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quarta-feira, 5 de abril de 2023

RJ - POLÍCIA MILITAR - BASE DO PROEIS ATACADA E ARMAS ROUBADAS



Transcrição:

"G1

Bandidos explodem agência da Caixa em Caxias; bando ainda tomou armas de PMs em cabine vizinha

É a segunda vez em menos de três anos que o banco foi alvo de detonações.

Por Marco Canosa, TV Globo

 

Como foi a ação


O ataque aconteceu no bairro Jardim Primavera, ao lado da sede da Secretaria Municipal de Urbanismo e próximo à sede da administração municipal.

Pelo menos 15 homens chegaram em quatro carros e renderam os policiais militares de uma cabine vizinha à agência, tomando-lhes as armas. Após a primeira detonação, PMs que moram na região foram até a rua e passaram a trocar tiros com os criminosos.

Tiros pegaram nos prédios vizinhos e na fachada da agência (Link para ler a íntegra)."


Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

sexta-feira, 25 de julho de 2014

POLÍCIA MILITAR - ESCALA DO PROEIS - COMENTÁRIO



Prezados leitores, publicamos um comentário anônimo sobre o PROEIS.
Por ser anônimo recomendamos cautela na interpretação e solicitamos aos Policiais Militares que confirmem ou desmintam o contido no referido comentário.

"Blog do Coronel Paúl
Anônimo - 24 de julho de 2014 18:56
Sobre o novo sistema proeis da Pmerj.
O primeiro ponto que achamos uma (...) nesse novo sistema de inscrição do Proeis foi que, agora não terão mais os "escalantes" e será o próprio policial que escolherá o dia que deseja trabalhar, o que causou e vai continuar causando uma tremenda correria e fazendo com que o policial tenha que "madrugar" para não correr o risco de ficar de fora. 
O segundo ponto que achamos uma (...) foi que, disponibilizaram uma senha que é quase impossível de se memorizar e o policial não tem a opção de mudar e criar uma nova senha pessoal de fácil memorização, quando abre sua página. 
O terceiro ponto que achamos uma (...) foi que, a todo instante o sistema atualiza e não dá tempo suficiente de o policial ler e ver com calma a tela toda e encontrar a escola que deseja ser escalar e se a mesma esta disponível. 
O quarto ponto que achamos uma (...) foi que, apesar de as escolas do convênio Seeduc estarem separadas por CPAs, o policial tem que ficar descendo a barra de rolagem (dependendo do CPA que pertence), para encontrar as escolas da sua área, porque está tudo "embolado" numa página só, dificultando a localização das escolas por CPA e áreas dos batalhões.
É difícil para o pessoal do CCI que criou o site, separar as escolas por CPAs e áreas de batalhões, através de link direto e assim facilitar a localização das escolas para os policiais que utilizam o novo sistema? Acreditamos que não é tão difícil assim. Tem que ficar tudo misturado mesmo, como está? 
O quinto ponto horrível é que o policial não pode mais saber com quem ele está escalado na atividade delegada e isso impede que o mesmo possa solucionar diversos tipos de emprevistos, tipo, caso o policial tenha que se atrasar um pouco, não vai poder avisar o colega, pois, não sabe de quem se tratra. E tem outro aspecto que vai dificultar a vida dos policiais que disponibilizam suas folgas no Proeis, que é o fato de que diversas turmas de policiais se formando e com isso vai aumentar a demanda por vagas, e o número de vagas é pouco, pelo menos no convênio Seeduc.
O governo deveria disponibilizar mais escolas para que nenhum policial que deseja trabalhar legalmente na folga, fique de fora. 
A única coisa positiva desse novo sistema e que já deveria estar acontecendo nos convênios do Proeis, particularmente no Seeduc, foi a questão de o policial poder escolher o turno no qual deseja trabalhar. Essa foi a única avaliação positiva desse novo sistema. 
Policial já rala pra cassete e não tem que ficar acordando de madrugada para quebrar cabeça e se escalar, não. Estava tão sem complicação o sistema antigo, com os escalantes, escalando os policiais através de e-mails. 
Com esse sistema, o policial que estiver de serviço na quinta-feira a noite e que não tiver um computador com internet por perto, ficará a ver navios, pois, somente às quinta-feiras é que o sistema disponibilizará as datas e os locais das atividades delegadas. 
Já que este sistema vai ser o que vai vigorar e não vão voltar atrás da (...) que fizeram, pelo menos a questão do horário que o sistema vai disponibilizar as datas e locais, deveria ser revista. Fazer inscrição à meia-noite é uma tremenda de uma sacanagem com o policial militar! 
O Proeis foi uma das melhores coisas (se não a melhor) que criaram na polícia militar em seus mais de 200 anos de existência. Pois, já que o governo não paga um salário digno aos policiais, pelo menos é uma forma honesta e legal de o policial poder complementar sua renda, sem ter que colocar sua vida em risco fazendo "bico" ilegal em casas lotéricas, casas de câmbio, joalherias, etc; no entanto, é preciso melhorar e muito esse novo sistema ou então voltar para o antigo sistema, que, é inegável sua praticidade com relação a este que começou a vigorar no dia de hoje".

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

POLICIAIS MILITARES ALEGAM ATRASO NO PAGAMENTO DO PROEIS



Prezados leitores, temos recebido reclamações no sentido de que o pagamento do PROEIS (serviço extra remunerado) relativo ao convênio com a SETUR estaria atrasado, não tendo sido feitos os pagamentos relativos aos meses de novembro/dezembro de 2013 e de janeiro de 2014.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 11 de março de 2014

POLICIAIS MILITARES - SERVIÇO EXTRA - CONVÊNIO COM A SETUR



Prezados leitores, recebemos comentários dando conta que o pagamento dos serviços extras remunerados relativos ao convênio com a SETUR estaria atrasado há três meses (novembro, dezembro e janeiro).
A informação procede?

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quinta-feira, 6 de março de 2014

POLICIAIS MILITARES - PAGAMENTO - RAS - PROEIS - COMENTÁRIO



Prezados leitores, recebemos o comentário a seguir transcrito a respeito dos atrasos nos pagamentos dos serviços extras remunerados (RAS e PROEIS) realizados pelos Policiais Militares:

"O RAS até foi pago, mas PROEIS tem 3 meses que não pagam. Fui informado que o sistema está mudando (?) e essa demora esta sendo em função da mudança, mas demorar 3 meses por isso? Devem estar achando que somos idiotas, só pode amigo. Pra que mudar se antes funcionava e pagava no mês seguinte? Tem alguma coisa errada. Disseram que o Conveniado paga à PMERJ, que dentro da PMERJ tem de passar por uns 3 setores antes de chegar ao policial e é por isso que esta demorando (...)."

Solicitamos aos nossos leitores PMs que confirme ou não o contido no comentário.

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sábado, 1 de março de 2014

CALOTE: PMs AINDA NÃO RECEBERAM HORA EXTRA DA VISITA DO PAPA AO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, a jornalista Maria Luisa de Melo fez uma grande reportagem sobre os atrasos no pagamento dos serviços extras remunerados realizados pelos PMs (RAS e PROEIS), a qual transcrevemos a seguir:

"UOL NOTÍCIAS - COTIDIANO 
PMs ainda não receberam hora extra da passagem do papa Francisco pelo Rio
Maria Luísa de Melo 
Do UOL, no Rio 28/02/201412h21 
Milhares de policiais militares do Rio de Janeiro estão desde novembro do ano passado sem receber as horas extras feitas pelo RAS (Regime Adicional de Serviços) ou Proeis (Programa Estadual de Integração na Segurança) --programas que usam a mão de obra dos PMs em dias de folga para a segurança de eventos como Carnaval, jogos de futebol e manifestações. Em novembro de 2013, deveria ter sido feito o pagamento aos policiais que trabalharam durante a passagem do papa Francisco pelo Rio de Janeiro, mas muitos ainda não receberam.
Alguns PMs também são deslocados para fazer segurança de empresas privadas ou órgãos públicos, como das concessionárias Light e Linha Amarela S/A, das secretarias estaduais de Turismo e Educação e da Secretaria Municipal de Transportes. 
De acordo com informações da Polícia Militar, dos 46.981 homens da corporação, 11.660 estão inscritos nos dois programas (6.447 no RAS e 5.213 no Proeis). A diferença entre eles é que, no primeiro, o serviço de segurança-extra é prestado para a própria PM. Já no segundo, o serviço é feito para empresas e secretarias, por meio de convênios. Em ambos os casos, os praças recebem R$ 150 a cada oito horas trabalhadas durante as folgas. É o chamado "bico oficial". 
Procurada, a assessoria da Polícia Militar admitiu que "os atrasos no pagamento aconteceram, mas a corporação está atuando nas causas técnicas a fim de evitar que continue acontecendo". 
Além disso, foi informado que o pagamento das duas gratificações será feito ainda em fevereiro. O RAS estava programado para ser pago na quinta-feira (27) e o Proeis, nesta sexta (28). No entanto, PMs entrevistados pela reportagem do UOL ainda não receberam. 
Na corporação há mais de dez anos, um policial que pediu para não ser identificado diz que aguarda desde novembro do ano passado o pagamento de horas extras feitas durante a vinda do papa. O valor devido é de cerca de R$ 1.000. A Jornada Mundial da Juventude foi realizada em julho do ano passado. 
"O Papa já veio ao Rio, já voltou para Roma, e até agora não me pagaram. O pior é que não dão nenhuma satisfação. Já inventaram relatórios para os PMs preencherem e comprovarem que trabalharam", conta. "Será que não há nenhum controle de quais policiais trabalharam e em quais dias? Todos os policiais que eu conheço que fizeram horas extras durante a Jornada Mundial da Juventude não receberam. É vergonhoso, porque não nos dão nenhuma satisfação." 
Com R$ 1.200 reais para receber, um cabo que está na corporação há mais de seis anos e também preferiu não ter o nome revelado conta que o pagamento do RAS costumava ser feito todo dia 10 de cada mês. Nos últimos meses, no entanto, o atraso foi de mais de 15 dias. 
"R$ 1.200 pode parecer pouco, mas se nós fazemos horas extras é porque realmente estamos precisando do dinheiro. Se fosse para não receber, eu teria ficado em casa na minha folga e não teria ido trabalhar. Tenho várias contas atrasadas", afirmou. "Preciso pagar meu cartão de crédito que tem juros altos e não tenho dinheiro. A PM certamente não vai acrescentar juros nem correção ao que me deve. Então, mais uma vez vou ficar no prejuízo." 
Segundo ele, os atrasos no pagamento estão fazendo com que muitos policiais saiam dos programas do governo e voltem para as seguranças particulares. 
Na corporação há apenas dois anos, outro soldado aderiu ao RAS há um ano, mas conta que já pensa em largar o programa. 
"Não recebo a gratificação desde a Jornada Mundial da Juventude. No caso da JMJ, o que eu fiquei sabendo é que uma parte recebeu e outra parte não. Sinceramente, não sei qual é o critério da PM", disse. "No caso do RAS do mês de janeiro foi ainda pior. Não depositaram o dinheiro de ninguém. Geralmente eles pagam as horas extras até o dia 15 de cada mês, mas até agora nada." Ele recebe um salário de cerca de R$ 3.000 sem as gratificações. 
Segundo o soldado, é muito comum também os policiais serem escalados para trabalhar nas suas folgas, sem ter pedido. É o chamado "compulsório". 
Um PM lotado em batalhão da Região Serrana fluminense espera há três meses o pagamento do chamado "compulsório". "Não conto mais com esse dinheiro. Há três meses me escalaram para trabalhar quatro dias de folga, sem eu pedir. Eu fiz a minha parte: trabalhei", afirmou. "Mas não me pagaram até hoje. Certamente vão me mandar fazer horas extras no Carnaval e também na Copa do Mundo. Só quero ver se vão me pagar (Fonte)."

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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

POLICIAIS MILITARES - REPORTAGEM SOBRE O ATRASO NO PROEIS E NO RAS



Prezados leitores, recebemos o comentário que transcrevemos a seguir sobre a realização de uma reportagem sobre o atraso no pagamento do RAS e do PROEIS.

COMENTÁRIO:
"Maria Luisa de Melo 
26 de fevereiro de 2014 15:35 
Amigos, conhecidos, colegas! 
Estou em busca de Praças que não tenham recebido Proeis ou o RAS ou que estejam recebendo as gratificações com atraso. É para uma pauta do UOL Notícias (noticias.uol.com.br). Por favor, entrem em contato pelo (21) 98535- 4622 ou me passem os contatos por e-mail (maria.pereira555@gmail.com) que eu telefono. Abs".

Lembramos que Oficiais também estão sofrendo com esse atraso.

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POLICIAIS MILIlTARES - ATRASO - RAS e PROEIS



Prezados leitores, os Policiais Militares continuam sem receber o pagamento dos serviços extras remunerados (RAS e PROEIS), conforme o contido nos comentários que estamos recebendo.

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domingo, 23 de fevereiro de 2014

RIO: POLICIAIS MILITARES TRABALHAM E NÃO RECEBEM PAGAMENTO



Prezados leitores, Policiais Militares continuam informando sobre o atraso no pagamento do RAS e do PROEIS, serviços extras remunerados cumpridos por eles.

COMENTÁRIOS:
1) Anônimo 
21 de fevereiro de 2014 13:08 
Nada ainda. nem noticias dão. 

2) Unknown 
21 de fevereiro de 2014 13:32 
Ainda não pagaram o RAS de janeiro e o PROEIS conveniado com a prefeitura de Niterói está devendo desde o mês de DEZEMBRO do ano passado. 

3) FERREIRA 
21 de fevereiro de 2014 14:55 
O convênio com o Degase ninguém fala em pagamento e já estamos desde outubro sem receber nenhum centavo. No meu caso já foram 22 serviços sem perspectiva nenhuma de receber para março. Já não sou voluntário. 

4) Anônimo 
23 de fevereiro de 2014 16:35 
Boa tarde Sr. Coronel. 
Está muito difícil fazer RAS ou PROEIS, a cobrança é imensa e estamos trabalhando de dia e de noite, fazendo nossa parte. Mas, por outro lado quando temos que receber o que foi trabalhado é um martírio. Contamos com esse dinheiro que foi trabalhado e não temos data para receber, todo mês é isso, nada na conta. Não dão satisfação, não se organizam. Tem muitos que voltaram para segurança clandestina por conta de não saber quando é o pagamento e pelo desconto de imposto de renda. P.A., etc... 
É muita falta de consideração dos responsáveis do RAS/PROEIS. 
Tô cansado, devo voltar para minha segurança clandestina, mesmo contra minha vontade.

Juntos Somos Fortes!

RAS - PROEIS - POLICIAIS MILITARES CONTINUAM RECLAMANDO DO ATRASO NO PAGAMENTO



Prezados leitores, Policiais Militares continuam reclamando no nosso espaço democrático a respeito do atraso no pagamento dos serviços extras remunerados (RAS e PROEIS) já realizados, citam atrasos com relação a serviços realizados no mês de novembro e que ainda não foram pagos.
Lembramos que os serviços extras remunerados, apesar das contra-indicações decorrentes do fato do Policial Militar não folgar, representaram um ganho para os PMs, os quais tiravam serviços extras sem receber um centavo pelo trabalho. 
Apesar dessa realidade, se o pagamento não obedece a uma regularidade, o PM acaba sendo duramente penalizado pois assume compromissos financeiros contando com o recebimento do que lhe é devido.
Certamente, o comando da PMERJ está preocupado com essa situação e esperamos que tudo se equacione o mais rápido possível, inclusive para que os PMs não desistam de se voluntariar para o RAS e o PROEIS.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

POLICIAL MILITAR: PAGAMENTO DO PROEIS E DO RAS FOI REGULARIZADO?



Prezados leitores, recebemos e publicamos a informação de que os pagamentos do PROEIS e do RAS estavam atrasados.
Policiais Militares, por favor, informem se a situação já foi regularizada.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

POLÍCIA MILITAR - PROEIS E RAS - ATRASO CONTINUA...



Prezados leitores, nós continuamos recebendo comentários no sentido de que os pagamentos dos serviços extras remunerados (PROEIS e RAS) realizados por Policiais Militares continuam atrasados.
Os Policiais Militares do Rio de Janeiro não recebem salários justos, sendo essa a razão que faz com que eles sacrifiquem as suas folgas no segundo emprego, o que prejudica o equilíbrio físico e emocional.
No atual governo surgiram os serviços extras remunerados, que embora não sejam a solução (salários justos), pelo menos remuneram os PMs quando trabalham além da sua carga horária e fornecem garantias que o "bico" na segurança particular não fornecia. Portanto, podem ser vistos como um fator positivo, situação que se inverte quando os pagamentos pelos serviços extras prestados não obedece a um calendário regular que permita aos PMs planejarem o uso do dinheiro.
O governo deve se empenhar para que os pagamentos sejam regularizados com a maior brevidade possível, afinal desculpas não pagam dívidas.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

POLÍCIA MILITAR - PROEIS e RAS - ATRASOS - RECLAMAÇÕES



Prezados leitores, recebemos dois comentários que confirmam o atraso no pagamento dos serviços extras remunerados realizados pelos Policiais Militares:

COMENTÁRIOS:
1) Anônimo 17 de fevereiro de 2014 15:35 
O proeis da prefeitura, não paga desde novembro, o ras de fevereiro ainda não pagou. 

2) luiz claudio ... 17 de fevereiro de 2014 15:36 
Bom dia,gostaria de fazer uma reclamação referente ao serviço Proeis da PMERJ do convênio com a SETUR (Secretária de Turismo do Rio) que estão devendo aos Policiais que ali trabalharam nos meses de Outubro, Novembro, Dezembro e Janeiro, que até a presente data não foi efetuado o pagamento dos referidos meses. A SETUR diz que depositou o dinheiro na conta da PMERJ/SEPLAG/CPROEIS,já a PMERJ/SEPLAG/CPROEIS diz que a SETUR não depositou nada! Os Policiais trabalharam e precisam desse dinheiro para pagar as contas que estão acumulando. nos ajude por favor!

Alguém mais confirma o atraso?

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

POLÍCIA MILITAR: FIM DAS ESCALAS ABUSIVAS




Os Policiais Militares estão aprendendo a exercer a sua cidadania plena, isso de forma organizada, ordeira e pacífica.
Parabéns a todos e a todas.

JORNAL EXTRA
Polícia Militar deverá acabar com escalas abusivas 
Uma audiência pública realizada, na manhã desta sexta-feira, na Alerj, reuniu representantes da Polícia Militar e do Ministério Público para tratar de uma série de denúncias de PMs sobre a excessiva carga horária imposta à tropa, especialmente após a publicação da obrigatoriedade dos serviços extras. De acordo com as denúncias encaminhadas ao presidente da comissão da Alerj criada para acompanhar o tema, deputado Flávio Bolsonaro (PP), policiais estariam sendo submetidos a até 260 horas mensais de trabalho e os intervalos observados entre os serviços seriam de apenas oito horas, o que não permitiria sequer que o militar fosse em casa antes de voltar para o batalhão. 
- É ruim para o policial, que trabalha esgotado e desmotivado, e péssimo para a população, que tem a sua disposição um policial sem condições de tomar conta de si mesmo, quem dirá de terceiros. O aumento dos índices de criminalidade está aí provar o resultado disso, o efeito “polícia estática”. O Estado não pode priorizar a visibilidade em detrimento da qualidade do serviço - afirmou o deputado (Leia mais).

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

RAS - PMs DENUNCIAM EXCESSO DE TRABALHO À ALERJ

O Globo

Os problemas envolvendo os serviços extras relacionados com o RAS e o PROEIS têm sido noticiados com frequência nesse espaço democrático. Não são poucos.
A nossa preocupação se estende ao fato do PM necessitar da folga para a sua recuperação física e emocional. O PM que rotineiramente é escalado em serviços (escala normal + serviço extra) sem folgar, adoece, eis a verdade.
A folga é mais que um direito, a folga é uma necessidade.
Policiais Militares reclamaram na ALERJ sobre esse excesso de serviços.

O GLOBO:
10/12/2013
PMs denunciam excesso de trabalho à Alerj
Extra
O presidente da Comissão Especial da Alerj para elaborar os novos regulamentos disciplinares da a Polícia Militar, Flavio Bolsonaro (PP) criticou a escala de horários estabelecida para os policiais militares durante as festas de fim de ano. De acordo com o parlamentar, o excesso de serviço estaria produzindo “zumbis fardados”, incapazes de garantir até a própria segurança.
- Em Magé, por exemplo, recebi denúncias de que policiais estão saindo de uma jornada de 24 horas de serviço, às 9 da manhã, e sendo escalados no RAS, obrigatoriamente, às 10 da manhã do mesmo dia para trabalhar mais 8 horas. É uma irresponsabilidade colocar zumbis fardados nas ruas, que depois podem vir a ser acusados de trabalhar mal e até serem presos por isso. Trata-se de um descaso com o policial e com a população - afirmou o deputado, em plenário.
A comissão fará audiência pública sobre o assunto na próxima quinta-feira, dia 12 de dezembro, às 14 horas, na Alerj. Estarão presentes o comandante-geral da Polícia Militar, o coronel José Luís Castro Menezes, e representante do Ministério Público (Fonte).

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O RAS, A KRYPTONITA, OS PMs E O SUPER HOMEM

O governo tirando a folga do PM


Prezados leitores, eu comecei a semana enfraquecido física e emocionalmente, situação vivenciada por todos nós, seres humanos, várias vezes em nossas vidas, diante dos problemas que são inevitáveis. Nenhum de nós consegue ser uma fortaleza inabalável, cada um tem a sua capacidade de resistir aos infortúnios, uns mais, outros menos. 
O meu estado me transportou no tempo e me fez lembrar do Super Homem. Um herói que frequentou a minha infância nas revistas e na televisão. Naquela época era comum ver crianças com tecidos simulando a capa do herói, correndo com os braços abertos, como se estivessem voando. Sonhando que estavam cruzando os céus e que eram invencíveis.
Ele era quase indestrutível, uqse, pois até o homem de aço tinha um fraqueza: o mineral krytonita, oriundo do seu planeta Krypton.
O Super Homem sobreviveu ao tempo é foi revivido nas telas dos cinemas, ele continua invencível e kryptonita continua sendo um problema.
Saindo do mundo da ficção e entrando na realidade, penso que o governo e a população acreditem que existam Super Homens no mundo real, personificados nos Policiais Militares de todo Brasil.
A população quer que o PM seja invencível, capaz protegê-la em cada situação de risco que a vida apresentar, como se o PM tivesse a força, a velocidade e a invulnerabilidade do herói. Por sua vez, o governo quer que ele resista ao acúmulo de estresse físico e emocional, dia após dia, quando impede que o PM tenha as indispensáveis folgas.
Se o PM é um Super Homem, a falta de folgas é a sua kryptonita. 
No Rio de Janeiro, apesar de incorporar milhares de novos PMs nos últimos anos, o secretário de segurança, Delegado PF Beltrame, acabou aumentando as deficiências dos efetivos dos Batalhões de Polícia Militar, ao direcionar todos os recém formados para as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Hoje temos mais de 8.500 PMs nas UPPs e temos efetivos de batalhões sucateados, o que fez com que o policiamento ostensivo ficasse enfraquecido, facilitando a ação da criminalidade.
Qual a solução encontrada?
Comprar a folga dos Super Homens, digo, Policiais Militares.
Programas conhecidos como PROEIS e RAS passaram a remunerar serviços extras dos Policiais Militares, os quais se ofereciam para tirar o serviço (uma forma de complementar os salários miseráveis) ou eram compulsoriamente escalados.
A primeira vista remunerar serviços extras é bom, considerando que sempre existiram serviços extras não remunerados, algo que ainda acontece, apesar do surgimento do PROEIS e do RAS, o que deveria por um ponto final em extras não remunerados.
Só a primeira vista, considerando que ao sacrificar a folga, voluntaria ou compulsoriamente, o Super Homem fica exposto à kryptonita, ela o enfraquece ao perder o repouso e o lazer indispensáveis para a manutenção da saúde física e emocional. O afasta do convívio com seus familiares, algo irrecuperável.
A repetição serviço, serviço extra e serviço vai cada vez mais debilitando o Policial Militar, o ser humano que o governo e a população pretendem que seja um Super Homem.
O estresse físico e emocional vai desequilibrando o PM, lenta e continuamente, o tornando cada vez mais suscetível ao cometimento de falhas, inclusive quando faz uso de armas de fogo, o que constitui um grave risco para o PM e para a população.
É por isso que temos muitos Super Homens sentados no banco dos réus no Rio de Janeiro.
A falta de folga é a kryptonita dos PMs do Rio de Janeiro.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

ATENÇÃO - POLICIAIS MILITARES - RAS OBRIGATÓRIO - NORMATIZAÇÃO

Coronéis Barbonos
Última foto do grupo


"Polícia Militar 
Bol PM nº. 079 - 28 Nov 2013 
CPROEIS - MUDANÇAS NO RAS 
Determina ... , que a partir do dia 04 Dez 2013, passem a escalar seu próprio efetivo de folga em 50% das vagas do RAS de forma compulsória, cabendo ao CPROEIS escalar os outros 50% ainda no critério de voluntariado. 
Para tanto, os respectivos P/3, deverão criar a partir de 04 Dez 2013, eventos que deixem claro o emprego do efetivo COMPULSÓRIO e do efetivo VOLUNTÁRIO, sendo OBRIGATÓRIA a criação de eventos diferentes para cada um, mesmo que a missão seja a mesma, assim como os horários e locais, lembrando que os eventos porventura já criados a partir do dia 04 Dez 2013, sem essa padronização, serão desvalidados. 
O P/1, deverá lançar no aplicativo, campo COMPULSÓRIO, todos os policiais militares de sua unidade escalados nos eventos compulsórios em suas respectivas datas, sendo mister que, OBRIGATORIAMENTE, DESVALIDE esse dia do policial militar escalado, para evitar a duplicidade na escala com o efetivo voluntário a ser escalado pela CPROEIS. 
O P/1 deverá lançar e desvalidar no mínimo com 96 horas de antecedência, em relação à data do evento, o policial na escala compulsória, assim como apurar no máximo 48 horas após o término do evento. 
O não cumprimento do prazo de 96 horas acarretará na desvalidação do evento e a consequente diminuição do efetivo a ser empregado na unidade".

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PM - RAS e PROEIS - SERVIÇO EXTRA - REMUNERAÇÃO OBRIGATÓRIA

No dia 4 de julho de 2012, postamos um artigo que tratava do serviço extra remunerado implantado na PMERJ por meio do RAS  e do PROEIS, artigo que transcrevemos no presente.
Hoje o nosso objetivo é trazer para reflexão um aspecto que também já comentamos no nosso espaço democrático, uma opinião: a criação dos serviços extra remunerados, forçosamente deve por fim ao serviço extra não remunerado, isso é lógico e justo.
Nada justifica que um PM receba para tirar serviços extra (RAS e PROEIS) em algumas situações e seja escalado para tirar serviços extras em outros momentos gratuitamente.
Tal realidade causa uma diferenciação bizarra que fere mortalmente a boa gestão de pessoal, algo que deve ser uma preocupação constante. 
Isso é injusto e, salvo melhor juízo, pode até ser questionado junto ao Poder Judiciário, pois a natureza do serviço é a mesma: exercer o policiamento. E, nos dois momentos, o PM está sacrificando a sua folga.
Penso que seja a hora do governo determinar que todo serviço extra, inclusive horas extras, seja objeto de pagamento nos valores previstos pelos dois programas oficiais.
Eis o artigo: 
quarta-feira, 4 de julho de 2012 
"POLÍCIA MILITAR - PROEIS e RAS - VENDA DE FOLGAS - SERVIÇO EXTRA 




O governo do Estado do Rio de Janeiro estabeleceu dois programas que em apertada síntese promovem a compra de folgas de Policiais Militares: o PROEIS e o RAS, na verdade o governo importou essa ideia de São Paulo. A leitura das regulamentações evidencia diferenças e semelhanças entre os programas. Eu aconselho que todos e todas leiam os decretos: PROEIS e RAS.
O ponto em comum é que se tratam de maneiras encontradas pelo governo para aplicar mais policiamento, o que é feito através da venda de folgas, ou seja, através do sacrífico dos participantes. Os programas se aproveitam de uma fragilidade dos participantes: a necessidade imperiosa de ter um segundo emprego. Obviamente, o ideal seria que os Policiais Militares e as outras categorias alcançadas no RAS, ganhassem uma remuneração justa e que pudessem usufruir de suas folgas e não vendê-las. Um ponto apresentado como positivo apresentados pelos defensores é o fato de que nos "bicos oficiais" os participantes estão protegidos pela legislação, o que não ocorre no "bicos clandestinos" e isso é uma verdade.
Tenho recebido reclamações sobre os programas, algumas no sentido de que o pagamento das atividades no PROEIS tem atrasado, outras no sentido de que os Policiais Militares estão sendo escalados coercitivamente no RAS. Neste aspecto tenho que reiterar a solicitação de que leiam a regulamentação, pois enquanto a participação no PROEIS é voluntária, a participação no RAS pode ser coercitiva (Artigo 1o). Portanto, o Policial Militar, o Policial Civil, o Bombeiro Militar e o Agente Penitenciário podem ser escalados contra vontade no RAS, desde que sejam respeitados a carga horária e os intervalos entre os serviços. Os defensores do RAS alegam que antes o extra também era obrigatório e não era remunerado, o que também é uma verdade.
Penso que tanto o PROEIS, quanto o RAS, apresentam suas virtudes e seus defeitos, sendo que o principal defeito deles os antecede: o salário miserável que os profissionais de segurança pública do Rio de Janeiro recebem. Caso o salário fosse justo, a existência de um programa de serviço extra, voluntário e remunerado, seria muito bem-vindo e os interessados poderiam participar diante de uma necessidade temporária de auferir ganhos superiores ao salário, isso por algum tempo, pois sacrificar a folga indefinidamente é CRIMINOSO.
Cabe avaliar ainda se o emprego dos profissionais nas escalas normais (24 x 48 horas, por exemplo) já não determina um excesso na carga horária, demandando o pagamento do extra. Além disso, precisam ser avaliadas outras questões trabalhistas favoráveis aos participantes e que possam ser aplicadas em razão do recebimento regular das gratificações.
Por derradeiro, tenho certeza que as associações de classe estão acompanhando o desenrolar da participação dos PMs, BMs, PCs e APs nos programas, fiscalizando o respeito aos direitos de todos. Afinal, esse é um dever de todas elas.
Juntos Somos Fortes!"
É hora de acabar de uma vez por todas com o serviço extra não remunerado na Polícia Militar.
Juntos Somos Fortes!