pedidos para aquisição do livro "O escândalo do Brasileirão 2013 - Como o Flamengo foi salvo do rebaixamento", o qual se encontra esgotado.
Nosso planejamento inicial era elaborar uma 2a edição (revista e ampliada), inserindo uma segunda parte relacionada com as conclusões das investigações do GAECO do Ministério Público de São Paulo.
Nessa direção ficamos acompanhando pela imprensa a conclusão, mas para nossa surpresa foi noticiado o arquivamento, o que inviabilizou o nosso projeto inicial.
Optamos por apresentar o que consideramos "fatos novos" ao MP para que fosse avaliada a possibilidade da reabertura das investigações.
No momento estamos aguardando notícias.
Caso as investigações sejam reabertas, voltaremos ao projeto de aguardar o término das conclusões.
Se não forem reabertas as investigações, buscaremos um recurso da decisão e, paralelamente, elaboraremos a 2a edição, contendo na primeira parte o livro e na segunda parte comentários sobre o arquivamento e sobre a nossa solicitação de reabertura.
Como de costume, o nosso espaço democrático será utilizado para atualização.
Aproveitamos para informar que estamos solicitando ao STJD cópia do processo instaurado e, rapidamente, arquivado sobre o que ocorreu no Fla-Flu do dia 13 de outubro de 2016.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 23 de outubro de 2016

FLA-FLU: TORCEDORES DO BRASIL SENDO FEITOS DE PALHAÇOS




Prezados leitores, nós pedimos desculpas por publicarmos novamente o vídeo contento toda a confusão ocorrida no último Fla-Flu, quando ocorreu um erro de direito do árbitro em face de uma interferência externa, fato que deveria causar a anulação da partida, mas só temos essa forma de provar como estão nos fazendo de palhaços.
O vídeo não contém a famosa leitura labial que comprovou a interferência externa, porém serve para comprovar como a versão apresentada pela arbitragem é mentirosa.
A versão está no artigo da ESPN que transcrevemos a seguir, onde aparece pela primeira vez na história a participação do bandeirinha Marcelo Van Gasse.

"Exclusivo: Passo a passo, os 13 minutos, na versão do juiz, que bagunçaram o Brasileiro
Publicado em 18/10/2016, 12:56 /Atualizado em 18/10/2016, 15:35
Gabriela Moreira, blogueira do ESPN.com.br
A Comissão de Arbitragem da CBF já tem em mãos os depoimentos de Sandro Meira Ricci, Emerson Carvalho e Marcelo Van Gasse a respeito do ocorrido no Fla-Flu. Em email enviado pelos três à CBF eles detalham o que ocorreu nos cerca de 13 minutos em que a partida ficou paralisada. Segundo os envolvidos, o que fez o grupo voltar atrás e validar o gol que acabara de anular foi um alerta feito pelo assistente que estava do outro lado do campo, Van Gasse, segundos antes da chegada do banco do Flamengo ao seu redor.
"Fica com a tua primeira impressão, fica com a tua primeira impressão", foi o que Van Gasse teria dito a Emerson, ao perceber que ele voltara atrás ao saber que o gol havia sido marcado por Henrique.
Ato contínuo, Emerson disse para Ricci:
"Então não confirma (o gol) ainda não".
Ricci questionou os motivos e já tinha validado o gol, mas a essa altura, já se aproximavam do auxiliar e do árbitro os jogadores do Flamengo, segundo os emails, após terem perguntado sobre o lance para uma repórter da TV.
Emerson diz ainda que ficou em dúvida e chegou a voltar atrás após reclamação acintosa de Henrique. Mas que ao ser alertado pelo colega do outro lado, viu que estava correto.
Momento do alerta
No momento em que o alerta de Van Gasse foi dado, apenas jogadores do Fluminense estavam ao redor do grupo, informam os três à CBF. O fato de o colega de atuação ter dito para que Emerson ficasse com a primeira impressão foi o que formou a convicção de Ricci em anular o gol.
Esta vai ser a linha de defesa dos três ao STJD. Eles são unânimes em dizer que a convicção para o ato se deu a partir das informações trocadas antes da chegada dos jogadores do Flamengo à conversa (Fonte)".

Basta assistir o vídeo para constatar que as imagens contradizem a versão apresentada.
Veja quando o bandeirinha Marcelo Van Gasse surge nas imagens e a situação que está instalada.
Observe quando ele fala com o árbitro se existe algum sinal de que o árbitro foi convencido por ele.
Perceba quando tempo passou entre a conversa e a decisão tomada pelo árbitro.
Um circo foi montado e nós estamos sendo feitos de palhaços.

Juntos Somos Fortes!

FLA-FLU: A ANULAÇÃO, O TEMPO, O CÓDIGO, OS INTERESSES E AS DÚVIDAS



Prezados leitores, nós já publicamos inúmeros artigos sobre o que aconteceu ao longo do Fla-Flu jogado no dia 13 de outubro de 2013 e sobre o que aconteceu no STJD, após a petição do Fluminense solicitando a anulação da partida por erro de direito (interferência externa na decisão da arbitragem).
O Fluminense deu entrada no dia 17 de outubro de 2016, dentro do prazo previsto no código.
Apesar do número de fatos abordados, consideramos que o assunto não tenha sido esgotado e resolvemos avançar na regulamentação desportiva, utilizando um trecho de um artigo publicado pelo Globo Esporte para ancorar nossos comentários, considerando que nele foram transcritas falas do Presidente do STJD.
Os trechos correspondentes às falas estão sublinhados e em itálico.

"Site Globo Esporte
17/10/2016 22h08 - Atualizado em 20/10/2016 19h37
STJD abre processo e suspende resultado do Fla-Flu até o julgamento Presidente do tribunal encaminha determinação à CBF, e Flamengo fica momentaneamente com três pontos a menos na tabela do Campeonato Brasileiro
(...)
Em despacho publicado nesta segunda-feira, após receber o pedido do Fluminense, o presidente do STJD, Ronaldo Piacente, solicitou a suspensão temporária do resultado da partida.
Diante disso, recebo a presente impugnação e determino que se de imediato conhecimento da instauração do processo ao Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, para que não homologue o resultado da partida realizada em 13 de outubro de 2016 entre o Fluminense Football Club e o Clube de Regatas Flamengo pelo Campeonato Brasileiro – Série-A (2016), até decisão final da presente impugnação.
A partir de agora, o Flamengo será intimado e terá dois dias para se manifestar. Depois disso será vez de a Procuradoria do STJD se posicionar sobre o caso. Em seguida, será sorteado um relator dentro os auditores do Pleno, e o processo será incluído na pauta para julgamento.
- A tabela agora terá um asterisco. O resultado é mantido, mas não se homologa até que haja uma decisão dos nove membros do Pleno do STJD. O julgamento será o mais rapidamente possível. Acredito que até a primeira quinzena de novembro esteja julgado. Ainda não posso me manifestar porque também vou julgar, mas ainda é algo prematuro. O que se precisa analisar é se houve a interferência externa. Todas as partes serão ouvidas - explico Ronaldo Piacente, em entrevista à Rádio Globo (Fonte)".

O Código Brasileiro de Justiça Desportiva tem uma Seção específica para tratar da anulação de partida é o seguinte (Fonte):

"Seção III
Da Impugnação de Partida, Prova ou Equivalente
Art. 84. O pedido de impugnação deverá ser dirigido ao Presidente do Tribunal (STJD ou TJD), em duas vias devidamente assinadas pelo impugnante ou por procurador com poderes especiais, acompanhado dos documentos que comprovem os fatos alegados e da prova do pagamento dos emolumentos, limitado às seguintes hipóteses: (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009).
I - modificação de resultado; (Incluído pela Resolução CNE nº 11 de 2006 e Resolução CNE nº 13 de 2006)
II - anulação de partida, prova ou equivalente. (Incluído pela Resolução CNE nº 11 de 2006 e Resolução CNE nº 13 de 2006)
§ 1º São partes legítimas para promover a impugnação as pessoas naturais ou jurídicas que tenham disputado a partida, prova ou equivalente em cada modalidade, ou as que tenham imediato e comprovado interesse no seu resultado, desde que participante da mesma competição. (NR).
§ 2º A petição inicial será liminarmente indeferida pelo Presidente do Tribunal competente quando: (NR).
I - manifestamente inepta;
II - manifesta a ilegitimidade da parte;
III - faltar condição exigida pelo Código para a iniciativa da impugnação;
IV - não comprovado o pagamento dos emolumentos.
§ 3º O Presidente do Tribunal (STJD ou TJD), ao receber a impugnação, dará imediato conhecimento da instauração do processo ao Presidente da respectiva entidade de administração do desporto, para que não homologue o resultado da partida, prova ou equivalente até a decisão final da impugnação. (NR).
§ 4º Não caberá pedido de impugnação no caso de inclusão de atleta sem condição legal de participar de partida, prova ou equivalente. (Incluído pela Resolução CNE nº 11 de 2006 e Resolução CNE nº 13 de 2006)
Art. 85. A impugnação deverá ser protocolada no Tribunal (STJD ou TJD) competente, em até dois dias depois da entrada da súmula na entidade de administração do desporto. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009).
Art. 86. Recebida a impugnação, dar-se-á vista à parte contrária, pelo prazo de dois dias, para pronunciar-se, indo o processo, em seguida, à Procuradoria, por igual prazo, para manifestação.
Art. 87. Decorrido o prazo da Procuradoria, o Presidente do Tribunal (STJD ou TJD) sorteará relator, incluindo o feito em pauta para julgamento. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009)".

Não precisa ser bacharel em direito para constatar que as falas do Presidente do STJD e o parágrafo acrescentado pelo autor do artigo (A partir de agora ...) estão em conformidade com o código.
Tudo certo.
O processo foi para o Flamengo se manifestar e, em seguida (após a manifestação do Flamengo) para a Procuradoria se manifestar.
Isso significa que entre os dias 18 e 20, a Secretaria do STJD encaminhou o processo para o Flamengo;  o clube elaborou sua manifestação e retornou o processo para a Secretaria do STJD; a Secretaria encaminhou o Presidente que encaminhou para a Procuradoria, via Secretaria; a Procuradoria analisou a petição do Fluminense e a manifestação do Flamengo e elaborou seu recurso ao Presidente; recurso pronto encaminhou para a Secretaria que, por sua vez, encaminhou para o Presidente, o qual analisou tudo e decidiu concordar com a Procuradoria.
Ufa!
Uma correria.
Dando continuidade ao fator tempo, solicitamos que voltem as falas do Presidente para confirmarem que a previsão para o julgamento era "até a primeira quinzena de novembro".
Salvo melhor juízo, o Presidente quis dizer que até o dia 15 de novembro estaria julgado, pois se quisesse dizer que ocorreria antes da primeira quinzena, usaria "até o final de outubro".
O julgamento aconteceria então antes da 35a rodada, ou seja, faltando quatro rodadas para o final do Brasileirão 2016 (Fonte).
Imaginem o desconforto para clubes, para CBF, para patrocinadores e para imprensa, a incerteza sobre os três pontos do Flamengo até essa fase derradeira, enquanto isso transcorreriam a 32a, 33a e 34a rodadas.
O asterisco ali na tabela incomodando muita gente.
A pressa que a arbitragem não teve para anular o gol do Fluminense, analisando os fatos por treze minutos, se fez presente após o Fluminense entregar a petição.
Agradecendo aos que leram até aqui, solicitamos um pouco mais de paciência e que retornem à regulamentação para lerem o artigo 87.
Qual ação está determinada para ser realizada pelo Presidente após receber a manifestação da Procuradoria?

" (...) sorteará relator, incluindo o feito em pauta para julgamento. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009)".

O Procurador se manifesta no processo, ele opina, mas o processo deve continuar no Pleno.
Diante do que ocorreu, surgem  dúvidas:
- Cabe ao Procurador solicitar reconsideração da decisão do Presidente quanto à instauração do processo?
- Se cabe, qual artigo ampara tal ato?
A sua manifestação, em tese, não deveria ter sido apenas sobre a petição inicial do Fluminense e a argumentação do Flamengo.
Nos parece que ocorreu uma confusão com o previsto na Seção II do CBJD que trata do INQUÉRITO.
Lá no Inciso I, do parágrafo 2o do artigo 81, está prevista exatamente a ação que foi adotada no PROCESSO:

"§ 2º Sendo o inquérito requerido pela parte interessada, ouvir-se-á obrigatoriamente a Procuradoria, que poderá: (Incluído pela Resolução CNE nº 11 de 2006 e Resolução CNE nº 13 de 2006)
I - opinar pela rejeição, caso a parte interessada não apresente qualquer elemento prévio de convicção; (Incluído pela Resolução CNE nº 11 de 2006 e Resolução CNE nº 13 de 2006).
II - acompanhar o feito até a conclusão. (NR).

Não parece que foi isso que aconteceu?
Não custa lembrar que em publicação anterior transcrevemos fala atribuída pela imprensa ao Procurador no sentido de que a partida não seria anulada, isso antes do Fluminense apresentar a petição inicial.
No fatídico dia 20 o Presidente mudou de opinião, conforme site do STJD (Fonte):

“De ordem do Dr. Auditor Presidente deste Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Ronaldo Botelho Piacente, referente ao Pedido de reconsideração encaminhado pela Procuradoria do STJD nos Impugnação de Partida sob nº 354/2016- STJD – tendo como Impugnante Fluminense F.C., informo que através de despacho, acolhe o pedido da D. Procuradoria, e reconsidera a decisão de fls. 31/32, e com fundamento no inciso III,§2º do artigo 84 do CBJD, indefere liminarmente a petição inicial da ação de impugnação de partida".

O Presidente contrariando sua opinião anterior e deixando de atender o preconizado no artigo 87, reconsiderou a sua decisão de instauração do processo com base no inciso III, §2º do artigo 84, ou seja:

"III - faltar condição exigida pelo Código para a iniciativa da impugnação;"

Qual será essa condição que antes existia na opinião do próprio Presidente e que ele passou a achar que não existia mais, após pronunciamento da Procuradoria?
Nós desconhecemos.
Tudo que escrevemos até o momento sobre a nossa interpretação do CBJD pode estar errado, mas é certo que não se pode terminar uma investigação sem ouvir os acusados.
Quem são os acusados?
A arbitragem e o inspetor de arbitrage.
Eles foram ouvidos nos autos do processo?
Não!
Quem puder esclarecer todas essas dúvidas, por favor, encaminhe na forma de comentário ou para o e-mail pauloricardopaul@gmail.com
Nós publicaremos com prazer, pois nosso compromisso sempre foi com a verdade.
Solicitamos desculpas por artigo tão longo e nem falamos do bandeirinha Marcelo Van Gasse, personagem muito importante dessa história, o que faremos em outro artigo.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 22 de outubro de 2016

FLA-FLU: STJD IGNOROU OS FATOS E CONSEQUÊNCIAS SÃO IMPREVISÍVEIS



Prezados leitores, republicamos o vídeo que contém a leitura labial , mas não para provar o que foi dito, isso está mais do que claro, mas para que todos possam entender a ordem dos fatos, o que é muito importante para esclarecer os fatos e comprovar o erro de direito (a interferência externa).
A sequência dos fatos capitais:
1) O jogador do Fluminense faz o gol.
2) Ato contínuo, atendendo a marcação de impedimento do bandeirinha, o árbitro anula o gol.
3) Ao perceberem a anulação jogadores do Fluminense correm para argumentar com o bandeirinha (interferência interna, normal nos jogos).
4) Árbitro e bandeirinha trocam informações e ambos decidem que o gol foi legal, errados ou não, essa foi a conclusão a que chegaram após conversarem.
5) Diante da validação do gol, os jogadores do Flamengo passam a reclamar (outra interferência externa, normal nos jogos).
6) O tempo vai passando e a arbitragem mantém a sua decisão.
7) Jogadores do Flamengo citam a televisão.
8) Entra em cena o inspetor de arbitragem e fala para o juiz sobre as imagens da televisão (interferência externa, proibida).
9) A arbitragem mantém a sua decisão e o tempo segue passando com jogadores do Fluminense e do Flamengo protestando.
10) Finalmente, mais de dez minutos depois, o árbitro conversa com o mesmo bandeirinha que ele tinha conversado anteriormente.
11) As coisas mudam e o bandeirinha passa a ter certeza sobre o impedimento do jogador que fez o gol.
12) A arbitragem anula o gol, novamente.
Diante do exposto, duas perguntas devem ser respondidas:
- Por que árbitro e bandeirinha mudaram de opinião e validaram o gol?
As imagens e a leitura labial não deixa margem a qualquer dúvida, a mudança decorreu de considerarem que o bandeirinha tinha marcado impedimento, mas não do jogador que fez o gol. Por isso, validaram após esclarecerem.
Prezados leitores, alguém consegue encontrar outra explicação para a validação do gol?
- Por que após terem validado o gol de comum acordo, árbitro e bandeirinha mudaram de opinião e anularam novamente?
Como eles demonstraram term chegado a um acordo na validação, a convicção só pode ter sido alterada por um fato novo. No caso, o que motivou a alteração da convicção anterior foi a interferência externa do inspetor de arbitragem.
A mudança com base nessa interferência externa constitui erro de direito e a partida deve ser anulada.
O STJD ignorou os fatos.
Por quê?

Juntos Somos Fortes!

FLA-FLU: ATUAÇÃO DO STJD SEGUE SENDO DESMORALIZADA, INTERFERÊNCIA É CLARÍSSIMA

Prezados leitores, a atuação do Presidente e do Procurador Geral do STJD, no caso do Fla-Flu, segue sendo desmoralizada.
A interferência externa é claríssima.
A argumentação para não julgar é absurda.
Assistam o programa da ESPN e comprovem parte dessa realidade (Link encaminhado por leitor):




Juntos Somos Fortes!

sábado, 15 de outubro de 2016

A ANULAÇÃO DO FLA-FLU SERIA JUSTA?



Prezados leitores, primeiro agradecemos aos comentários que recebemos e que nos permitiram corrigir o texto sobre a sequência das decisões da arbitragem.
Ontem, o assunto foi exaustivamente noticiado pela imprensa e discutido nas redes sociais.
Novo duelo entre a razão e a paixão.
O que se viu nos comentários da imprensa e nas redes sociais é que tudo indica que houve uma interferência externa, o que não é ainda permitido.
Eis o que deve ser o centro da análise.
A arbitragem anulou o gol logo após o lance?
Sim, isso é indiscutível.
Os jogadores do Fluminense correram em cima do bandeirinha para protestarem?
Sim, isso é comum no futebol.
O árbitro conversou com o árbitro auxiliar (bandeirinha)?
Sim.
Validou o gol após essa conversa?
Sim, o que significa que a argumentação foi aceita.
Bola no meio e jogo que segue.
Mas, não foi isso que aconteceu.
Longos e intermináveis minutos se passaram com conversas envolvendo a arbitragem, jogadores dos dois times e outras pessoas.
Após todo esse teatro, o árbitro voltou atrás e anulou o gol.
Por que o árbitro voltou atrás novamente?
Eis a resposta que nos permitirá avaliar se o Fla-Flu deve ou não ser anulado.
O árbitro se omitiu na súmula e nada narrou sobre o ocorrido.
A anulação não pode ter sido em razão de uma nova conversa com o bandeirinha envolvido no lance.
Se fosse isso não demoraria tanto.
Os indícios dão conta que aconteceu uma interferência externa.
Se foi isso que aconteceu, como a maioria está alegando, que um novo Fla-Flu seja jogado.
Caso não tenha ocorrido, mantenha-se o jogo como válido.
Por derradeiro, como um leitor fez uma menção do nosso livro (O Escândalo do Brasileirão 2013 - Como o Flamengo foi salvo do rebaixamento) em um comentário, esclarecemos que o livro só contém fatos, todos comprovados, não existem ilações.
Fatos que não foram investigados pelo GAECO do MP-SP como ficou claro na análise dos autos que realizamos, tanto que além de outros "fatos novos", encaminharemos o livro, quando solicitarmos a reabertura do inquérito.
A luta pelo esclarecimento de todos os fatos do Brasileirão 2013 só acabará quando todos eles foram esclarecidos, a começar pelo misterioso silêncio da imprensa durante e após o jogo Flamengo e Cruzeiro, quando André Santos jogou irregularmente, fato que colocou o Flamengo com 40% de chance de ser rebaixado no dia 8 de dezembro de 2013, como seria se a Portuguesa não tivesse escalado irregularmente o jogador Héverton.
Tudo isso dentro de campo, vale lembrar, os jogadores foram escalados e jogaram.
Fatos, esses chatos!

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

FUTEBOL: O MISTÉRIO DO BRASILEIRÃO 13 E A DESMORALIZAÇÃO DO BRASILEIRÃO 16



Prezados leitores, a seleção brasileira de futebol se recuperou nas eliminatória e ocupa a primeira colocação, o que pode passar a ilusão que o esporte vai muito bem no país.
A verdade é que o futebol brasileiro atravessa o seu pior momento da história.
Basta um olhar para atento para constatar que o nível técnico na quase totalidade dos jogos é medíocre.
Temos jogadores tecnicamente muito ruins em clubes de grande investimento, algo inconcebível diante da fartura da oferta de jogadores no país.
Nada explica a inexistência de uma seleção adequada.
O quadro sinaliza que devem existir grupos que controlam o mercado de compra e venda de jogadores para os clubes de maior expressão nos estados brasileiros.
Pode ser que sim, pode ser que não.
Parte da imprensa esportiva é claramente tendenciosa, como nunca foi antes. 
Além disso, o nível dos comentaristas também deixa muito a desejar, sendo comum eles discordarem de imagens claras, dando interpretações sem fundamentação na realidade fática.
Alguém precisa avisar aos comentaristas que nós estamos vendo as imagens, isso para que tenham mais cuidado ao discordarem da realidade.
Dois brasileirões representam bem o estágio deletério que atingiu o nosso esporte nacional.
O Brasileirão 2013 ainda não acabou. 
Persiste o grande mistério do que aconteceu na última rodada com a escalação irregular do jogador Héverton, fato que salvou o Flamengo do rebaixamento. As investigações do GAECO do MP-SP foram inconclusivas e estamos reunindo fatos que não foram investigados (fatos novos) para tentarmos a reabertura das investigações. Não podemos ficar sem respostas.
O Brasileirão 2016 está se caracterizando por uma bagunça que está causando um claro desequilíbrio.
O primeiro desequilíbrio está claro na venda de mandos de campo.
O clube A enfrenta o clube B na sua casa, onde é difícil de ser batido, em face do apoio que recebe da sua torcida.
Em outra rodada, o clube A vende seu mando de campo no jogo com o clube C e o jogo ocorre em campo neutro.
O clube B foi prejudicado, evidente.
Isso está ponto por terra o equilíbrio que deve existir.
Se isso não bastasse para causar a desigualdade, agora em alguns jogos se está usando um recurso externo para decidir o que aconteceu no jogo.
Isso deveria ser usado em todos os jogos ou em nenhum, isso é óbvio.
Ontem, resolveram usar o recurso no Fla-Flu.
O jogador estava impedido, isso é claro.
O juiz não deu o gol, reclamaram os jogadores tricolores, ele foi consultar o bandeirinha que tinha marcado o impedimento.
Conversaram e o juiz confirmou o gol.
As imagens são de clareza solar.
Foi a vez dos jogadores rubro-negros reclamarem.
Aí surgiu o auxílio externo que deveria existir em todos os jogos, mas que não existe, portanto, não pode ser usado em um jogo e em outro não.
Nós estamos vivendo uma partida de vôlei, onde só um técnico pode desafiar.
Após uma demora de quase 10 minutos, o juiz anulou o gol.
Isso seria corretíssimo, se o recurso fosse usado em todos os jogos, mas não é.
Desmoralização, essa é a palavra que encontramos para representar o que está acontecendo.
O equilíbrio não está sendo respeitado, isso fere de morte a esportividade.
Diante de tamanha bagunça, o esporte perde inteiramente os fundamentos da competição justa.
Baixo nível técnico, mistério e bagunça povoam o futebol brasileiro.

Juntos Somos Fortes!

PS: O artigo foi corrigido após comentários que melhor esclareceram o ocorrido.

O CORAÇÃO, O FUTEBOL E A CIDADANIA



Prezados leitores, recebemos o seguinte comentário anônimo:

Comentário:
Kkkk. Calma, coronel, o futebol brasileiro com um todo não merece tanto esforço do nosso músculo miocárdio. É só distração. Jogadores e dirigentes estão milionários e não guardam tanta paixão pelos clubes que lhes pagam salário".

Nós agradecemos o comentário,  a preocupação contida nele e a oportunidade de prestarmos um esclarecimento aos nossos leitores, sobretudo aos que começaram a visitar o blog após os nossos textos sobre futebol.
Integramos uma parte do povo brasileiro que não só fica indignado com as ilegalidades que são praticadas em todos os setores da vida no Brasil, mas que faz da indignação uma motivação para apresentar denúncias contra todas que chegam ao nosso conhecimento.
Basta uma pesquisa junto ao Ministério Público do Rio de Janeiro para conhecer a quantidade de denúncias que fizemos nos últimos anos, todas elas assinadas, nunca usamos o anonimato.
Caro comentarista, a nossa luta pelo esclarecimento dos fatos que ocorreram na última rodada do Brasileirão 2013, começou movida pela paixão clubística, tendo em vista que o Fluminense estava sendo destroçado pela imprensa de forma injusta, mas logo passou a ser uma luta como tantas outras que nos engajamos nesses quase dez anos de blogueiro. 
A mudança de motivo ocorreu logo que identificamos a possibilidade de prática criminosa, diante dos indícios que foram reunidos.
Hoje a luta pela reabertura das investigações pelo Ministério Público de São Paulo não guarda qualquer relação com a paixão esportiva, ela é um exercício de cidadania que todos deveriam fazer.
É certo que existem indícios de crime(s) e a única solução é esgotar todas as linhas de investigação, isso para confirmar ou para descartar de vez a possibilidade da ocorrência de crime(s).
O fato de estarmos lutando pela primeira vez na área esportiva, nada mais é do que a continuidade da nossa forma de exercermos cidadania.
O nosso coração vai aguentar.
Não desistiremos.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013 - ATUALIZANDO E CONCLUINDO



Prezados leitores, nós seguimos preparando a documentação para tentarmos reabrir as investigações sobre o que ocorreu na última rodada do Brasileirão 2013, quando Flamengo e Portuguesa escalaram jogadores de forma irregular e foram punidos com a perda de pontos.
A irregularidade da Portuguesa causou seu rebaixamento e salvou o Flamengo.
Nós poderíamos simplificar e agilizar o nosso trabalho encaminhando apenas uma cópia digitalizada do livro resultante da mobilização realizada nas redes sociais sobre o tema, considerando que todo o seu conteúdo é composto por "fatos novos", considerando que não foram abordados nas investigações.
"Fatos novos" é o que se exige para desarquivar uma investigação.
Isso seria muito prático, mas não seria eficiente, tendo em vista que ficaríamos na dependência que um promotor lesse todo o livro e avaliasse todos os fatos, antes de solicitar o desarquivamento.
Não podemos perder todo esse tempo.
Enviaremos o livro digitalizado, isso é lógico, porém destacaremos alguns pontos apresentando áudios e vídeos de pessoas que emitiram opinião sobre os fatos em apuração.
Além disso, destacaremos alguns pontos contidos nos próprios autos, os quais não foram explorados com a profundidade que consideramos adequada, considerando o conjunto de indícios.
Nivelamos o conhecimento sobre o andamento do trabalho.
Cabe esclarecer ainda que não pretendemos abordar mais o tema antes de encaminharmos o documento e diante dessa posição consideramos adequado comentar a nossa opinião após esses quase três anos de discussão nas redes sociais, da publicação do livro e da leitura dos autos do inquérito.
Nesse sentido, informamos que diante das duas alternativas existentes, ou sejam, ter ocorrido um duplo erro administrativo, primeiro por parte do Flamengo (jogador André Santos) e depois por parte da Portuguesa (jogador Héverton) ou ter ocorrido algum tipo de acordo para que a Portuguesa escalasse o jogador Héverton, nós colocamos as nossas fichas na segunda opção.
Por quê?
Existem vários indícios que sinalizam para a possibilidade de um acordo, enquanto a possibilidade do duplo erro exige que se acredite em muitos fatos com relação à Portuguesa que não são críveis no âmbito do futebol profissional.
É óbvio que se surgirem "fatos novos", como ocorre na investigação, nos voltaremos ao tema.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 8 de outubro de 2016

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

"O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - RETA FINAL PARA SOLICITAR REABERTURA DAS INVESTIGAÇÕES



Prezados leitores, fiéis ao nosso compromisso de nivelar conhecimento, informamos que concluímos a leitura das cópias obtidas sobre as investigações desenvolvidas pelo GAECO do Ministério Público de São Paulo sobre o que denominamos o "escândalo do Brasileirão".
Nos próximos dias publicaremos um vídeo comentando as nossas conclusões sobre o que lemos.
Antecipamos que foi proveitosa a leitura, o que trouxe novos indícios (não explorados na investigação) e algumas certezas.
O próximo passo é o mais trabalhoso, reunir e dar forma ao documento que utilizaremos para solicitar a reabertura das investigações.
Apesar do livro ter material mais que suficiente para fundamentar o pedido, queremos reunir o farto material que temos recebido para facilitar o trabalho do Ministério Público, sobretudo na oitiva das testemunhas.
Nosso objetivo é estar em condições de dar entrada no pedido no início da segunda quinzena de outubro, portanto, solicitamos aos que desejam contribuir com o trabalho que façam a remessa do material com a brevidade necessária.
Preferimos que o material seja encaminhado para o e-mail:
pauloricardopaul@gmail.com
Seguimos firmes no objetivo de serem esclarecidos todos os fatos.
Caso não consigamos sucesso na reabertura das investigações nesse primeiro momento, o que não acreditamos, tentaremos em instância superior.
Desistir jamais!

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

"O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - ATENÇÃO IMPRENSA! SURGIU UMA PONTA DO NOVELO



Prezados leitores, no dia 7 de dezembro de 2013 (sábado), o Flamengo escalou irregularmente o jogador André Santos para enfrentar o Cruzeiro, fato decorrente de um erro administrativo que colocou o clube da Gávea na lista dos possíveis rebaixados (40% de chance de ser rebaixado), ficando na dependência dos resultados dos jogos dia seguinte.
Estranhamente, a imprensa não divulgou o que seria o "furo do Brasileirão 2013", ou seja, a possibilidade do clube de maior torcida do Brasil ser rebaixado para a Série B pela primeira vez e por culpa da sua diretoria.
Na época iniciou-se uma campanha para culpar o Fluminense pelo rebaixamento da Portuguesa, que também em circunstâncias ainda não esclarecidas, repetiu o erro do Flamengo e escalou irregularmente o jogador Héverton.
Punidos, a Portuguesa acabou salvando o Flamengo do rebaixamento, como comprova a classificação oficial do Brasileirão 2013.
Na imprensa, além das acusações ao Fluminense, surgiram notícias que alguém da Portuguesa poderia ter vendido a escalação irregular de Héverton, sendo instaurado um Inquérito Civil Público (ICP) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), o qual foi concluído pelo GAECO e arquivado em 2015, sem identificar a prática de crimes.
Nesses quase três anos um grupo de abnegados torcedores de diferentes times fez uma investigação paralela sobre os fatos insólitos que cercam tudo isso, a começar pela omissão da imprensa.
Incontáveis colaborações foram recebidas.
Inclusive um livro foi lançando contendo vários fatos relacionados à investigação, livro que foi encaminhado ao MP-SP, mas que não foi juntado aos autos.
Enquanto os torcedores investigavam e interagiam, a imprensa esportiva ignorou por completo a investigação, publicando matérias esparsas, quase todas ainda ligando o Fluminense ao rebaixamento da Portuguesa.
Não faltaram jornalistas "zombeteiros" para gozar o Fluminense e sua torcida ao longo desse período de tempo.
Vale destacar nesse ponto que no Brasil as investigações vazam diariamente.
Até interceptação telefônica da então presidente Dilma com o ex-presidente Lula da Silva vazou e foi divulgada por todos os órgãos de imprensa.
Incrível!
Apesar dessa capacidade investigativa, a imprensa esportiva não conseguiu obter nada sobre o que ocorreu no que denominamos "o escândalo do Brasileirão 2013".
Incapacidade?
Não acreditamos.
Desinteresse?
A resposta certa pode ser essa.
O fato é que esse grupo de torcedores "passou a perna" em toda a imprensa esportiva e achou uma ponta do novelo.
É hora de puxar a ponta do novelo e tentar esclarecer tudo.
Nós solicitaremos a reabertura das investigações e temos convicção que o nosso pedido será aceito, considerando que fatos novos não faltam.
O nosso desejo é que o caso será reaberto, mas agora com outra linha investigativa, a sugerida pelo grupo de torcedores que não desistiu de buscar a verdade.
A linha que apresenta mais indícios e que obedece ao raciocínio lógico.
Diante do exposto, só nos resta aconselhar a imprensa esportiva "correr atrás do prejuízo", pois ficará estranho ou soará como muito suspeito, o fato de um grupo de torcedores ser mais eficiente que toda a imprensa esportiva do Brasil na investigação de fatos que aconteceram diante de todos nós.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

"O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - MINISTÉRIO PÚBLICO SEGUIU OUTRA LINHA INVESTIGATIVA



Prezados leitores, estamos lendo as cópias relativas à parte dos autos da investigação do GAECO do Ministério Público de São Paulo sobre o que denominamos como "o escândalo do Brasileirão 2013".
O nosso objetivo é tentar reabrir o processo apresentando fatos novos que justifiquem o desarquivamento e a continuidade das investigações.
Nós podemos adiantar que consideramos serem boas as possibilidades do alcance do nosso objetivo, tendo em vista que apesar de não termos concluído a leitura, está evidenciado que o Ministério Público não adotou a nossa linha investigativa, que começa com a escalação do jogador André Santos de forma irregular pelo Flamengo, isso no dia 7 de dezembro de 2013 e com o silêncio da imprensa sobre esse fato, que na época seria o maior furo de reportagem na área do futebol brasileiro nos últimos anos, ou seja, a possibilidade do Flamengo ser rebaixado no domingo dia 8 de dezembro de 2013.
A leitura deixa claro que o Ministério Público investigou, ninguém pode negar, mas não seguiu o caminho que foi construído através da interação de incontáveis torcedores nas redes sociais, comentando cada fato ligado ao assunto, o que resultou inclusive na publicação do livro.
Nós estamos trabalhando com a data do próximo dia 15 para encaminhar nossas argumentações.
Em consequência reiteramos a solicitação no sentido de quem conheça textos, áudios ou vídeos contendo comentários sobre os fatos nos encaminhe através do e-mail: 
pauloricardopaul@gmail.com
É importante identificar quem escreveu ou falou sobre os fatos, isso facilitará uma convocação por parte do Ministério Público.
Por derradeiro, esclarecemos que não podemos ceder cópias do material obtido e solicitamos a compreensão de todos, sobretudo dos jornalistas esportivos, que não se mexeram para clarificar o que aconteceu.
Nós continuaremos fornecendo informações do andamento do trabalho, tendo em vista que essa é uma mobilização que envolve torcedores de vários clubes do Brasil, sendo nosso dever dar publicidade sobre todos os atos.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

JORNALISTAS COMEÇAM A PEDIR DESCULPAS AO FLUMINENSE



Prezados leitores, uma parte significativa da imprensa esportiva fez graves acusações contra o Fluminense quando a Portuguesa salvou o Flamengo do rebaixamento no Brasileirão 2013.
As acusações careciam de qualquer fundamentação, mas elas atingiram em cheio o clube a torcida.
Naquele momento, iniciou-se uma grande mobilização nas redes sociais que contou com a participação do nosso espaço democrático, a qual acabou demonstrando que o grande beneficiário de tudo que ocorreu com a Portuguesa foi o Flamengo e não o Fluminense.
Os fatos, esses chatos!
Apesar dessa verdade cristalina até a presente data lemos e ouvimos na imprensa que o clube salvo foi o Fluminense.
Os jornalistas que insistem nessa tecla ofendem a inteligência mediana de quem os lê ou ouve, tendo em vista que basta uma consulta à classificação oficial do Brasileirão 2013 para comprovar que o Flamengo foi salvo.
Ultimamente, alguns jornalistas têm se desculpado com o Fluminense, como publicamos recentemente, só que eles não estão fazendo isso como devem, eles precisam usar o veículo (televisão, rádio, redes sociais, etc) onde difamaram o Fluminense e consumindo idêntico tempo.
Eis o pedido de desculpas feito de modo correto.
Por derradeiro, aproveitamos para aconselhar aos integrantes da imprensa que ainda não se desculparam que o façam com a devida brevidade, pois a cada dia ficará mais claro que não foi o Fluminense o beneficiado.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

"O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO 2013" - ANDRE RIZEK PEDE DESCULPAS AO FLUMINENSE

Prezados leitores, o jornalista Andre Rizek confessa no Twitter que errou ao acusar o Fluminense de ter sido beneficiário no caso do rebaixamento da Portuguesa em 2013.
Parabenizamos o jornalista pelo reconhecimento do erro e solicitamos que use o seu espaço na televisão para repetir o que escreveu no Twitter.




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terça-feira, 27 de setembro de 2016

CASO HÉVERTON: TORCEDOR ACUSA GLOBO, CBF E STJD



Prezados leitores, temos recebido e publicado inúmeros comentários de um leitor que usa o nome "CÍRIO SANTOS". 
Os posicionamentos adotados por ele sinalizam que seja um torcedor do Flamengo.
Não concordamos com a maioria de suas opiniões, mas publicamos democraticamente.
Todos sabem que na internet fatos, nomes, fotos, vídeos, ..., podem ser irreais, portanto, o nome utilizado pode ter sido inventado e ele pode ser torcedor de outro clube.
Todavia, não podemos desprezar a possibilidade do comentarista ser uma pessoa real e, caso seja, o senhor "CÍRIO SANTOS" precisa contar o que sabe ao Ministério público de São Paulo, o mais rápido possível.
Leiam um de seus comentários:

"Círio Santos
27 de setembro de 2016 09:42 Sabe como funciona um truque de mágica?? O mágico faz a plateia olhar pra um lado quando na verdade o truque está acontecendo do outro, ninguém recebeu nada isso é informação plantada pra que ninguém olhe pra onde está os culpados,a cbf a globo e o stjd armaram descaradamente pra lusa cair, e criaram essa falsa denúncia pra que ninguem olhasse pra onde a falcatrua aconteceu (sic)".

Será verdade?

No intuito de que a verdade dos fatos seja obtida pelo Ministério Público de São Paulo solicitamos ao senhor "CÍRIO SANTOS" que adote uma das seguintes providências:
1) Compareça ao Ministério Público de sua cidade e se ofereça para prestar informações sobre o fato. Temos certeza que será ouvido a termo, quando poderá fornecer todos os detalhes que conhece, sendo sua declaração encaminhada para o Ministério Público de São Paulo. Nos cumpre alertar que existe a possibilidade de ser intimado para prestar um novo depoimento nos autos do processo, isso em São Paulo, caso persistam dúvidas sobre o que tiver declarado.
2) A sugestão anterior é a mais cômoda, mas pode optar por encaminhar para o nosso e-mail (pauloricardopaul@gmail.com) a sua qualificação (nome, RG e endereço completo) e um resumo sobre o que sabe sobre os fatos. Nós manteremos seus dados em sigilo e o incluiremos na relação das pessoas a serem ouvidas pelo Ministério Público, quando solicitarmos a reabertura das investigações.

Senhor "CÍRIO SANTOS" aguardamos seu posicionamento.

Juntos Somos Fortes!

2a EDIÇÃO DO LIVRO "O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO" - INFORMAÇÕES

Prezados leitores, prestamos alguns esclarecimentos sobre a 2a edição do livro "O Escândalo do Brasileirão 2013 - Como o Flamengo foi salvo do rebaixamento":





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