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terça-feira, 30 de outubro de 2018

BRASIL - PEDIDO DE SOCORRO DE UM ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO



Compartilhando:

"*Manifesto de um aluno universitário que não quer ser da esquerda*.

"É isso mesmo o que vc leu. Sou aluno de uma universidade pública federal de um curso de humanas. Você não sabe o que é isso aqui dentro. Vejo algumas matérias de intolerância, mas nada se compara.

Aqui tem frase feminista que diz: morte aos machos. Aqui o laicismo é só pra religião cristã, pq as outras religiões e seitas são, inclusive, incentivadas pelos professores.

Se alguém questionar algo, é o racista e intolerante. Aqui vc tem que fingir que é a favor do PT, caso contrário eles não sentam com vc no refeitório, não pegam o mesmo elevador, de chingando, perseguem, falam absurdamente que vc é algum "Ista" só e puramente pq vc não concorda com eles.

Me diga, cidadão, isso é liberdade de pensamento?

Tem mais, ele fazem sexo ali na sua frente. Usam o termo hetero como chingando. Você será um homofóbico se não concordar com eles.

E os professores. Ah esses são os melhores. Falam do Karl Marx como se ele fosse o Batman. O socialismo é ótimo, não para eles, com carrões, apartamento em área nobre e filhos estudando no repressor Estados Unidos.

O pior é o que vou relatar agora, que foi o que me motivou a escrever esse manifesto. Os alunos criaram um filtro para o Facebook, no qual ele colocam uma foto e a baixo tem escrito "desaparecido". Eles dizem que é pra simular como será os perfis se a ditadura voltar. Pois, segundo eles, muitos vão sumir.

Eu achei isso tão absurdo e cheguei a conclusão de quem quer a ditadura são eles.

Você já percebeu que quem mais fala da ditadura é a esquerda? Eles tem um fetiche por esse assunto. Parece até que querem viver isso. Parece que eles têm um desejo de ser herói, mas aquele herói martirizado. Não percebem que estamos em outro tempo. Eles não frequentam as aulas.

Ganham discussão no grito. Se montam um debate, todos os presentes concordam entre si. Se vc ousar, sugerir pensar algo diferente. Tá frito, amigo.

Querem dar aula de história sobre o facismo. Daí quando vc fala que o facismo surgiu com a esquerda eles gritam, esbravejam, mas nada de argumento.

Não leem nem o nome do ônibus, decoram o número.

Eles têm um desejo de ser diferente. 3 meses depois que entra um aluno na faculdade, ele já se veste, fala, se comporta igual aos outros. Cópias que repetem o mesmo discurso.

Falam que sofrem repressão. Daí quando vc vai analisar o caso, na verdade ele transgrediu uma regra civil, foi punido e acha que ainda sofreu abuso.

Isso que vi são, apenas, 6 meses de universidade.

Precisamos urgentemente fazer com essa repressão e doutrinação acabe. Ou vai continuar sendo uma máquina de zumbis repetidores de jargões e que funcionam a base de maconha.

Não posso assinar. Queria poder dizer isso abertamente, mas vivemos numa ditadura de pensamento esquerdista".

*Socorro!*

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

sábado, 10 de junho de 2017

domingo, 26 de março de 2017

CRÍTICAS E SUGESTÕES ( 5 ) UM POUCO DE HISTÓRIA: AS POLÍCIAS MILITARES NO MUNDO - CEL PM REF HERRERA

Prezados leitores, dando sequência a série "Criticas e Sugestões" da lavra do Coronel PM Ref Herrera, publicamos o quinto artigo.




"CRÍTICAS  E  SUGESTÕES  (5)
UM  POUCO  DE  HISTÓRIA:  AS  POLÍCIAS  MILITARES  NO  MUNDO    

 “Ser Policial é, sobretudo, uma razão de ser”
(Do Hino da PMERJ, autoria do então 1º Ten PM Jorge Ismael Ferreira HORSAE)


A partir de dezembro de 1983, a reformulação da severa Lei de Segurança Nacional gerou natural anseio de “reformular” o país, sob autocráticos governos desde 1964, dando azo ao chamado período de redemocratização”, trazendo no bojo a marcante pretensão de “varrer o entulho autoritário”.
Virou moda, então, ser contra a chamada ditadura militar, que, sem dúvida, deixou-se violentar pela indelével nódoa da tortura. Inadmissível sob qualquer ponto de vista, mormente em regimes democráticos. Esse foi o pecado mortal, que serviu para o forte repúdio da Sociedade à palavra  “militar”. Além, é claro, do maciço emprego da PM como polícia de choque para reprimir manifestações públicas que antecederam a Ditadura Escancarada (no dizer de ELIO GASPARI), iniciada com a decretação do AI-5, em dezembro de 1968. Fatos que vieram a atingir em cheio todas as corporações policiais militares.
Como sabemos, a atual Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) tem sua remota raiz histórica na Divisão Militar da Guarda Real de Polícia, criada em 1809, pelo Príncipe Regente D. João, quando da transladação da Família Real portuguesa para o Brasil. Em tempos atuais, com a fusão dos antigos Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, em 1975, fundiram-se também suas respectivas polícias militares: PMEG e PMRJ transmudaram-se para PMERJ. Isto faz parte da História do Brasil.
Cumpre ressaltar que, no mundo todo, a maioria das organizações policiais no desempenho da função de polícia de segurança (a mal denominada polícia ostensiva), são de investidura militar ou mesmo, quando de estatuto civil, são paramilitares, atuando sob disciplina militarizada. E, no mais das vezes, desempenham o ciclo completo, ou seja, as funções de polícia de segurança e de polícia judiciária.
Alguns exemplos: em PORTUGAL, além de outros organismos policiais, a Guarda Nacional Republicana (militar, integrada no Ministério da Defesa Nacional), a Polícia de Segurança Pública (curiosamente, de estatuto civil, mas disciplina militarizada) e a Polícia Judiciária (civil); sendo todas operacionalmente subordinadas ao Ministério de Administração Interna; na ESPANHA, a Guardia Civil (militar) e o Cuerpo Nacional de Policía (civil, mas com disciplina militarizada), ambas atuando no ciclo completo, subordinadas operacionalmente ao Ministério do Interior; na FRANÇA, tem-se a Gendarmerie Nationale (militar) e a Police Nationale (civil); na ITÁLIA, a Polizia di Stato (também de estatuto civil, mas disciplina militarizada), a Arma dei Carabinieri e a Guardia di Finanza (ambas militares, integrando as Forças Armadas); no CANADÁ, a Royal Canadian Mounted Police (força paramilitar, atuando no ciclo completo, com seus denominados oficiais de paz, submetidos à disciplina militar, e membros civis contratados para funções de administração e de polícia técnica); na América do Sul, o mais marcante exemplo: Carabineros de Chile (militares, integrando as Forças Armadas chilenas).
Como já informou o Coronel PAÚL, em seu blog, recentemente, em 2016, foi criada a polícia militar no MÉXICO: a Gendarmería Nacional, que passou a constituir a divisão militar da Policía Federal Preventiva (civil), atuando com seus diversos Agrupamentos: de Cavalaria, de Operações Especiais, de Segurança Rural, de Segurança Fronteiriça, de Proximidade Turística, de Proximidade Social (polícia comunitária) e de Reação (polícia de choque).
Completou-se, assim, a existência de polícias militares ou paramilitares (civis com disciplina militarizada) em todos os países da América Latina.
O entendimento parece de clareza solar: o rigor draconiano de regulamentos militares mais bem se presta ao imediato controle da organização, ensejando ritos sumários na apuração de malfeitos e sua rápida punição.
Não se pode negar, entretanto, que o desempenho policial, por todo o Brasil, não resulta eficaz. Há muito a fazer, necessariamente, para sua melhoria. De pronto, urge eliminar o ponto comum em todos os Estados: a crônica submissão da Polícia Militar e da Polícia Civil aos interesses político-partidários dos governantes. As garras afiadas da  tecnoestrutura.
Como eu disse em artigo publicado no Jornal do Brasil, nos idos de agosto de 1986, reafirmo que Segurança Pública é assunto muito sério para ser entregue a curiosos ou aventureiros. Há que ser formulada por profissionais dignos e competentes. É, sobretudo, uma questão de mentalidade. De governantes, juristas e policiais.
Aliás, como se procurou fazer em muitos países. Basta estudar.
Na chamada redemocratização, à luz de anacrônica retórica “comunistoide”, fomentaram-se infrutíferas discussões sobre a investidura de policiais: se civis, se militares. Mas, obviamente, focando a condenação da natureza militar. Até hoje.
O tema mais importante, entretanto, nunca foi objeto de discussão, salvo, isoladamente, por competentes policiais: são as funções de polícia (se polícia judiciária, se polícia de segurança), para atingir-se o modelo ideal de ciclo completo em toda organização policial, delimitando-se, apenas, as respectivas áreas geográficas de emprego. Dessa forma, sendo-lhes irrelevantes a natureza e a denominação.
Porém isso encerraria de vez toda discussão político-ideológica, pós-Revolução de 64. E não parece conveniente a enrustidos inimigos da Democracia.
Será que, no modismo de desmilitarização da PM, na rediscussão do modelo policial no nosso país, só os brasileiros estaremos certos no mundo?
NELSON HERRERA RIBEIRO, Cel PM Ref, advogado e professor

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

PRESIDENTE TEMER QUER PUNIR GREVES COM PRISÃO

presidente Temer e ex-governador Sérgio Cabral


Prezados leitores, no Rio de Janeiro nós estamos vivendo uma "ditadura civil" desde o dia que o ex-governador Sérgio Cabral assumiu o governo no início de 2007.
Ele rasgou a legislação à vontade, sem sofrer qualquer responsabilização por seus atos ilegais, como a prisão de Bombeiros e Policiais Militares em Bangu 1.
Parece que o presidente Temer está inclinado para cortar direitos, isso é péssimo sinal.

"Site Plantão Brasil
13/2/2017 14:29 
Temer envia ao Congresso projeto que pune greves com prisão 
O presidente Michel Temer anunciou nesta segunda-feira (13) que o governo enviará ao Congresso Nacional um projeto de lei para regulamentar o direito de greve de servidores públicos, incluindo policiais civis, funcionários de saúde e educação. 
A informação foi passada pessoalmente por Temer em uma declaração à imprensa, quando ressaltou que o projeto não envolve as forças militares, que são proibidas pela Constituição de entrar em greve ou formarem sindicatos (Leiam mais). 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

OLIMPÍADA: ARBITRARIEDADE DA PREFEITURA MANCHA ENCERRAMENTO



Prezados leitores, nos aliamos ao protesto dos integrantes da ONG Rio de Paz e condenamos o abuso da prefeitura do Rio de Janeiro que impediu a livre manifestação do pensamento, um arbitrariedade que nos remete às piores ditaduras que existem no mundo.

"Jornal do Brasil
20/08 às 16h06 - Atualizada em 20/08 às 16h07 
Prefeitura impede protesto de ONG contra legado olímpico no Rio 
Agentes da Guarda Municipal interromperam na manhã deste sábado (20) um protesto da Organização Não Governamental Rio de Paz, na Praia de Copacabana, na Zona Sul carioca. Os guardas retiraram uma estrutura montada pela ONG na areia que retratava uma favela e questionava o legado olímpico para a população pobre da cidade. 
O ato começou às 6h e a estrutura de protesto feirta de papelão, plástico e madeira deveria permanecer até às 17h, mas por volta das 8h30, os agentes retiraram o material. 
Durante o protesto, o fundador da Rio de Paz, Antônio Carlos Costa ressaltou que desde 2007 a ONG realiza protestos com estruturas montadas na Praia de Copacabana e nunca sofreu repressão das autoridades. Segundo Antônio Carlos Costa, a ONG só realizou o ato agora justamente para não atrapalhar o bom andamento da Olimpíada. 
"Poderíamos ter feito no início, poderíamos ter realizado manifestação de rua, temos poder para isso, fizemos no final para não prejudicar os Jogos Olímpicos e acontece isso [retirada dos materiais que estavam na praia. O Rio de Janeiro termina a olimpíada de uma forma péssima. (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 22 de março de 2016

UM FLAGRANTE NO PT. ASSISTAM O VÍDEO

Prezados leitores, assistam um vídeo que desmascara o PT.
Petistas interpretam a lei conforme sua conveniência.





Juntos Somos Fortes!

domingo, 20 de março de 2016

PT: O PROJETO DE PODER INCLUI FUZILAMENTOS?

Prezados leitores, o vídeo que publicamos nos trouxe enorme preocupação. Ele foi recebido pelas redes sociais e esperamos que as palavras ditas nele não expressem uma realidade no seio dos petistas e que seja fruto de opiniões de um pequeno grupo que está desesperado diante da perda do poder político.




Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 13 de março de 2015

A VITÓRIA DOS "40 DA EVARISTO" SOBRE SÉRGIO CABRAL E PEZÃO


Prezados leitores, em 2007 um grupo de Policiais Militares e Bombeiros Militares, composto por Oficiais e Praças, deu início a mobilização por salários dignos e por adequadas condições de trabalho.
Destemidos e idealistas, eles sofreram represálias do governo Cabral-Pezão, represálias que se repetiram, cada vez com com maior amplitude, contra os Coronéis Barbonos (2008),  contra os Bombeiros Militares (2011) e contra os Policiais Militares e Bombeiros Militares (2012).
Hoje, Cabral e Pezão começaram a enfrentar as graves denúncias feitas contra eles.
O que podemos esperar em termos de responsabilização?
Sinceramente, muito pouco.
Não podemos nos iludir, pensando que as ações do Poder Judiciário e do Ministério Público irão produzir os efeitos que eles merecem.
Apesar dessa dura realidade, o fato de term sido desmoralizados publicamente constitui uma imensa vitória para todos nós que fomos para as ruas gritar:
- FORA CABRAL!

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

JORNAL PAÚL NELES! 12 DEZ 2014 - 2a EDIÇÃO - O FRACASSO DA COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

Prezados leitores, o Coronel PM Paúl comenta o fracasso da Comissão Nacional da Verdade.




Juntos Somos Fortes!

ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA COMENTA RELATÓRIO DA COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE



Prezados leitores, transcrevemos mensagem da Academia Brasileira de Defesa sobre o relatório da denominada Comissão Nacional da Verdade: 

"ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA
Pro Patria

Alexandre Garcia supôs, em um de seus brilhantes textos, que a presidente fosse autista, por não ver, como não via o antecessor, o que ocorre a sua volta. Infelizmente, não é. Ela sabe muito bem o que quer e o que faz. Autistas somos nós. 

O Brasil vive uma situação esdrúxula. Parece que o uso de técnicas de desinformação – verdadeiras lavagens cerebrais desenvolvidas nos porões da Gestapo e da KGB, muito bem adaptadas aos porões não menos imundos do partido do governo – não impediu as pessoas de verem os fatos, mas lhes tirou a capacidade de interpretá-los corretamente. 
O homo medius brasileiro aceita, como justificativa para o assalto violento, o fato de que outros já tenham praticado pequenos furtos antes, e se considera culpado pela violência sofrida. 
Quando um governante demagogo diz que vai tirar dos ricos para dar aos pobres, até quem ganha 20 salários mínimos, um tanto mais, um tanto menos, por exemplo, considera-se um pobretão e se vê como candidato a receber as benesses e usufruir do suor alheio, sem perceber que, para o governo petista, ricos são os que ganham mais de 3 salários mínimos. Os verdadeiramente ricos nada sofrerão – por enquanto. Ele, que, ganha os tais 20 salários mínimos, é que sofrerá perdas sucessivas para ajudar o seu hipotético benfeitor a trocar bolsas por votos e se eternizar no poder. Quando descobrir o engodo, será tarde demais: já se terá transformado, ele mesmo, em um bolsista dependente. 
Da mesma forma, aceita que o governo achate as aposentadorias na vã esperança de que disso resulte transferência de renda em seu favor, mais uma vez, sem perceber que jamais verá um desses centavos, pois todos os cifrões serão desviados para enriquecer a nomenclatura avara e corrupta que assaltou o poder no País. 
É nesse quadro, que, toda vez que o governo se sente ameaçado pelos mecanismos constitucionais de defesa da Nação contra os crimes praticados por seus integrantes, surgem virulentas campanhas de desmoralização das Forças Armadas. 
Um caso antológico foi a tentativa de imputar aos militares o assassinato dos ex-presidentes João Goulart e Juscelino Kubitscheck, mortos, respectivamente, por enfarto do miocárdio e em acidente automobilístico. Ainda que todas as perícias contratadas, a peso de ouro, em ditaduras comunistas, não encontrassem nenhuma evidência dos crimes alegados, insistem, em propagar tal hipótese absurda, no caso de João Goulart. A fortuna em dinheiro público que se gastou com as referidas pericias teria sido muito mais bem empregada, se usada para apurar os assassinatos dos prefeitos de Santo André, Celso Daniel, e de Campinas, Toninho do PT. 
Outra evidência de autismo social é sujeitarem-se as Forças Amadas a permanência prolongada, praticamente definitiva, no exercício de atividades policiais. Esse emprego somente caberia, se de curta duração e para eliminar, rapidamente, as ações criminosas organizadas que ultrapassassem a capacidade de resposta das Polícias, mas sempre orientadas para o interesse público do Estado. 
O emprego das Forças Armadas em missões permanentes de “Garantia da Lei e da Ordem”, para dar sustentação a governos incompetentes e corruptos, é tão criminoso quanto criminosas são as ações dos bandidos que irão combater. 
Hoje, foi divulgado o relatório da comissão nacional da verdade – cnv (sic), mais um deliberado ato indigno, próprio da campanha sórdida contra as Forças Armadas. Como previsto, ele contém um festival de mentiras, insinuações e parcialidades. Mas não há surpresa nisso. Tal relatório, rebento monstruoso, de 2000 páginas, jamais seria equilibrado e imparcial, porquanto trabalho executado por perdedores rancorosos e inconformados por terem sido impedidos de instalar, no Brasil, um regime totalitário, pautado no hibridismo ideológico de esquerda, por seguirem distintas linhas das mais radicais, em cujos objetivos finais, no entanto, convergiam: a destruição do Estado democrático brasileiro. 
As recomendações propostas pelos comissários são um festival de más intenções pré-fabricadas, muitas defendidas pelos vândalos em suas manifestações de rua. Vejamos algumas. 
Para começar, insistem no chavão de que as Forças Armadas devem esquecer o bem que fizeram, e pedir perdão pelo mal que não fizeram. Não vimos, porém, os terroristas (esses, sim, devedores de muitos pedidos de perdão) pedirem perdão à Nação pelos inocentes que mataram ou mutilaram. 
Propõem, também, a proibição das comemorações da redentora Revolução Democrática de 31 de Março, mas continuarão a incensar seus companheiros bandidos e terroristas, nacionais e internacionais. 
Proibições desse tipo somente existem nas piores ditaduras! 
A comissão não pediu a revogação explícita da Lei da Anistia. Isso poderia ser perigoso para eles mesmos. Simplesmente, pedem que a lei somente se aplique a uma das partes envolvidas, excluindo-se os agentes do Estado que os combateram e derrotaram, ignorando todos os crimes que seus correligionários terroristas cometeram. 
Por outro lado, o relatório insistiu na opção preferencial pelos criminosos, ao pretender a desvinculação dos institutos médicos legais e dos órgãos de perícia criminal das secretarias de segurança pública e das polícias civis; a dignificação do sistema prisional e do tratamento dado ao preso; a extinção da Justiça Militar estadual; a exclusão de civis da jurisdição da Justiça Militar federal; a eliminação da figura do auto de resistência à prisão. Tudo pensado para assegurar a impunidade e “dar boa vida” aos criminosos, proclamados pelas ideologias de esquerda como vítimas das elites exploradoras. É inquestionável que o sistema prisional e o tratamento aos presos clamam por urgentes melhorias, mas, antes disso, é indispensável dignificar o atendimento do SUS aos não-criminosos e melhorar o tratamento dado ao cidadão comum, particularmente aos idosos, todos frequentadores de extensas filas para serem atendidos, quando o são. 
A explicação para essa opção irracional é-nos dada pelo Professor Edgard Leite Ferreira Neto, fruto de suas pesquisas em fontes do comunismo internacional: 
“A luta política marxista atua também no sentido de conspirar contra as leis e as estruturas existentes, tidas como instrumentos de preservação do poder. Haveria, assim, diferenças de qualidade entre o crime comum e a ação revolucionária, mas ambas ações estariam impregnadas da 3 mesma inclinação crítica ao poder. A convergência dos dois movimentos, em certas circunstâncias confirma tal perspectiva”. (In Revista Aeronáutica, Rio de Janeiro, p. 44 - 45, 01 mar. 2014). (http://pt.scribd.com/doc/214532426/Revista-Aeronautica-n-286-Edicao-Comemorativa). 
A cnv não cumpriu a Lei que a criou, nem na abrangência, nem no tempo, deixando de apurar os abusos contra os direitos humanos praticados pelos terroristas, no que eles chamam de “luta armada”, ou cometidos fora do período dos governos militares, como também não cumpriu o objetivo de “promover a reconciliação nacional”, uma vez que somente tem aumentado os ressentimentos, com sua parcialidade escandalosa. Igualmente não assegurou o “direito à verdade histórica” nem “à memória”, pois, ao contrário, só tem deturpado os fatos, encenando a maior fraude histórica deste País e registrando, a título de memória, vergonhosa obra de ficção mal-intencionada. 
Por outro lado, ultrapassou os limites de sua competência ao propor a punição dos agentes do Estado por ela acusados, arbitrariamente, como, também, ao propor mudanças no ensino militar, um dos melhores do Brasil, talvez o único voltado exclusivamente para os interesses nacionais e, até hoje, imune à contaminação ideológica sectária, apátrida e de inspiração e financiamento alienígenas. 
A maior das ignomínias, no entanto, foi praticada ao acusaram, irresponsável e criminosamente, da prática de crimes pessoas inocentes, de reputação ilibada, brasileiros abnegados, verdadeiros estadistas, a quem muito deve a Pátria. 
Por tudo isso, esse relatório inútil deveria ser considerado nulo de pleno direito. 
Finalmente, o maior de todos os autismos é o que acomete a maioria dos políticos que se dizem de oposição e dos jornalistas “politicamente corretos”, quando fazem coro com os governistas e insistem em falar de uma ditadura que não houve, há meio século, e fingem não ver a que já está instalada no Palácio do Planalto, e se agrava a cada dia. 
Embora procurem negá-lo, os Militares também são cidadãos, e em sua esmagadora maioria, excelentes cidadãos que, voluntariamente, abriram mão de alguns dos seus direitos mais básicos para mais bem defender a Pátria. Eles não querem o poder, como nunca quiseram. Somente agiram em momentos extremos, para salvar o que restava da destruição imposta por maus brasileiros. 
Foi para atender ao pedido de socorro da Nação que, em 1964, a sociedade viu-se obrigada, no exercício da mais sagrada legítima defesa, a impor ordem ao caos pela força das armas, justamente para impedir que esse grupo, hoje no poder, implantasse, no País, a ditadura que, parece, está em vias de se consolidar. 
A Marinha, o Exército e a Aeronáutica, legítimos braços armados da Nação, não se furtaram, então, de cumprir o seu dever: atenderam ao apelo e salvaram o Brasil de ser mais uma vítima do comunismo internacional.
Reclamam esses vis políticos e jornalistas da imposição arbitrária da vontade durante os governos ditos militares, mas, uma vez mais, fingem ignorar que isso continua a ser feito, muito mais intensamente, não obstante, sem o espírito público que sempre norteou os militares eleitos para o governo. 
A ordem, quando imposta manu militari, objetivava a defesa da Pátria, de sua soberania, de seus valores, de sua gente, e somente era praticada contra os terroristas, os guerrilheiros, os subversivos, os corruptos, os assaltantes e os traidores da farda. 
Hoje, são os corruptos, os subversivos, os guerrilheiros e os terroristas de ontem que impõem o arbítrio per manum pecuniae, e por outros meios, contra a Nação, em defesa de seus interesses antinacionais, particulares e ideológicos, para nos minar a soberania, solapar os valores, escravizar o povo e destruir a Pátria. 
Os políticos que criticam nossos Soldados não batalham pelo bem do Brasil. 
Querem, isso sim, acesso à chave do cofre e à caneta, para continuar a roubar despudoradamente e a nomear parentes e correligionários corruptos, em um nepotismo institucional sem fim. 
Os detratores de plantão que se opõem ao governo, mas batem impiedosa e injustamente nas Forças Armadas, e delas “fogem como o diabo da Cruz”, não percebem ser elas a última instância que poderá salvar o Brasil, quando tudo mais tiver falhado. Não é a primeira vez, nem será a última, que crucificam o salvador. 
A decadência social e política em que vivemos foi criada pelos políticos, cabe-lhes, portanto, colocar novamente o País nos trilhos. Adaptando-se o dito popular, pode-se dizer: “quem gerou Mateus que o embale”. Se não o fizerem, a sociedade o fará, apesar deles. 
Mas os Militares também fazem parte da sociedade e, se renunciaram a alguns direitos, não perderam a capacidade de pensar, de ter opiniões próprias, de acompanhar os fatos políticos com a isenção de agentes do Estado. Marinheiros, Soldados e Aviadores jamais permitirão que as Forças Armadas se transformem em guarda pretoriana de qualquer governo ou que o Brasil deixe de ser uma nação livre e soberana, em um Estado democrático de direito. 
Lembrem-se todos: as Forças Armadas são as instituições que gozam de maior credibilidade junto ao nobre povo brasileiro. É hora de esquecermos divergências do passado ou do presente e unirmos todas as nossas forças contra o perigo comum que nos ameaça. 
Os políticos ainda não aprenderam, mas o povo sabe. 
O povo sabe que pode confiar em Deus e em suas Forças Armadas. 
Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 2014 
Luís Mauro Ferreira Gomes
Presidente 

Prof.ª Dr.ª Aileda de Mattos Oliveira; Alte.-Esq. Alfredo Karam; Cel. Aer. Antônio Celente Videira; Prof. Antoniolavo Brion; Jorn. Aristóteles Drummond; Gen.-Ex. Carlos Alberto Pinto Silva; Prof. Dr. Denis Lerrer Rosenfield; Dr. Emílio A. Souza Aguiar Nina Ribeiro; Gen.-Div. Francisco Batista Torres de Melo; Prof. Dr. Francisco Martins de Souza; Cel. Ex. Gelio Augusto Barbosa Fregapani; Dr. Gustavo Miguez de Mello; Dr. Herman Glanz; Maj.-Brig. Hugo de Oliveira Piva; Vice-Alte. Ibsen de Gusmão Câmara; Ten.-Brig. Ivan Moacyr da Frota; Prof. Dr. Ives Gandra da Silva Martins; Dep. Fed. Jair Messias Bolsonaro; Prof. Dr. João Ricardo Carneiro Moderno; Sen. José Bernardo Cabral; Dr. Luciano Saldanha Coelho; Cel.-Av. Luís Mauro Ferreira Gomes; Gen.-Ex. Luiz Cesário da Silveira Filho; Gen.-Ex. Luiz Gonzaga Schroeder Lessa; Econ. Marcos Coimbra; Emb. Marcos Henrique Camillo Côrtes; Prof.ª Dr.ª Maria Helena de Amorim Wesley; Prof.ª Dr.ª Mina Seinfeld de Caracushansky; Ten.-Brig. Octávio Júlio Moreira Lima; Vice-Alte. Othon Luiz Pereira da Silva; Dr. Paulo Antônio Uebel; Gen.-Ex. Paulo Cesar de Castro; Ten.-Brig. Reginaldo dos Santos; Gen.-Ex. Rubens Bayma Denys; Desemb. Semy Glanz; Ten. R/2 Sérgio Pinto Monteiro; Vice.-Alte. Sérgio Tasso Vasquez de Aquino e Maj.- Brig. Umberto de Campos Carvalho Netto.

Juntos Somos Fortes!

VEREADOR CESAR MAIA COMENTA RELATÓRIO DA COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

Foto: O Globo

Prezados leitores, a seguir transcrevemos discurso do vereador Cesar Maia sobre o relatório da denominada Comissão da Verdade:

"DISCURSO DE CESAR MAIA, NA CÂMARA MUNICIPAL (10), SOBRE O RELATÓRIO DA COMISSÃO DA VERDADE! 
1. Hoje a Comissão da Verdade entregou o seu relatório. Todos nós esperávamos um relatório que mostrasse a memória do absurdo que aconteceu durante o regime autoritário, citando mortes, desaparecimentos, torturas, identificação dos responsáveis diretos por essas atrocidades, essas barbaridades. Infelizmente, Senhor Presidente, não foi isso que aconteceu. Infelizmente a Comissão da Verdade ficou fora do que se esperava dela. 
2. Uma lista ampla de nomes como se as responsabilidades por aqueles atos fossem as mesmas. Como o Presidente Castelo Branco pode ter responsabilidade direta ou indireta por mortes ou torturas? Eu falo com a autoridade de quem foi preso ficou ao todo quase dois anos na prisão. Portanto, antes e depois do AI-5. Fui condenado duas vezes, cumpri uma pena na prisão e fui exilado. Eu falo também com autoridade de quem participou diretamente do grande Ato de Conciliação Nacional, que foi a Assembleia Constituinte de 1987/1988. 
3. Eu lembraria que o Presidente Geisel, na época da repressão mais dura era o Presidente da Petrobrás, e quando assumiu a Presidência conduziu pelo governo, o processo de democratização. E ministros e nomes diversos, e claro, misturados com torturadores. Não é justo. 
4. Senhor Presidente, o pior de tudo é que o relatório da Comissão da Verdade propõe a revisão da Lei de Anistia. O que eles querem com isso? A lei de Anistia foi uma lei de pacificação nacional. Aqui no Brasil, nós não temos a situação como se tem, por exemplo, no Chile, de um forte grupo pinochetista, com referencia a um ditador. Desde a Emenda Constitucional nº 11, patrocinada pelo Ministro Petrônio Portela, que esse processo foi de desaceleração até a pacificação política. 
5. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal têm posição firmada a respeito. Nesse domingo o Ministro Marco Aurélio Mello reafirmou que a Lei de Anistia não pode ser revista. Então, para que propor a revisão da Lei de Anistia? O que quer a Comissão da Verdade? O que quer esse relatório? Provocação? Para quem, por que, para que? Quer transformar conflitos em posições irreconciliáveis, confrontos? Quer que a gente volte aos anos 30, 40, 50, à guerra fria, onde as posições políticas se confrontavam e se tornavam irreconciliáveis?
6. Repito: o que quer esse relatório da Comissão da Verdade? Ele vai mais longe, ele pede a extinção das Polícias Militares. O que tem a Comissão da Verdade com as Polícias Militares? É uma discussão de Segurança Pública. Mas esse não é o escopo, o fito, o objetivo, o foco da Comissão da Verdade. Agora, esse relatório da Comissão da Verdade puxa setores democráticos, setores de centro em direção aos setores de mais a direita pelas provocações e excessos. 
7. Como vão reagir as pessoas, as famílias, quando lerem nomes de quem nem indiretamente têm a ver com o processo de tortura. Senhor Presidente, o relatório da Comissão da Verdade, em todos os países, vinha acompanhado de duas palavras: memória e reconciliação. Assim foi no Peru, Chile, na Argentina, na Guatemala, em El Salvador etc. Era sempre: memória e reconciliação. Quanto a esse relatório da Comissão da Verdade, ele busca o quê? Busca o estressamento das relações políticas no Brasil? Acabar com a Lei de Anistia? O que é isso? É estranho extinguir a Polícia Militar por uma proposta da Comissão da Verdade, que nada tem a ver com isso. 
8. Ora, Senhor Presidente, esse é um fato político que terá repercussões – não tenho dúvidas. Espero que as principais lideranças civis e militares, inclusive as que serviram nos governos militares, tenham a condição e a capacidade de acalmar as reações e de levar a que eventuais injustiças não de pretexto aos radicais. Que segurem aqueles que estão permanentemente buscando pretextos para tirar o Brasil do quadro atual de pacificação política de consenso em torno da democracia. Eu tenho absoluta certeza que essas extravagâncias, no relatório da Comissão de Verdade, não terão respaldo de nenhum partido político com representação parlamentar. De nenhum! Obrigado, Senhor Presidente". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

15 DE DEZEMBRO - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PM PAÚL

Prezados leitores, no próximo dia 15 (17:00 às 20:00 horas) o Coronel PM Paúl lançará dois livros na AME-RJ, situada na Rua Camerino, número 114, Centro, Rio de Janeiro, RJ.
O seu primeiro livro também estará disponível para aquisição.




Juntos Somos Fortes!

A COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE "VIAJOU NA MAIONESE"...



Prezados leitores, diante da notícia da proposta contida no relatório da denominada "Comissão Nacional da Verdade" no sentido de serem extintas as Polícias Militares, nos resolvemos avançar no assunto, inclusive para verificarmos se fazia parte das atribuições da comissão apresentar a proposta que está inserida no item 20 do relatório (Link):

"(...)
20 - Desmilitarização das polícias militares estaduais
"A atribuição de caráter militar às polícias militares estaduais, bem como sua vinculação às Forças Armadas, emanou de legislação da ditadura militar. Essa anomalia vem perdurando, fazendo com que não só não haja a unificação das forças de segurança estaduais, mas que parte delas ainda funcione a partir desses atributos militares (...)"

Analisando a lei que criou a comissão e o seu regimento interno entendemos que a comissão pode fazer recomendações:

Lei nº 12.528, de 18 de novembro de 2011 (Link).

Analisando os artigos 3º e 4º só conseguimos encontrar como "possível" justificativa para a proposta de extinção das Polícias Militares, o inciso VI do Art 3º: 

"Artigo 3º - São objetivos da Comissão Nacional da Verdade: 
(...)
VI - recomendar a adoção de medidas e políticas públicas para prevenir violação de direitos humanos, assegurar sua não repetição e promover a efetiva reconciliação nacional; e
(...)".

Do exposto, somos forçados a concluir que a comissão propôs o fim das Polícias Militares  para prevenir a violação de direitos humanos e assegurar sua não repetição.
Um absurdo!
É lamentável que uma comissão pluridisciplinar que demorou quase três anos para gerar um relatório, consumindo dinheiro público, possa considerar que extinguindo as Polícias Militares irá prevenir a violação de direitos humanos no Brasil.
Será que seus integrantes não sabem que diariamente os direitos humanos são violados em todo país, sem qualquer participação das instituições militares?
Inclusive os direitos humanos dos Policiais Militares?
Será que seus integrantes desconhecem as ações desenvolvidas no tempo dos governos militares pelas Polícias Civis e seus integrantes?
Por que não apresentaram como proposta o fim das Polícias Civis?
Não bastassem esses aspectos, a comissão "viaja na maionese", usando um linguajar jovem, ao escrever que "... essa anomalia vem perdurando, fazendo com que não só não haja a unificação das forças de segurança estaduais..."
Os integrantes da comissão demonstraram com esse trecho, isso de forma inequívoca, que desconhecem por completo as razões que impedem a unificação das Polícias Militar e Civil.
Isso sem falar que abordam um tema complexo, a unificação das polícias, sem apresentar o como fazer.
Respeitosamente, o item 20 do relatório nem deveria existir, ele depõe contra a própria comissão e afronta a inteligência mediana.

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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

JORNAL PAÚL NELES! - 09 DEZ 2014 - 2a EDIÇÃO - OS LIVROS QUE REVELAM OS ERROS DA SEGURANÇA PÚBLICA

Prezados leitores, os livros do Coronel Paúl não revelam apenas a luta dos Bombeiros e Policiais Militares por melhores condições de trabalho e por salários dignos, revelam as represálias do governo Cabral-Pezão contra eles e os erros na gestão da segurança pública.



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terça-feira, 18 de novembro de 2014

JORNAL PAÚL NELES! 18 NOV 2014 - 1 a EDIÇÃO - A INTERVENÇÃO MILITAR DESVIRTUADA

Prezados leitores, o Coronel PM Paúl comenta o fato de estar sendo desvirtuada a intenção dos brasileiros que pedem uma intervenção militar no país.











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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

BRASIL: RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA

Prezados leitores, temos o dever de preservar a tênue democracia brasileira.



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