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sábado, 24 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR: A PÉSSIMA FORMAÇÃO E O "TIRO AMIGO"

Prezados leitores, caso seja confirmado o contido na reportagem da revista Veja que reproduzimos nesse artigo, a tragédia da morte do Capitão PM Uanderson será ainda maior. O tiro fatal pode ter sido efetuado por um Policial Militar da UPP que comandava.
A matéria apresenta ainda uma série de aspectos que exaustivamente publicamos sobre a péssima formação dos atuais Soldados PMs, após o governo ter transformado o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças em uma "fábrica de Soldados".


(Revista Veja)

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

ARTIGO HISTÓRICO: SÓ BELTRAME NÃO TEM CULPA POR INSEGURANÇA? - FELIPE MOURA BRASIL

Policiais militares compareceram ao sepultamento de Anderson Sena
usando camisas brancas com a palavra ‘basta’. Foto: Severino Silva / Ag. O Dia 

Prezados leitores, o jornalista Felipe Moura Brasil da Revista Veja escreveu um artigo que qualificamos como histórico para a imprensa brasileira.
O artigo demonstra uma ruptura ao externar a verdade, uma ruptura de uma relação entre a imprensa e o governo fluminense, onde a blindagem do secretário de segurança Beltrame sempre foi o objetivo.
Beltrame nunca teve a culpa pelos erros sobre seus ombros, ela sempre foi repassada e ele foi poupado.
Só atribuíram ao secretário os pouquíssimos acertos.
Sempre que deu errado e deu errado quase sempre, a culpa nunca foi de Beltrame.
Felipe culpa Beltrame pela insegurança, isso é quase inédito.
Raros jornalistas ousaram escrever ou falar essa verdade: a culpa de Beltrame.
Nós temos denunciado isso durante os últimos sete anos, mas raramente encontramos eco.
Parabéns ao jornalista Felipe Moura Brasil.

"REVISTA VEJA
Blog Felipe Moura Brasil
30/11/2014 às 23:49
Só Beltrame não tem culpa por insegurança? É ruim, hein! Rio de Janeiro tem cinco PMs e um cabo mortos em uma semana; um assalto de rua a cada seis minutos! Das dez áreas com maiores aumentos do número de assaltos, seis são de favelas com UPP! Que “pacificação” é essa? Boletim põe oficiais músicos de sobreaviso para funerais em fins de semana! A realidade é uma piada macabra! (Leiam mais)".

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A PRESIDENTE DILMA E O ESTADO ISLÂMICO



Prezados leitores, a seguir transcrevemos um artigo do jornalista Reinaldo Azevedo:

"REVISTA VEJA ON LINE
BLOG DO REINALDO AZEVEDO
2 DE OUTUBRO DE 2014 
Chamem a Dilma para “dialogar”: Estado Islâmico decapita dez pessoas na Síria, incluindo três mulheres 
O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) decapitou sete homens e três mulheres em uma região curda no norte da Síria, disse um grupo de monitoramento dos direitos humanos nesta quarta-feira. O diretor da entidade civil oposicionista Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), Rami Abdulrahman, afirmou que os assassinatos fazem parte de uma campanha bárbara para atemorizar moradores que resistem ao avanço do grupo extremista. 
Segundo o OSDH, os mortos são cinco combatentes curdos que lutavam contra o EI, incluindo três mulheres, e mais quatro rebeldes árabes sírios. A outra vítima é um civil curdo que também teve a cabeça arrancada. Eles foram capturados e decapitados na terça-feira em um local a cerca de 14 quilômetros a oeste de Kobani, uma cidade curda cercada pelos jihadistas, nas proximidades da fronteira turca . “Não sei por que essas pessoas foram presas e decapitadas. Somente o Estado Islâmico sabe”, disse Abdulrahman. 
O Estado Islâmico, que proclamou um califado em uma região que abrange parte da Síria e do Iraque, tem praticado várias decapitações de combatentes inimigos e civis na Síria e Iraque. Tais atos são com frequência perpetrados em público e acompanhados de uma mensagem de que qualquer oposição, violenta ou não violenta, não vai ser tolerada. 
Escalada de violência no Iraque Os atos de violência durante o mês de setembro no Iraque tiraram a vida de 1.119 iraquianos e feriram outros 1.946, informou nesta quarta a missão das Nações Unidas no Iraque (Unami, na sigla em inglês). O número de civis mortos chegou a 854, o de feridos a 1.604, e a 265 entre os membros das forças de segurança (incluídas as tropas curdas, as forças especiais e as milícias que apoiam o exército iraquiano), além de 342 feridos, indicou a Unami em comunicado. 
Na nota não foram especificadas as circunstâncias de morte dos integrantes das forças de segurança, nem números sobre o número de mortos ou feridos nas fileiras do grupo jihadista EI. Os números também não incluem as baixas nas operações registradas na província de Anbar, no oeste do país, por causa da dificuldade de verificar alguns fatos e elaborar um relatório sobre as vítimas. A ONU informou em seu texto da impossibilidade de verificar informações sobre um grande número de vítimas dos efeitos secundários da violência, como a falta de água, de alimentos, remédios e de cuidados básicos de saúde. Por isso, insistiu que “os números apresentados têm que ser considerados como o mínimo absoluto”. 
Por Reinaldo Azevedo"

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O MAIS NOVO ESCÂNDALO DO GOVERNO PEZÃO

Prezados leitores, transcrevemos artigo da Revista Veja: 

"Empresário ligado a caciques do PMDB acumula R$ 480 milhões em contratos com o governo estadual 
Mario Peixoto é sócio do presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Melo, e do presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani. Os dois políticos foram seus padrinhos em casamento de luxo na Itália
Leslie Leitão, do Rio de Janeiro


Sede da Atrio Rio Service, do empresário Mario Peixoto, no Centro do Rio (VEJA)
O castelo Orsini-Odescalchi é uma imponente construção medieval do século XV que se destaca na paisagem da pequena Bracciano, cidade a 30 quilômetros de Roma. É um cenário cinematográfico, onde se casaram, em 2006, Tom Cruise e Katie Holmes. Noivas de todo o mundo sonham trocar alianças ali. No último dia 24 de maio, o empresário Mario Peixoto, de 56 anos, ao mesmo tempo um dos mais poderosos e obscuros homens de negócios do Rio de Janeiro, concretizou nos jardins do castelo o desejo de sua bela noiva, Carla Verônica de Medeiros, de 44, numa festa para 50 convidados seletos. No altar, abençoando a união, dois caciques do governo estadual: o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Paulo Melo (PMDB), e o presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani.
As cenas dos dois políticos no altar e depois, divertindo-se na festa, aparecem num vídeo produzido por um dos convidados e obtido por VEJA. O filme mostra ainda Picciani e Melo na véspera, saindo do luxuoso Hotel Saint Regis, no coração de Roma, para um passeio turístico com as respectivas mulheres em uma van fornecida pelo anfitrião. Motivos para comemoração havia de sobra. Amigo e sócio dos dois próceres peemedebistas em empresas de incorporação imobiliária, Peixoto se tornou, nas gestões de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, do mesmo partido, um dos maiores prestadores de serviços do Rio. Com o governo do Estado, os contratos somam 480 milhões de reais, dos quais muitos são "de emergência", ou seja, sem licitação. A maior parte (70%) vem de aditivos. Mais de 281 milhões foram contratados junto às prefeituras do Rio e de Duque de Caxias, comandadas por aliados (Leia mais)".

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domingo, 20 de julho de 2014

O LIVRO "UPP: UMA FARSA ELEITORAL" E O ARTIGO SOBRE UPPs DA REVISTA VEJA

Prezados leitores, lamentamos que por motivos alheios à nossa vontade, tivemos que adiar para o próximo mês o lançamento do livro "UPP: uma farsa eleitoral", considerando que a interpretação do contido no excelente artigo publicado pela Revista Veja na edição dessa semana, seria mais facilmente entendido por quem tivesse lido o livro.
Senhores e senhoras, a verdade é que com o objetivo unicamente eleitoral o atual governo destruiu o projeto de ocupação das comunidades carentes do Rio de Janeiro com grandes efetivos, iniciado com os GPAEs.
A leitura do livro levará os leitores à compreensão sobre o que na verdade são as UPPs.
Aconselhamos a leitura do artigo da Revista Veja.
Parabéns pela matéria.



(Revista Veja)

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segunda-feira, 19 de maio de 2014

APENAS UMA LENDA URBANA, ISSO NÃO É VERDADE...



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REVISTAS VEJA E ÉPOCA NÃO NOTICIARAM ESCÂNDALO ENVOLVENDO BELTRAME.



Prezados leitores, as duas principais revistas de circulação nacional não noticiaram o escândalo envolvendo o Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, o delegado de Polícia Federal José Mariano Beltrame.
Pelo menos nós não achamos uma linha sobre o tema.
Vamos raciocinar em conjunto: 

- O assunto é um fato jornalístico?
Sem dúvida.

- Não houve tempo para inserir nas revistas?
Houve tempo mais que suficiente.

- Por que as revistas não publicaram?
Os responsáveis por elas não quiseram publicar.

- O que levaria esses responsáveis a não publicarem um tema de tamanha relevância?
Não sabemos.

Prezados leitores, solicitamos ajuda para descobrir a resposta.

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

PMs SÃO UMA BOMBA-RELÓGIO - JORNALISTA REINALDO AZEVEDO



Prezados leitores, fiéis aos nossos princípios de fornecer subsídios para que cada leitor possa formar as suas próprias convicções, publicamos a opinião do renomado jornalista Reinaldo Azevedo sobre a situação dos Policiais Militares no Brasil.

"REVISTA VEJA 
BLOG DO REINALDO AZEVEDO 
15/05/2014 Às 20:17 
PMs são uma bomba-relógio por causa da PEC 300. E o que Dilma fez no passado… 
A greve da Polícia Militar de Pernambuco é política, sim, porquanto toda paralisação do trabalho, especialmente de servidores, tem essa característica. Mas é política também porque se sabe que o Estado pretende ser uma das vitrines de Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência da República. Se a bagunça se instaura por lá, como é o caso, e se o governo federal, como também é o caso, é obrigado a intervir com a Força Nacional de Segurança, é evidente que o ex-governador sai mal da fita. Afinal, aquela é a Polícia Militar que seu sucessor herdou. Certamente as lideranças grevistas farejaram que esse era um bom momento para aplicar uma espécie de chantagem. 
As PMs do Brasil inteiro são uma bomba-relógio desde que foi apresentada a PEC 300, com a qual a então candidata à Presidência, Dilma Rousseff, se comprometeu. E o que diz essa Proposta de Emenda Constitucional? Que o salários dos policiais militares do Brasil inteiro serão igualados aos do Distrito Federal, os mais altos do pais. Um policial tem um salário-base na faixa de R$ 4.200. 
A pressão em favor da equiparação começou em 2008, quando Lula editou uma Medida Provisória elevando bastante o salário da PM do DF. Atenção! Na capital federal, é a União que arca com os custos da corporação. Fez-se, então, uma grande solenidade, num estádio de futebol, com o Apedeuta falando pelos cotovelos, na buliçosa presença do então governador, José Roberto Arruda — sim, aquele mesmo do saco de dinheiro; pouco tempo depois, ele cairia em desgraça. O gesto demagógico criou uma pressão Estados afora. Surge, então, a PEC 300. Como boa parte dos estados quebraria, deu-se um jeito: o texto estabelece que, caso um estado não consiga arcar com equiparação dos salários, a União o fará. 
Reitero: a campanha eleitoral de Dilma acusou o tucano José Serra de não se comprometer com a sua aprovação. De olho nas contas, Serra não se comprometeu mesmo. Ficou subentendido que Dilma, se eleita, lutaria pela PEC 300. Até Michel Temer, então candidato a vice, entrou na parada, recebendo lideranças dos policiais. Eleita, Dilma deixou o assunto pra lá.
Em Pernambuco, PMs e bombeiros pedem aumento salarial de 50% para praças (soldados a subtenentes) e de 30% para oficiais. Atualmente, um soldado da PM recebe salário de R$ 2.409, enquanto um coronel tem remuneração de R$ 13.600. 
Por Reinaldo Azevedo

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quarta-feira, 12 de março de 2014

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: NOVA MANIPULAÇÃO DE NOTICIÁRIO?



Prezados leitores, recebemos na forma de comentário uma nova denúncia sobre manipulação de noticiário.
A notícia que teria sido alterada é do site Geração Rubro-Negra.
Solicitamos ao leitores que são conhecedores do tema que confirmem ou não o denunciado e que verifiquem se isso ocorreu também na matéria original do site da Revista Veja (Link).

"COMENTÁRIO
Anônimo
12 de março de 2014 15:47 
Coronel, mais um fato distorcido para prejudicar o Flu e tentar salvar o Fla. 
Provas: 
Segue o cachê do Google sobre a matéria original. Repare que o dinheiro foi recebido AINDA NO VESTIÁRIO do jogo da Lusa: 
Jogadores da Portuguesa receberam dinheiro vivo antes do jogo contra o Grêmio
11/03/2014 18:45
Algo de muito suspeito aconteceu na última rodada do Brasileirão do ano passado, quando a Lusa escalou o meia Héverton de maneira irregular e, consequentemente, perdeu quatro pontos no STJD e acabou rebaixada para a Segunda Divisão. No dia da partida contra o Grêmio, jogadores da Lusa receberam parte dos salários atrasados em dinheiro vivo ainda no vestiário.
Fonte: Radar Online - Veja
Agora a notícia atual, ALTERADA: 
Ou seja, os jogadores da Lusa realmente receberam dinheiro vivo na semana do jogo, ao pé da letra isso é verdade. Mas a parte mais importante: os envelopes foram entregues no vestiário, domingo, dia do jogo Lusa e Grêmio. Depois da lambança do Fla".

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terça-feira, 11 de março de 2014

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRO: A VERDADE! PARABÉNS AO GLOBO ESPORTE



Prezados leitores, nós discordamos da posição do editor-chefe do site do Globo Esporte incontáveis vezes no twitter, mas somos obrigados a parabenizar Gustavo Poli pela matéria publicada nessa 3a feira e que tem o seguinte título:

"Portuguesa 
11/03/2014 18h30 - Atualizado em 11/03/2014 19h32 
Com foto de tapete, Lusa provoca Flu em rede social: 'Beijinho no ombro' 

Sensacional! 
Não a gozação que a Portuguesa tentou fazer, um lugar comum, mas um parágrafo da matéria, o qual contém uma verdade que muitos teimam em negar. 
Por favor, leiam: 

"O clube paulista usou o Twitter e o Facebook para provocar os cariocas, com uma foto de um tapete, em alusão ao termo "tapetão" - a Lusa perdeu quatro pontos no STJD por conta da escalação irregular do meia Héverton na última rodada do Brasileirão, o que acabou salvando da degola o Flamengo, que também foi punido com a perda de quatro pontos pela escalação de André Santos, que estava suspenso (Link)". 

Parabéns!
Aproveitamos para recomendar a leitura a todos e a todas.

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O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: BOMBA "INOCENTA" FLAMENGO



"REVISTA VEJA
terça-feira, 11 de março de 2014
6:26 \ Futebol
Dinheiro vivo
Mais um fato inusitado promete alimentar a teoria da conspiração sobre a conduta da Portuguesa na última rodada do Brasileirão do ano passado. Em 8 de dezembro, a Lusa escalou irregularmente o atleta Heverton, suspenso pelo STJD três dias antes da partida. 
Na semana do jogo, a Portuguesa pagou parte dos salários atrasados dos jogadores com dinheiro vivo. Durante o ano, os pagamentos da Lusa sempre foram efetuados via depósito bancário. 
A assessoria do jogador Muralha, hoje no Flamengo, confirma a informação e afirma que as notas foram colocadas em envelopes e entregues a cada um em mãos. 
Por Lauro Jardim (Fonte)".

Prezados leitores, vocês que tem acompanhado as nossas publicações sobre os fatos misteriosos que ocorreram na última rodada do Brasileirão 2013, sabem que:
1) Pode ter ocorrido uma coincidência extraordinária e tanto o Flamengo, quanto a Portuguesa, escalaram jogadores irregulares. Sim, pode ter ocorrido esse duplo erro, mas também sabem que a chance disso ter ocorrido é uma em cinco milhões.
2) Caso não tenha sido uma coincidência e tenha ocorrido um acordo para que a Portuguesa escalasse o jogador Héverton, como chegou a declarar o Promotor que cuida do caso em São Paulo, existem vários clubes que se beneficiariam com tal arranjo.
Diante dessas duas possibilidades, antes de formar uma opinião, aconselhamos que primeiro cada um dos senhores (as) decida o que pretende:
1) Esclarecer a verdade dos fatos.
2) Proteger o seu time de coração.
Se a sua opção for a busca pela verdade, nós estamos ao seu lado, pois esse sempre foi nosso objetivo. Todavia, caso seu interesse seja proteger seu time, não perca o seu e o nosso tempo, procure outro espaço, preferencialmente um blog ou site que apoie seu time, seja ele qual for.
A notícia que abre esse artigo provocou algumas reações nas redes no sentido de que ela isentaria o Flamengo e colocaria nossa teoria por água abaixo, reações com cunho clubístico sem dúvida, que nada acrescentam para o surgimento da verdade.
Qualquer pessoa que esteja em busca da verdade não faria tais interpretações. 
Convidamos a todos para uma análise da notícia.
O assunto é novo?
Não. A realização do pagamento foi alvo de várias matérias. Citamos duas do dia 5 de dezembro de 2013. Uma do site do Globo Esporte (Leiam) e outra do UOL Esporte (Leiam).
A matéria trouxe alguma novidade?
Sim. O fato do pagamento ter sido feito em dinheiro vivo. Não nos recordamos de ter lido isso antes, embora alguns possam interpretar esse trecho como a existência de "dinheiro vivo":

- "Eu garanti que vou pagar eles até sábado. Todo o dinheiro está aqui e vai ser pago aos jogadores. É dinheiro meu e de outras pessoas que eu deveria falar o nome, mas não sei se eles querem que as esposas deles saibam. Os salários vão ficar em dia - afirmou ele".

Diante do exposto, por que o pagamento dos atrasados (em dinheiro ou em qualquer outra forma de pagamento) isenta o Flamengo e derruba nossa teoria?
Para que esse fato isente o Flamengo, primeiro tem que ser provado que esse dinheiro foi o suborno recebido pela Portuguesa e nem o suborno foi comprovado até a presente data. 
Caso um dia seja comprovado o suborno e que o dinheiro usado para os pagamentos foi fruto desse crime, somente nesse momento, o Flamengo terá que ser retirado da lista de suspeitos, pois não haveria qualquer razão para o Flamengo (alguém do clube) participar desse ato ilícito, isso é fato.
A novidade não afeta a nossa linha de raciocínio em nada, ela continua íntegra, o que não significa que ela represente a verdade, essa só poderá surgir após uma investigação policial, sem ela nada será esclarecido.
Valeu a tentativa da FLAPRESS, porém o tiro deu água...
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

NOTÍCIA SOBRE A SENADORA MARTA SUPLICY - DESMENTIDO



Prezados leitores, a seguir transcrevemos um comentário recebido que trás esclarecimentos sobre o artigo publicado pelo jornalista Lauro Jardim, na Revista Veja, transcrito nesse espaço com o título "Comandante faz senadora Marta descer do avião".

COMENTÁRIO:
"Michel
28 de fevereiro de 2014 18:39 
Essa "notícia" é requentada e vem desde 2008. É uma versão que alguém contou a Lauro Jardim (da anti-petista Veja) e espalhou-se pela mídia (anti-petista) como verdade. Não há um único testemunho dando conta que o incidente (se aconteceu) foi da forma em que foi contada. Quem é torcedor do Fluminense sabe como essa coisa da "mentira repetida mil vezes" funciona. E agora em 2014, ano eleitoral, essas mentiras serão furiosamente espalhadas. Sei que este blog do Coronel não se prestará a tal papel. No mais, que tal ouvir o outro lado? vou deixar 2 links:


Nós acessamos os dois links constatando que a notícia dada por Lauro Jardim é desmentida neles.
Ouvir os dois lados, aliás, ouvir todas as versões, isso é um dever de quem pretende informar.
Grato pelo comentário, Michel.

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domingo, 15 de dezembro de 2013

BRASIL: HORA DE PROTESTAR. NOVO ESCÂNDALO DE CORRUPÇÃO

Pois é...
Um novo escândalo envolvendo empresários, políticos, propinas e caixa dois.
O Brasil virou o país dos escândalos.
O país da propina.
O reino do caixa dois.
E, caminha para ser uma cleptocracia.
O povo precisa voltar para as ruas e protestar de forma organizada, ordeira, pacífica e contínua.
Infelizmente, alguns precisam conduzir o processo, outros precisam ser conduzidos para participarem da luta desarmada, diante da incapacidade implantada em parte significativa da população pelo analfabetismo funcional que veio se somar ao analfabetismo total. Não podemos fugir da realidade, sem lideranças os protestos não se organizam e viram desordem, tudo o que os cleptocratas querem para esvaziar as ruas por meio da violência policial, do vandalismo e dos saques.
É hora de levantar da cadeira.
Leiam a matéria na Revista Veja dessa semana, ela estará disponível na internet no final da semana, como de costume.
Eis um aperitivo:
REVISTA VEJA
O REI DAS LARANJAS


Como Adir Assad ajudou grandes empresas brasileiras a repassar 1 bilhão de reais em propinas a políticos e caixa dois de campanhas eleitorais.





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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

CABRAL: HELICÓPTEROS, POVO, DEPUTADOS E MINISTÉRIO PÚBLICO

O recente escândalo do uso ilegal dos helicópteros do governo estadual pelo governador Sérgio Cabral, familiares, amigos, empregados e animal de estimação provocou grandes manifestações de repúdio. 
O Ministério Público disse que investigaria, mas não revelou até a presente data os resultados obtidos.
Deputados estaduais afirmaram que entraram com o pedido de impeachment, mas não foi iniciado nenhum processo.
A verdade que muitos não querem ouvir é que o governador Sérgio Cabral faz o que quer no estado do Rio de Janeiro.
Ele consegui rasgar a legislação e prender ilegalmente Policiais Militares e Bombeiros Militares, que por direito e por prerrogativa jamais poderiam ser encarcerados em uma penitenciária.
Ninguém investiga o governador, ninguém responsabiliza o governador, ninguém quer nem incomodar o governador.
Diante dessas verdades, o que esperavam...

UOL NOTÍCIA
Cabral volta a usar helicóptero oficial com a família nos fins de semana 
Hanrrikson de Andrade 

Foto: UOL

Do UOL, no Rio O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), voltou a utilizar o helicóptero oficial do Estado para se deslocar entre a capital fluminense e o município de Mangaratiba, na região da Costa Verde, onde ele possui uma casa de veraneio em um luxuoso condomínio. 
"Não estou fazendo nenhuma estripulia. Não é nenhuma novidade. Não sou o primeiro a fazer isso no Brasil, outros fazem também", disse Cabral.
O governador havia parado de se deslocar com a família desde a discussão em torno de suas viagens com o helicóptero oficial do Estado, reveladas em uma reportagem da revista "Veja", em julho deste ano (Leia). Pressionado, o chefe do Executivo estabeleceu regras para o uso de aeronaves por meio do decreto 44.310, publicado no Diário Oficial no dia 5 de agosto (Leia mais).

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

OS HELICÓPTEROS DA POLICIA E OS HELICÓPTEROS DO CABRAL

Imagem: Revista Veja


Prezados leitores, o noticiário dá conta que dois helicópteros da Policia Civil estão sem uso por falta de manutenção. 

"JORNAL O GLOBO 
28 de novembro de 2013 
Dois de três helicópteros usados em ações da Polícia Civil estão parados 
Uma delas sofreu uma queda e a outra está com uma peça faltando 
Imagens mostram as aeronaves cobertas por lona de plástico Equipamentos para monitorar criminosos também estão parados 
RIO — Dois dos três helicópteros usados em operações da Polícia Civil contra o tráfico de drogas no estado e parte do equipamento de alta tecnologia usado para monitorar a ação de criminosos estão parados há meses. É o que revela uma reportagem exibida pelo “Bom Dia Brasil”, da TV Globo, nesta quinta-feira. Uma delas sofreu uma queda em maio durante voo de treinamento. Já a outra aeronave tem uma peça faltando. As imagens mostram os helicópteros cobertos por uma lona de plástico e cartazes com avisos. No acidente ocorrido há seis meses, a primeira aeronave também teve parte da câmera instalada nela danificada. Segundo a reportagem, o valor do contrato de compra da câmera, com os acessórios, foi de mais de R$ 2,5 milhões. Já a segunda aeronave, o helicóptero Huey, conhecido como “Sapão”, custou cerca de R$ 8 milhões. A peça que está faltando é uma das palhetas do motor. A necessidade de troca da peça foi constatada em manutenção de rotina, segundo a Polícia Civil (Leia e assista a reportagem)". 

Vergonha!
Por favor, avalie essa situação de total descalabro administrativo, de falta de respeito com as instituições policiais e com a população, comparando com o uso indevido dos helicópteros, por mais de seis anos, por parte do governo Sérgio Cabral. 
Vergonha!

"REVISTA VEJA 
6 de julho de 2013 
As viagens de Cabral com o helicóptero oficial 
Reportagem de Veja dessa semana mostra que o governo do Rio usa o helicóptero oficial para levar a família para sua casa em Mangaratiba 
Otavio Cabral e Leslie Leitão 
Longe de ser uma prerrogativa do Legislativo, o uso e abuso da coisa pública é algo de que entendem perfeitamente governantes como, por exemplo, Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro. Ele costuma passar os fins de semana em sua casa em Mangaratiba com a mulher, os dois filhos, duas babás e Juquinha, o cachorrinho de estimação. O meio de transporte da turma é o helicóptero oficial do governo — um Agusta AW109 Grand New, que Cabral mandou comprar por 15 milhões de reais em 2011, depois de voar em um igualzinho, de propriedade de Eike Batista. Às sextas, o Agusta leva para Mangaratiba todo mundo, menos Cabral, e retorna ao heliporto do governo. No sábado, leva apenas Cabral e volta. No domingo, faz duas viagens: a primeira traz a família Cabral e a segunda, as empregadas — no que é chamado pelos pilotos de "voo das babás". "Já levamos para Mangaratiba cabeleireira, médico, prancha de surfe, amigos dos filhos. Uma babá veio ao Rio pegar uma roupa que a primeira-dama tinha esquecido. Uma empregada veio fazer compras no mercado. É o helicóptero da alegria", diz um piloto (Leia mais)".

O Ministério Público ainda não revelou os resultados das investigações sobre o uso dos helicópteros pelo governador Cabral, familiares e empregados.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O IMPEACHMENT, O GOVERNADOR, O MP E OS HELICÓPTEROS



Prezados leitores, vocês lembram das denúncias publicadas na Revista Veja sobre o uso indevido por mais de seis anos dos helicópteros do governo estadual pelo governador Sérgio Cabral, familiares, amigos e serviçais?
A matéria é do dia 6 de julho de 2013.
"REVISTA VEJA 
Política 
As viagens de Cabral com o helicóptero oficial 
Reportagem de VEJA desta semana mostra que o governador do Rio usa o helicóptero oficial para levar a família para sua casa em Mangaratiba 
Longe de ser uma prerrogativa do Legislativo, o uso e abuso da coisa pública é algo de que entendem perfeitamente governantes como, por exemplo, Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro. Ele costuma passar os fins de semana em sua casa em Mangaratiba com a mulher, os dois filhos, duas babás e Juquinha, o cachorrinho de estimação. O meio de transporte da turma é o helicóptero oficial do governo — um Agusta AW109 Grand New, que Cabral mandou comprar por 15 milhões de reais em 2011, depois de voar em um igualzinho, de propriedade de Eike Batista. Às sextas, o Augusta leva para Mangaratiba todo mundo, menos Cabral, e retorna ao heliporto do governo. No sábado, leva apenas Cabral e volta. No domingo, faz duas viagens: a primeira traz a família Cabral e a segunda, as empregadas — no que é chamado pelos pilotos de "voo das babás". "Já levamos para Mangaratiba cabeleireira, médico, prancha de surfe, amigos dos filhos. Uma babá veio ao Rio pegar uma roupa que a primeira-dama tinha esquecido. Uma empregada veio fazer compras no mercado. É o helicóptero da alegria", diz um piloto. 
Durante a semana, Cabral usa o helicóptero todos os dias para ir trabalhar, ainda que seja de apenas 10 quilômetros a distância entre seu apartamento e o Palácio Guanabara — e de 7 a que separa o palácio do heliporto. O voo tem duração de três minutos. No mercado, o aluguel de um helicóptero desse tipo custa 9 500 reais a hora. Os gastos de Cabral com o equipamento ficam em cerca de 312 000 reais por mês, ou 3,8 milhões por ano. Em nota, sua assessoria informou que Cabral “usa o helicóptero do governo sempre que necessário para otimizar o seu tempo e cumprir todos os seus compromissos”. Na quinta-feira, a rua do governador voador foi ocupada por 400 manifestantes que empunhavam cartazes de “Fora, Cabral”. Naquele mesmo dia, VEJA testemunhou o helicóptero decolar mais uma vez para o palácio, como ele faz diariamente. Se Cabral viu o protesto, portanto, não entendeu sua mensagem. E assim caminham os políticos — ou melhor, voam (Leiam mais)".
O Ministério Público cobrou explicações e anunciou que investigaria, vocês recordam?
O jornal O Globo noticiou a investigação (Leiam), mas até a presente data os resultados da referida investigação ainda não foram divulgados, isso passados mais de três meses.
Apesar do esquecimento que parece envolver a denominada "farra dos helicópteros", o governador Sérgio Cabral foi denunciado por crime de responsabilidade na ALERJ, primeiro passo para o processo de impeachment, através de documentação encaminhada pelo deputado estadual Geraldo Roberto Siqueira de Souza (Leiam a denúncia).
A população do Rio de Janeiro deve cobrar os resultados ao Ministério Público e à ALERJ.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A VITÓRIA DA BADERNA

REVISTA VEJA
A vitória da baderna. Em defesa da maioria.
Diante de uma polícia acuada, os arruaceiros se fortalecem e surgem mais violentos e destemidos do que no início dos protestos.
Daniela Lima e Bela Megale
Horas depois da ação coordenada de black blocs que deixou destruídas lojas de São Paulo e do Rio de Janeiro e espalhou o pânico nas duas cidades, o comandante-geral da PM paulista, coronel Benedito Meira, pediu licença para mostrar um vídeo ao governador Geraldo Alckmin. Além de oficiais da PM, estava presente à reunião toda a cúpula da Secretaria de Segurança do Estado. No filme, gravado na segunda-feira em frente à Secretaria Estadual de Educação, no centro da capital, o que se via era uma fileira de mascarados vestidos de preto avançando na direção de uma acuada tropa de policiais militares. Provocando os homens com gritos como "não estudou, tem que estudar, para não virar polícia militar", os mascarados começam lançando pedras na direção da tropa. "Calma. calma", orienta o oficial responsável pelo agrupamento. Em seguida, vêm as bombas. São três estouros. Os policiais permanecem no lugar, tentando se defender atrás dos escudos. No fundo, a voz do comandante desestimula qualquer outra reação. "Mantenham a calma, mantenham a calma", insiste.
Ao ver o filme, um dos oficiais afirmou: "Eu não entro em favela com um 38 para combater traficante armado de fuzil. Também não posso reagir com um cassetete contra quem vem para cima com coquetéis molotov". No mesmo dia, Alckmin decidiu revogar a proibição do uso de balas de borracha, suspenso desde 17 de junho. Quatro dias antes, uma atuação descontrolada da Tropa de Choque da PM atingiu com balas de borracha dezenas de manifestantes e jornalistas que cobriam protestos na região central de São Paulo. Desde então, as balas foram banidas no estado—junto com a autoridade da polícia, que passou a atuar intimidada, incerta de seus limites e receosa do julgamento da opinião pública. No Rio de Janeiro, uma situação parecida ocorreu. Depois dos primeiros protestos de junho, dos quais dezenas de pessoas saíram feridas, os policiais não só pararam de impedir as depredações como se deixaram encurralar por arruaceiros que invadiram a Assembleia Legislativa.
Além da hesitação das polícias, nas duas cidades, afrouxaram-se os protocolos para lidar com as manifestações. Em vez de cumprirem a regra de informar previamente às autoridades horário e itinerário dos protestos, os manifestantes passaram a improvisar livremente seus atos. A polícia tinha de descobrir onde eles ocorreriam por meio das redes sociais ou à medida que aconteciam.
Tudo isso fortaleceu os black blocs. Na semana passada, eles mostraram que estão mais organizados e mais bem armados. Os pedaços de pau e pedras deram lugar a esferas de aço e coquetéis molotov, agora lançados com estilingues. Os rojões passaram a vir reforçados com bolas de gude e outros objetos, de forma a se transformarem em morteiros lançados contra a polícia. "Houve um aumento da ousadia desses grupos que se infiltram nas manifestações e atuam para desmoralizar o estado. Eles estão mais predispostos a partir para o enfrentamento", afirma o coronel Reynaldo Simões Rossi, comandante do batalhão que monitora a região central de São Paulo. "Tenho policiais afastados há mais de sessenta dias, homens com fratura de face, mandíbula e risco de perder a visão", afirma. Um desses feridos foi atingido na segunda por um rolamento lançado por estilingue. O lado esquerdo de sua face terá de ser reconstituído, e ele corre o risco de perder a visão. Não há dúvida de que a escalada da violência dos black blocs se deu no vácuo da atuação da polícia. "Ficamos entre a prevaricação e o abuso de autoridade", reconheceu o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame.
Investigações da inteligência policial paulista mostram uma coordenação inédita entre os grupos de várias cidades, como se viu na segunda passada. Eles se provocam uns aos outros, numa competição para ver quem vai ser o mais violento. "Quando é que São Paulo vai dar um "salve"?, cutucaram cariocas, usando a gíria comum entre criminosos de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) para designar uma ordem de ação criminosa. A comunicação se dá sobretudo por meio de redes sociais como o Facebook e a N-l. mais difícil de ser rastreada.
Na reunião de segunda-feira com a cúpula da segurança, o governador Alckmin recebeu das mãos do delegado-geral da Polícia Civil, Luiz Mauricio Blazeck, um relatório preparado pela equipe de inteligência que revelava, entre outras coisas, que para organizar protestos nas redes sociais os black blocs criam vários perfis falsos, de maneira a dificultar o rastreamento da polícia. A peça, com mais de 200 páginas, reúne informações trocadas pelos jovens que a polícia acredita serem os cabeças da violência.
Embora tardia, a contraofensiva do estado à ação dos black blocs parece que começa finalmente a ser traçada. Desde o início dos protestos, já foram abertos cerca de 100 inquéritos relacionados a vandalismo e agressões. Mas, como as investigações são dispersas, os casos não andavam. Agora, todas as informações sobre as lideranças dos black blocs serão organizadas em um único inquérito. A tática, espera-se. facilitará o enquadramento dos culpados em crimes como associação criminosa e formação de quadrilha, o primeiro passo para impedir que os presos de hoje de manhã estejam na rua à tarde.
"Hoje. na maioria dos casos, o policial leva o indivíduo para a delegacia e ele não passa nem uma noite lá", diz o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella. "Será que isso é suficiente para inibir e punir esses comportamentos que, mais do que causar dano, ofendem a paz pública, geram intranquilidade e afetam diretamente o direito de manifestação?", pergunta ele. Para quem não anda por aí de cara tapada e molotov na mão, a resposta certamente é não.
                     
Em defesa da maioria
Ao contrário do que ocorre no Brasil, os policiais dos países mais civilizados e democráticos do mundo são apoiados e admirados na contenção dos baderneiros
Há poucas semanas, no final da tarde de um sábado já não tão quente em Paris, os alto-falantes das linhas de metrô com estações na Champs-Élysées anunciavam, a cada dez minutos, que os trens não parariam para embarcar ou desembarcar passageiros na avenida mais conhecida da cidade, por motivo de segurança. Não havia problema nos trilhos ou ataque terrorista. Foi só uma maneira de evitar que uma passeata não autorizada contra o casamento gay fosse engrossada por simpatizantes ou confrontada por eventuais oponentes. Os manifestantes, um grupo católico autointitulado Veil-leurs. algo como "Vigias da Noite", haviam convocado simpatizantes para descer a Champs-Élysées, do bairro modernoso de La Défense em direção à Place de la Concorde, onde eles se concentrariam. acenderiam velas e rezariam pela revogação da lei aprovada neste ano. Na quarta-feira anterior, a polícia já havia anunciado que não permitiria a passeata divulgada pelas redes sociais, visto que não fora contatada por interlocutores do movimento para conversar a respeito do assunto. "Todos os cortejos em vias públicas devem ser precedidos por um aviso prévio, o que até o momento não foi feito", lembrou a polícia. Os manifestantes retrucaram, via redes sociais outra vez. afirmando que iriam fazer a passeata mesmo assim, porque eles andariam nas calçadas, e não no meio da rua. Bravata. Não houve passeata nenhuma — de trinta em trinta pessoas, sem carregar faixas ou gritar slogans, eles rumaram até a Place de la Concorde. Como era sábado à noite, e nada daquilo prejudicava a circulação na área, já havia sido permitido que executassem a sua pajelança por lá. sob os olhares de policiais e de poucos turistas.
Sim, você leu certo: na França, manifestações, sejam elas contra, a favor ou muito pelo contrário, precisam ser autorizadas pela polícia ou elas simplesmente não ocorrem. Se se desrespeita a proibição ou as normas que a regulam são burladas, o resultado é previsível e até desejável pela maioria dos cidadãos: entra em ação o aparelho de repressão do Estado, detentor, no contrato social, do monopólio das ações enérgicas. Na Inglaterra, as regras são semelhantes. Evidencie-se aos distraídos que não se está falando de ditaduras ou arremedos de democracia, como Cuba. Coreia do Norte ou Rússia, e sim do núcleo duro do Ocidente, onde a liberdade de expressão, informação e opinião é, mais do que cláusula pétrea das respectivas constituições, ingrediente da receita essencial que o formou. As manifestações ininterruptas no Brasil, da forma como vêm se dando, são chocantes no exterior porque é incompreensível para um cidadão europeu que, num país em que vigora a democracia plena, bandos de pessoas possam bloquear ruas a seu bel-prazer, infernizando o cotidiano de milhares de outras, para dar curso a reivindicações de quaisquer sabores. Quanto à invasão cotidiana de prédios públicos, de sedes de empresas e à depredação de bancos, lojas e estações de metrô — bem, aí parece mesmo coisa de outro planeta. O dos macacos.
A ordem e o respeito à lei não são empecilho a protestos que fazem parte do jogo democrático. Paris, na condição de capital francesa e centro de convergência internacional, é uma festa — em
especial, para manifestantes. Em Londres, não é diferente. Uma das principais caixas de ressonância mundiais, a capital inglesa conta com protestos frequentes, controlados por regras estritas e policiais com grande grau de autonomia para lidar com possíveis imprevistos. Neste momento, enquanto o repórter escreve, sírios pró-intervenção ocidental fazem algazarra lá embaixo, ao lado da Assembleia Nacional francesa, na pracinha Édouard Herriot. É um ritual quase diário. Os manifestantes chegam com antecedência em relação à hora combinada. Podem ser imigrantes ilegais africanos querendo documentos, árabes gritando contra regimes despóticos, franceses clamando por mais benefícios e por aí vai. Eles se instalam na pracinha bloqueada por grades e vigiada por soldados, pendurara os seus cartazes, agitam bandeiras, gritam, cantam, dão entrevistas a repórteres e, depois de duas a três horas, em média, se dispersam sem confusão, conforme o acertado, até as 9 da noite. Pois é, tem horário. Na gigantesca manifestação ocorrida contra o casamento gay, em janeiro, que reuniu 800000 pessoas aos pés da Torre Eiffel, sob um frio de freezer, os oradores apressaram os seus discursos porque tudo deveria terminar às 8 da noite, segundo o acordado com a prefeitura e as forças policiais.
Horário e lugar. Manifestações diante do palácio presidencial do Eliseu. Proibido. Do palácio do primeiro-ministro, Matignon. Proibido. Do Senado, no Jardim de Luxemburgo. Proibido. Da Assembleia Nacional. Proibido. De ministérios. Proibido. Em avenidas vitais para a circulação de carros e transporte público. Proibido. Neste ano, por duas vezes tentaram pegar as autoridades de surpresa na Place du Palais Bourbon, em frente à Assembleia. Na primeira, em janeiro, agricultores sequiosos por mais subsídios governamentais apareceram de manhã, espalharam alfafa nas adjacências do portão e, quando estavam para soltar uma vaca amedrontada, pobrezinha, de dentro de um caminhão (ótima imagem para jornais e TVs), policiais chamados às pressas os impediram de fazê-lo. Uma hora mais tarde, mais ou menos, a praça estava limpa — de manifestantes, alfafa e vaca. Na segunda, em maio, os Veilleurs irromperam à noite e se sentaram no chão da praça. Queriam fazer uma vigília de orações madrugada adentro. Foram cercados por soldados, e um sargento lhes comunicou que seriam retirados à força, caso resistissem a sair. O argumento de que queriam apenas rezar não comoveu as almas uniformizadas. "Rezar. Aqui, também não pode", replicou o sargento. Tudo acabou na santa paz laica.
Na França, um decreto-lei de 1935 (há oitenta anos. portanto) definiu os parâmetros a ser obedecidos por quem deseja exercer o direito de protestar nas ruas. Eis alguns:
Com três dias de antecedência, no mínimo, três organizadores devem enviar uma declaração por escrito à prefeitura ou ao comando da polícia sobre a intenção de fazer uma manifestação. Dessa declaração precisam constar os seus nomes completos, os seus domicílios fixos, o dia, a hora e o itinerário a ser seguido pelo cortejo ou, no caso de ser apenas uma concentração de pessoas, sem passeata. o local escolhido para a gritaria.
Se a prefeitura ou a polícia estimarem que a manifestação constitui ameaça grave à ordem pública ou que o aparato policial não está apto a garantir a segurança. elas poderão proibi-la.
Antes que o leitor veja no segundo item uma forma de filtrar inconveniências ideológicas, diga-se que as interdições. por lei, devem ser exceção e que, na hipótese de os organizadores se acreditarem censurados, existe a possibilidade de recorrer a um juiz, em caráter de urgência. Das centenas de manifestações que ocorrem em Paris a cada ano, não mais do que seis são vetadas. De acordo com a prefeitura. 40% são relativas a assuntos estrangeiros. Os sírios lá embaixo, na Place Édouard Herriot, por exemplo.
Governadores brasileiros decidiram proibir o uso de máscaras em manifestações. Não há nada de autoritário nisso. É uma ótima maneira de domar os incivilizados que se infiltram em atos que se querem civilizados — e de começar a civilizar quem pede mais civilização, mas dá uma piscadela cúmplice aos baderneiros, para em seguida jurar que nada tinha a ver com eles. Segue-se, aqui, a cartilha da França, da Inglaterra e do Canadá. Um decreto-lei do governo francês de 2009 vetou as máscaras completamente, seja no interior de um protesto, seja nos seus arredores, como forma de prevenir a ação de arruaceiros. Os desobedientes são detidos, fichados e têm de pagar uma multa de 1500 euros (ou 4500 reais). Em caso de reincidência no prazo de um ano, o valor dobra. No Canadá, uma lei aprovada recentemente pune com pena de até dez anos de prisão quem participar mascarado de qualquer perturbação da ordem pública. O motivo foi um tumulto em Vancouver, quando o time de hóquei no gelo local perdeu a final do campeonato americano e o centro da cidade ficou praticamente em ruínas. Não é preciso pedir autorização para organizar protestos, desde que eles não obstruam ruas nem calçadas. Os policiais acompanham os cortejos e só entram em ação quando a coisa sai do controle. Foi o que ocorreu em Toronto, em 2010, durante uma reunião do G20 na cidade. Black blocs, sempre eles, resolveram incendiar viaturas de polícia e destruir agências bancárias. Centenas deles foram presos e processados. "É o que fazemos com criminosos", resumiu o prefeito David Miller.
Nos Estados Unidos, o histórico de repressão desmesurada aos movimentos em defesa de liberdades civis, na década de 60, principalmente, constrange até hoje as autoridades de cada estado americano no estabelecimento de normas mais rígidas para manifestações. "No entanto, impor restrições de tempo, lugar e organização a protestos passou a ser prática comum, embora não inteiramente formalizada", diz o sociólogo Alex Vitale, especialista em movimentos sociais do Brooklyn College, em Nova York. Em geral, são exigidos pedidos de permissão para ajuntamentos que excedam cinquenta pessoas, sem que sejam necessárias maiores especificações. De qualquer forma, badernas estão longe de ser toleradas. Desde 1998, o direito de protestar tomou-se mais restrito no país, se for considerado uma perturbação da segurança nacional — termo que costuma designar eventos que contem com a presença do presidente americano e convenções de partidos políticos. "Observamos que a polícia vem utilizando mais energia em oportunidades em que há pouca provocação por parte dos manifestantes"", critica o especialista em resolução de conflitos Stephan Sonnenberg. Talvez o senhor Sonnenberg pensasse diferente se estivesse do outro lado dos escudos de choque. É proibido, no entanto, policiais à paisana se misturarem a manifestantes. A sua identificação precisa estar bem visível, ao contrário do que acontece na França, onde quase sempre há agentes disfarçados em meio a manifestantes. Por ocasião dos protestos do movimento Occupy Wall Street, Nova York ressuscitou uma legislação municipal datada de 1845, reeditada em 1965, que bania o uso de máscaras fora do âmbito de festas. Justificou-se dessa maneira a prisão de sete pessoas que usavam a carranca do personagem Anonymous. A detenção de mascarados não é automática na cidade americana, mas, dependendo da situação, a lei escuda os policiais.
O uso de máscaras não é proibido na Inglaterra, mas os policiais têm o direito, por lei, de pedir a um manifestante que mostre o rosto em situações nas quais eles julguem o sujeito perigoso à ordem pública. Isso inclui maquiagens ou pinturas faciais que escondam a sua identidade. "Uma pessoa que se recusa a remover um item de vestuário ou outro qualquer, quando isso for solicitado por um policial no exercício da sua atividade, comete uma infração e poderá responder por isso", disse a VEJA Dave Lockyear. responsável pela comunicação da polícia de Londres. Os policiais encarregados de zelar pelo bom andamento de um protesto podem deter um suspeito por um prazo de até 24 horas, extensível por outras 24. período suficiente para que as engrenagens da Justiça entrem em funcionamento, seja para abrir um inquérito, seja para liberar o detido. As regras para manifestações na capital inglesa são detalhadas como as de Paris, com a diferença de que é necessário notificar as autoridades com seis dias de antecedência, no mínimo, e de que basta fornecer os dados de um único organizador. O lado quase enternecedor é que a polícia londrina chama atenção para os benefícios que tem quem obedece às normas: "Você pode encontrar a garantia de que o seu evento ou protesto não se chocará com o de outro grupo que pretenda utilizar os mesmos locais": " Nós poderemos facilitar a realização do seu protesto no que for possível e aconselhá-lo sobre a melhor forma de gerenciá-lo": "Nós poderemos mantê-lo a par de qualquer informação a respeito de quem queira protestar contra o seu protesto".
O carrasco-mor da Revolução Francesa. Maximilien de Robespierre, afirmou, em 1794, que. "quando o governo viola os direitos do povo, a insurreição é para o povo o mais sagrado e o mais indispensável dos deveres". No mesmo ano, ele perderia a cabeça na guilhotina, em outra prova de como, naquele período, a violação dos direitos populares ainda era uma questão que dependia somente do ponto de vista de quem puxava a corda que fazia descer a lâmina. Paris foi moldada fisicamente por insurreições — essa é a palavra que interessa aqui. No fim do século XVIII, os revolucionários aproveitaram-se das estreitas e tortuosas ruas medievais para erguer barricadas, fugir das tropas reais ou encurralá-las. A intrincada malha urbanística ajudou-os, assim, a derrubar a prisão da Bastilha, promover o quebra-quebra de outros símbolos da monarquia absolutista e vanda-lizar igrejas. Durante a "primavera dos povos", em 1848, idem. Em 1871, com a maior parte das reformas efetuadas por Georges-Eugène Haussmann já realizadas, os rebeldes da Comuna de Paris encontraram muito mais dificuldade para manter a cidade em seu poder.
Isso porque, sob os auspícios de Napoleâo III, sobrinho do Bonaparte corso, Haussmann havia posto abaixo o emaranhado de casarios insalubres da Idade Média, retificado os quarteirões, rasgado a paisagem com avenidas largas e parques e definido o gabarito para as construções parisienses que vigora até hoje inalterado no essencial. O propósito ia além do embelezamento e da modernização da capital da França. Tratava-se, ainda, de desenhar uma geografia que permitisse às autoridades mais eficácia na contenção de insurreições — eis aí a palavrinha outra vez —. por meio do rápido deslocamento de soldados e do uso de canhões. Os (pouquíssimos e tardios) resistentes franceses, aliás, experimentaram o efeito Haussmann sob a Paris ocupada pelos nazistas. Em maio de 1968, os estudantes amotinados no Quartier Latin lançaram mão da derradeira arma antiga à disposição de insurretos — paralelepípedos arrancados do pavimento das ruas. O governo do presidente Charles de Gaulle, então, decidiu asfaltar a região conhecida como a Velha Paris.
As insurreições no Ocidente — contra reis tirânicos, metrópoles coloniais, ditaduras ou invasores estrangeiros — foram um fator decisivo para a construção da democracia. O seu sucedâneo, numa escala que se diria evolutiva, são as manifestações pacíficas, como forma de pressão sobre os representantes do povo nos poderes constituídos. No berço do Ocidente, elas são asseguradas pelo artigo 10 da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e pela Convenção Européia dos Direitos Humanos. A redação desta última é exemplar: "A liberdade de manifestar a sua religião ou as suas convicções não pode ser objeto de restrições que não aquelas que, previstas pela lei, são necessárias, em uma sociedade democrática, para a manutenção da segurança, a proteção da ordem, a saúde ou a moral públicas, ou a proteção dos direitos e das liberdades dos demais indivíduos". Ou seja, insurreições na plena vigência do estado de direito não passam de tentativa de destruição do arcabouço democrático e, por isso, devem ser reprimidas.
Nos países civilizados, insurreição é um conceito que se estende do enfrentamento armado com as forças da ordem à desobediência constante aos marcos reguladores das manifestações legítimas. Marcos que, no caso específico das passeatas, visam a que a liberdade de expressão não se sobreponha a outra liberdade fundamental: a de ir e vir de todos os cidadãos. Nesse contexto, a polícia está investida do poder de reagir com firmeza contra aqueles, que desrespeitem os limites e confrontem a democracia. Em março, o movimento contra o casamento gay (ainda é o maior assunto na França, fazer o quê? promoveu quatro passeatas simultâneas em Paris. Numa delas, um grupo de ultradireita resolveu promover um débordement. um transbordamento do circuito combinado. Os policiais impediram a ação, os ultradireita decidiram enfrentá-los — e tomaram pau. Ninguém, absolutamente ninguém, censurou o uso de força. Pelo contrário,"a polícia foi elogiada à esquerda e à direita. Tome-se um exemplo oposto. Na comemoração da conquista do campeonato francês de futebol, em maio, o Paris Saint-Germikin escolheu como palco (la festa o Trocádéro. o lugar de onde se tem; a melhor vista para a Torre Eiffel. No fim, arruaceiros iniciaram uma confusão. Os policiais partiram para cima, conforme o manual, com o lançamento: de gás lacrimogêneo e o disparo de balas de borracha — mas se viram criticados por não ter evitado a bagunça.a tempo. Dá para imaginar isso no Brasil?
Cassetetes, tasers, canhões sônicos, balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo, fazem parte do equipamento dos policiais destacados para enfrentar multidões. Eliminá-los, como chegaram a sugerir desmiolados em São Paulo, equivaleria a mandar um gladiador desarmado para uma arena cheia de leões. É importante notar que todas essas armas foram desenvolvidas para não causar mortes nem ferimentos demasiado graves, quando usadas com perícia. São sinônimo de energia, não de selvageria, como parecem acreditar os sambistas brasileiros que defendem os black blocs contra a polícia, numa inversão de valores que é uma das nossas tristes verdades tropicais. Às voltas, com motins violentos nas banliues, as periferias das grandes cidades, protagonizados em sua maioria por jovens imigrantes. As autoridades francesas, em 2011, deram um passo além. Se atacados com armas de fogo diante uma manifestação, os policiais foram autorizadòs a responder com balas de verdade - desde que provenientes de fuzis de repetição, calibre 762 x 51 mm.
Houve quem gritasse contra a medida, afirmando que se tratava de um retrocesso aos tempos de Napoleão Bonaparte. Boa parte da ascensão de Napoleão ao poder, se deve ao fato de ter esmagado, em 1795, uma insurreição monarquista que ameaçava a Convenção Nacional, a instância máxima de governo dos revolucionários franceses, instalada no então Palácio das Tulherias (incendiado em 1871. por ancestrais dos black blocs). Napoleão mandou as tropas sob o seu comando utilizar artilharia pesada —: canhões de boca larga, como os expostos nos Invalides, para ser mais exato — contra os rebelados, matando 1 400 deles. Evidentemente, trata-se de uma comparação exagerada. A permissão para usar armas de fogo contra manifestantes é restrita a casos extremos e só foi possível porque os franceses contam com policiais muito bem treinados.
Em 1969, um ano após os distúrbios causados pela estudantada da Sorbonne, em Paris, Charles de Gaulle inaugurou o Centre National d"Etrainement des Forces de Gendarmerie (CNEFG), onde as forças antimotim são adestradas para executar as suas funções. Todos os policiais perencentes a essas corporações passam pelo complexo localizado em Saint-Astier, a 500 quilômetros a sudoeste de Paris que nos seus 140 hectares abriga até mesmo uma pequena cidade artificial que serve de cenário à simulação de revoltas. De dois em dois em anos, os gendarmes, como são chamados esses soldados na França são obrigados a fazer uma reciclagem no CNEFG, que, como o maior centro desse tipo na Europa,, recebe alunos da Itália, Espanha e Holanda, entre outras nações. O lema do CNEFG é ""O policial age como ele treina. Ele, enquanto, deve adestrar-se como quer agir". A responsabilidade é desse meio, também do guardião da ordem, graças ao treinamento intenso e contínuo, você jamais verá um batalhão francês acuado como os pelotões de choque brasileiros. Recomenda-se aos governantes brasileiros estabelecer uma parceria com o CNEFG.
Agora, no fim desta reportagem, os sírios pró-intervenção ocidental deram lugar a manifestantes africanos que pedem o visto de residência permanente na França. São os mais barulhentos, mas nenhum deles ousa pensar em atirar uma pedra numa das janelas da Assembleia Nacional.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

RIO: GRAVES DENÚNCIAS CONTRA GESTÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA

A Revista Veja publica na edição dessa semana uma matéria muito interessante sobre a segurança pública no Rio de Janeiro. Penso que seja um texto imperdível para quem mora no estado do Rio de Janeiro e para os ditos especialistas em segurança pública. A matéria é de Leslie Leitão (páginas 88 e 89) e merece todos os elogios, sobretudo por tocar em tema tão sensível: as milícias.
O título é "Liga do Mal" e o subtítulo carrega nas entrelinhas uma denúncia contra a secretária de segurança pública (SESEG/RJ), embora cite a polícia como responsável, quando na verdade a postura omissiva é da SESEG/RJ:
"Relatório obtido por VEJA mostra que a polícia deixou um naco inteiro do Rio sob o domínio de Batman, o chefão da maior e mais poderosa milícia do país".
Citando dois temas abordados, a matéria traz dados assustadores sobre o emprego do efetivo policial e sobre o crescimento dos homicídios na Baixada Fluminense, uma das regiões do estado que mais sofreu com a transferência dos traficantes para implantação das UPPs na Capital pela secretaria de segurança pública.
Pesquisando na internet achei o texto da Veja transcrito no blog Brasil Soberano e Livre.
Leiam é esclarecedor (Link).
Parabéns Revista Veja!
Parabéns Leslie Leitão!
Juntos Somos Fortes!