JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

PEZÃO E CAIXA DOIS

O ex-governador Sérgio Cabral confessou a existência de "caixa dois" para a campanha do governador Pezão.
A bola está com a justiça eleitoral.

sábado, 10 de junho de 2017

O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL JOGOU DINHEIRO PÚBLICO NO LIXO ?

TSE

Prezados leitores, nós assistimos parte da fase final julgamento sobre a cassação ou não da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral, que terminou com o resultado da não cassação por quatro a três votos.
O resultado era esperado, mas não podemos deixar de registrar a nossa insatisfação, pois consideramos que estavam, presentes todas as provas para a cassação.
Confessamos que não conhecemos o rito processual do TSE, deixamos isso claro para que os doutores possam aceitar a dificuldade de entendimento que passamos a comentar.
Nos últimos dias assistimos debates sobre a validade ou não do conteúdo das delações premiadas feitas por integrantes do grupo Odebrecht, assim como, das feitas pelos marqueteiros da campanha.
Salvo engano, após deliberações dos excelentíssimos ministros, elas foram desconsideradas por parte da corte.
Diante disso surge o questionamento se o momento de considerar válidas ou não as delações deveria ser fase conclusiva do julgamento.
A razão da pergunta está diretamente ligada ao gasto do nosso dinheiro, o dinheiro público.
Todos sabemos que a burocracia cartorial consome tempo de servidores públicos, o que significa gasto de dinheiro público.
A simples juntada das delações no processo custa caro aos cofres públicos.
Se os procedimentos cartoriais consomem nosso dinheiro, a oitiva de testemunhas muito mais.
Além desses gastos, a transmissão via televisão de dias e dias de debates deve custar uma pequena fortuna. 
Não seria mais produtivo e econômico que a discussão sobre a aceitação ou não das delações da Odebrecht e dos marqueteiros ocorresse na fase inicial do processo?
Isso nos parece lógico.
Se a prova é servível ou não isso deveria ser decidido no início.
Deixar que cada ministro avalie como válida ou não as delações até o último instante, consumiu muito do nosso dinheiro, sobretudo se considerarmos o custo de cada ministro e de cada integrante do TSE para os cofres públicos, conhecidos que são os seus altíssimos salários.
Por derradeiro, ratificamos que não conhecemos o rito processual do TSE, mas se o que ocorreu está dentro da normalidade, eis um ótimo momento para repensar essa dinâmica.
O dinheiro público deve ser gasto obedecendo rigorosos critérios.
Ele é nosso, fruto no nosso trabalho.
A saúde, a segurança e a educação públicas devem ser prioridade no uso do nosso dinheiro, não podemos esquecer.
Menos gastos desnecessários, menos pompa e mais eficácia.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 6 de maio de 2017

NA MADRUGADA COM PAÚL - PAULO DUQUE X LULA DA SILVA

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Ref Paulo Ricardo Paúl comenta o conflito entre as falas do ex-presidente Lula da Silva, que cansou de repetir que "não sabia de nada" e a delação do ex-diretor da Petrobras Paulo Duque que declarou que Lula "sabia de tudo e era o chefe do esquema"






Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 3 de maio de 2017

NOVO ESCÂNDALO NA CAMPANHA DO GOVERNADOR PEZÃO

Hudson Braga

Prezados leitores, o povo brasileiro tem uma paciência que deve impressionar o mundo.
No meio de uma série de escândalos políticos que assolam o cenário nacional, o governo Temer ainda não foi retirado, permanece no poder.
O caso mais assombroso é o do estado do Rio de Janeiro, onde os escândalos políticos são diários e o governo Pezão continua ocupando o Palácio Guanabara.
É muita paciência.

"Jornal O Dia
Coordenador de campanha de Pezão diz que ficou com 'sobras' de caixa 2 
Réu por corrupção, ele disse ter ficado com R$3 milhões remanescentes 
02/05/2017 16:01:03 
Rio - Réu por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, Hudson Braga, ex-secretário de Obras do ex-governador do Rio Sergio Cabral (PMDB), disse nesta terça-feira, 2, em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, que ficou, em 2014, com R$ 3 milhões de "sobras de campanha", arrecadados via caixa 2, do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Ele foi coordenador da campanha (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 29 de abril de 2017

OPERAÇÃO LAVA JATO - PROVAS CONTRADIZEM DEPOIMENTO DE SÉRGIO CABRAL

presidente Temer e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, mentir é algo muito fácil para Sérgio Cabral, portanto, não existe qualquer surpresa no fato de ter mentido no depoimento para o juiz Sérgio Moro.
Mentir deve fazer parte do seu DNA.

"Jornal O Globo
As provas contra Sérgio Cabral
Delações e documentos contradizem defesa do ex-governador de que só usou caixa 2 
MARCO GRILLO 
29/04/2017 4:30 / atualizado 29/04/2017 8:16
RIO - Provas colhidas pelo Ministério Público Federal (MPF) e depoimentos de delatores que trabalharam na Petrobras ou em empreiteiras investigadas na Lava-Jato contradizem o depoimento do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) ao juiz Sergio Moro, na quinta-feira, em Curitiba.
Cabral afirmou ter usado sobras de campanha de dinheiro de caixa 2 para pagar despesas pessoais, mas negou ter recebido propina da obra de terraplanagem do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro ( Comperj, ). Além dos seis processos a que responde na Justiça Federal do Rio, ele é réu na ação em Curitiba por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A investigação aponta que Cabral recebeu R$ 2,7 milhões em espécie em três parcelas. Ele teria maquiado a origem do dinheiro em 114 transações que totalizaram R$ 1,4 milhão. Ternos de grife e até blindagem de carro foram pagos, segundo o MPF, com os recursos ilegais. Leia abaixo as contestações a cinco pontos do depoimento de Cabral (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 17 de abril de 2017

domingo, 16 de abril de 2017

VÍDEO - DELAÇÕES - SÓ EXISTEM BANDIDOS E VÍTIMAS

Prezados leitores, o Coronel PM Ref Paúl lembra nesse breve vídeo que nas delações premiadas que estão sendo exibidas nas redes de televisão não existem mocinhos, só bandidos e vítimas.





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domingo, 5 de março de 2017

PRISÃO DE SÉRGIO CABRAL: "FILHO DE PEIXES, PEIXINHO É..."

Prezados leitores, nada mais esperado, ninguém ficou ou ficará surpreendido com qualquer tipo de denúncia que surgir sobre integrantes da família Cabral.


ex-governador Sérgio Cabral, deputado Marco Antônio Cabral e ex-prefeito Eduardo Paes


"Jornal O Globo
Documentos sugerem existência de caixa 2 em eleição de filho de Cabral
Planilhas apresentadas à Justiça por publicitário mostram gastos anteriores ao período de campanha
MARCO GRILLO 
05/03/2017 4:30 / atualizado 05/03/2017 7:50 
RIO — Documentos apresentados pelo publicitário Francisco de Assis Neto, o Kiko, à Justiça Federal do Rio sugerem a existência de um esquema de caixa 2 na campanha do deputado federal Marco Antônio Cabral (PMDB-RJ) à Câmara, em 2014. 
Preso sob a acusação de integrar o esquema comandado pelo ex-governador Sérgio Cabral, pai do parlamentar, Kiko entregou planilhas que mostram pagamentos, relacionados à candidatura, de R$ 378.653,14 em três meses (abril, maio e junho) em que a campanha eleitoral sequer havia começado oficialmente. As tabelas indicam gastos, já no período oficial de campanha, com funcionários e serviços que não aparecem na prestação de contas de Marco Antônio no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 19 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

PACOTE ANTICORRUPÇÃO - CONHEÇA OS DEPUTADOS QUE VOTARAM CONTRA O POVO

Rodrigo Maia e Renan Calheiros
Os líderes


Prezados leitores, conheçam todos os deputados federais que votaram contra o povo brasileiro (Leiam).
Felizmente, apesar da vontade do presidente do Senado, Renan Calheiros, de querer apressar a votação do pacote transfigurado, o plenário do Senado votou a favor do povo brasileiro (Leiam).

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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

PACOTE ANTICORRUPÇÃO: O CONGRESSO NÃO REPRESENTA MAIS O POVO



Prezados leitores, como era esperado, os deputados federais legislaram em causa própria e alteraram o pacote anticorrupção.
Eis uma nova prova que só povo conseguirá mudar o Brasil, indo para as ruas cobrar mudanças radicais.
Os atuais parlamentares não representam a vontade popular, portanto, não nos servem para nada.
O parlamento é uma instituição que não funciona mais para a promoção do bem da população.

"Site G1
30/11/2016 04h25 - Atualizado em 30/11/2016 08h41
Câmara aprova projeto anticorrupção e inclui punição para juízes e MP
Parecer da comissão sofreu várias mudanças; texto segue para o Senado.
Das 10 medidas originais, apenas 4 foram mantidas, com modificações.
Fernanda Calgaro
Após mais de sete horas de sessão, a Câmara dos Deputados concluiu na madrugada desta quarta-feira (30) a votação do pacote que reúne um conjunto de medidas de combate à corrupção. O texto segue agora para o Senado.
Ao longo da madrugada, os deputados aprovaram diversas modificações ao texto que saiu da comissão especial e incluíram temas polêmicos, como a punição de juízes e membros do Ministério Público por crime de responsabilidade. Essa previsão havia sido incluída pelo relator do texto, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), mas retirada pelo próprio relator posteriormente.
A emenda foi apresentada pela bancada do PDT e lista as situações em que juízes e promotores poderão ser processados, com pena de seis meses a dois anos de reclusão. A legislação atual já prevê o crime de abuso de autoridade, mas é mais genérica.
Entre as condutas que passariam a ser crime estariam a atuação dos magistrados com motivação político-partidária e a apresentação pelo MP de ação de improbidade administrativa contra agente público "de maneira temerária". Nesse caso, além de prisão, os promotores também estariam sujeitos a indenizar o denunciado por danos materiais e morais ou à imagem que tiver provocado.
Os deputados também rejeitaram a proposta que previa que os acordos de leniência (espécie de delação premiada em que empresas reconhecem crimes em troca de redução de punição) fossem celebrados pelo Ministério Público.
Outro trecho retirado tornava crime o enriquecimento ilícito de funcionários públicos e previa o confisco dos bens relacionados ao crime.
A criminalização do caixa dois (doação de campanha não declarada à Justiça Eleitoral), que foi centro de polêmica nos últimos dias, foi aprovada sem qualquer tipo de anistia para eleições anteriores. Pelo texto aprovado, a prática passa a ser condenada com pena de dois a cinco anos de prisão e multa.
O caixa dois praticado em eleições passadas continuará sendo enquadrado na legislação eleitoral de hoje. Em tese, quem tiver recebido dinheiro eleitoral ilegal pode responder por crimes como falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
Texto original
O texto original do pacote anticorrupção tinha dez medidas e foi apresentado pelo Ministério Público Federal com o apoio de mais de 2 milhões de assinaturas de cidadãos (Leiam mais)".

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domingo, 27 de novembro de 2016

sábado, 26 de novembro de 2016

DIA 4 DE DEZEMBRO, O DIA DO NÃO !



Prezados leitores, no próximo dia 4 de dezembro, o povo brasileiro voltará para as ruas e dirá NÃO a todas as manobras legislativas para salvar políticos bandidos e para atrapalhar a Operação Lava Jato.






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segunda-feira, 9 de março de 2015

COSTA DENUNCIA QUE AJUDOU NO CAIXA 2 DE SÉRGIO CABRAL E PEZÃO



Prezados leitores, o Rio de Janeiro se transformou em um "mar de lama". 

"Folha de São Paulo 
ELEIÇÕES DE 2010 
Costa diz que ajudou a criar caixa 2 na campanha de Cabral e Pezão
Em dezembro, quando o nome de Sergio Cabral foi citado na imprensa como relacionado ao caso Lava Jato, o ex-governador informou por meio de sua assessoria que repudia qualquer menção a seu nome em suposta lista
PUBLICADO EM 09/03/15 - 15h26
FOLHAPRESS
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que trabalhou para formar "caixa dois" para a campanha do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) em 2010, segundo documentos em poder do STF (Supremo Tribunal Federal) nos autos da Operação Lava Jato.
A PGR (Procuradoria Geral da República) entregou ao ministro Teori Zavascki um resumo das declarações prestadas dentro do acordo de delação premiada por Costa e por outro delator da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef. No documento, a PGR informa que Costa descreveu todo o processo de arrecadação para um "caixa dois" de Cabral, que governou o Estado do Rio de 2007 a 2014. 
Costa contou aos investigadores que reuniu-se com Cabral, a quem conhecia desde 2007, no primeiro semestre de 2010 "para tratar de contribuições [ajuda] para a campanha" de reeleição de Cabral. Na mesma reunião, segundo Costa, estavam o atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ) -que então era candidato a vice na mesma chapa de Cabral- e o secretário de Estado da Casa Civil, Regis Fichtner. 
Depois, Costa fez outra reunião, desta vez com empreiteiras que mantinham contratos com a Petrobras. 
"Paulo Roberto Costa fez contatos com empresas que atuavam na obra do Comperj e solicitou que elas fizessem doações para o 'caixa dois' da campanha de Sergio Cabral. Participaram da reunião representantes das empresas Skanska, Alusa e Techint. Do consórcio Compar (OAS, Odebrecht e UTC), ninguém participou da reunião, mas o consórcio foi o principal 'pagador'", afirmou o ex-diretor. 
Cada empresa, segundo Costa, deu "contribuição" no total de R$ 30 milhões. O Consórcio Compar pagou R$ 15 milhões, de acordo com o delator, e "o restante foi dividido entre as outras empresas, entre elas, Skanska, Alusa e UTC". 
Segundo o delator, "o dinheiro saiu do caixa das empresas e a operacionalização ocorreu entre Regis e as empresas, mas não sabe precisar detalhes de como isso ocorreu". 
Pezão, como ocupa o cargo de governador do Rio, deverá ser alvo de um inquérito específico no STJ (Superior Tribunal de Justiça), onde ele detém foro privilegiado. Ele tem negado irregularidades. 
Em dezembro, quando o nome de Sergio Cabral foi citado na imprensa como relacionado ao caso Lava Jato, o ex-governador informou por meio de sua assessoria que "repudia qualquer menção a seu nome em suposta lista ou fato relatado por Paulo Roberto Costa" (Link).

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domingo, 15 de dezembro de 2013

BRASIL: HORA DE PROTESTAR. NOVO ESCÂNDALO DE CORRUPÇÃO

Pois é...
Um novo escândalo envolvendo empresários, políticos, propinas e caixa dois.
O Brasil virou o país dos escândalos.
O país da propina.
O reino do caixa dois.
E, caminha para ser uma cleptocracia.
O povo precisa voltar para as ruas e protestar de forma organizada, ordeira, pacífica e contínua.
Infelizmente, alguns precisam conduzir o processo, outros precisam ser conduzidos para participarem da luta desarmada, diante da incapacidade implantada em parte significativa da população pelo analfabetismo funcional que veio se somar ao analfabetismo total. Não podemos fugir da realidade, sem lideranças os protestos não se organizam e viram desordem, tudo o que os cleptocratas querem para esvaziar as ruas por meio da violência policial, do vandalismo e dos saques.
É hora de levantar da cadeira.
Leiam a matéria na Revista Veja dessa semana, ela estará disponível na internet no final da semana, como de costume.
Eis um aperitivo:
REVISTA VEJA
O REI DAS LARANJAS


Como Adir Assad ajudou grandes empresas brasileiras a repassar 1 bilhão de reais em propinas a políticos e caixa dois de campanhas eleitorais.





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