JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 30 de outubro de 2018

BRASIL - PEDIDO DE SOCORRO DE UM ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO



Compartilhando:

"*Manifesto de um aluno universitário que não quer ser da esquerda*.

"É isso mesmo o que vc leu. Sou aluno de uma universidade pública federal de um curso de humanas. Você não sabe o que é isso aqui dentro. Vejo algumas matérias de intolerância, mas nada se compara.

Aqui tem frase feminista que diz: morte aos machos. Aqui o laicismo é só pra religião cristã, pq as outras religiões e seitas são, inclusive, incentivadas pelos professores.

Se alguém questionar algo, é o racista e intolerante. Aqui vc tem que fingir que é a favor do PT, caso contrário eles não sentam com vc no refeitório, não pegam o mesmo elevador, de chingando, perseguem, falam absurdamente que vc é algum "Ista" só e puramente pq vc não concorda com eles.

Me diga, cidadão, isso é liberdade de pensamento?

Tem mais, ele fazem sexo ali na sua frente. Usam o termo hetero como chingando. Você será um homofóbico se não concordar com eles.

E os professores. Ah esses são os melhores. Falam do Karl Marx como se ele fosse o Batman. O socialismo é ótimo, não para eles, com carrões, apartamento em área nobre e filhos estudando no repressor Estados Unidos.

O pior é o que vou relatar agora, que foi o que me motivou a escrever esse manifesto. Os alunos criaram um filtro para o Facebook, no qual ele colocam uma foto e a baixo tem escrito "desaparecido". Eles dizem que é pra simular como será os perfis se a ditadura voltar. Pois, segundo eles, muitos vão sumir.

Eu achei isso tão absurdo e cheguei a conclusão de quem quer a ditadura são eles.

Você já percebeu que quem mais fala da ditadura é a esquerda? Eles tem um fetiche por esse assunto. Parece até que querem viver isso. Parece que eles têm um desejo de ser herói, mas aquele herói martirizado. Não percebem que estamos em outro tempo. Eles não frequentam as aulas.

Ganham discussão no grito. Se montam um debate, todos os presentes concordam entre si. Se vc ousar, sugerir pensar algo diferente. Tá frito, amigo.

Querem dar aula de história sobre o facismo. Daí quando vc fala que o facismo surgiu com a esquerda eles gritam, esbravejam, mas nada de argumento.

Não leem nem o nome do ônibus, decoram o número.

Eles têm um desejo de ser diferente. 3 meses depois que entra um aluno na faculdade, ele já se veste, fala, se comporta igual aos outros. Cópias que repetem o mesmo discurso.

Falam que sofrem repressão. Daí quando vc vai analisar o caso, na verdade ele transgrediu uma regra civil, foi punido e acha que ainda sofreu abuso.

Isso que vi são, apenas, 6 meses de universidade.

Precisamos urgentemente fazer com essa repressão e doutrinação acabe. Ou vai continuar sendo uma máquina de zumbis repetidores de jargões e que funcionam a base de maconha.

Não posso assinar. Queria poder dizer isso abertamente, mas vivemos numa ditadura de pensamento esquerdista".

*Socorro!*

terça-feira, 7 de agosto de 2018

50 ANOS PARA RECUPERAR AS UNIVERSIDADES



Compartilho:

Vale a pena ler esta entrevista com o Prof. Wilson Ferreira Cunha (PUC-GO). Ele viveu vários anos na antiga União Soviética. Viu de perto como funciona uma ditadura socialista. Porém, o que mais impressiona são seus comentários sobre o estrago gigantesco que o ensino brasileiro sofre por conta do aparelhamento ideológico das escolas e universidades. As conseqüências são devastadoras e serão sentidas por décadas. Uma geração inteira de jovens foi emburrecida, narcotizada e idiotizada a serviço de um projeto totalitário de poder.
Chamo atenção para as seguintes passagens da entrevista: "Institucionalizou-se um patrulhamento inimaginável na Educação brasileira, talvez pior do que o que vivi na ditadura socialista de Brejnev, que foi um dos últimos ditadores soviéticos. Há uma militância que se diz a favor dos pobres e oprimidos, dos não acolhidos, e isso reflete no ensino, tanto fundamental quanto médio e principalmente no terceiro grau. Há uma baixaria enorme na área educacional que a gente não pensaria ser possível numa democracia republicana" (...) "É preciso tirar isso, o que será muito difícil, porque é um sistema orgânico inserido na Educação brasileira, que vai levar uns 50 anos. Crianças que nasceram em 2002, atravessaram os 13 anos de petismo no poder, e aqueles que tinham 15 anos, quer dizer, a geração que tem menos de 35 anos não tem outra imagem do Brasil a não ser a dos governos petistas. Com isso, houve um prejuízo enorme na consciência, na formação do estudante, do cidadão brasileiro" (...) "Por exemplo, criou-se o pensamento de que trabalho em grupo é que movimenta o ensino no País. Ora, trabalho em grupo justifica a imagem de que na universidade tudo se copia e nada se cria e isso se institucionalizou. Na verdade, um aluno faz o trabalho e os outros integrantes do grupo assinam. Então, isso precisa ser extirpado do ensino brasileiro. Outro dano é a 'postura crítica', entre aspas, que se sobrepõe à absorção do conhecimento. A crítica é só para aquele que pensa o contrário, não é a crítica que constrói o conhecimento. Outro ponto é a frouxidão e a permissividade em vez da disciplina e da cobrança do aluno. Quer dizer, o aluno é um frequentador de aulas, sem nenhum compromisso, nenhuma responsabilidade. Veja que isso não existia nem na ditadura, época em que pelo menos os alunos procuravam adquirir conhecimento. Hoje, temos o analfabeto virtual dentro da universidade, que não sabe escrever nem falar direito. Outros absurdos (Wilson consulta um texto que trouxe): a prioridade das atividades chamadas sociais; os trabalhos fora do estudo persistente, que é ajudar a incluir. Essa lengalenga de ajudar a 'justiça social', entre aspas, se tornou quase um padrão de direcionamento da política educacional brasileira" (...) "Na educação, deve durar cinco décadas, porque são novas gerações que terão de vir para limpar isso. Esse entulho autoritário pseudomarxista-socialista-comunista tornou de esquerda a esmagadora maioria dos professores de História. Os livros e até as questões do Enade são tendenciosas" (...) "Isso é uma estratégia política de permanência no poder a qualquer custo. A corrupção do PT veio para manter esse tipo de orientação ideológica" (...) "Observo que os não petistas hoje são perseguidos. Há uma patrulha enorme sobre as pessoas que contestam esse sistema de interesse político esquerdista, e são poucos historiadores e antropólogos que discutem isso abertamente. Quando fazem isso são imediatamente destroçados, alijados do processo".