JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 24 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR: A PÉSSIMA FORMAÇÃO E O "TIRO AMIGO"

Prezados leitores, caso seja confirmado o contido na reportagem da revista Veja que reproduzimos nesse artigo, a tragédia da morte do Capitão PM Uanderson será ainda maior. O tiro fatal pode ter sido efetuado por um Policial Militar da UPP que comandava.
A matéria apresenta ainda uma série de aspectos que exaustivamente publicamos sobre a péssima formação dos atuais Soldados PMs, após o governo ter transformado o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças em uma "fábrica de Soldados".


(Revista Veja)

Juntos Somos Fortes!


segunda-feira, 24 de março de 2014

SEGURANÇA: SERÁ QUE CONTINUAM OS ABUSOS CONTRA OS RECRUTAS DA POLÍCIA MILITAR?



"SITE 247 
A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj, presidida por Marcelo Freixo, recebeu diversas denúncias de abusos cometidos por oficiais contra recrutas da Polícia Militar. 
"A polícia precisa respeitar os direitos de seus trabalhadores, os recrutas precisam receber treinamento adequado, que os preparem para defender a cidadania e a democracia. É fundamental que haja democracia dentro da polícia", criticou Freixo em seu blog. Em novembro de 2013 o recruta Paulo Aparecido de Lima faleceu após treinamento abusivo (Leiam mais)".

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sábado, 16 de novembro de 2013

POLÍCIA MILITAR INSTAURA IPM PARA APURAR MOTIVO DA INTERNACÃO DE SOLDADO

JORNAL EXTRA 
Internado em coma, aluno de curso da PM ficou 16 horas no treinamento na véspera 
Um dia antes de passar mal durante um treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da PM, o recruta Paulo Aparecido Santos de Lima ficou 16 horas no quartel, em Realengo. Sua namorada, Bruna Rosa, de 29 anos, afirmou ao EXTRA que o dia 11, segunda-feira, tinha sido o primeiro de Paulo como recruta do curso para virar soldado de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). 
Extra 
oglobo.globo.com 
Um dia antes de passar mal durante um treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da PM, o recruta Paulo Aparecido Santos de Lima ficou 16 horas no quartel, em Realengo. Sua namorada, Bruna Rosa, de 29 anos, afirmou ao EXTRA que o dia 11, segunda-feira, tinha sido o primeiro de Paulo como recruta do curso para virar soldado de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). — Ele chegou em casa meia-noite. Só dormiu três horas e saiu para o quartel — contou Bruna. Paulo está entubado, em estado grave, no Hospital Central da PM. Ele faz hemodiálise por conta de complicações nos rins e tem manchas vermelhas no corpo. Médicos informaram à família que o caso de Paulo é “o mais complicado que o hospital teve no ano”. 
— Ainda queremos saber o que aconteceu. Paulo era saudável. Não foi um mal súbito — afirma sua prima, Crislaine de Souza. Segundo outros alunos, Paulo foi obrigado a ficar sentado no asfalto sob o sol de meio-dia. Em nota, a PM diz que abriu um Inquérito Policial Militar e reafirma que os quatro oficiais que davam aulas para a turma foram substituídos. 
Leia a íntegra do informe: 
“A assessoria de imprensa da PM informa que um aluno sofreu um mal súbito enquanto estava em forma, junto com outros cerca de 490 alunos no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar, na tarde desta terça-feira (12/11). Ele foi socorrido imediatamente na Unidade de Pronto Atendimento – UPA e, em seguida, levado ao Hospital Central da Polícia Militar – HCPM, onde permanece internado em estado grave, porém estável. Seu diagnóstico teria sido uma insolação grave, devido a alta temperatura registrada naquela tarde, com sensação térmica próxima a 48°C. Segundo o comando do Centro de Formação e aperfeiçoamento de Praças, devido a alta temperatura desse dia, oito alunos e um professor da instrução de uma outra companhia procuraram atendimento na enfermaria do CFAP com problemas de pressão e dores de cabeça. Ainda segundo o comandante, os 490 alunos estavam em forma recebendo instruções policiais que eram intercaladas com descanso para hidratação. Os quatro oficiais responsáveis pela turma foram substituídos. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi instaurado para apurar o caso. Instrutores, integrantes da turma e da companhia estão sendo ouvidos e todas as hipóteses para saber o que levou ao agravamento do quadro desse aluno estão sendo investigadas. A Polícia Militar está prestando toda a assistência aos familiares.”
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