JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador terrorismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador terrorismo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A LOUCURA HUMANA - ATROPELAMENTO EM BARCELONA DEIXA 13 MORTOS

Prezados leitores, o mal causa feridas na humanidade, mas sempre será derrotado.




"Jornal O Globo
Atropelamento em Barcelona deixa 13 mortos, segundo governo catalão:

Juntos Somos Fortes!

domingo, 6 de agosto de 2017

BLOG DO CORONEL PAÚL - ARTIGOS MAIS LIDOS NA SEMANA DE 30 JUL A 05 AGO 17



Prezados leitores, listo os artigos mais lidos na semana de 30 de julho a 5 de agosto de 2917 com os respectivos links:

1) TERRORISMO? - CRIMINOSOS ATACAM POLICIAIS MILITARES E INCENDEIAM VIATURA 

2) JUDICIÁRIO E MP NÃO PODEM IGNORAR QUE MORADORES DE COMUNIDADES COLABORAM COM CRIMINOSOS 

3) PM ABRE INQUÉRITO PARA APURAR ENVOLVIMENTO DE CORONEL EM ESQUEMA DE SÉRGIO CABRAL 

4) LISTA TRÍPLICE PARA ESCOLHA DO COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR 

5) OFICIAL DO EXÉRCITO PERDE POSTO POR FURTAR APARELHOS DE AR CONDICIONADO 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

TERRORISMO? - CRIMINOSOS ATACAM POLICIAIS MILITARES E INCENDEIAM VIATURA

Prezados leitores, as ações criminosas praticadas contra os Policiais Militares no estado do Rio de Janeiro podem ser interpretadas como atos de terrorismo?
Leiam e opinem.



"Jornal Extra
31/07/17 18:58 Atualizado em 31/07/17 19:18 
Criminosos atacam policiais com coquetel molotov, e viatura é incendiada na Zona Norte 
Rayanderson Guerra 
Uma viatura da Polícia Militar foi incendiada por criminosos no início da noite desta segunda-feira no complexo de favelas do Lins, na Zona Norte do Rio. Policiais que faziam o patrulhamento da região foram recebidos com tiros pelos bandidos, que atiraram um coquetel molotov na viatura (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

LONDRES - "VOU MATAR TODOS MUÇULMANOS", DISSE MOTORISTA

Prezados leitores, a chegada de refugiados ao Brasil, entre eles muçulmanos, tem provocado inúmeras postagens nas redes sociais. 
Os autores falam sobre a possibilidade de infiltração de terroristas entre os refugiados, algo difícil de ser evitado.
Falam sobre um projeto mundial de dominação mundial por parte dos muçulmanos.
O certo é que o ser humano, apesar de todas as religiões existentes no planeta, parece ainda muito longe dos preceitos religiosos.



"Revista Veja
Mundo
Vou matar todos muçulmanos’, disse motorista em Londres
Testemunhas descreveram que suspeito gritou palavras de ordem antes de ser rendido pelas pessoas que estavam próximas ao local 
Por Da redação 
19 jun 2017, 08h47 - Publicado em 19 jun 2017, 08h24 
Algumas testemunhas do atropelamento cometido no domingo em Londres perto de uma mesquita descreveram que o suposto autor gritou que iria “matar todos os muçulmanos”, antes de rendido pelas pessoas que estavam próximas ao templo. O suposto terrorista, um homem de 48 anos que está sendo interrogado pela Polícia Metropolitana (Met), atropelou fiéis que saíam da mesquita após a reza, no norte da capital. 
No incidente, dez vítimas ficaram feridas e um homem, que já estava sendo atendido no local, morreu. A Scotland Yard deve ainda estabelecer se essa morte está vinculada ao atentado, pois aparentemente essa pessoa já recebia auxílio quando o veículo começou a atropelar os pedestres (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

OLIMPÍADA: TEM TUDO PARA DAR ERRADO, MAS VAMOS TORCER PARA DAR CERTO



Prezados leitores, nós fomos críticos ácidos da realização dos jogos olímpicos na insegura cidade do Rio de Janeiro.
Nós participamos de atos públicos nas ruas antes da escolha do Rio como sede.
Realizamos atos públicos após a escolha, alertando sobre o fato da cidade ser insegura para a população, quanto mais para visitantes, solicitando a mudança da sede.
Ao longo desses anos que antecederam a abertura que ocorrerá nesta sexta-feira, fizemos severas críticas nesse espaço democrático.
Por derradeiro, no dia 29 de julho de 2016, ao lado de outros Coronéis PM, participamos de um painel onde recomendamos que a imprensa nacional e estrangeira fizesse uma campanha para esclarecer atletas e turistas sobre os riscos que estão correndo enquanto estiverem na cidade, algo que o governo não está fazendo (vídeo apenas com a leitura do manifesto).
Lembramos que a intenção era realizar uma entrevista coletiva, mas apesar de convidados pelas redes sociais, nenhum representante da imprensa quis ouvir sobre a insegurança nos jogos, o que nos fez realizar um painel (vídeo completo do evento).
Apesar de todas as nossas ações contrárias à realização do evento, queremos que não se repitam os problemas que já ocorreram antes dos jogos com atletas e com turistas, desejando que tudo passe a dar certo, sonho que não será fácil de ser concretizado.
A verdade é que os governantes fizeram tudo para dar errado, mas vamos torcer para dar certo.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

OLIMPÍADAS: ENTREVISTA DE CORONÉIS DA POLÍCIA MILITAR E DO CORPO DE BOMBEIROS



Prezados leitores, um grupo de Coronéis da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar está convidando a imprensa nacional e internacional para uma entrevista coletiva que acontecerá no dia 29 de julho (sexta-feira), às 11:00 horas, na AOMAI.
A segurança nas Olimpíadas, o apoio aos Comandantes Gerais e o atraso dos salários estarão entre os temas abordados.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 26 de julho de 2016

RIO 2016, OS JOGOS OLÍMPICOS DA INCERTEZA



Prezados leitores, a marca dos jogos olímpicos do Rio de Janeiro é a incerteza.
A única certeza que temos é que os governantes brasileiros não deveriam ter colocado a candidatura do Brasil para sediar os jogos, algo que não fez qualquer sentido diante da realidade nacional.
Um erro de projeto, como nós denunciamos participando dos atos públicos que se realizaram nas ruas do Rio de Janeiro contra os jogos, quando a cidade ainda era apenas candidata.
Os governantes insistiram no erro e a cidade foi eleita, isso para festa de grande parcela dos políticos e dos empresários.
O povo, a massa, por sua vez, justificou a sua exclusão da educação de boa qualidade e entrou na festa.
Hoje os jogos do Rio de Janeiro tem a incerteza como marca registrada.
As obras foram superfaturadas?
As obras foram realizadas com a qualidade necessária para permitir a realização das inúmeras modalidades?
A Cidade Olímpica não foi, como as reclamações comprovam. 
O transporte público funcionará?
Em caso de urgência médica, os atletas, os turistas e os jornalistas nacionais e estrangeiros receberão o atendimento necessário ou permanecerão como a população carioca que fica em macas nos corredores hospitalares aguardando?
A violência do Rio de Janeiro será controlada de modo a garantir a segurança de atletas, turistas e jornalistas nacionais e estrangeiros em toda cidade do Rio de Janeiro?
O governo brasileiro conseguirá evitar uma provável ação de grupos terroristas?
Qual será o gasto total de dinheiro público com a mobilização de milhares de integrantes das Forças Armadas, Polícia Federal e Força Nacional de Segurança?
A incerteza é geral.
Só nos resta acreditar que Deus é brasileiro e que os jogos olímpicos do Rio de Janeiro transcorram dentro da normalidade.
Amém!

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

VILA OLÍMPICA É DO MINHA CASA, MINHA VIDA





Prezados leitores, os jogos olímpicos nem começaram e o Brasil já passa por uma série de vergonhas.
Ontem, surgiu mais uma, uma Vila Olímpica que parece do programa minha casa, minha vida.
O prefeito Eduardo Paes nos envergonha todo dia.
Diante das críticas da delegação da Austrália, ele disse que providenciará uma canguru para que os atletas se sintam em casa.
Patético, o prefeito do Rio de Janeiro.

"Portalodia.com
Estrangeiros relatam furtos e chamam Vila Olímpica da Rio-16 de inabitável 
Vila é aberta e Força Nacional chega ao Rio de Janeiro neste domingo (24). 
24/07/2016 12:35h 
Se a ideia do comitê organizador da Rio-2016 era oferecer neste domingo uma primeira amostra do que serão os Jogos Olímpicos realizados no Brasil, a primeira impressão esteve longe de ser positiva. A abertura da Vila Olímpica para atletas teve longas filas, reclamações de delegações e relatos de objetos furtados no interior do condomínio.
O Comitê Olímpico da Austrália classificou a Vila como “inabitável”. O site australiano “The Age” publicou que as reclamações da delegação incluem pias vazando, sanitários entupidos e escadas sem iluminação, por exemplo. O teor das críticas foi confirmado pelo UOL Esporte com membros de pelo menos outras duas delegações que chegaram à Vila neste domingo.
O UOL Esporte também ouviu relatos sobre falta de uma série de objetos no interior dos apartamentos. Um funcionário da Vila contou que a situação é decorrente de furtos praticados durante a construção do empreendimento e que o comitê organizador agora corre para repor os utensílios retirados (Fonte)." 

Juntos Somos Fortes!

ANÉIS OLÍMPICOS SÃO USADOS PARA PROTESTO DO FUNCIONALISMO

Prezados leitores, os servidores públicos, os Policiais Militares e os Bombeiros Militares fizeram um protesto ontem na Praia de Copacabana, em frente aos anéis olímpicos.
O jornal O Dia noticiou (Leia).
 












Juntos Somos Fortes!

domingo, 24 de julho de 2016

OLIMPÍADAS SÃO ALVO DE PIADAS NA INTERNET

Prezados leitores, a todo instante surgem vídeos e charges satirizando as Olimpíadas que serão realizadas no Rio de Janeiro.









Juntos Somos Fortes!

sábado, 16 de julho de 2016

TERRORISMO: O ERRO GROSSEIRO DE COMPARAR COPA 2014 COM OLIMPÍADAS 2016



Prezados leitores, todas as autoridades públicas envolvidas com a realização das Olimpíadas 2016 estão afirmando em alto e bom tom que os jogo serão realizados em clima de segurança.
O Presidente da República, o Ministro da Defesa, o Governador do Rio de Janeiro, o Prefeito do Rio de Janeiro, o Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, estão entre as autoridades que estão garantindo a segurança durante o evento, inclusive com relação a prática de atos de terrorismo.
É uma declaração que consideramos não fundamentada, diante da realidade do Rio de Janeiro, cidade na qual todos os jogos serão realizados e onde a violência está completamente fora de controle, como o noticiário policial comprova diariamente.
Entre as autoridades algumas citam a Copa do Mundo de Futebol de 2014 como parâmetro de segurança.
Alegam que se conseguimos realizar a Copa sem a ocorrência de qualquer atentado, repetiremos o sucesso nas Olimpíadas.
Salvo melhor juízo, tal comparação é um erro grosseiro de avaliação.
Uma rápida análise destrói a infeliz comparação.
Na Copa foram realizados apenas sete jogos no Rio de Janeiro.
Quatro jogos na fase de grupos, um jogo nas oitavas, um nas quartas e a final.
As semifinais não foram realizadas no Rio de Janeiro.
Como comparar a complexidade da realização da segurança para sete jogos de futebol  com a complexidade para promover a segurança para o desenvolvimento de quarenta e duas modalidades olímpicas, realizadas em diferentes pontos da cidade, inclusive com provas de rua?
É absurda a comparação.
Como comparar a estrutura humana e material necessária para garantir a segurança dos integrantes de algumas equipes de futebol com a segurança de milhares de atletas olímpicos?
Novo absurdo.
Tal erro primário de avaliação coloca em dúvida a credibilidade da afirmação de que os jogos olímpicos transcorrerão em clima de segurança, estando descartada a ocorrência de atos terroristas.
Nós discordamos diametralmente da avaliação das autoridades.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 15 de julho de 2016

O HOMEM NÃO HUMANO, UMA SUBESPÉCIE QUE NOS AMEAÇA

Prezados leitores, a espécie humana ainda apresenta milhões (talvez bilhões) de exemplares espalhados pelo globo terrestre que estão completamente afastados dos conceitos relacionados com a fraternidade, conceitos que nos fazem evoluir moral e intelectualmente.
Apesar de todos os avanços alcançados pela humanidade como um todo, eles representam o quanto ainda estamos longe da verdadeira civilização.
O vídeo que apresentamos a seguir é uma prova do perigo que esses "homens não humanos" representam para todos.
As cenas são fortes.








Juntos Somos Fortes!"

quarta-feira, 29 de junho de 2016

JORNAL O GLOBO FAZ GRAVÍSSIMAS ACUSAÇÕES CONTRA BOMBEIROS E POLICIAIS



Prezados leitores, são gravíssimas as acusações feitas pelo jornal O Globo contra Policiais Militares, Policiais Civis e Bombeiros Militares, os quais estão enfrentando incontáveis dificuldades financeiras em função da péssima gestão do dinheiro público no estado do Rio de Janeiro.
A situação vivenciada pelos mobilizados é uma calamidade de imensas proporções, o jornal O Globo conhece os fatos.
Será que desconhece as dificuldades que as pensionistas estão enfrentando para sobreviverem?
Temos certeza que não.
As acusações estão contidas no Editorial que transcrevemos nesse artigo.
Por terem sido feitas na forma de Editorial as ofensas ganham maior dimensão considerando que o Editorial representa a opinião do jornal e não a opinião de um ou dois jornalistas.
É a opinião da organização, não é uma opinião pessoal. 
Indo em frente!
"Chantagem" todos nós conhecemos bem o significado, mas o que seria "quase terrorismo"?
Um "quase crime"?
O Globo deveria definir o significado, tendo em vista que "terrorismo" é um crime contra a humanidade.
Um ato de "quase terrorismo" deve ser considerado algo de extrema gravidade.
Erra o jornal O Globo.
O certo é que os mobilizados manifestaram o seu direito de livre expressão e o fizeram em conformidade com o que vive a população do Rio de Janeiro, em razão da também péssima gestão da segurança pública pelo governo fluminense.
Irresponsabilidade não é jogar contra as Olimpíadas, isso é ser responsável.
Irresponsáveis foram os que trouxeram a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016 para o Brasil.
Esses sim devem ser investigados, julgados e condenados, não os policiais e os bombeiros que estão sem receberem seus pagamento e  realizaram um ato pacífico e ordeiro, como a lei determina.
Os que trouxeram esses grandes eventos foram os que praticaram o "quase terrorismo" contra todos aqueles desavisados que nos visitarão e poderão morrer vítimas de uma bala perdida ou nas filas dos hospitais públicos, sem socorro, como morremos nós, os brasileiros, diariamente.
Tudo indica que não são apenas os mobilizados que tiveram motivações além do esporte, parece que os interesses comerciais também estão falando mais alto que o esporte.
Pior, os interesses comerciais estão acima do risco de morte a que estarão submetidos todos os atletas, turistas e jornalistas que vierem para o "inferno" que o governo transformou o Rio de Janeiro, isso com uma mãozinha de boa parte da imprensa, não custa lembrar.
Nós não participamos dessa mobilização, mas participaremos das próximas, como de costume.

"Jornal O Globo
A irresponsabilidade de jogar contra a Rio-2016 Movimento de policiais e bombeiros não disfarça o viés político por trás de chantagens e atos de quase terrorismo cujos alvos são turistas que chegam ao Rio para os Jogos
por EDITORIAL
29/06/2016 0:00 
A mistura de esporte e política (e manifestações, sindicais ou corporativistas, dela derivadas) é, invariavelmente, indigesta. Tomar atividades voltadas em última instância para o entretenimento como refém de pautas a elas estranhas é sintoma, e grave, da doença do oportunismo, o sempre condenável, por definição, aproveitamento das circunstâncias para alcançar, pelo caminho mais curto, não raro eticamente condenável, algum resultado de interesse pontual. O país já experimentou, por exemplo, trocar apoio de partidos pela construção de estádios para satisfazer interesses de caciques, condicionar votos à participação de times de futebol em torneios etc. Os resultados costumam, sem exceção, ser ruinosos para os dois lados do balcão. 
Não é outro, senão a motivação política, e em sua mais deletéria abordagem, o propósito do movimento que, a pouco mais de um mês do início dos Jogos Olímpicos, junta bombeiros a policiais civis e militares em ações que beiram o terrorismo. Alegadamente, eles cruzam os braços, em serviços essenciais no âmbito da segurança pública, e atemorizam turistas, cercando-os com faixas nos portões de entrada do Rio, contra o atraso de pagamentos que generalizadamente atinge o funcionalismo fluminense. Fazem da Rio-2016 instrumento de uma chantagem cujos objetivos passam ao largo dos interesses do esporte. 
A irresponsabilidade dos policiais, agentes públicos que têm o dever, acima de quaisquer circunstâncias, de prover a segurança da sociedade revela um perigoso descompromisso com as atribuições que lhes são próprias — até por dever constitucional. Este é um dos ângulos das condenáveis ações, em curso ou por serem adotadas, que resultam no desamparo da população. Como tal, precisa ser enfrentado pelas autoridades com o rigor que a situação exige. 
Por sua vez, a manipulação política visível no movimento de protesto que, anteontem, levou agentes públicos ao desembarque do Galeão — a mais ampla e movimentada porta de entrada da cidade que abrigará a Olimpíada — também precisa ser enquadrada no manual de comportamento e deveres dessa especial categoria de servidores estaduais. A faixa que eles abriram à vista de quem chegava ao Rio (“Bem-vindo ao inferno. A polícia e os bombeiros não recebem pagamento. Quem vier para o Rio de Janeiro não estará seguro”, com dizeres em inglês) dá a medida de o quanto as organizações sindicais patrocinadoras extrapolaram os limites da civilidade. 
Atraso dos salários é efeito direto da crise financeira do estado (de resto, do país). De fato, compromete o orçamento familiar de todos os servidores. A economia fluminense aderna, e, por certo, é preciso buscar responsabilidades. Mas isso deve ser feito no âmbito doméstico, dentro da esfera apropriada — nunca por meio de chantagens contra um evento que trará benefícios às próprias finanças estaduais. Jogar contra a Rio-2016 é opção irresponsável e contraproducente (FONTE)." 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 18 de janeiro de 2015

LEGITIMAÇÃO DO MAL - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA



Prezados leitores, transcrevemos a seguir um novo artigo da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa:

"LEGITIMAÇÃO DO MAL
Maria Lucia Victor Barbosa 
16/01/2015 
Os recentes atos terroristas perpetrados na França por fundamentalistas islâmicos levam a reflexões importantes, pois envolvem situações globais que atingem indivíduos isoladamente ou mesmo populações inteiras. 
Para começar lembremos que a liberdade é essencial à vida, uma espécie de oxigênio que permite viver com dignidade. É fruto da sociedade ocidental capitalista, do Estado Liberal que evoluiu para o Estado Democrático de Direito. É um bem precioso que foi conquistado aos poucos, lembrando que sistemas totalitários como o comunismo e o nazismo extinguiram a liberdade e massacraram os que tentaram exercê-la, assim como os regimes ditatoriais. 
Mas existe limite à liberdade de expressão? Pode a mídia ser antissemita, racista, achincalhar, insultar, tripudiar sobre valores incluindo os religiosos? E não me venham dizer que não posso perguntar isso ou que estou do lado do terror. Tenho direito de me expressar livremente enquanto o ministro petista Berzoine não baixar a cesura total. 
Que fique bem claro de minha parte, que as charges sem graça e de péssimo gosto jamais justificariam a chacina dos chargistas levada a cabo pelos irmãos terroristas Chérif e Said Kouachi, na redação do jornal Charlie Hebdo, em Paris. Defender o terrorismo e legitimar o mal é característica da esquerda primitiva e acéfala que culpa os franceses, os Estados Unidos, os judeus, a islamofobia, a direita pelos brutais assassinatos em nome da fé. Tudo indica que os grupos fundamentalistas sendo totalitários, exesquerda, pansionistas, tribais, medievais atraem irresistivelmente a esquerda que encontra naquelas organizações fanáticas ecos do seu próprio modo de ser, identificando-se com as mesmas. 
Seguiram-se às mortes dos jornalistas o assassinato de quatro judeus em um supermercado Kosher, pelo terrorista, Amedy Coulibaly e sua amante, Hayat Boumeddiene. As quatro vítimas chamavam-se: Yoav Hattab, 21, Yohan Cohen, 20 (que salvou uma criança de três anos quando lutou com o terrorista), Philippe Braham, 45 e François Saada, 64. 
Lembra Gilles Lapouge sobre os judeus na França (O Estado de S. Paulo, 14/01/2015), que “fundidos na sociedade francesa e sentindo-se franceses até a raiz dos cabelos, seus talentos (Bergson, Lévi-Strauss, Mendés France, Léon Blum, Montaigne e outras milhares de centenas de pessoas) levaram à incandescência o gênio da França, à beleza de sua civilização – excluindo, claro, o vergonhoso espetáculo da ocupação nazista (1940 – 44) quando o general Pétain empreendeu uma campanha de perseguição aos judeus”. 
Contudo, passado um dia ou dois dos ataques terroristas tudo voltou ao normal e as afrontas, as agressões e ameaças aos judeus se multiplicaram. Uma contradição, sem dúvida, pois se milhões de franceses foram às ruas para defender a liberdade de expressão, por que alguns negam a outros a liberdade de existir? 
Um dos irmãos Kouachi também matou o policial Ahmed Merabet, um mulçumano que ferido e deitado no chão pediu clemência, mas levou um tiro na cabeça. Coulibaly, um dia antes de entrar no Koscher atirou em dois policiais, sendo que a agente Clarissa Jean-Philippe, de 25 anos, morreu. 
Os franceses acorreram às ruas para defender um valor que lhes é caro, a liberdade ou para defender sua sobrevivência. Afinal, o ato terrorista se deu dentro do seu território e atingiu o chamado Quarto Poder. Porém, há uma legitimação do mal que não é só apanágio da esquerda diante das facções jihadistas ou guerra santa. Afirmo isso porque houve mais espanto do que manifestações mundiais quando emissários de Bin Laden derrubaram as Torres Gêmeas em 11 de novembro de 2001. Atualmente ninguém se comoveu com o sequestro e assassinato de três jovens Israelense, ao que tudo indica pelos terroristas do Hamas cujo objetivo é dar fim a israel. Mulçumanos matam mulçumanos e fica por isso mesmo entre eles. O Boko Haram sequestra jovens que são estupradas, mantidas como escravas, vendidas, além de dizimar populações inteiras a ferro e fogo, algo que parece apenas uma notícia longínqua que não interessa a ninguém. Outras facções do Islamismo radical seguem atuantes como o Taleban e agora entra em cena o Estado Islâmico com seus degoladores, crucificadores de cristãos, experts em todo tipo de atrocidades. Isso se dá sob a indiferença, legitimação ou aceitação das maiorias que aguardam sua vez de se submeter. Afinal, Islã quer dizer submissão. 
Está na hora do mundo se movimentar para valer em vez de ficar esperando a ação dos Estados Unidos para depois criticá-la. E nem menciono o Brasil porque aqui a governanta quer diálogo com o terror, como se isso fosse possível, enquanto já se diz que fundamentalistas recrutam jovens em nossas favelas. Só falta Maria do Rosário declarar que terroristas desumanos têm direitos humanos. 
Maria Lucia Vitor Barbosa é socióloga. 
mlucia@sercomtel.com.br 
www.maluvibar.blogspot.com.br 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O MUNDO DE LUTO - JE SUIS CHARLIE - VIVA A LIBERDADE DE IMPRENSA



Prezados leitores, nós que lutamos pela liberdade de expressão, que praticamos um jornalismo investigativo independente e que já sofremos várias represálias ilegais do governo do Rio de Janeiro, isso em razão de exercermos os nossos direitos constitucionais, inclusive sendo com encarceramento na Penitenciária Bangu 1, manifestamos o nosso pesar pelo atentato terrorista praticado na França, que vitimou vários jornalistas e dois policiais franceses.
A verdade amedronta os que fazem o mal.
Leiam a matéria e vejam as imagens no site G1 (Link).

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA COMENTA RELATÓRIO DA COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE



Prezados leitores, transcrevemos mensagem da Academia Brasileira de Defesa sobre o relatório da denominada Comissão Nacional da Verdade: 

"ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA
Pro Patria

Alexandre Garcia supôs, em um de seus brilhantes textos, que a presidente fosse autista, por não ver, como não via o antecessor, o que ocorre a sua volta. Infelizmente, não é. Ela sabe muito bem o que quer e o que faz. Autistas somos nós. 

O Brasil vive uma situação esdrúxula. Parece que o uso de técnicas de desinformação – verdadeiras lavagens cerebrais desenvolvidas nos porões da Gestapo e da KGB, muito bem adaptadas aos porões não menos imundos do partido do governo – não impediu as pessoas de verem os fatos, mas lhes tirou a capacidade de interpretá-los corretamente. 
O homo medius brasileiro aceita, como justificativa para o assalto violento, o fato de que outros já tenham praticado pequenos furtos antes, e se considera culpado pela violência sofrida. 
Quando um governante demagogo diz que vai tirar dos ricos para dar aos pobres, até quem ganha 20 salários mínimos, um tanto mais, um tanto menos, por exemplo, considera-se um pobretão e se vê como candidato a receber as benesses e usufruir do suor alheio, sem perceber que, para o governo petista, ricos são os que ganham mais de 3 salários mínimos. Os verdadeiramente ricos nada sofrerão – por enquanto. Ele, que, ganha os tais 20 salários mínimos, é que sofrerá perdas sucessivas para ajudar o seu hipotético benfeitor a trocar bolsas por votos e se eternizar no poder. Quando descobrir o engodo, será tarde demais: já se terá transformado, ele mesmo, em um bolsista dependente. 
Da mesma forma, aceita que o governo achate as aposentadorias na vã esperança de que disso resulte transferência de renda em seu favor, mais uma vez, sem perceber que jamais verá um desses centavos, pois todos os cifrões serão desviados para enriquecer a nomenclatura avara e corrupta que assaltou o poder no País. 
É nesse quadro, que, toda vez que o governo se sente ameaçado pelos mecanismos constitucionais de defesa da Nação contra os crimes praticados por seus integrantes, surgem virulentas campanhas de desmoralização das Forças Armadas. 
Um caso antológico foi a tentativa de imputar aos militares o assassinato dos ex-presidentes João Goulart e Juscelino Kubitscheck, mortos, respectivamente, por enfarto do miocárdio e em acidente automobilístico. Ainda que todas as perícias contratadas, a peso de ouro, em ditaduras comunistas, não encontrassem nenhuma evidência dos crimes alegados, insistem, em propagar tal hipótese absurda, no caso de João Goulart. A fortuna em dinheiro público que se gastou com as referidas pericias teria sido muito mais bem empregada, se usada para apurar os assassinatos dos prefeitos de Santo André, Celso Daniel, e de Campinas, Toninho do PT. 
Outra evidência de autismo social é sujeitarem-se as Forças Amadas a permanência prolongada, praticamente definitiva, no exercício de atividades policiais. Esse emprego somente caberia, se de curta duração e para eliminar, rapidamente, as ações criminosas organizadas que ultrapassassem a capacidade de resposta das Polícias, mas sempre orientadas para o interesse público do Estado. 
O emprego das Forças Armadas em missões permanentes de “Garantia da Lei e da Ordem”, para dar sustentação a governos incompetentes e corruptos, é tão criminoso quanto criminosas são as ações dos bandidos que irão combater. 
Hoje, foi divulgado o relatório da comissão nacional da verdade – cnv (sic), mais um deliberado ato indigno, próprio da campanha sórdida contra as Forças Armadas. Como previsto, ele contém um festival de mentiras, insinuações e parcialidades. Mas não há surpresa nisso. Tal relatório, rebento monstruoso, de 2000 páginas, jamais seria equilibrado e imparcial, porquanto trabalho executado por perdedores rancorosos e inconformados por terem sido impedidos de instalar, no Brasil, um regime totalitário, pautado no hibridismo ideológico de esquerda, por seguirem distintas linhas das mais radicais, em cujos objetivos finais, no entanto, convergiam: a destruição do Estado democrático brasileiro. 
As recomendações propostas pelos comissários são um festival de más intenções pré-fabricadas, muitas defendidas pelos vândalos em suas manifestações de rua. Vejamos algumas. 
Para começar, insistem no chavão de que as Forças Armadas devem esquecer o bem que fizeram, e pedir perdão pelo mal que não fizeram. Não vimos, porém, os terroristas (esses, sim, devedores de muitos pedidos de perdão) pedirem perdão à Nação pelos inocentes que mataram ou mutilaram. 
Propõem, também, a proibição das comemorações da redentora Revolução Democrática de 31 de Março, mas continuarão a incensar seus companheiros bandidos e terroristas, nacionais e internacionais. 
Proibições desse tipo somente existem nas piores ditaduras! 
A comissão não pediu a revogação explícita da Lei da Anistia. Isso poderia ser perigoso para eles mesmos. Simplesmente, pedem que a lei somente se aplique a uma das partes envolvidas, excluindo-se os agentes do Estado que os combateram e derrotaram, ignorando todos os crimes que seus correligionários terroristas cometeram. 
Por outro lado, o relatório insistiu na opção preferencial pelos criminosos, ao pretender a desvinculação dos institutos médicos legais e dos órgãos de perícia criminal das secretarias de segurança pública e das polícias civis; a dignificação do sistema prisional e do tratamento dado ao preso; a extinção da Justiça Militar estadual; a exclusão de civis da jurisdição da Justiça Militar federal; a eliminação da figura do auto de resistência à prisão. Tudo pensado para assegurar a impunidade e “dar boa vida” aos criminosos, proclamados pelas ideologias de esquerda como vítimas das elites exploradoras. É inquestionável que o sistema prisional e o tratamento aos presos clamam por urgentes melhorias, mas, antes disso, é indispensável dignificar o atendimento do SUS aos não-criminosos e melhorar o tratamento dado ao cidadão comum, particularmente aos idosos, todos frequentadores de extensas filas para serem atendidos, quando o são. 
A explicação para essa opção irracional é-nos dada pelo Professor Edgard Leite Ferreira Neto, fruto de suas pesquisas em fontes do comunismo internacional: 
“A luta política marxista atua também no sentido de conspirar contra as leis e as estruturas existentes, tidas como instrumentos de preservação do poder. Haveria, assim, diferenças de qualidade entre o crime comum e a ação revolucionária, mas ambas ações estariam impregnadas da 3 mesma inclinação crítica ao poder. A convergência dos dois movimentos, em certas circunstâncias confirma tal perspectiva”. (In Revista Aeronáutica, Rio de Janeiro, p. 44 - 45, 01 mar. 2014). (http://pt.scribd.com/doc/214532426/Revista-Aeronautica-n-286-Edicao-Comemorativa). 
A cnv não cumpriu a Lei que a criou, nem na abrangência, nem no tempo, deixando de apurar os abusos contra os direitos humanos praticados pelos terroristas, no que eles chamam de “luta armada”, ou cometidos fora do período dos governos militares, como também não cumpriu o objetivo de “promover a reconciliação nacional”, uma vez que somente tem aumentado os ressentimentos, com sua parcialidade escandalosa. Igualmente não assegurou o “direito à verdade histórica” nem “à memória”, pois, ao contrário, só tem deturpado os fatos, encenando a maior fraude histórica deste País e registrando, a título de memória, vergonhosa obra de ficção mal-intencionada. 
Por outro lado, ultrapassou os limites de sua competência ao propor a punição dos agentes do Estado por ela acusados, arbitrariamente, como, também, ao propor mudanças no ensino militar, um dos melhores do Brasil, talvez o único voltado exclusivamente para os interesses nacionais e, até hoje, imune à contaminação ideológica sectária, apátrida e de inspiração e financiamento alienígenas. 
A maior das ignomínias, no entanto, foi praticada ao acusaram, irresponsável e criminosamente, da prática de crimes pessoas inocentes, de reputação ilibada, brasileiros abnegados, verdadeiros estadistas, a quem muito deve a Pátria. 
Por tudo isso, esse relatório inútil deveria ser considerado nulo de pleno direito. 
Finalmente, o maior de todos os autismos é o que acomete a maioria dos políticos que se dizem de oposição e dos jornalistas “politicamente corretos”, quando fazem coro com os governistas e insistem em falar de uma ditadura que não houve, há meio século, e fingem não ver a que já está instalada no Palácio do Planalto, e se agrava a cada dia. 
Embora procurem negá-lo, os Militares também são cidadãos, e em sua esmagadora maioria, excelentes cidadãos que, voluntariamente, abriram mão de alguns dos seus direitos mais básicos para mais bem defender a Pátria. Eles não querem o poder, como nunca quiseram. Somente agiram em momentos extremos, para salvar o que restava da destruição imposta por maus brasileiros. 
Foi para atender ao pedido de socorro da Nação que, em 1964, a sociedade viu-se obrigada, no exercício da mais sagrada legítima defesa, a impor ordem ao caos pela força das armas, justamente para impedir que esse grupo, hoje no poder, implantasse, no País, a ditadura que, parece, está em vias de se consolidar. 
A Marinha, o Exército e a Aeronáutica, legítimos braços armados da Nação, não se furtaram, então, de cumprir o seu dever: atenderam ao apelo e salvaram o Brasil de ser mais uma vítima do comunismo internacional.
Reclamam esses vis políticos e jornalistas da imposição arbitrária da vontade durante os governos ditos militares, mas, uma vez mais, fingem ignorar que isso continua a ser feito, muito mais intensamente, não obstante, sem o espírito público que sempre norteou os militares eleitos para o governo. 
A ordem, quando imposta manu militari, objetivava a defesa da Pátria, de sua soberania, de seus valores, de sua gente, e somente era praticada contra os terroristas, os guerrilheiros, os subversivos, os corruptos, os assaltantes e os traidores da farda. 
Hoje, são os corruptos, os subversivos, os guerrilheiros e os terroristas de ontem que impõem o arbítrio per manum pecuniae, e por outros meios, contra a Nação, em defesa de seus interesses antinacionais, particulares e ideológicos, para nos minar a soberania, solapar os valores, escravizar o povo e destruir a Pátria. 
Os políticos que criticam nossos Soldados não batalham pelo bem do Brasil. 
Querem, isso sim, acesso à chave do cofre e à caneta, para continuar a roubar despudoradamente e a nomear parentes e correligionários corruptos, em um nepotismo institucional sem fim. 
Os detratores de plantão que se opõem ao governo, mas batem impiedosa e injustamente nas Forças Armadas, e delas “fogem como o diabo da Cruz”, não percebem ser elas a última instância que poderá salvar o Brasil, quando tudo mais tiver falhado. Não é a primeira vez, nem será a última, que crucificam o salvador. 
A decadência social e política em que vivemos foi criada pelos políticos, cabe-lhes, portanto, colocar novamente o País nos trilhos. Adaptando-se o dito popular, pode-se dizer: “quem gerou Mateus que o embale”. Se não o fizerem, a sociedade o fará, apesar deles. 
Mas os Militares também fazem parte da sociedade e, se renunciaram a alguns direitos, não perderam a capacidade de pensar, de ter opiniões próprias, de acompanhar os fatos políticos com a isenção de agentes do Estado. Marinheiros, Soldados e Aviadores jamais permitirão que as Forças Armadas se transformem em guarda pretoriana de qualquer governo ou que o Brasil deixe de ser uma nação livre e soberana, em um Estado democrático de direito. 
Lembrem-se todos: as Forças Armadas são as instituições que gozam de maior credibilidade junto ao nobre povo brasileiro. É hora de esquecermos divergências do passado ou do presente e unirmos todas as nossas forças contra o perigo comum que nos ameaça. 
Os políticos ainda não aprenderam, mas o povo sabe. 
O povo sabe que pode confiar em Deus e em suas Forças Armadas. 
Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 2014 
Luís Mauro Ferreira Gomes
Presidente 

Prof.ª Dr.ª Aileda de Mattos Oliveira; Alte.-Esq. Alfredo Karam; Cel. Aer. Antônio Celente Videira; Prof. Antoniolavo Brion; Jorn. Aristóteles Drummond; Gen.-Ex. Carlos Alberto Pinto Silva; Prof. Dr. Denis Lerrer Rosenfield; Dr. Emílio A. Souza Aguiar Nina Ribeiro; Gen.-Div. Francisco Batista Torres de Melo; Prof. Dr. Francisco Martins de Souza; Cel. Ex. Gelio Augusto Barbosa Fregapani; Dr. Gustavo Miguez de Mello; Dr. Herman Glanz; Maj.-Brig. Hugo de Oliveira Piva; Vice-Alte. Ibsen de Gusmão Câmara; Ten.-Brig. Ivan Moacyr da Frota; Prof. Dr. Ives Gandra da Silva Martins; Dep. Fed. Jair Messias Bolsonaro; Prof. Dr. João Ricardo Carneiro Moderno; Sen. José Bernardo Cabral; Dr. Luciano Saldanha Coelho; Cel.-Av. Luís Mauro Ferreira Gomes; Gen.-Ex. Luiz Cesário da Silveira Filho; Gen.-Ex. Luiz Gonzaga Schroeder Lessa; Econ. Marcos Coimbra; Emb. Marcos Henrique Camillo Côrtes; Prof.ª Dr.ª Maria Helena de Amorim Wesley; Prof.ª Dr.ª Mina Seinfeld de Caracushansky; Ten.-Brig. Octávio Júlio Moreira Lima; Vice-Alte. Othon Luiz Pereira da Silva; Dr. Paulo Antônio Uebel; Gen.-Ex. Paulo Cesar de Castro; Ten.-Brig. Reginaldo dos Santos; Gen.-Ex. Rubens Bayma Denys; Desemb. Semy Glanz; Ten. R/2 Sérgio Pinto Monteiro; Vice.-Alte. Sérgio Tasso Vasquez de Aquino e Maj.- Brig. Umberto de Campos Carvalho Netto.

Juntos Somos Fortes!

CLUBES MILITARES RESPONDEM À COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

Prezados leitores, os clubes militares publicaram na página dos obituários do jornal O Globo a relação das 126 vítimas do terrorismo durante os governos militares:




Juntos Somos Fortes!

VEREADOR CESAR MAIA COMENTA RELATÓRIO DA COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

Foto: O Globo

Prezados leitores, a seguir transcrevemos discurso do vereador Cesar Maia sobre o relatório da denominada Comissão da Verdade:

"DISCURSO DE CESAR MAIA, NA CÂMARA MUNICIPAL (10), SOBRE O RELATÓRIO DA COMISSÃO DA VERDADE! 
1. Hoje a Comissão da Verdade entregou o seu relatório. Todos nós esperávamos um relatório que mostrasse a memória do absurdo que aconteceu durante o regime autoritário, citando mortes, desaparecimentos, torturas, identificação dos responsáveis diretos por essas atrocidades, essas barbaridades. Infelizmente, Senhor Presidente, não foi isso que aconteceu. Infelizmente a Comissão da Verdade ficou fora do que se esperava dela. 
2. Uma lista ampla de nomes como se as responsabilidades por aqueles atos fossem as mesmas. Como o Presidente Castelo Branco pode ter responsabilidade direta ou indireta por mortes ou torturas? Eu falo com a autoridade de quem foi preso ficou ao todo quase dois anos na prisão. Portanto, antes e depois do AI-5. Fui condenado duas vezes, cumpri uma pena na prisão e fui exilado. Eu falo também com autoridade de quem participou diretamente do grande Ato de Conciliação Nacional, que foi a Assembleia Constituinte de 1987/1988. 
3. Eu lembraria que o Presidente Geisel, na época da repressão mais dura era o Presidente da Petrobrás, e quando assumiu a Presidência conduziu pelo governo, o processo de democratização. E ministros e nomes diversos, e claro, misturados com torturadores. Não é justo. 
4. Senhor Presidente, o pior de tudo é que o relatório da Comissão da Verdade propõe a revisão da Lei de Anistia. O que eles querem com isso? A lei de Anistia foi uma lei de pacificação nacional. Aqui no Brasil, nós não temos a situação como se tem, por exemplo, no Chile, de um forte grupo pinochetista, com referencia a um ditador. Desde a Emenda Constitucional nº 11, patrocinada pelo Ministro Petrônio Portela, que esse processo foi de desaceleração até a pacificação política. 
5. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal têm posição firmada a respeito. Nesse domingo o Ministro Marco Aurélio Mello reafirmou que a Lei de Anistia não pode ser revista. Então, para que propor a revisão da Lei de Anistia? O que quer a Comissão da Verdade? O que quer esse relatório? Provocação? Para quem, por que, para que? Quer transformar conflitos em posições irreconciliáveis, confrontos? Quer que a gente volte aos anos 30, 40, 50, à guerra fria, onde as posições políticas se confrontavam e se tornavam irreconciliáveis?
6. Repito: o que quer esse relatório da Comissão da Verdade? Ele vai mais longe, ele pede a extinção das Polícias Militares. O que tem a Comissão da Verdade com as Polícias Militares? É uma discussão de Segurança Pública. Mas esse não é o escopo, o fito, o objetivo, o foco da Comissão da Verdade. Agora, esse relatório da Comissão da Verdade puxa setores democráticos, setores de centro em direção aos setores de mais a direita pelas provocações e excessos. 
7. Como vão reagir as pessoas, as famílias, quando lerem nomes de quem nem indiretamente têm a ver com o processo de tortura. Senhor Presidente, o relatório da Comissão da Verdade, em todos os países, vinha acompanhado de duas palavras: memória e reconciliação. Assim foi no Peru, Chile, na Argentina, na Guatemala, em El Salvador etc. Era sempre: memória e reconciliação. Quanto a esse relatório da Comissão da Verdade, ele busca o quê? Busca o estressamento das relações políticas no Brasil? Acabar com a Lei de Anistia? O que é isso? É estranho extinguir a Polícia Militar por uma proposta da Comissão da Verdade, que nada tem a ver com isso. 
8. Ora, Senhor Presidente, esse é um fato político que terá repercussões – não tenho dúvidas. Espero que as principais lideranças civis e militares, inclusive as que serviram nos governos militares, tenham a condição e a capacidade de acalmar as reações e de levar a que eventuais injustiças não de pretexto aos radicais. Que segurem aqueles que estão permanentemente buscando pretextos para tirar o Brasil do quadro atual de pacificação política de consenso em torno da democracia. Eu tenho absoluta certeza que essas extravagâncias, no relatório da Comissão de Verdade, não terão respaldo de nenhum partido político com representação parlamentar. De nenhum! Obrigado, Senhor Presidente". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

TERRORISMO NO BRASIL: HEZBOLLAH TERIA PARCERIA COM O PCC



Prezados leitores, o terrorismo chega ao Brasil. 

"REVISTA VEJA
Blog Reinaldo Azevedo
10/11/2014 às 6:16
É MUITO GRAVE! PF DISPÕE DE DOCUMENTOS QUE PROVAM UMA PARCERIA ENTRE O PCC E O GRUPO TERRORISTA HEZBOLLAH. PIOR: O BRASIL SEGUE SEM LEI QUE PUNA O TERROR PORQUE O GOVERNO PETISTA E AS ESQUERDAS NÃO QUEREM 
A coisa é espantosamente grave! A Polícia Federal reúne desde 2008 provas de que traficantes ligados ao grupo terrorista Hezbollah, que domina o sul do Líbano, atuam em nosso país em parceria com o PCC. O epicentro dessa ação, em nosso território, é Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai). Há muito os órgãos de segurança dos Estados Unidos consideram essa região infiltrada pelo terror, coisa que o governo brasileiro se nega a admitir. Documentos obtidos pelo jornal “O Globo” apontam que a parceria entre o terrorismo e o crime organizado teve início em 2006. Traficantes libaneses de cocaína, ligados ao Hezbollah, teriam aberto canais para a venda de armas ao PCC. Quando esses traficantes são presos no Brasil, contam com a proteção da facção criminosa nos presídios. 
Pois é. Isso é especialmente grave porque o Brasil é um das poucas democracias do mundo — talvez seja a única — que não dispõe de uma lei para punir o terrorismo. Todas as iniciativas nesse sentido são barradas pelo próprio governo petista e pelas esquerdas porque, por óbvio, ações como as perpetradas, por exemplo, pelo MST e pelo MTST entrariam, sem exagero, na categoria de “terroristas”. O Inciso VIII do Artigo 5º da Constituição afirma que o Brasil repudia o terrorismo. O Inciso XLIII do Artigo 5º estabelece que o crime é inafiançável e insuscetível de graça, isto é, não pode ser anistiado. Mesmo assim, não existe uma lei para puni-lo. É uma piada macabra. 
Não é a primeira vez que o terrorismo dá mostras de atuar no Brasil. Em maio de 2009, foi preso no país um libanês identificado como “K”. Tratava-se de Khaled Hussein Ali, nada menos do que um homem da Al Qaeda. Era o responsável mundial pelo “Jihad Media Battalion”, uma organização virtual usada como uma espécie de relações públicas online da Al Qaeda, propagando pela internet, em árabe, ideais extremistas e incitando o povo muçulmano a combater países como os EUA e Israel. Casou-se no Brasil, teve uma filha e vive tranquilamente na Zona Leste de São Paulo. 
Reportagem da VEJA de Abril de 2011 informava que o iraniano Mohsen Rabbani, procurado pela Interpol, entrava e saía do Brasil com frequência sem ser incomodado. Funcionário do governo iraniano, ele usa passaportes emitidos com nomes falsos para visitar um irmão que mora em Curitiba. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) descobriu que Rabbani já recrutou pelo menos duas dezenas de jovens do interior de São Paulo, Pernambuco e Paraná para cursos de “formação religiosa” em Teerã. “Sem que ninguém perceba, está surgindo uma geração de extremistas islâmicos no Brasil”, disse, então, o procurador da República Alexandre Camanho de Assis. Rabbani é acusado de arquitetar atentados contra instituições judaicas que vitimaram 114 pessoas em Buenos Aires, nos anos de 1992 e 1994. Calma, que tem mais! 
Análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos, como informou a VEJA em 2011, expõe laços de extremistas que vivem ou viveram no Brasil com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que, durante treze anos, financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel. A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul. 
Em 2001, a entidade entrou para a lista de organizações consideradas terroristas pela ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land, que hoje cumpre a duríssima pena numa cadeia do Texas. Curiosamente, passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui. 
Em depoimento ao Congresso nos EUA em 2010, o então embaixador americano na Organização dos Estados Americanos (OEA), Roger Noriega, afirmou que as operações da Holy Land na Tríplice Fronteira eram comandadas pelo xeque Khaled Rezk El Sayed Taky El-Din. De fato, informou reportagem da VEJA em 2011, o clérigo islâmico aparece nas agendas telefônicas da Holy Land como um contato “importante” na América do Sul. Noriega confirmou também informações de que, em 1995, El-Din hospedou em Foz do Iguaçu Khalid Sheikh Mohammed, terrorista da Al Qaeda que organizou os atentados de 11 de setembro de 2001. 
O xeque ficou à frente da mesquita de Guarulhos por onze anos, mas pediu demissão em junho de 2010. Em 2011, era diretor para assuntos islâmicos da Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (Fambras). À revista VEJA, então, El-Din negou envolvimento com a Holy Land e com Shukri Baker. Outro contato da Holy Land no Brasil, de acordo com uma investigação encomendada pelo Departamento de Justiça americano em 2005, era Ayman Hachem Ghotme, considerado o principal arrecadador de fundos para o Hamas na Tríplice Fronteira. 
Encerro
Pois é… A Polícia Federal tem agora elementos que indicam que o terror e o crime organizado fizeram uma parceria. E o Brasil segue sem uma lei que possa dar a essa associação a devida punição. Não tem porque o governo petista e as esquerdas não querem. 
Por Reinaldo Azevedo".

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A PRESIDENTE DILMA E O ESTADO ISLÂMICO



Prezados leitores, a seguir transcrevemos um artigo do jornalista Reinaldo Azevedo:

"REVISTA VEJA ON LINE
BLOG DO REINALDO AZEVEDO
2 DE OUTUBRO DE 2014 
Chamem a Dilma para “dialogar”: Estado Islâmico decapita dez pessoas na Síria, incluindo três mulheres 
O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) decapitou sete homens e três mulheres em uma região curda no norte da Síria, disse um grupo de monitoramento dos direitos humanos nesta quarta-feira. O diretor da entidade civil oposicionista Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), Rami Abdulrahman, afirmou que os assassinatos fazem parte de uma campanha bárbara para atemorizar moradores que resistem ao avanço do grupo extremista. 
Segundo o OSDH, os mortos são cinco combatentes curdos que lutavam contra o EI, incluindo três mulheres, e mais quatro rebeldes árabes sírios. A outra vítima é um civil curdo que também teve a cabeça arrancada. Eles foram capturados e decapitados na terça-feira em um local a cerca de 14 quilômetros a oeste de Kobani, uma cidade curda cercada pelos jihadistas, nas proximidades da fronteira turca . “Não sei por que essas pessoas foram presas e decapitadas. Somente o Estado Islâmico sabe”, disse Abdulrahman. 
O Estado Islâmico, que proclamou um califado em uma região que abrange parte da Síria e do Iraque, tem praticado várias decapitações de combatentes inimigos e civis na Síria e Iraque. Tais atos são com frequência perpetrados em público e acompanhados de uma mensagem de que qualquer oposição, violenta ou não violenta, não vai ser tolerada. 
Escalada de violência no Iraque Os atos de violência durante o mês de setembro no Iraque tiraram a vida de 1.119 iraquianos e feriram outros 1.946, informou nesta quarta a missão das Nações Unidas no Iraque (Unami, na sigla em inglês). O número de civis mortos chegou a 854, o de feridos a 1.604, e a 265 entre os membros das forças de segurança (incluídas as tropas curdas, as forças especiais e as milícias que apoiam o exército iraquiano), além de 342 feridos, indicou a Unami em comunicado. 
Na nota não foram especificadas as circunstâncias de morte dos integrantes das forças de segurança, nem números sobre o número de mortos ou feridos nas fileiras do grupo jihadista EI. Os números também não incluem as baixas nas operações registradas na província de Anbar, no oeste do país, por causa da dificuldade de verificar alguns fatos e elaborar um relatório sobre as vítimas. A ONU informou em seu texto da impossibilidade de verificar informações sobre um grande número de vítimas dos efeitos secundários da violência, como a falta de água, de alimentos, remédios e de cuidados básicos de saúde. Por isso, insistiu que “os números apresentados têm que ser considerados como o mínimo absoluto”. 
Por Reinaldo Azevedo"

Juntos Somos Fortes!