Tropa de elite chegou ao Rio de Janeiro
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sexta-feira, 24 de agosto de 2018
SEGURANÇA - OS "FANTASMAS" CHEGARAM AO RIO
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terça-feira, 29 de maio de 2018
NÃO HAVERÁ INTERVENÇÃO MILITAR!
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"NÃO HAVERÁ INTERVENÇÃO MILITAR
(Cel Ulysses)
Grande parte da população brasileira, inclusive os caminhoneiros por todo o Brasil clamam pela Intervenção.
Acreditem: Isso não vai acontecer.
O Governo desmoralizado sabe que a saída honrosa seria a Intervenção Militar, mas o Presidente, Senadores e Deputados Federais “políticos profissionais”, a maioria “ladrão” tremem na base, pois sabem que se houver intervenção o que sobra pra eles é cadeia até não querer mais.
Hoje o povo sabe que os militares no poder trariam a paz social, a segurança, a estabilidade econômica, a ordem e o progresso, além do desenvolvimento econômico e social, assim como ocorreu no período de 1964 a 1983.
Mas o que pensam os militares a respeito???
Faltam 05 meses para eleição. Muitos militares dando a “cara a tapa”, muitos por questão patriótica colocando seus nomes para concorrer às eleições, dentre eles o Capitão Bolsonaro que poderá ser Presidente pelo voto, sem uso da força.
Não há necessidade de adiantar a tomada do poder pela força. Podemos chegar lá com a legitimidade do voto. Se o povo realmente quiser uma mudança votará em Bolsonaro e nos seus aliados espalhados por todo o Brasil.
Não faz sentido intervir quando falta tão pouco tempo para que a expectativa de poder se torne real no Brasil e em vários Estados, lembrando que nesse intervalo de tempo temos a Copa do Mundo que é a coisa mais importante no mundo para o brasileiro. Logo esquecem a intervenção, os aumentos de combustíveis, impostos, os políticos ladrões, etc.
A verdade é que os militares não são “burros”. Aprenderam a lição de 1964, portanto, no atual momento cumprirão apenas o seu papel constitucional: Garantia da ordem para não virar um caos, intervenção pontual para manter a coesão nacional, controle da violência no limite suportável. Outubro já está às portas. Que o povo faça a intervenção nas urnas!!!
Portanto, não adianta gritar por Intervenção Militar...Ela não acontecerá com uso das armas convencionais.
(CORONEL ULYSSES ARAUJO - PMAC)"
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ALERTA TOTAL - INTERVENÇÃO JÁ! (?)
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"Artigo no Alerta Total
Por Antônio José Ribas Paiva
Os contratos de importação de petróleo são de longo prazo, com preço fixo. Portanto não sofrem influência do mercado especulativo, que é cotado diariamente.
Além disso, atualmente, a produção nacional é grande, com o custo de no máximo 4 dólares o barril. Acrescente-se ao custo 300% de lucro E o petróleo nacional deveria , entrar na média de custo com o importado, por $16 dólares o barril.
Não há crise de abastecimento de petróleo, portanto, é CRIME CONTRA A ECONOMIA POPULAR, estabelecer o custo dos combustíveis, com base no mercado especulativo, que não chega a 5% do comércio mundial de petróleo.
O governo federal sabe disso, mas esconde o sol com a peneira, para capitalizar a Petrobras, que os próprios políticos roubaram, comprando refinarias sucateadas nos EUA e no Japão, por exemplo.
O governo é o culpado pela crise de abastecimento, porque pratica confiscos de toda natureza contra caminhoneiros e proprietários de veículos em geral.
Esse modo criminoso de confiscar a população, praticado pela classe política é apenas um exemplo das práticas do governo para nos manter na escravidão.
Passou da hora!!!
INTERVENÇÃO JÁ!!!
Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.
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segunda-feira, 7 de maio de 2018
O GOLPE EM CONSTRUÇÃO - J. R. GUZZO
Você concorda com as opiniões do autor?
"Revista Veja
Política
O golpe em construção
Há uma guerra contra o estado de direito neste país, comandada pelas forças que não podem conviver com ele
Por J.R. Guzzo access_time 5 maio 2018, 12h07
Publicado na edição impressa de VEJA
Responda com franqueza, por favor: se amanhã ou depois o ministro Gilmar Mendes, por exemplo, fosse despejado do seu gabinete no Supremo Tribunal Federal por um terceiro-sargento do Exército, enfiado num camburão verde oliva e entregue na penitenciária da Papuda por ordem do Alto Comando das Forças Armadas, quantas lágrimas você derramaria por ele? Esqueça as lágrimas. Você, ao menos, diria alguma coisa, qualquer coisa, contra a prisão do ministro? Ou, ao contrário, acharia muito bem feito o que lhe aconteceu? Só mais uma coisa: entre Gilmar Mendes (ou Toffoli, ou Lewandowski, ou Marco Aurélio, etc.) e o general que mandou todos para o xadrez, depois de passar a chave no STF e evacuar o prédio, você ficaria ao lado de quem? Para completar o exercício, basta somar ao Supremo o Congresso Nacional inteirinho, com seus 513 deputados e 81 senadores, os 27 governadores de Estado e mais os milhares de reizinhos, sem concurso público e sem competência, nomeados para mandar na máquina pública ─ onde se dedicam a roubar o erário, para si e para os chefes, e a infernizar a sua vida. Se as Forças Armadas assumissem o governo, fechassem o Congresso e demitissem essa gente toda, de preferência mandando a maioria para o xadrez, tente calcular quantos brasileiros ficariam a favor deles e quantos ficariam a favor dos militares. Chegue então às suas conclusões.
Intervenção militar, golpe militar, regime militar, ditadura militar ─ francamente, quem gosta de falar abertamente dessas coisas? É preciso ficar contra, é claro ─ e ficar contra agora pode vir a ser um belo problema depois, se a casa acabar caindo um dia. É verdade que o cidadão que tem algum tipo de interesse em política já não sente maiores incômodos em tocar no assunto, principalmente se não tem mais paciência com o lixo que as mais altas autoridades da República produzem sem parar e depositam todos os dias na sua porta. Não chega a ser uma surpresa fenomenal, assim, que um número cada vez maior de cidadãos esteja começando a achar que seria uma boa ideia se os militares assumissem de novo o governo do Brasil para fazer uma limpeza em regra na estrebaria que é hoje a vida pública do país. Mas entre os políticos, nos meios de comunicação, nas classes intelectuais e em outros lugares onde as pessoas supostamente “entendem” dessas coisas, é um assunto que se trata como um porco-espinho ─ com extremo cuidado. É melhor não ficar comentando em voz alta, dizem. Não é o momento, não é o caso, não “se trabalha com esse cenário”. É como falar mal do defunto no velório, na frente no caixão. Tudo bem. Mas não é assobiando que se faz a assombração ir embora. Nem fazendo cara de preocupado em programas de televisão ou escrevendo artigos para solicitar aos militares, por favor, que respeitem rigorosamente a Constituição, as instituições e os monstros que ambas criaram e hoje estão soltos por aí. É preciso muito mais do que isso (Leia mais)".
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domingo, 10 de dezembro de 2017
INTERVENÇÃO MILITAR E CANDIDATURA BOLSONARO
Uma campanha gigantesca varre as redes sociais apoiando a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro à presidência.
Anterior a ela existe outra campanha nas redes apoiando a intervenção militar, essa de expressão infinitamente menor.
Dois fatos que todos podem pesquisar e constatar com facilidade, mas existe um terceiro fato que nem todos podem estar percebendo: a associação que parte desses grupos faz entre intervenção militar e uma possível eleição de Bolsonaro.
Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
Tal associação não condiz com a verdade.
São duas possibilidades completamente diferentes, sobretudo em termos de consequências.
É bom atentar para essa realidade.
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terça-feira, 17 de outubro de 2017
BRASIL - INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL - UMA OPINIÃO
Prezados leitores, transcrevo artigo sobre a intervenção militar constitucional para avaliação.
"Site JusBrasil
Os militares não precisam de autorização para intervenção constitucional
Publicado por Raymundo Passos
Inacio Vacchiano
Tenho visto algumas interpretações de que para que os militares tomem o poder de forma constitucional deve haver uma ordem por qualquer dos poderes.
Vejamos o que diz a Carta Magna.
Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
Podemos observar que temos duas divisões no final do artigo:
Uma que destina-se a defesa de Pátria, a garantia dos poderes constitucionais, sem invocar a forma como isto será feita;
"e,";
Uma segunda parte que por iniciativa de qualquer dos poderes as forças armadas poderão ser convocadas pois destinam-se também a defesa da lei e da ordem.
A Constituição não fala sequer que os cidadãos precisam ir às ruas para que haja uma tomada constitucional, mas fala da garantia dos poderes. Ou seja, se os poderes estão em perigo, não estão funcionando, funcionando mal, os militares podem assumir o poder.
Vejam que no Brasil não existe poder absoluto sendo que apenas as forças armadas podem faze-lo utilizando em ultima instância um poder absoluto e porque não dizer até arbitrário (Leiam mais)".
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017
BRASIL - MOBILIZAÇÃO POPULAR (02) - A INÉRCIA DO POVO TORNA IMPOSSÍVEL A MOBILIZAÇÃO?
Prezados leitores, o povo brasileiro não tem coragem para enfrentar a cleptocracia?
O povo é frouxo?
Eu usei tal afirmativa várias vezes, mas sou obrigado a reconhecer que tal qualificação é inadequada.
Penso que qualificar o nosso povo como inerte é o mais correto.
Os nossos quinhentos anos de Brasil estão recheados de atos heroicos por parte do povo, isso considerando que as narrativas que ouvimos nos bancos escolares expressem a verdade histórica dos fatos.
Citando um momento verídico e recente para fundamentar que o problema não é a falta de coragem, lembro que no movimento SOS Bombeiros (2011) nós assistimos no estado do Rio de Janeiro o apoio de expressiva parcela da população fluminense aos Bombeiros Militares que lutavam contra o criminoso governo "Cabral-Pezão".
Eu estava em Copacabana quando cerca de 50.000 pessoas participaram do protesto.
Coragem não faltou, sobretudo aos milhares de Bombeiros Militares.
Diante do exposto surge a pergunta:
- O que fazer para que a coragem vença a inércia e o povo cumpra o seu dever de defender o Brasil contra os cleptocratas?
A resposta é muito difícil.
Em artigos anteriores citei que temos um grande problema para promover esse movimento: a falta de uma liderança confiável de expressão nacional?
A liderança, exercida por uma pessoa ou um grupo, é indispensável para que o processo seja desencadeado.
A sua inexistência nos força a suportarmos um lapso temporal para que os primeiro passos sejam dados, aguardando o seu surgimento.
Não creio que a liderança nascerá no mundo político e nem nos movimentos populares que foram para as ruas nos protestos recentes.
Respeitando todas as opiniões contrárias, desde que fundamentadas, aposto minhas fichas que a liderança nascerá nos quartéis.
Militar (ou militares) ativo e/ou inativo exercerá esse papel.
Caso eu esteja com a razão o tempo que teremos que esperar deverá ser menor.
Se depender de uma liderança popular ou política, melhor que cada um compre o seu banquinho.
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017
BRASIL - MOBILIZAÇÃO POPULAR (01) - SERÁ A ÚNICA SAÍDA?
Prezados leitores, o país atravessa uma crise ética e moral nos governos federal, estaduais e municipais que parecem irreversível diante da complexidade e da multiplicidade das ações dos cleptocratas e da contaminação de parte significativa da população.
Políticos e empresários são a maioria dos criminosos que estão sendo presos, processados e condenados através dos esforços de uma parcela dos integrantes da Polícia Federal, do Ministério Público e do Poder Judiciário.
A situação é tão grave que o próprio presidente da república e ministros próximos foram denunciados pela Procuradoria Geral de Justiça, o presidente pela segunda vez.
Eles e seus advogados alegam inocência, mas manobras foram feitas para evitar a investigação do conteúdo da primeira denúncia e estão sendo feitas de novo para evitar que o contido na segunda denúncia seja investigado, o que coloca em dúvida a propalada inocência, considerando que "quem não deve, não teme", como ensina o ditado popular.
Diante desse quadro de contaminação, o que fazer para colocar um freio?
Curar a população através da educação de boa qualidade é uma tarefa que consumirá algumas décadas e apesar da necessidade urgente dessa medida ser implantada, não temos tempo para esperar os resultados.
A intervenção militar está sendo cobrada nas redes sociais por diversos grupos, mas não surgiu até a presente data qualquer sinal claro de que isso ocorrerá. Temos apenas críticas esparsas na forma de discursos e artigos oriundos de poucos Oficiais Generais ativos e inativos.
A eleição de um militar para presidente em 2018 é tida como a solução e uma alternativa à intervenção militar. Uma campanha está "bombando" nas redes sociais nessa direção, mas apesar dos esforços de muitos, ela se enfraquece pelo fato de não serem de domínio público os planos concretos de governo do pré-candidato para reverter a cleptocracia, caso a sua eleição se concretize. Logo não temos como avaliar se ele tem ou não possibilidade de ser o "salvador da pátria", posição que foi alçado pelos seus seguidores.
Outra alternativa é a campanha insipiente "não reeleja ninguém". Uma tentativa de "limpar" o mundo político dos cleptocratas com uma só tacada, mas isso é quase impossível de operacionalizar na prática, considerando inclusive que os que levam vantagem com a situação atual não deixarão de votar nos provedores dos seus "ovos de ouro", o que poderá ser suficiente para reelegê-los.
O que sobra?
Salvo melhor juízo, o caminho passa pelas mobilizações populares, ordeiras e pacíficas.
O povo precisa voltar para as ruas com uma pauta de objetivos para pressionar pelas mudanças.
Movimentos populares mudaram seus países, alguns deles nem foram ordeiros e pacíficos, mas alcançaram seus resultados como a história comprova.
Eu acredito que com o planejamento adequado de movimentos populares existentes, o povo brasileiro possa em ordem e de forma pacífica começar a reverter a destruição do Brasil.
Posso estar errado.
A boa educação poderá ter seus resultados acelerados.
A intervenção militar poderá ocorrer.
O militar candidato poderá ter planos fantásticos e ser a solução.
A campanha poderá alcançar seus objetivos e nenhum cleptocrata atual ser reeleito.
A campanha poderá alcançar seus objetivos e nenhum cleptocrata atual ser reeleito.
E, a saída não seja o povo nas ruas.
Apesar dessas possibilidade de erro de minha parte, tenho certeza que uma verdade está comigo: não podemos continuar apostando nos outros para mudar o futuro, cada um de nós deve fazer alguma coisa contra o que estamos vivemos no país.
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017
VÍDEO - BRASIL - A INTERVENÇÃO MILITAR ACONTECERÁ?
Prezados leitores, nas redes sociais o tema "intervenção militar" é um dos mais comentados, ouçamos o que pensa um General do Exército Brasileiro.
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sábado, 21 de janeiro de 2017
BRASIL: SOLUÇÃO SERIA A "INTERVENÇÃO CIVIL" ?
Prezados leitores, ontem conversávamos no Whats App sobre o artigo que publicamos sobre a "intervenção militar constitucional (Link).
Nossa interlocutora citou o parlamentarismo como solução e no transcorrer da conversa citou a "intervenção civil", tema que seria defendido por muitos segundo ela e exposto em página do Facebook.
Fizemos algumas perguntas sobre o plano de ação para essa intervenção civil, porque gostaríamos de entender como isso seria operacionalizado, entre elas:
- O quê (melhoria a implantar).
- Por quê (resultados esperados).
- Quem (responsáveis).
- Quando (data).
- Como (procedimentos).
As perguntas foram feitas também por força do hábito, considerando que nós que temos uma formação militar estamos acostumados desde sempre a elaborarmos planos de ação sempre que temos uma missão a ser cumprida.
Ela teve que interromper a conversa, que será reiniciada oportunamente, como prometeu, diante do nosso interesse.
Em breve pesquisa nas redes sociais sobre os temas abordados até aqui, encontramos um texto de Olavo de Carvalho (2015), artigo do qual extraímos o seguinte trecho para reflexão dos nossos leitores:
"Não há crime nenhum em pleitear uma intervenção militar, nem em falar contra ela. Seria ótimo se, em vez de discutir isso, os intervencionistas nos explicassem qual a diferença entre uma intervenção civil e uma intervenção militar, diferença que não é óbvia de maneira alguma, se é que existe (sobretudo se lembrarmos que em 1964 não foram os militares que derrubaram João Goulart, e sim o Congresso), e os anti-intervencionistas nos esclarecessem como pensam em derrubar o sistema comunopetista SEM apoio militar. Seria ótimo se uns e outros compreendessem o que estão dizendo, em vez de tomar posição pró e contra coisas que não passam de figuras de linguagem. Vejo-me às vezes repetindo em vão o apelo que igualmente em vão José Ortega y Gasset lançou aos espanhóis às vésperas da guerra civil: “En nombre de la nación, claridad!" (Olvado de Carvalho - Fonte)”.
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
"REVISTA VEJA: EXÉRCITO DIZ QUE "MALUCOS" APOIAM INTERVENÇÃO". SERÃO ?
Prezados leitores, leiam com atenção o artigo publicado pela revista VEJA e triem as suas conclusões.
"Revista Veja
Brasil
Exército diz que ‘malucos’ apoiam intervenção
General Eduardo Villas Bôas reforça função constitucional das Forças Armadas: defesa da Pátria sob autoridade do Presidente da República
Da redação
11 dez 2016, 09h1
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, diz que há “chance zero” de setores das Forças Armadas, principalmente da ativa, mas também da reserva, se encantarem com a volta dos militares ao poder. Admite, porém, que há “tresloucados” ou “malucos” civis que, vira e mexe, batem à sua porta cobrando intervenção no caos político.
“Esses tresloucados, esses malucos vêm procurar a gente aqui e perguntam: “Até quando as Forças Armadas vão deixar o País afundando? Cadê a responsabilidade das Forças Armadas?” E o que ele responde? “Eu respondo com o artigo 142 da Constituição. Está tudo ali. Ponto”.
Pelo artigo 142, “as Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”
O que o general chama hoje de “tresloucados” corresponde a uma versão atualizada das “vivandeiras alvoroçadas” que, segundo o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, primeiro presidente do regime militar, batiam às portas dos quartéis provocando “extravagâncias do Poder militar”, ou praticamente exigindo o golpe de 1964, que seria temporário e acabou submetendo o País a 21 anos de ditadura. “Nós aprendemos a lição. Estamos escaldados”, diz agora o comandante do Exército.
Ele relata que se reuniu com o presidente Michel Temer e com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e avisou que a tropa vive dentro da tranquilidade e que a reserva, sempre mais arisca, mais audaciosa, “até o momento está bem, sob controle”. De fato, a crise política, econômica e ética atinge proporções raramente vistas, mas os militares da ativa estão mudos e os da reserva têm sido discretos, cautelosos.
“Eu avisei (ao presidente e ao ministro) que é preciso cuidado, porque essas coisas são como uma panela de pressão. Às vezes, basta um tresloucado desses tomar uma atitude insana para desencadear uma reação em cadeia”, relatou o general Villas Bôas, lembrando que há temas mais prosaicos do que a crise, mas com igual potencial de esquentar a panela, como os soldos e a Previdência dos militares.
Na sua opinião, Temer “talvez por ser professor de Direito Constitucional, demonstra um respeito às instituições de Estado que os governos anteriores não tinham. A ex-presidente Dilma (Rousseff), por exemplo, tinha apreço pelo trabalho das pessoas da instituição, mas é diferente”.
Em sua primeira manifestação pública sobre a crise política do País, o comandante do Exército admitiu que teme, sim, “a instabilidade”. Indagado sobre o que ele considerava “instabilidade” neste momento, respondeu: “Quando falo de instabilidade, estou pensando no efeito na segurança pública, que é o que, pela Constituição, pode nos envolver diretamente”.
Aliás, já envolve, porque “o índice de criminalidade é absurdo” e vários Estados estão em situação econômica gravíssima, como Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Minas Gerais. Uma das consequências diretas é a violência.
Ao falar sobre a tensão entre o Judiciário e o Legislativo, depois que o ministro Marco Aurélio Mello afastou o senador Renan Calheiros da presidência do Senado por uma liminar e Renan não acatou a ordem judicial, o comandante do Exército admitiu: “Me preocupam as crises entre Poderes, claro, mas eles flutuam, vão se ajustando”.
O general disse que se surpreendeu ao ver, pela televisão, que um grupo de pessoas havia invadido o plenário da Câmara pedindo a volta dos militares. “Eu olhei bem as gravações, mas não conheço nenhuma daquelas pessoas”, disse, contando que telefonou para o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) para se informar melhor e ouviu dele: “Eu não tenho nada a ver com isso”.
Bolsonaro, um capitão da reserva do Exército que migrou para a vida política e elegeu-se deputado federal, é uma espécie de ponta de lança da direita no Congresso e não apenas capitaneia a defesa de projetos caros às Forças Armadas, como tenta verbalizar suas dúvidas, angústias e posições e se coloca como potencial candidato à Presidência em 2018.
“No que me diz respeito, o Bolsonaro tem um perfil parlamentar identificado com a defesa das Forças Armadas”, diz o general, tomando cuidado com as palavras e tentando demonstrar uma certa distância diplomática do deputado.
É viável uma candidatura dele a presidente da República em 2018, como muitos imaginam? A resposta do general não é direta, mas diz muito: “Bolsonaro, a exemplo do (Donald) Trump, fala e se comporta contra essa exacerbação sem sentido do tal politicamente correto”.
(Com Estadão Conteúdo) - (Fonte)".
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sábado, 10 de dezembro de 2016
A DIFERENÇA ENTRE INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL E DITADURA MILITAR
Prezados leitores, os meios de comucação têm feito muita confusão com os conceitos de "ditadura militar", "intervenção militar", "golpe militar" e "intervenção constitucional".
A montagem (vídeo) a seguir ajuda a esclarecer alguns pontos.
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A montagem (vídeo) a seguir ajuda a esclarecer alguns pontos.
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quarta-feira, 8 de junho de 2016
QUAL A SOLUÇÃO PARA A APODRECIDA POLÍTICA BRASILEIRA ?
Prezados leitores, o cenário político brasileiro deve envergonhar todos que ao longo da vida já tiveram que cumprir o dever de votar.
Votar é dever e não direito.
O ato só seria um direito se fosse facultativo, sendo obrigatório é dever.
Dever que se não for cumprido resulta em punições.
Até aqueles que votaram pela primeira vez em 2014 têm a sua parcela de culpa no caos que a política se transformou.
A quantidade de parlamentares investigados e/ou acusados em inquéritos não deixa qualquer dúvida sobre o apodrecimento da política.
Analisando esses e outros fatores relacionados é fácil concluir que não reverteremos o quadro através do voto.
O que fazer?
Deixar o Brasil continuar imerso nessa cleptocracia?
Nem pensar.
Os homens e as mulheres de bem devem encontrar uma saída para o país.
Vozes tímidas são ouvidas aqui e ali apontando como solução a renúncia coletiva dos políticos e a realização de eleições gerais.
Será esse o caminho?
Se for temos dois problemas a serem resolvidos: como convencê-los da necessidade da renúncia e como convencer os eleitores a não votar neles novamente.
Obstáculos de difícil implementação.
Um grupo clama pela intervenção dos militares federais.
Em tese isso resolveria o primeiro obstáculo, a saída dos políticos.
Resta saber se o segundo também seria equacionado, o qual só seria possível com a convocação imediata de eleições gerais e com maior responsabilidade dos eleitores.
As incertezas são diversas, mas existe uma certeza: a política brasileira não pode continuar apodrecida.
O cheiro ruim que exala de Brasília é sentido em todo território nacional.
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terça-feira, 29 de dezembro de 2015
CRÔNICA DOS TEMPOS DIFÍCEIS PARA O BRASIL - TENENTE-CORONEL EB REF FERNANDO BATALHA
Prezados leitores, transcrevemos artigo da lavra do Tenente-Coronel EB REf Fernando Batalha:
"Arrisco-me a escrever esta CRÔNICA DOS TEMPOS DIFÍCEIS PARA O BRASIL abordando a conjuntura nacional sob três ângulos, que considero convergentes: generais, fatos e cenários prospectivos.
1. Generais
Os generais de hoje são apolíticos, voltados inteiramente para a caserna. Esta mudança de paradigma era esperada pelo governo ao criar o ministério da Defesa, cujo ministro, civil, passaria a reportar-se diretamente à presidência da República fazendo com que e os militares perdessem o protagonismo político. Mas, embora o que se queria acontecesse, o governo distanciou-se ainda mais da tropa, que, entretanto, mantém-se coesa em torno de seus chefes e em situação de pronto emprego.
2. Fatos
(a) O mais importante valor cívico cultuado pelas FF AA é a Democracia, e, por via de consequência, seu principal compromisso com a Nação é a manutenção do regime democrático. Entretanto, com o PT no poder, a partir de 2004, o regime democrático vem sofrendo graves ameaças partidas do Foro de São Paulo, criado, em 1990 por Lula, Fidel Castro e o 01 das FARC com o objetivo confesso, público, de executar a revolução gramscista no Brasil.
Para tanto, o FSP tornou-se uma espécie de “gabinete das sombras”, hierarquicamente superior à própria presidente, no exercício do comando das operações de conquista do poder (já em fase avançada de execução). Constituem peças de manobra do FSP, para emprego em ações de guerrilha, a serem desencadeadas na fase de aproveitamento do êxito, os falsos movimentos sociais (MST, MTST, VIA CAMPESINA, CUT, UNE etc) e mercenários cubanos arregimentados pelo governo através do programa “Mais Médicos”.
(b) Outro elemento de desestabilização da democracia é a corrupção institucionalizada, causa primeira das graves crises moral, política e econômica que afligem o País e cujo epicentro está situado no Palácio do Planalto, onde foi gestada no primeiro mandato de Lula.
(c) O governo, refletindo o sentimento dominante na classe política – tanto oposicionistas quanto situacionistas – teme uma INTERVENÇÃO MILITAR nos termos do artigo 142 da CF, e todos sabem, governo e políticos, que, se isso ocorrer, não será por ambição do poder por parte dos militares, mas por seu compromisso com a Democracia.
3. Cenários prospectivos
1º. O impeachment da presidente é aprovado pela Câmara dos Deputados, porém, negado pelo Senado investido de poderes discricionários concedidos pelo STF em julgamento que causou perplexidade à Nação por representar uma inadmissível tutela do Poder Legislativo pelo STF com quebra da harmonia, independência e equilíbrio entre os poderes constitucionais.
Ação prescrita: (Art 142 da CF): Intervenção militar para a garantia dos poderes constitucionais, no caso, o Poder Legislativo obstruído por ação ilegítima do STF.
2º. O impeachment da presidente é aprovado pela Câmara dos Deputados e referendado pelo Senado, investido de poderes discricionários concedidos pelo STF em julgamento que causou perplexidade por representar inadmissível tutela do Poder Legislativo pelo STF, com quebra da harmonia, independência e equilíbrio entre os poderes constitucionais. A presidente, entretanto, declara que não entregará o cargo e conclama os movimentos sociais à luta contra o que chama de golpe de estado. As nações da URSAL ameaçam invadir o Brasil para impedir a execução do impeachment da presidente.
Ações prescritas: (Art 142 da CF):
(1) Intervenção militar para a garantia dos poderes constitucionais, no caso, o Poder Legislativo obstruído por ação ilegítima do STF.
(2) Ações de GLO em face de eventuais distúrbios provocados pelos movimentos sociais conclamados pelo governo deposto a reagir.
(3) Fechamento das fronteiras com os países da URSAL e mobilização das FF AA para dissuadir e/ou rechaçar as tropas da URSAL.
Creio que este último cenário é o que está mais propício a tornar-se realidade.
Abs.
Tenente-Coronel EB Ref Fernando Batalha"
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terça-feira, 28 de abril de 2015
BRASIL: UM PAÍS VENCIDO PELA CLEPTOCRACIA
Prezados leitores, a brava gente brasileira perdeu.
O cidadão de bem perdeu para os canalhas.
Trabalha mais de quatro meses por ano apenas para sustentar os cleptocratas.
Diante do quadro atual, materializado nos escândalos que abundam nos noticiários, ninguém em sã consciência pode ter esperança de que o quadro será revertido através da realização de eleições.
Sendo práticos peguemos um exemplo:
A Câmara de Deputados reúne mais de quinhentos deputados federais.
Sinceramente, você acredita que após quantas eleições nós teremos 51% de deputados federais plenamente confiáveis?
Cinco, dez, vinte,...
Quantas?
10 anos, 20 anos, 40 anos, ...
Quantos?
Não podemos esquecer que para alcançarmos apenas esse resultado temos que primeiro reverter o processo, pois a cleptocracia dá sinais que cresce por todo país, isso nos três níveis de governo.
O Brasil foi vencido pela cleptocracia, isso é um fato.
O renascer não virá pela via eleitoral, isso é óbvio.
Nós estamos caminhando para uma intervenção militar para a salvaguarda dos interesses nacionais, isso parece inevitável.
Eis a verdade.
Encerrando, por favor, não confundam intervenção militar com ditadura militar, isso é argumento de cleptocrata.
Juntos Somos Fortes!
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terça-feira, 17 de março de 2015
IMPEACHMENT OU INTERVENÇÃO MILITAR? - ADVOGADO E SOCIÓLOGO SÉRGIO A. DE OLIVEIRA
Prezados leitores, a seguir transcrevemos artigo publicado no site "Alerta Total":
Juntos Somos Fortes!
Suponho até tratar-se de uma maldição divina. Os brasileiros nunca mostraram capacidade inventiva para modelos políticossocioeconômicos próprios. “Colaram” e adaptaram alguns que já foram experimentados no mundo. Mas internamente nenhum deu certo. O capitalismo fracassou. As alternativas socialistas “adaptadas” que andam por aí não trazem nenhuma esperança. Elas mais têm servido para o assalto de quadrilheiros aos cofres públicos.
Por seu turno, a democracia foi um desastre. Ela usa e conduz o povo como massa de manobra para satisfazer os interesses exclusivos dos políticos - de uma ou outra maneira servis aos interesses maiores da classe dominante - usando enganadores discursos pró-povo - do qual recebe os mandatos egressos das urnas eleitorais.
Mas num ponto ninguém bate o brasileiro. Ele é um mestre na capacidade de montar páginas e mais páginas de belos escritos, sempre exaltando as grandes conquistas da humanidade e os melhores valores humanos, mas tudo como mero ornamento, sem consequências práticas. Assim são elaboradas as leis e as constituições, que submetem o povo às suas diretrizes.
Agora,por exemplo, o povo sai às ruas, pedindo o afastamento da Presidenta Dilma Rousseff, por alegadas irregularidades cometidas no seu governo. Uns querem o IMPEACHMENT, atribuição do Congresso; outros a INTERVENÇÃO MILITAR, que seria de iniciativa do Poder Militar. As duas “torcidas” se encontraram nas mobilizações de rua de 15.03.2015, realizadas nas principais cidades do Brasil. A grande maioria foi pró-impeachment.
Enquanto isso ocorre, as pessoas melhor politizadas têm plena consciência que o “impeachment” seria mais um “faz-de-conta”, dentre tantos outros, que já mobilizaram a sociedade inteira. O melhor e mais recente exemplo concreto está no “impedimento” do Presidente Collor em 1992, protagonizado pelo Congresso “acatando” os reclamos das ruas. No que resultou de positivo esse afastamento, pergunta-se?
O “clima” de 2015 está quase igual ao de 1992. As eventuais resistências do Congresso para afastar Dilma devem ter sido totalmente afastadas pelos fatos mais recentes, como os de hoje. Com certeza aí estaria agindo uma lei da natureza: a luta pela sobrevivência. Significa dizer: “cai a Dilma ou caímos todos juntos”. Em palavras outras: ”nosso dilema está em ficarmos heróis ou algozes”. A esta altura dos acontecimentos poderiam até afirmar: ou “matamos”(politicamente, é claro) a Dilma, ou os militares acabam “matando” a todos nós.
O Congresso, por conseguinte, está acuado. Provavelmente optará pelo impeachment da Presidenta. É uma questão de foro íntimo e “legítima defesa” dele, Congresso.
Ocorre, Senhoras e Senhores, que o Congresso é tão ou mais merecedor de um impeachment que a Presidenta. Mas os “constituintes” que redigiram a Carta de 1988 foram cautelosos e espertos. Não abriram a hipótese de “demissão coletiva” da Câmara, Senado, ou Congresso inteiro, ou seja, da sobrevivência política ou jurídica dos membros do próprio Poder. Fizeram a lei para os “outros”, não se lhe aplicando a si próprios.
Mas o PODER MILITAR teria competência para mudar tudo isso. A situação vigente é muito diferente daquela que gerou 64. Para os que entendem não ter havido legitimidade constitucional para o acontecimento, a mobilização de 31 de março daquele ano, que destituiu Jango, é considerada GOLPE; para os que pensam o contrário, ou seja, que o movimento político-militar simplesmente agiu para evitar um outro golpe em gestação, seria então um CONTRAGOLPE.
Com fundamento no artigo 142 da Constituição vigente, como já ponderei nos artigos “AS FORÇAS ARMADAS PODEM INTERVIR?” e “RUPTURA CONSTITUCIONAL, DRA.DILMA?”, as Forças Armadas poderiam INTERVIR, com muito mais liberdade e condições de fazer as mudanças requeridas para colocar o Brasil nos trilhos da decência. Claro que seria uma ruptura constitucional. Mas ela estaria legitimada por valores superiores. Uma nova ordem constitucional teria que ser estabelecida, a exemplo do que antes já foi feito em 1891, 1934/37, 1946, 1967/69 e 1988. Ressalte-se que todas essas constituições eram “pétreas” (???).
Mas o cruel mesmo é supor que entre duas ou mais alternativas democráticas submetidas à decisão do povo, ele sempre opta pelo pior caminho. Isso certamente é produto da democracia viciada que lhe empurraram goela-abaixo. É produto, portanto,da OCLOCRACIA, que tem a aparência e a forma da democracia, mas não é.
Os protestos de hoje deram armas ao Congresso para iniciar e concluir o impedimento de Dilma Rousseff. Com essa atitude, que não teria nenhum problema, e que só dependeria da vontade política, da interpretação e dos interesses dos parlamentares, as rédeas políticas do país seriam totalmente entregues a esse poder contaminado com idênticos vícios do Poder Executivo, cujas irregularidades levaram ao processo de impedimento. O Poder Legislativo não teria nenhuma legitimidade moral para fazê-lo, portanto.
O melhor exemplo que se poderia dar à alternativa do “impeachment” é uma cirurgia localizada para extirpar um tumor maligno num corpo onde o câncer já está espalhado.
Mas há que se reconhecer, que apesar da INTEVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL apresentar muito mais chances de facilitar uma mudança de rumo em direção à decência política, sem dúvida a resistência da opinião pública é grande. De fato os militares não fizeram governos perfeitos durante esse período (1964 a 1985 ). Mas o Brasil teve um bom avanço e muito progresso. As maiores hidrelétricas ainda hoje em operação foram dessa época. A desonestidade na vida pública era pontual. Hoje é generalizada. Nenhum dos cinco presidentes militares enriqueceu, ao contrário de um certo ex-presidente civil egresso do meio sindical que anda dando as cartas por aí.
Os militares ainda tiveram uma “forcinha” dos seus sucessores, após 2003. Os novos governantes conseguiram transmitir através dos currículos escolares e de todos os meios de comunicação, a ideia que os militares eram “bandidos” e assim deveriam ser tratados. Chegaram ao auge com as tais “comissões da verdade”.
Mas a grande “cagada”do Poder Militar foi a de não ter conseguido politizar o povo brasileiro, mesmo assim entregando o poder à pior escória da sociedade. As “coisas” pioraram. E muito. A corrupção foi levada a exorbitantes níveis jamais conhecidos no mundo. Os “avanços sociais” patrocinados pelos governos do PT ,se resumem na mais barata forma de “assistencialismo”, que não promove nem liberta ninguém. Esse método só causa escravidão e dependência.
Interessante é observar que um dos principais “guias” das propostas originais do PT foi o pedagogo Paulo Freire. Ninguém mais que ele combateu o assistencialismo. Mas o PT não entendeu as lições do mestre e adotou na plenitude exatamente o contrário que ele pregava. O assistencialismo não só é o principal programados governos do PT, mas também a certeza de que receberá os votos dos seus beneficiários, ou seja,é o principal combustível do seu poder. Aí está o império do comércio do voto, que nada tem a ver coma democracia.
Hoje, com certeza, o impeachment de Dilma passou a ser uma receita perfeitamente tolerada pelo Sistema, apesar de todos os favores governamentais que recebeu. Mas assim iriam ser trocadas só as moscas, como se diz por aí. Para ele, Sistema, não vai fazer nenhuma diferença. Ele vai continuar mandando e o novo governo continuará obedecendo.
Pelo exposto, sem dúvida a INTERVENÇÃO MILITAR seria o melhor caminho. Mas pelo que foi antes apontado, suas chances de prosperar são pequenas, como tudo que é bom na democracia pervertida praticada por aqui. Essa seria uma alternativa muito melhor que o impeachment, uma vez que o Poder Militar é o único que tem a força e a moral necessárias para virar a mesa desse joguinho, que só vai enganar durante mais 5 ou 10 anos.
Mas 64 teria que ser olhado com muita reserva. Agora o Poder Militar teria que agir com a consciência de não se “adonar “ do poder, como antes fez. A intervenção teria que ser fulminante, rápida e precisa, tão só para o fim de estabelecer-se uma nova ordem constitucional, como também, tão logo que possível, fazer-se novas eleições, com outras regras.
Sérgio Alves de Oliveira é Sociólogo e Advogado".
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terça-feira, 18 de novembro de 2014
JORNAL PAÚL NELES! 18 NOV 2014 - 1 a EDIÇÃO - A INTERVENÇÃO MILITAR DESVIRTUADA
Prezados leitores, o Coronel PM Paúl comenta o fato de estar sendo desvirtuada a intenção dos brasileiros que pedem uma intervenção militar no país.
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quarta-feira, 30 de julho de 2014
"INTERVENÇÃO MILITAR" CONTINUA NO RIO DIANTE DA INCAPACIDADE DO GOVERNO PEZÃO
Prezados leitores, a "intervenção militar" continua no Rio de Janeiro.
Qual é a situação atual nas comunidades carentes do Rio de Janeiro:
- A maioria é dominada pelos milicianos.
- O tráfico de drogas está em segundo lugar no número de comunidades dominadas.
- Em seguida, o governo tenta dominar com as UPPs e enfrenta resistência de traficantes em várias delas.
- As comunidades do Complexo da Maré estão sob "intervenção militar".
(O Globo)
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domingo, 30 de março de 2014
MARÉ: CORONEL DO EXÉRCITO CRITICA "AVISO" AOS TRAFICANTES
"UOL NOTÍCIAS
Para Coronel, ocupação da Maré será mais difícil que a do Alemão
MARCO ANTÔNIO MARTINS
DO RIO
29/03/2014 20h52
Em 2011, assim que chegou ao complexo do Alemão, na zona norte do Rio, para integrar a missão de ocupação do Exército, o Coronel Fernando Montenegro, 48, resolveu filmar as abordagens de Militares aos moradores da favela.
Ação que também passou a registrar, em vídeo, flagrantes dos traficantes vendendo drogas aos usuários.
A prática, elogiada pelo Ministério Público, fez com que as imagens passassem a integrar processos judiciais.
“Filmar é um dos instrumentos de defesa dos Militares. As pessoas ficam mais inibidas e, no início, quando começamos a usar as câmeras, elas eram muito agressivas. E as Tropas também precisam ser acompanhadas de perto”, explica Montenegro, agora na reserva.
O sucesso das filmagens levou os Militares a repetir a estratégia. Ela será utilizada no complexo da Maré, conjunto de 15 favelas que começa a ser ocupada amanhã — primeiro por Forças de Segurança estaduais e, a partir da próxima semana, pelo Exército.
Montenegro diz que a experiência no Alemão e na Penha deixou o Exército preparado, como nunca esteve, para a ocupação da Maré. A Força, segundo ele, levará ainda para a comunidade as experiências adquiridas no Haiti.
Segundo o Coronel, a dificuldade da ação está no fato de o complexo da Maré ser basicamente plano, o que faz com que faltem pontos de observação da Tropa.
A estratégia de “ver o inimigo do alto”, segundo ele, auxiliou na ocupação do Alemão e da Penha, de novembro de 2010 a abril de 2012.
“No Alemão ocupamos os teleféricos, caixas d'água e as casas dos traficantes que foram abandonadas. Tínhamos uma visão do terreno de cima, o que nos dava uma vantagem. Na Maré, a área é plana. Se estiver só andando em becos e não ocupar a laje, as Tropas vão ficar à mercê de ataques", afirma.
Ex-integrante da equipe de Forças Especiais, um Grupo de Elite, o Coronel Montenegro afirma que ao usar a Tropa de Paraquedistas, a ocupação “começa com os melhores” homens.
“O crime nessas regiões manipula parte da população que simpatiza e até ganha dinheiro deles. E ainda há os defensores dos Direitos Humanos que ouvem apenas um lado e são manipulados. É preciso ver que há pessoas que sofrem com a violência do tráfico”, diz Montenegro.
Para ele, o vazamento sobre a data da ocupação, como ocorreu, retira o fator surpresa e a possibilidade de se apreender drogas, armas e dinheiro e, assim, dar um real prejuízo aos traficantes.
“A fuga dos principais criminosos já ocorreu e o armamento mais valioso (o fuzil) foi retirado. Isso não vai mudar o resultado final da operação, mas ele poderia ser mais significativo”, afirma.
O Coronel da reserva justifica a ação enérgica dos Militares. “As pessoas precisam entender que a Maré não é Copacabana. A situação é diferente e o local é diferente. Os Militares precisam ser educados no trato com os moradores, mas as pessoas precisam entender que é preciso agir.”
Segundo Montenegro, ninguém nasce na testa com o título de bandido. “É preciso revistar e averiguar as pessoas. No Alemão, identificamos muitos traficantes do Comando Vermelho por meio de tatuagens, que tinham características próprias” (Fonte)".
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terça-feira, 25 de março de 2014
NA NOVA LÍNGUA CABRALINA, O FRACASSO É UM SUCESSO!
Prezados leitores, recomendamos a leitura desse artigo do jornalista Reinaldo Azevedo:
"REVISTA VEJA
BLOG DO REINALDO AZEVEDO
24/03/2014 às 16:56
Exército ocupará o Complexo da Maré, no Rio. Na novilíngua cabralina, o fracasso é um sucesso! Ou: No ano-símbolo da demonização das Forças Armadas, chamem os milicos, pelo amor de Deus!
Há certas realidades — PARALELAS! — que só se instauram com uma revolução também da linguagem. A sacada original, não há como, é de George Orwell, em “1984’, com a “novilíngua”, um sistema de comunicação em que as palavras passam a significar exatamente o contrário do seu sentido original. Vou falar sobre a ocupação do Complexo da Maré, no Rio, pelo Exército. Na sexta-feira, escrevi um post sobre as promessas da então candidata do PT à Presidência Dilma Rousseff, que, na campanha eleitoral de 2010, jurou transformar o Brasil inteiro num imenso Rio de Janeiro. Não! Dilma não poderia nos dar aquela paisagem de cartão-postal. Aí é só com Deus! Ela prometia era tomar a segurança pública do estado como modelo para o resto do país. Felizmente, essa foi mais uma promessa que ela não cumpriu. Posso imaginar o tom do noticiário se houvesse, por exemplo, um aumento de 100% dos homicídios em São Paulo… Ao dia.
Nesta segunda, José Mariano Beltrame, secretário da Segurança do Rio e um dos dicionaristas da novilíngua que só se fala no Rio, anunciou que 1.500 homens do Exército vão se instalar no Complexo da Maré por tempo indeterminado. Em si, não vejo nada de errado. O meu primeiro texto defendendo que as Forças Armadas ponham pra correr o narcotráfico é de 1986 — há 28 anos, portanto. É que tentaram me convencer, ao longo desse tempo, de que isso é coisa de gente reacionária, conservadora, de direita, malvada, essas coisas, vocês sabem… Agora que vejo os progressistas do PT, em associação com os carnavalistas do cabralismo, mandando o Exército ocupar o morro, penso que ou eles todos se tornaram reacionários, conservadores, de direita e malvados, ou eu é que me fiz esquerdista e carnavalista… Como estou convicto de que isso não aconteceu…
Vamos ao dicionário de Baltrame:
“Nós não estamos pensando na Copa do Mundo, estamos pensando no cidadão brasileiro. Estamos pensando nos policiais que estão morrendo covardemente em razão de o tráfico estar perdendo força. A prova de que nossa política está certa é essa. Eles estão de maneira covarde procurando fazer com que esse programa não siga em frente. Vamos mostrar a eles que o estado tem mais força.”
Também a lógica merece um entendimento alternativo no Rio. Se entendi direito, para Beltrame, o fato de haver policiais assassinados prova que a sua política de segurança púbica está dando resultado. Levado o juízo a termo, quanto mais policiais mortos, mais segura estaria a população do Rio. Pode-se dizer tudo dele, menos que seja um homem com um pensamento convencional. Outra evidência de que suas escolhas são, digamos, exóticas é o fato de que a ocupação da região será feita não exatamente pelas UPPs, mas pelo Exército. Tudo isso a menos de quatro meses da Copa do Mundo.
É por causa da Copa? Ele assegura que não, mas Cabral assegura que é quase: “Pedimos ao governo federal GLO (Garantia de Lei e Ordem) para o Complexo da Maré, uma área estratégica do ponto de vista de segurança. Em breve, teremos o BRT Transcarioca, é próximo do Galeão. É uma área sensível”, disse o governador. Para quem não está familiarizado com a novilíngua cabralina, “BRT Transcarioca”, leio na Wikipédia e reproduzo entre aspas, “será um importante sistema de transporte público metropolitano de Bus Rapid Transit da cidade do Rio de Janeiro que ligará a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, fazendo parte do pacote de obras proposto pela prefeitura para melhorar o transporte público da cidade para os Jogos Olímpicos de 2016”. Entendi.
Mas por que esse tonzinho de ironia, Reinaldo Azevedo? Porque o Rio de Janeiro segue realizando um milagre na segurança pública. Beltrame continua a pacificar favelas (em novilíngua, adotada pela imprensa carioca e pelos artistas, deve-se dizer “comunidade”) sem prender a bandidagem, que ou foge ou continua a tiranizar a população, mas aí num novo contexto, entendem? Se as forças de segurança permitem que os donos dos morros continuem a exercer livremente o seu “comércio”, tudo bem; caso contrário, os policiais morrem.
Faz sentido. Afinal, se a polícia se chama “pacificadora”, ela pacifica forças legitimamente beligerantes entre si, certo? E, para que haja a paz, nessa relação, não pode haver a guerra. Assim, bandidos não devem se meter com policiais, e policiais não devem se meter com bandidos. Simples, não? É a pacificação!
Tudo foi meticulosamente pensado para que se chegasse a 2014 com o Rio vivendo em estado de graça na área de segurança pública — com as favelas pacificadas, os bandidos cooptados, todo mundo atuando do mesmo lado, sobrando como críticos os descontentes de sempre, vocês sabem… E, no entanto, no ano-símbolo da satanização das Forças Armadas, em especial do Exército, é preciso chamar os homens de verde para impor um mínimo de lei e de ordem.
Não vejo nada de errado nisso — até porque a Constituição assegura às Forças Armadas o papel de auxiliar na manutenção da ordem interna. Mas me diziam que eu só concordava com isso porque sou reacionário… Que país curioso! Alguns nefelibatas gostam de debater a chamada “desmilitarização” da polícia, seja lá o que isso signifique… Compreendo. Na impossibilidade de fazê-lo já, por que não, então, a “policialização” dos militares, né?
Por Reinaldo Azevedo".
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