JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 8 de abril de 2017

A POSSIBILIDADE DE INTERVENÇÃO FEDERAL NO RIO DEJANEIRO

deputado Jorge Picciani e ex-governador Sérgio Cabral


Prezados leitores, o investigado presidente da ALERJ, Jorge Picciani, afirmou em entrevista que se o socorro financeiro não chegar logo do governo federal, deverá ocorrer uma intervenção federal no Rio de Janeiro.
O fato é que com intervenção ou sem intervenção, a população do Rio de Janeiro não aguenta mais ter que pagar a conta dos rombos provocados pelos governantes, assim como, os militares (bombeiros e policiais) e os servidores públicos precisam receber em dia seus pagamentos, inclusive do 13o salário.
A situação é caótica e precisa ser solucionada o mais rápido possível, com intervenção ou sem intervenção, com impeachment ou sem impeachment.

"Site G1
Picciani diz que, se socorro não for aprovado, 'única saída' será intervenção federal no RJ
Ele espera que medidas de recuperação fiscal sejam aprovadas nos próximos 15 dias. Pezão diz que ele só reproduziu o que deputado falou no Congresso. 
Por RJTV
07/04/2017 13h13 Atualizado há 15 horas 
Em m entrevista ao jornalista Fernando Molica, da rádio CBN, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, falou sobre a urgência de se aprovar o projeto de socorro aos estados no Congresso. O deputado disse, que se isso não acontecer nos próximos 15 dias, haverá necessidade de intervenção federal.
“Se o pacote de medidas para o Rio de Janeiro não for aprovado, a única saída será uma intervenção federal”, disse Picciani, lembrando que a Alerj já aprovou cinco das 11 medidas do pacote, mas que as questões mais delicadas, como a previdência e a suspensão de novos concursos para servidores ainda não foram aprovadas (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

GOVERNADO PEZÃO QUER QUE SERVIDORES E MILITARES PAGUEM PELO "ROMBO"

Prezados leitores, como temos publicado desde o início da crise econômica os governos federal e estadual querem cobrir o rombo do cofres do Rio de Janeiro com o dinheiro dos servidores, militares (policiais e bombeiros), inativos (aposentados) e pensionistas.
É claro que os protesto irão continuar contra essa ideia absurda.
Os governos Temer e Pezão devem buscar uma saída que não penalize mais ainda os que já pagam todas as contas. 


governador Pezão e presidente Temer

"Jornal O Dia 
Rombo de R$ 18,3 bi deve cair na conta de inativos 
Citados, Cabral e Pezão, têm que explicar problema no Rioprevidência 
10/02/2017 09:00:00 - ATUALIZADA ÀS 10/02/2017 10:09:32
ADRIANA CRUZ
Rio - Operações recheadas de irregularidades para captar recursos nos bancos do Brasil e Caixa Econômica Federal, além do mercado financeiro dos Estados Unidos, deixaram o saldo de R$ 18,3 bilhões de dívida para o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência). O pagamento, previsto para até 2020, tem como garantia royalties do petróleo, maior fonte de renda da autarquia para garantir a folha de 236 mil aposentados e pensionistas. 
Se hoje os beneficiários sofrem com os atrasos salariais, o relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) alerta sobre a bancarrota no futuro do fundo. A quebradeira foi identificada por uma auditoria nas contas de 2015 do governo. São apontados como responsáveis o ex-governador Sérgio Cabral; o governador Luiz Fernando Pezão; o ex-diretor-presidente e atual secretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa, e Reges Moisés dos Santos, hoje à frente do fundo. Ontem, a Corte decidiu que eles têm que dar explicações no prazo de 30 dias (Fonte)". 

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PEZÃO NÃO FAZ ECONOMIA E QUER QUE FUNCIONÁRIOS E MILITARES PAGUEM A CONTA

Prezados leitores, o governo Pezão não tem feito a parte dele para gerar economia para o estado do Rio de Janeiro.
Pior, continua insistindo que os funcionários e os policiais paguem a conta.




"Jornal Extra
13/02/17 04:30 Atualizado em 13/02/17 07:16 
Estado só cortou 7% dos cargos comissionados desde dezembro de 2015 
Rafael Galdo - O Globo Tamanho do texto A A A RIO - Mesmo com o pires na mão para tentar contornar a crise, o governo estadual não fez o dever de casa. Uma das principais medidas de austeridade anunciadas, o corte de 30% dos cargos comissionados que incham a máquina pública, nem chegou perto da meta. De dezembro de 2015, quando os problemas de caixa começaram a se tornar mais graves, ao mesmo mês do ano passado, a redução de cargos comissionados na administração direta foi de cerca de 7%. Em números absolutos, o total de pessoas contratadas nessa modalidade passou de 5.597 para 5.203. E esse é apenas um exemplo (Leiam mais)". 

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

PROTESTO DOS FAMILIARES DOS POLICIAIS MILITARES - PMs DO BCHOQUE DEMONSTRARAM APOIO

Prezados leitores, o vídeo mostra Policiais Militares em ato que seria de apoio à mobilização dos familiares dos Policiais Militares.





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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

GOVERNO PEZÃO QUER FAZER COVARDIA COM FUNCIONALISMO



Prezados leitores, a população do estado do Rio de Janeiro, o funcionalismo público, os Policiais Militares e os Bombeiros Militares, estão sofrendo muito desde que o governo Sérgio Cabral-Pezão assumiu em 2007, uma dor que continuou e que se agravou no governo Pezão-Dornelles.
Não satisfeito, o governo Pezão quer violentar a legislação e reduzir salários.

"Jornal O Globo
Pacote que reduz em 20% salário do funcionalismo no Rio será anunciado na semana que vem
POR ANCELMO GOIS
26/10/2016 07:30 
Navalha na carne
O pacote que, na prática, reduz em 20% o salário do funcionalismo do Rio, será anunciado na semana que vem. Ou seja: Pezão reassume o governo na terça-feira com a missão de convencer a sociedade — incluindo os deputados da Assembleia Legislativa — de que, depois de muitas contas feitas, não há, infelizmente, outra saída (Fonte)".

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

HOJE: PROTESTO DE PENSIONISTAS DE POLICIAIS E BOMBEIROS NO MINISTÉRIO PÚBLICO



Prezados leitores, ontem circulou pela internet a notícia de que pensionistas de Policiais Militares e de Bombeiros Militares protestarão nessa terça-feira, às 11:00 horas, em frente à sede do Ministério Público do Rio de Janeiro, situada no Centro do Rio de Janeiro.
Nós não poderemos ombrear com elas em razão de compromissos anteriormente agendados, mas apoiamos toda manifestação ordeira e pacífica na luta por direitos.
As pensionistas deveriam ter a PRIORIDADE para o recebimento.
Os motivos são óbvios, a começar pelo fato de receberem menos, sobretudo as pensionistas de Praças.
De forma injustificável, o governo não paga primeiro a elas e paga com prioridade os ativos, isso para não correr o risco de ter que enfrentar paralisações.
O governo mostra a covardia que está contida na sua forma que escolhe a quem pagar e a quem não pagar.
Diante dessa realidade, as pensionistas devem protestar e yodos nos devemos apoiá-las.
Se viver com uma pensão miserável já é uma grande dificuldade, sobretudo para as pensionistas idosas, imaginem viver sem receber as pensões.
Desejamos sucesso e que o protesto faça com que o governo não só efetue o pagamento, mas passe a priorizar o pagamento das pensionistas.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 9 de julho de 2016

OLIMPÍADAS: É INACREDITÁVEL QUE REALIZARÃO OS JOGOS NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, a decisão de manter os jogos olímpicos no Rio de Janeiro é uma violência contra os atletas, os turistas e os jornalistas internacionais.

"Jornal O Dia
08/07/2016 17:11:10
Hospital Salgado Filho, referência nos Jogos, tem lotação e remédio vencido
É o que aponta relatório de vistoria realizada na unidade pelo Conselho Regional de Medicina (Cremerj), que pediu soluções
Adriano Araújo e Paola Lucas 
Rio - Um relatório resultado de uma fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) apontou diversas irregularidades no Hospital Municipal Salgado Filho, no Andaraí, uma das unidades de referência no atendimento de cidadãos e turistas durante os Jogos Olímpicos no Rio. Entre os problemas apontados estão a superlotação de enfermarias e medicamentos fora da validade. Outros hospitais também foram vistoriados pelo conselho e a conclusão da fiscalização deve ser divulgada na próxima semana. 
Na sala de observação vermelha, por exemplo, que tem pacientes mais graves, havia mais gente do que a sua capacidade. “Setor apresentando superlotação, com número de leitos e macas muito superior à sua capacidade instalada, no que tange a espaço físico e a equipamentos”, aponta o relatório, ressaltando que no local possui quatro leitos, mas estava atendendo 10 pacientes. No setor de trauma, não havia tanque para a higienização de ferimentos (Leia mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 2 de julho de 2016

A IRRESPONSABILIDADE DE REALIZAR AS OLIMPÍADAS NO RIO DE JANEIRO




Prezados leitores, a cada dia que passa fica mais evidente que será uma imensa irresponsabilidade das autoridades brasileiras a realização dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro.
Nós temos escrito com insistência que não temos condições de garantir a segurança nem da população fluminense, quanto mais de milhares de atletas, jornalistas e turistas.
Em uma cidade onde policiais são assassinados quase que diariamente, fica claro que a violência está totalmente fora de controle, isso em virtude do fracasso na gestão da segurança pública.
Em diversos países o Rio de Janeiro está sendo alvo de escárnios pela violência, pela qualidade das obras e pela poluição.  
Ontem, roubaram equipamentos de duas equipes de televisão da Alemanha, recuperados por Policiais Militares.
Atletas já foram assaltados.
Isso antes do início das Olimpíadas.
O que estão esperando para transferir a sede para outro país?
O assassinato de um atleta, um jornalista ou um turista?
Se isso ocorrer, não teremos como voltar atrás, devolvendo a vida perdida.
É uma irresponsabilidade gigante.
Só nos resta torcer para que Deus seja realmente brasileiro e proteja todos os envolvidos.
Apesar da torcida, temos o dever de apurar responsabilidades caso ocorra algum tragédia, começando pelo andar de cima, os políticos que trouxeram os jogos para o "inferno do Rio de Janeiro".

Juntos Somos Fortes!"

sexta-feira, 1 de julho de 2016

RIO: OLIMPÍADAS 2016 SÃO ALVO DE PIADAS PELO MUNDO

Prezados leitores, as Olimpíadas 2016 viraram motivo de piada em todo mundo, envergonhando o povo brasileiro.
Assistam o vídeo de um talk show (legendado).
É engraçado, mas muito triste para o Rio de Janeiro e o Brasil como um todo.




Welcome to hell!

Bem-vindo ao inferno!

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

JORNAL O GLOBO FAZ GRAVÍSSIMAS ACUSAÇÕES CONTRA BOMBEIROS E POLICIAIS



Prezados leitores, são gravíssimas as acusações feitas pelo jornal O Globo contra Policiais Militares, Policiais Civis e Bombeiros Militares, os quais estão enfrentando incontáveis dificuldades financeiras em função da péssima gestão do dinheiro público no estado do Rio de Janeiro.
A situação vivenciada pelos mobilizados é uma calamidade de imensas proporções, o jornal O Globo conhece os fatos.
Será que desconhece as dificuldades que as pensionistas estão enfrentando para sobreviverem?
Temos certeza que não.
As acusações estão contidas no Editorial que transcrevemos nesse artigo.
Por terem sido feitas na forma de Editorial as ofensas ganham maior dimensão considerando que o Editorial representa a opinião do jornal e não a opinião de um ou dois jornalistas.
É a opinião da organização, não é uma opinião pessoal. 
Indo em frente!
"Chantagem" todos nós conhecemos bem o significado, mas o que seria "quase terrorismo"?
Um "quase crime"?
O Globo deveria definir o significado, tendo em vista que "terrorismo" é um crime contra a humanidade.
Um ato de "quase terrorismo" deve ser considerado algo de extrema gravidade.
Erra o jornal O Globo.
O certo é que os mobilizados manifestaram o seu direito de livre expressão e o fizeram em conformidade com o que vive a população do Rio de Janeiro, em razão da também péssima gestão da segurança pública pelo governo fluminense.
Irresponsabilidade não é jogar contra as Olimpíadas, isso é ser responsável.
Irresponsáveis foram os que trouxeram a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016 para o Brasil.
Esses sim devem ser investigados, julgados e condenados, não os policiais e os bombeiros que estão sem receberem seus pagamento e  realizaram um ato pacífico e ordeiro, como a lei determina.
Os que trouxeram esses grandes eventos foram os que praticaram o "quase terrorismo" contra todos aqueles desavisados que nos visitarão e poderão morrer vítimas de uma bala perdida ou nas filas dos hospitais públicos, sem socorro, como morremos nós, os brasileiros, diariamente.
Tudo indica que não são apenas os mobilizados que tiveram motivações além do esporte, parece que os interesses comerciais também estão falando mais alto que o esporte.
Pior, os interesses comerciais estão acima do risco de morte a que estarão submetidos todos os atletas, turistas e jornalistas que vierem para o "inferno" que o governo transformou o Rio de Janeiro, isso com uma mãozinha de boa parte da imprensa, não custa lembrar.
Nós não participamos dessa mobilização, mas participaremos das próximas, como de costume.

"Jornal O Globo
A irresponsabilidade de jogar contra a Rio-2016 Movimento de policiais e bombeiros não disfarça o viés político por trás de chantagens e atos de quase terrorismo cujos alvos são turistas que chegam ao Rio para os Jogos
por EDITORIAL
29/06/2016 0:00 
A mistura de esporte e política (e manifestações, sindicais ou corporativistas, dela derivadas) é, invariavelmente, indigesta. Tomar atividades voltadas em última instância para o entretenimento como refém de pautas a elas estranhas é sintoma, e grave, da doença do oportunismo, o sempre condenável, por definição, aproveitamento das circunstâncias para alcançar, pelo caminho mais curto, não raro eticamente condenável, algum resultado de interesse pontual. O país já experimentou, por exemplo, trocar apoio de partidos pela construção de estádios para satisfazer interesses de caciques, condicionar votos à participação de times de futebol em torneios etc. Os resultados costumam, sem exceção, ser ruinosos para os dois lados do balcão. 
Não é outro, senão a motivação política, e em sua mais deletéria abordagem, o propósito do movimento que, a pouco mais de um mês do início dos Jogos Olímpicos, junta bombeiros a policiais civis e militares em ações que beiram o terrorismo. Alegadamente, eles cruzam os braços, em serviços essenciais no âmbito da segurança pública, e atemorizam turistas, cercando-os com faixas nos portões de entrada do Rio, contra o atraso de pagamentos que generalizadamente atinge o funcionalismo fluminense. Fazem da Rio-2016 instrumento de uma chantagem cujos objetivos passam ao largo dos interesses do esporte. 
A irresponsabilidade dos policiais, agentes públicos que têm o dever, acima de quaisquer circunstâncias, de prover a segurança da sociedade revela um perigoso descompromisso com as atribuições que lhes são próprias — até por dever constitucional. Este é um dos ângulos das condenáveis ações, em curso ou por serem adotadas, que resultam no desamparo da população. Como tal, precisa ser enfrentado pelas autoridades com o rigor que a situação exige. 
Por sua vez, a manipulação política visível no movimento de protesto que, anteontem, levou agentes públicos ao desembarque do Galeão — a mais ampla e movimentada porta de entrada da cidade que abrigará a Olimpíada — também precisa ser enquadrada no manual de comportamento e deveres dessa especial categoria de servidores estaduais. A faixa que eles abriram à vista de quem chegava ao Rio (“Bem-vindo ao inferno. A polícia e os bombeiros não recebem pagamento. Quem vier para o Rio de Janeiro não estará seguro”, com dizeres em inglês) dá a medida de o quanto as organizações sindicais patrocinadoras extrapolaram os limites da civilidade. 
Atraso dos salários é efeito direto da crise financeira do estado (de resto, do país). De fato, compromete o orçamento familiar de todos os servidores. A economia fluminense aderna, e, por certo, é preciso buscar responsabilidades. Mas isso deve ser feito no âmbito doméstico, dentro da esfera apropriada — nunca por meio de chantagens contra um evento que trará benefícios às próprias finanças estaduais. Jogar contra a Rio-2016 é opção irresponsável e contraproducente (FONTE)." 

Juntos Somos Fortes!

RIO: TÃO CEDO NÃO SAIRÁ PAGAMENTO DOS POLICIAIS, BOMBEIROS E FUNCIONÁRIOS



Prezados leitores, salvo melhor juízo, os pagamentos dos Policiais Militares, Bombeiros Militares e funcionários públicos não serão depositados tão cedo nas contas.
A verba federal que servirá para efetuar os pagamentos está atrelada à MP 734/2016.
Consultando o site do Senado Federal se constata que a comissão que tratará da MP seria instalada hoje, mas não foi, o que só deve acontecer na próxima terça-feira (dia 5 de julho de 2016).
Bem-vindos ao inferno!

"MEDIDA PROVISÓRIA nº 734, de 2016 
Ementa:
Dispõe sobre a prestação de apoio financeiro pela União ao Estado do Rio de Janeiro para auxiliar nas despesas com Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro decorrentes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos - Rio 2016. 
Explicação da Ementa:
Concede ajuda financeira da União ao Estado do Rio de Janeiro no valor total de R$ 2,9 bilhões, a serem liberados no ano de 2016 em parcela única após a abertura do respectivo crédito orçamentário, e serão destinados a auxiliar as despesas com segurança pública decorrentes da realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

Situação Atual 
Prazo aberto
01/09/2016 - Prazo final a prorrogar por mais 60 dias (MPV)
Último local:
29/06/2016 - Comissão Mista da Medida Provisória nº 734, de 2016 (Coordenação de Comissões Mistas)
Último estado:
29/06/2016 - AGUARDANDO INSTALAÇÃO DA COMISSÃO 
Instalação de comissões de análise de cinco MPs fica para semana que vem 

Da Redação | 29/06/2016, 12h46 - ATUALIZADO EM 29/06/2016, 13h46 
Por falta de quorum, foram canceladas as reuniões destinadas à instalação, nesta quarta-feira (29), das comissões mistas encarregadas de analisar e emitir parecer sobre as cinco últimas medidas provisórias (MPs) editadas pelo presidente Michel Temer. O senador Benedito de Lira (PP-AL) anunciou a convocação de novas reuniões para a próxima terça-feira (5), a partir das 10h30. 
Após a instalação, serão eleitos os presidentes e vice-presidentes de cada uma das comissões. Serão também indicados os relatores e relatores revisores de cada colegiado. Na fila de análise pelo Congresso está a MP 734/2016, que libera R$ 2,9 bilhões ao Rio de Janeiro, para auxiliar o estado nas despesas com a segurança pública durante os Jogos Olímpicos (Fonte)." 

Juntos Somos Fortes!

OLIMPÍADAS: SEDE PODE SER TRANSFERIDA PARA OUTRO PAÍS



Prezados leitores, o protesto realizado por Policiais Civis, Bombeiros Militares e Policiais Militares no Aeroporto Internacional Tom Jobim teve repercussão mundial.
É uma prova incontestável que a cidade não tem condições de realizar os jogos olímpicos, considerando que se trata da opinião dos profissionais de segurança pública.
A tendência nesse momento é que mais atletas e mais turistas cancelem a vinda para o "inferno".
Como os protestos irão aumentar muito, o cancelamento dos jogos ou a transferência para outro país não podem ser descartados.

"Jornal Extra
28/06/16 11:14 Atualizado em 28/06/16 11:31 
Protesto de servidores do Rio com 'Bem-vindo ao inferno' repercute pelo mundo 
Diana Figueiredo - Extra 
O protesto de policiais civis, policiais militares e bombeiros do Estado do Rio de Janeiro nesta segunda-feira dentro da área de desembarque do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão) ganhou os jornais internacionais. De olho nas Olimpíadas que terão início em agosto, a imprensa internacional publicou fotos dos manifestantes que levavam um faixa escrito “Welcome to hell” (Bem-vindo ao inferno). 
Segundo um dos organizadores afirmou anonimamente ao “O Globo” nesta segunda-feira, o objetivo era dar visibilidade internacional ao que está acontecendo no Rio, às vésperas da Olimpíada. Com as publicações desta terça-feira, a missão dos servidores foi alcançada. Os jornais destacaram a falta de pagamento dos servidores e as péssimas condições de trabalho que eles enfrentam no dia a dia. Os jornais também citaram uma pichação numa viaduto onde está escrito: “Welcome, we don´t have hospitals” (Bem-vindo, nós não temos hospitais) - (Fonte)." 

Juntos Somos Fortes!  

sexta-feira, 17 de junho de 2016

SEGUNDA PARTE DO PAGAMENTO AINDA SEM DATA PARA OCORRER



Prezados leitores, vivemos na Polícia Militar por mais de trinta anos e nunca experimentamos uma situação tão grave como a falta de pagamento.
O pior é que as expectativas são as piores.
O governo comunicou à Defensoria Pública que ainda não tem data prevista para o pagamento da segunda parte dos vencimentos de maio.
Pagamentos atrasados mais de dez dias.
Parcelamento do décimo terceiro e de pagamentos mensais. 
E, por fim, a notícia de não recebermos dois salários ao longo desse ano.
O quadro é muito grave e não existe qualquer sinal de que no curto ou médio prazo teremos a volta dos nossos pagamentos à normalidade, ou seja, ocorrendo nos primeiros dias do mês seguinte.
O que podemos fazer?
Protestar nas ruas de forma organizada, ordeira e pacífica.
Os protestos estão ocorrendo há meses, mas ainda carecem de uma melhor organização.
É fundamental unir forças. 
Os atos devem reunir os funcionários públicos, os Bombeiros Militares, os Policiais Militares e as pensionistas.
Oportuno reconhecer que várias categorias do funcionalismo estão protestando desde o início, destacando os profissionais da educação e da saúde.
Familiares de Bombeiros e Policiais Militares têm protestado.
Os Bombeiros Militares estão voltando para as ruas.
Em contrapartida a essas mobilizações, os Policiais Militares, historicamente, não participam desses atos nas ruas. 
Policiais Militares realizaram atos de enfrentamento ao governo na década de oitenta e noventa, isso por parte de Oficiais, mas não foram realizados nas ruas, o que é indispensável para que a população entenda o que está ocorrendo.
Em 2008, ocorreram exceções com a participação significativa de Policiais Militares nas ruas.
Em 2011 e 2012, a participação dos Policiais Militares foi reduzida nos atos desencadeados pelos Bombeiros Militares.
As pensionistas, por sua vez, encontram várias dificuldades para atuarem diretamente, a começar pela idade e pela falta de dinheiro, pois são as que mais têm sofrido com a falta de pagamento.
Diante tudo isso, a grande dificuldade é unir forças.
Sem organização, a união é impossível.
Sem união, não pressionaremos o governo para que os nossos pagamentos sejam a prioridade número um.
Sem união, sofreremos mais ainda.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 15 de junho de 2016

RIO - TODOS CONTRA O PACELAMENTO DOS SALÁRIOS

Prezados leitores, a luta dos funcionários públicos, Policiais Militares e Bombeiros Militares deve continuar.
Hoje, 10:00 horas, ato na Central do Brasil.





Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 14 de junho de 2016

RIO - DIA 15/06 - FUNCIONALISMO PROTESTARÁ NA CENTRAL DO BRASIL



Prezados leitores, circula na internet uma convocação do funcionalismo para um ato público a ser realizado no dia 15 (amanhã), às 10:00 horas, na Central do Brasil.
Divulguem e participem.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 11 de junho de 2016

É INACREDITÁVEL A INÉRCIA DOS PMs, BMS E FUNCIONALISMO





Prezados leitores, considerando que o sofrimento que o governo Pezão-Dornelles está impondo aos Policiais Militares, aos Bombeiros Militares e ao funcionalismo publico, ativos, inativos e pensionistas, a inércia das categorias e das associações de classe é inacreditável.
O governo está e vai continuar nos dando calote nos pagamentos.
Nós não fazemos parte desse grupo, nós integramos o grupo que enfrenta o governo na luta por nossos direitos, o que fazermos desde 2007.
No momento que os PMs, BMs e o funcionalismo optarem pela luta nas ruas, nós estaremos presentes,  para esse enfrentamento ordeiro, pacífico mais eficaz.
Tudo que conseguimos nos governos Sérgio Cabral e Pezão foi através de um forte enfrentamento contra op governo.
As reuniões são válidas.
As ações no Judiciário são oportunas.
Mas só a exposição dos políticos nas ruas os atinge na sua parte mais sensível, as eleições, sobretudo em um ato eleitoral.
Fazer campanha contra o voto no PMDB e nos aliados será muito eficiente.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

RIO: A LUTA DO FUNCIONALISMO PARA RECEBER O SALÁRIO



Prezados leitores,  os Policiais Militares, os Bombeiros Militares e os funcionários públicos continuam lutando para regularizar o recebimento do pagamento.

"Jornal Extra 
01/06/16 18:03 Atualizado em 01/06/16 18:09 
Servidores acionam a Justiça para arrestar valor da folha de maio dos cofres do Estado 
Nelson Lima Neto 
A Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos do Estado do Rio (Fasp) acionou a Justiça, nesta quarta-feira, para arrestar o valor da folha de pagamento dos servidores do Estado dos cofres públicos. A ação civil pública cobra, em caráter liminar, que o governo do estado efetue o pagamento do funcionalismo até o 3º dia útil ao mês seguinte ao trabalhados, data fixada como limite, na avaliação da Fasp, após decisão da desembargadora Marília de Castro Neves Vieira. Para garantir que isso seja feito, o valor será arrestado dos cofres públicos. 
De acordo com o advogado da Fasp, Carlos Henrique Jund, a tendência é que o juiz responsável pela ação ordene a intimação do governo e de secretários já nesta quinta-feira. O processo corre na 8ª Vara de Fazenda Pública. 
 — Queremos ter em mãos o valor da folha, após a documentação entregue pela Secretaria de Planejamento, já nesta quinta. Com o valor na mão e os dados para o pagamento, o arresto pode ser feito já na sexta-feira — disse Jund (Leiam mais)." 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 1 de março de 2014

CALOTE: PMs AINDA NÃO RECEBERAM HORA EXTRA DA VISITA DO PAPA AO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, a jornalista Maria Luisa de Melo fez uma grande reportagem sobre os atrasos no pagamento dos serviços extras remunerados realizados pelos PMs (RAS e PROEIS), a qual transcrevemos a seguir:

"UOL NOTÍCIAS - COTIDIANO 
PMs ainda não receberam hora extra da passagem do papa Francisco pelo Rio
Maria Luísa de Melo 
Do UOL, no Rio 28/02/201412h21 
Milhares de policiais militares do Rio de Janeiro estão desde novembro do ano passado sem receber as horas extras feitas pelo RAS (Regime Adicional de Serviços) ou Proeis (Programa Estadual de Integração na Segurança) --programas que usam a mão de obra dos PMs em dias de folga para a segurança de eventos como Carnaval, jogos de futebol e manifestações. Em novembro de 2013, deveria ter sido feito o pagamento aos policiais que trabalharam durante a passagem do papa Francisco pelo Rio de Janeiro, mas muitos ainda não receberam.
Alguns PMs também são deslocados para fazer segurança de empresas privadas ou órgãos públicos, como das concessionárias Light e Linha Amarela S/A, das secretarias estaduais de Turismo e Educação e da Secretaria Municipal de Transportes. 
De acordo com informações da Polícia Militar, dos 46.981 homens da corporação, 11.660 estão inscritos nos dois programas (6.447 no RAS e 5.213 no Proeis). A diferença entre eles é que, no primeiro, o serviço de segurança-extra é prestado para a própria PM. Já no segundo, o serviço é feito para empresas e secretarias, por meio de convênios. Em ambos os casos, os praças recebem R$ 150 a cada oito horas trabalhadas durante as folgas. É o chamado "bico oficial". 
Procurada, a assessoria da Polícia Militar admitiu que "os atrasos no pagamento aconteceram, mas a corporação está atuando nas causas técnicas a fim de evitar que continue acontecendo". 
Além disso, foi informado que o pagamento das duas gratificações será feito ainda em fevereiro. O RAS estava programado para ser pago na quinta-feira (27) e o Proeis, nesta sexta (28). No entanto, PMs entrevistados pela reportagem do UOL ainda não receberam. 
Na corporação há mais de dez anos, um policial que pediu para não ser identificado diz que aguarda desde novembro do ano passado o pagamento de horas extras feitas durante a vinda do papa. O valor devido é de cerca de R$ 1.000. A Jornada Mundial da Juventude foi realizada em julho do ano passado. 
"O Papa já veio ao Rio, já voltou para Roma, e até agora não me pagaram. O pior é que não dão nenhuma satisfação. Já inventaram relatórios para os PMs preencherem e comprovarem que trabalharam", conta. "Será que não há nenhum controle de quais policiais trabalharam e em quais dias? Todos os policiais que eu conheço que fizeram horas extras durante a Jornada Mundial da Juventude não receberam. É vergonhoso, porque não nos dão nenhuma satisfação." 
Com R$ 1.200 reais para receber, um cabo que está na corporação há mais de seis anos e também preferiu não ter o nome revelado conta que o pagamento do RAS costumava ser feito todo dia 10 de cada mês. Nos últimos meses, no entanto, o atraso foi de mais de 15 dias. 
"R$ 1.200 pode parecer pouco, mas se nós fazemos horas extras é porque realmente estamos precisando do dinheiro. Se fosse para não receber, eu teria ficado em casa na minha folga e não teria ido trabalhar. Tenho várias contas atrasadas", afirmou. "Preciso pagar meu cartão de crédito que tem juros altos e não tenho dinheiro. A PM certamente não vai acrescentar juros nem correção ao que me deve. Então, mais uma vez vou ficar no prejuízo." 
Segundo ele, os atrasos no pagamento estão fazendo com que muitos policiais saiam dos programas do governo e voltem para as seguranças particulares. 
Na corporação há apenas dois anos, outro soldado aderiu ao RAS há um ano, mas conta que já pensa em largar o programa. 
"Não recebo a gratificação desde a Jornada Mundial da Juventude. No caso da JMJ, o que eu fiquei sabendo é que uma parte recebeu e outra parte não. Sinceramente, não sei qual é o critério da PM", disse. "No caso do RAS do mês de janeiro foi ainda pior. Não depositaram o dinheiro de ninguém. Geralmente eles pagam as horas extras até o dia 15 de cada mês, mas até agora nada." Ele recebe um salário de cerca de R$ 3.000 sem as gratificações. 
Segundo o soldado, é muito comum também os policiais serem escalados para trabalhar nas suas folgas, sem ter pedido. É o chamado "compulsório". 
Um PM lotado em batalhão da Região Serrana fluminense espera há três meses o pagamento do chamado "compulsório". "Não conto mais com esse dinheiro. Há três meses me escalaram para trabalhar quatro dias de folga, sem eu pedir. Eu fiz a minha parte: trabalhei", afirmou. "Mas não me pagaram até hoje. Certamente vão me mandar fazer horas extras no Carnaval e também na Copa do Mundo. Só quero ver se vão me pagar (Fonte)."

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