JORNALISMO INVESTIGATIVO

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domingo, 4 de fevereiro de 2018

QUEM JULGA OS JUÍZES, OS DESEMBARGADORES E OS MINISTROS DO PODER JUDICIÁRIO?



Comentam que estamos vivendo uma "ditadura do judiciário".
Você concorda?

"Revista Veja 
Quem julga a Justiça 
Por togas transparentes 
Por Ricardo Noblat 
4 fev 2018, 08h00 
De todos, mas de juízes sobretudo, exige-se correção, sensatez e respeito às leis. Onde correção quando muitos deles recebem auxílio moradia apesar de serem proprietários de imóveis nas cidades onde vivem? 
(Bom dia, juízes Sérgio Moro e Marcelo Bretas, mas não só.) 
Onde sensatez quando impetram ações judiciais para contrariar resoluções do Conselho Nacional de Justiça que deveriam simplesmente obedecer? 
(Bom dia, ministra Cármen Lúcia, que por ora preside o Conselho.) 
Onde respeito às leis quando driblam aquela que os proíbe de receber além do teto salarial estabelecido pela Constituição? Como podem cobrar respeito e ser respeitados? Como podem merecer confiança? 
(Bom dia para pelo menos 17 mil juízes nessa situação.) 
A Lava Jato ainda não chegou – e talvez jamais chegue de fato – a investigar a corrupção no Judiciário, mas ela existe porque a toga não é refratária a tentações. 
Na semana em que a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, fez um discurso apaixonado em defesa da Justiça, mais de 500 juízes pediram aumento de salários e outros benefícios. 
Leia mais: 

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

RIO - NOTÍCIAS NÃO SÃO BOAS SOBRE O PAGAMENTO DO FUNCIONALISMO

governador Pezão


Prezados leitores, ontem o Superior Tribunal de Justiça autorizou a abertura de inquérito em desfavor do governador Pezão. 
Antes tarde do que nunca. 
Os militares e os servidores públicos não suportam mais esse governo que destruiu a economia do estado e destruiu a vida financeira de milhares de famílias. 
Ontem o Jornal Extra noticiou informações sobre o pagamento que não são boas, como de costume.

"Jornal Extra
14/09/17 05:00 
Rio vai priorizar pagamento, nesta sexta, de servidores que recebem salários mais baixos 
Nelson Lima Neto
Além da área da Segurança Pública e dos ativos vinculados à Secretaria de Educação, o governo do Rio vai priorizar o depósito dos salários de agosto para quem possui vencimentos considerados mais baixos. Ao que tudo indica, não será possível pagar a todos os quase 460 mil funcionários ativos, aposentados ou pensionistas. 
— O esforço é de pagar os salários de quem recebe até R$ 3 mil. A ideia é essa, resta saber se a arrecadação vai permitir — disse uma fonte próxima ao governador Luiz Fernando Pezão. 
O anúncio da forma de pagamento sai nesta quinta-feira, pois o 10º dia útil do mês, prazo máximo para o depósito, é esta sexta-feira, dia 15 de setembro (Leiam mais)". 

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA JANOT PEDE ABERTURA DE INQUÉRITO PARA INVESTIGAR O GOVERNADOR PEZÃO

governador Pezão

Prezados leitores, os fatos seguem sinalizando que o exmo governador Pezão dificilmente escapará de ser obrigado a prestar contas junto ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.
Caso seja processado terá direito ao contraditória e a ampla defesa.
Por sua vez, a população do estado do Rio de Janeiro já o condenou.

"Jornal O Dia
Janot pede ao STJ que abra inquérito para investigar Pezão 
Caberá agora ao ministro Luis Felipe Salomão decidir se atende ou não ao pedido do procurador-geral da República 
11/09/2017 19:13:0
ESTADÃO CONTEÚDO
Brasília - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que abra um inquérito para investigar o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Caberá agora ao ministro Luis Felipe Salomão decidir se atende ou não ao pedido de Janot. 
Segundo a reportagem apurou, o pedido de investigação formulado pelo procurador-geral da República tem como base delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht.
No acordo de delação premiada firmado com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa Júnior, o BJ, disse que o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) negociou com a empreiteira mais de R$ 20 milhões, via caixa dois, para a campanha de Pezão ao governo do Rio em 2014 (Leiam mais)". 

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quinta-feira, 27 de abril de 2017

DESEMBARGADOR VOLTA ATRÁS E ADRIANA ANCELMO CONTINUARÁ EM CASA



Prezados leitores, Adriana Ancelmo continuará tendo um tratamento diferenciado por parte do Poder Judiciário em relação as demais presas que estão em situação idêntica ou pior que a dela e não ganharam o direito à prisão domiciliar. 
Não que seja o caso em referência, mas é por situações semelhantes que se comenta que pobres e ricos são vistos de modo diferente pelo Judiciário. 

"Jornal O Globo
LAVA-JATO 
Desembargador volta atrás e Adriana Ancelmo não irá para a prisão
POR LAURO JARDIM
26/04/2017 18:48 
O desembargador Abel Gomes, depois de um pedido do advogado de Adriana Ancelmo, Luiz Guilherme Vieira, reconsiderou a decisão tomada hoje à tarde de suspender a prisão domiciliar da ex-primeira-dama do Rio. 
O desembargador vai esperar que a defesa dê entrada aos embargos infringentes a que tem direito. 
Enquanto os embargos infringentes não forem julgados no STJ, ela não voltará para a prisão. Ou seja, continua em casa (Fonte)". 

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

JUDICIÁRIO MANTÉM BENS DO GOVERNADOR PEZÃO INDISPONÍVEIS



Prezados leitores, uma excelente medida, afinal o atual governador do Rio de Janeiro corre o risco de ter que devolver dinheiro para os cofres públicos e os seus bens são uma garantia.

"Jornal O Dia
STJ mantém indisponibilidade de bens de Pezão 
Ação apura supostos atos de improbidade praticados pelo governador quando ele ocupava o cargo de prefeito de Piraí, entre 1997 e 2001 
15/02/2017 13:51:37 - ATUALIZADA ÀS 15/02/2017 13:56:40
AGÊNCIA BRASIL
Rio - O ministro Sergio Kukina, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), não aceitou o pedido de desbloqueio de bens feito pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Os bens do governador foram bloqueados pela 1ª Vara Federal de Barra do Piraí, no sul do estado. 
Antes da decisão do STJ, o bloqueio já tinha sido mantido pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), em ação de improbidade administrativa (Leiam mais)".

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

UMA POSSIBILIDADE DE RISCO PARA A LAVA-JATO: O PODER JUDICIÁRIO

Prezados leitores, os argumentos do articulista são lógicos.
Ele pode até estar errado nas suas suspeitas e não existir uma contaminação nas altas cortes do Brasil, mas os sinais apontam que o mesmo problema que atinge presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores, tende a também ocorrer no Poder Judiciário.
Como ele bem destacou:
"Vieram, por acaso, da Finlândia, da Suécia, de Marte?"
São brasileiros como os presidentes, os governadores, os prefeitos,... 
Portanto, não podemos descartar que o "último alvo da Lava-Jato" possa ser o Poder Judiciário e isso será um grane problema, considerando o questionamento: "Quem fiscaliza o fiscal?"






"Jornal O Estado de São Paulo 
Blog do Fausto Macedo 
Artigo de JORGE PONTES EX DIRETOR INTERNACIONAL DA INTERPOL NO BRASIL.
O último alvo da Lava Jato 
Governadores e megaempresários presos sem chances de se livrarem de pesadas penas falam em delações. Ameaçam ou esboçam disposição de aderir a um acordo de cooperação e delatar. 
Mas afinal, o que ainda poderia trazer de novidade -- para cima, escalando -- alguém que já se encontra no topo do topo da pirâmide alimentar do crime? Seriam apenas blefes? Ou tentativas de confundir a persecução penal? 
Temos que perceber que a estrutura montada para o funcionamento do Crime Institucionalizado já está sendo desmontada no Executivo e no seu braço do Legislativo, em suas mais altas esferas e extratos. 
Mas algo nos faz crer que algumas turmas no STJ e alguns ministros do STF sejam igualmente peças deste esquema. Afinal de contas, todo grande golpe, toda máfia, tem sua "equipe de limpeza". 
Quem não percebeu que alguns desses "deuses do olimpo", em determinadas situações, parecem atuar mais para defender os grupos políticos que os indicaram do que para qualquer outra coisa? 
Esse esquema de poder, de manutenção de poder, de loteamento do Estado, de exploração política das empresas estatais, de desvios de finalidade, de traições aos interesses públicos e nacionais, destrói as chances de desenvolvimento do país, mas rende bilhões para essas oligarquias, para essas elites anacrônicas que comandam o Brasil. 
Se as últimas instâncias da Justiça forem comprometidas, teremos a desgraçada possibilidade de perdermos tudo o que conquistamos com a Lava Jato, e perderemos aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo, pois é no final da "partida" que a última instância se manifesta. 
Essa gente se acha inatingível e joga com o povo, como se fôssemos peças num tabuleiro, ao seu bel prazer. 
Quem afinal iniciaria um processo contra um ministro do STF? 
Se presidentes da República, senadores e governadores se corromperam e estão incriminados, por que os Ministros dos Tribunais Superiores (que foram indicados, escolhidos e nomeados por esses mesmos políticos corruptos) não se corromperiam? 
Vieram, por acaso, da Finlândia, da Suécia, de Marte? 
Temos de iniciar um movimento sério para propor profundas mudanças no processo de escolha dos magistrados das altas cortes, totalmente despolitizado, bem como é imperioso o estabelecimento de um "recall" para esses altos magistrados. 
Um partido, um governo e um presidente da República, respectivamente, sugere, indica e nomeia um cidadão com quarenta e poucos anos de idade para o STF, e a partir daí teremos, nós, sociedade brasileira, que aguentá-lo até os seus 70 anos, por quase três décadas? 
Já imaginaram quanta omissão, quanta traição, quanta venalidade e quanto prejuízo se perpetra em 30 anos em uma cadeira da Alta Corte? 
Nos livramos de um mau presidente ou de mau governador em 4 anos, mas temos que aturar essa "herança maldita" nos Tribunais por décadas. 
Isso sem falar que são eles os encarregados de processar e punir a si próprios. 
Afinal, quem fiscalizaria o fiscal? 
Sabemos muito bem que não pode haver castelos, nem tampouco figuras intocáveis em uma República. 
Espero que essas delações, se realmente existirem, cheguem ao último "departamento" do Crime Institucionalizado, isto é, à "equipe de limpeza" montada nas altas esferas do nosso Judiciário (Fonte)".

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

PREFEITO AFASTADO DENUNCIA ADVOGADOS QUE ALEGAM COMPRAR DECISÕES NO STJ E STF

Prezados leitores, uma grave denúncia que deve ser investigada sobre a possibilidade de compra de decisões no STJ e no STF.





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segunda-feira, 9 de março de 2015

COSTA DENUNCIA QUE AJUDOU NO CAIXA 2 DE SÉRGIO CABRAL E PEZÃO



Prezados leitores, o Rio de Janeiro se transformou em um "mar de lama". 

"Folha de São Paulo 
ELEIÇÕES DE 2010 
Costa diz que ajudou a criar caixa 2 na campanha de Cabral e Pezão
Em dezembro, quando o nome de Sergio Cabral foi citado na imprensa como relacionado ao caso Lava Jato, o ex-governador informou por meio de sua assessoria que repudia qualquer menção a seu nome em suposta lista
PUBLICADO EM 09/03/15 - 15h26
FOLHAPRESS
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que trabalhou para formar "caixa dois" para a campanha do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) em 2010, segundo documentos em poder do STF (Supremo Tribunal Federal) nos autos da Operação Lava Jato.
A PGR (Procuradoria Geral da República) entregou ao ministro Teori Zavascki um resumo das declarações prestadas dentro do acordo de delação premiada por Costa e por outro delator da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef. No documento, a PGR informa que Costa descreveu todo o processo de arrecadação para um "caixa dois" de Cabral, que governou o Estado do Rio de 2007 a 2014. 
Costa contou aos investigadores que reuniu-se com Cabral, a quem conhecia desde 2007, no primeiro semestre de 2010 "para tratar de contribuições [ajuda] para a campanha" de reeleição de Cabral. Na mesma reunião, segundo Costa, estavam o atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ) -que então era candidato a vice na mesma chapa de Cabral- e o secretário de Estado da Casa Civil, Regis Fichtner. 
Depois, Costa fez outra reunião, desta vez com empreiteiras que mantinham contratos com a Petrobras. 
"Paulo Roberto Costa fez contatos com empresas que atuavam na obra do Comperj e solicitou que elas fizessem doações para o 'caixa dois' da campanha de Sergio Cabral. Participaram da reunião representantes das empresas Skanska, Alusa e Techint. Do consórcio Compar (OAS, Odebrecht e UTC), ninguém participou da reunião, mas o consórcio foi o principal 'pagador'", afirmou o ex-diretor. 
Cada empresa, segundo Costa, deu "contribuição" no total de R$ 30 milhões. O Consórcio Compar pagou R$ 15 milhões, de acordo com o delator, e "o restante foi dividido entre as outras empresas, entre elas, Skanska, Alusa e UTC". 
Segundo o delator, "o dinheiro saiu do caixa das empresas e a operacionalização ocorreu entre Regis e as empresas, mas não sabe precisar detalhes de como isso ocorreu". 
Pezão, como ocupa o cargo de governador do Rio, deverá ser alvo de um inquérito específico no STJ (Superior Tribunal de Justiça), onde ele detém foro privilegiado. Ele tem negado irregularidades. 
Em dezembro, quando o nome de Sergio Cabral foi citado na imprensa como relacionado ao caso Lava Jato, o ex-governador informou por meio de sua assessoria que "repudia qualquer menção a seu nome em suposta lista ou fato relatado por Paulo Roberto Costa" (Link).

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