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segunda-feira, 9 de março de 2015

RUMO À VENEZUELA - SOCIÓLOGA MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA


Prezados leitores, transcrevemos mais um texto da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa: 

"RUMO À VENEZUELA
28/02/2015 
A Venezuela está mergulhada no caos econômico e político depois dos sucessivos desgovernos de Hugo Chávez e do seu genérico, Nicolás Maduro. E quando a economia vai mal não há governo que resista, sendo inúteis a propaganda enganosa e a lábia populista que visa iludir o povo. 
Maduro, vendo o chão correr age como todo déspota apelando para a força bruta, as prisões arbitrárias, a tortura, a constante intimidação dos adversários, a perseguição à mídia e, recentemente, a autorizou o uso de armas letais contra manifestantes desarmados. 
Existe também o surrado recurso á teoria conspiratória, que se conjuga à vitimização forjada em documentações e gravações falsas. Desse modo, o falsário Maduro se apresenta como vítima de uma conspiração que objetiva um golpe de Estado. Em última instância, seu assassinato. Para tornar a pantomina mais real manda prender o prefeito metropolitano de Caracas, Antonio Ledzma, que acusa de envolvimento nos protestos antigoverno de 2014. E como não podia faltar o tiranete da Venezuela põe a culpa de tudo nos Estados Unidos. Só faltou culpar Fernando Henrique Cardoso. 
Recentemente a escalada de violência ceifou a vida de um jovem de 14 anos, morto com um tiro na cabeça quando participava de um protesto contra Maduro. Inventou-se, então, uma historinha segundo a qual manifestantes encapuzados tentaram rouba as motos de quatro oficias que dispararam e depois viram cair um corpo. De quem? Justamente do jovem “conspirador”. 
No seu relatório anual sobre o estado das liberdades no mundo, divulgado em 24 de fevereiro deste ano, a ONG Anistia Internacional, tão cara aos petistas, denunciou tortura e maus-tratos contra manifestantes e cidadãos venezuelanos. Indicou que pelo menos 43 pessoas morreram nos protestos de 2014 e 870 ficaram feridas. Houve violação dos Direitos Humanos e confrontos violentos entre manifestantes e forças de segurança, que contaram com apoio de grupos armados favoráveis ao governo. Ao menos 23 pessoas foram submetidas a torturas, espancamentos, ameaças de morte e violência sexual depois de serem presas pela Guarda Nacional e pelo Exército do Estado de Táchira. 
A Anistia Internacional afirma ainda em seu relatório que 150 pessoas morreram nas prisões venezuelanas no primeiro semestre do ano passado. Também o Observatório Venezuelano de Prisões denunciou que entre 1999 e 2014, 6.472 presos morreram nas masmorras do país. 
O que diz sobre isso o PT que se arvora em defensor de direitos humanos? Segundo nota afirma seu repúdio contra “quaisquer planos de golpe contra o governo de Nicolás Maduro.” “O Partido dos Trabalhadores tem acompanhado com atenção a situação politica venezuelana e expressa sua preocupação sobre fatos recentes que atentam contra a vontade popular”. “O povo venezuelano deixou clara a opção pelo aprofundamento das políticas sociais iniciadas no governo Hugo Chávez”. Assina a nota de apoio incondicional a Maduro, Rui Falcão, presidente nacional do PT. 
No evento em defesa da Petrobras (24/02/2015), na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, promovida pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), esteve presente Lula da Silva. Foi defender a Petrobras que demoliu, a democracia que despreza, os direitos humanos à lá Chávez. Num momento de arroubo vociferou: “Em vez de ficarmos chorando, vamos defender o que é nosso”. “Também sabemos brigar”. “Sobretudo quando o Stédile (chefe do MST) colocar o exército dele nas ruas”. 
Portanto, o presidente de fato, temendo perder seu projeto de poder transformou-se em agitador confundindo o Brasil com porta de fábrica. No ataque raivoso atentou contra o Estado Democrático de Direito, investiu contra a Constituição. 
Reza a Constituição, Art. 5º - XVII – “é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar”. E no parágrafo XLIV, lê-se: “constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado democrático”. 
O MST, com suas camisas e bandeira vermelhas, seus facões e enxadas a guisa de instrumentos de trabalho, sempre marchou unido como um grupo paramilitar. Seu histórico é de invasão de terras produtivas, destruição de gado, impedimento de funcionários das fazendas de ir e vir, ateamento de fogo às sedes, ameaça aos proprietários. Recorde-se que no ano passado Maduro enviou um de seus ministros ao Brasil para dar treinamento militar ao MST. 
Em nota o Clube militar afirmou que só existe um Exército, o Exército brasileiro, o Exército de Caxias. As demais instituições se calaram. Vale ainda lembrar, que enquanto o MST é recebido por autoridades, incluindo a presidente da República, o governo baixou seus punhos de aço contra os caminhoneiros por conta de uma greve que é justa. Estaremos indo rumo à Venezuela?" 
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga. 
mlucia@sercomtel.com.br 
www.maluvibar.blogspot.com.br

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

CLUBES MILITARES RESPONDEM À COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

Prezados leitores, os clubes militares publicaram na página dos obituários do jornal O Globo a relação das 126 vítimas do terrorismo durante os governos militares:




Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 5 de março de 2014

TEXTO DE OLAVO DE CARVALHO SOBRE O MOVIMENTO CÍVICO-MILITAR DE 1964



Prezados leitores, transcrevemos a seguir um artigo do site do Coronel PM Emir Larangeira, um destacado Oficial da Polícia Militar e escritor, onde faz um abordagem que consideramos muito equilibrada sobre o nosso momento político atual. 
Ele nos brinda com um discurso do filósofo Olavo de Carvalho, proferido no Clube Militar em 1999.
Aconselhamos a leitura.

"Quarta-feira, 5 de março de 2014 
TEXTO DE OLAVO DE CARVALHO SOBRE O MOVIMENTO CÍVICO-MILITAR DE 1964 
Meu comentário de abertura
Neste mês que se inicia é inevitável o embate entre ideólogos de esquerda e de direita, incluídos nestes últimos, por vontade dos extremistas de esquerda, todos aqueles que preferem se situar no centro do famoso continuum cujo ponto de equilíbrio é a DEMOCRACIA. Ora bem, estou entre os que preferem a DEMOCRACIA e almejo que ela se consolide no país sem a necessidade do derramamento de sangue. Mas também entendo que, se houver urgência em defender a DEMOCRACIA contra a atual tendência comunista levada a efeito por anarquistas extremados e terroristas, e para tanto tiver de pegar em armas, estou pronto. Devo, porém, esclarecer que não situo todos os partidários de esquerda no conceito acima (de fanáticos). Há muitos que são responsáveis e equilibrados e que crêem ser a SOCIAL-DEMOCRACIA, ou seja, um pouco tendente à esquerda do continuum, o melhor regime para o povo. Creio também nesta possibilidade e sei que alcançar tal escopo demanda principalmente seriedade, amor às leis vigentes e respeito às regras democráticas. Enfim, não pode haver extremismos e os partidários de esquerda deveriam ser os primeiros a se entrincheirar contra os radicalismos que maculam seus partidos, excluídos aqueles partidários que não têm mais jeito e sabemos quais são.
Manter a seta no meio do continuum é preciso. Deixá-la, porém, deslizar um pouco à esquerda para beneficiar os menos favorecidos, vá. Mas usar o povo ignaro como massa de manobra para comunizar o regime pátrio, como descaradamente pretendem muitos fanáticos acobertados por partidos de esquerda, aí não! Portanto, a primeira e franca reação deve caber aos filiados de partidos que acolhem esses extremistas, incluindo hoje anarquistas tais como os Black Blocs. Ou que enfiem a carapuça na cabeça!... Mas é certo que nem todos os filiados a partidos considerados de esquerda, com ou sem mandato, pensam e agem como essas minorias violentas que vêm sendo subvencionadas por oportunistas que não têm que fazer, como já se constatou. Ora bem, se houver o silêncio e a inação dos partidos de esquerda, que sejam todos postos num só saco e igualados em demérito como antipatriotas. Infelizmente, é esta a dura realidade, o que obriga a quem seja contrário a esse status quo a se pronunciar abertamente. É o que faço, e para tanto posto um pronunciamento do filósofo e professor Olavo de Carvalho por acreditar piamente em cada palavra dele. Vou deixar o pronunciamento até o início de abril, de modo que aqui esteja disponível como homenagem ao Movimento Revolucionário de 31 de março de 1964, que vivenciei já aos 17 anos, idade suficiente para entender a baderna anterior, muito semelhante à atual protagonizada por Black Blocs e demais movimentos organizados nos moldes dos Sem-Terra, que nada pretendem a não ser DESESTABILIZAR ainda mais a nossa FRACA E CONTAMINADA DEMOCRACIA. Sim, pois é inegável que a atual turbulência social decorre de artifícios políticos extremados, pior é que subvencionados com o dinheiro público. 
Sem dúvida, a atual baderna é levada a efeito por adeptos do regime comunista que apostaram na derrocada do Brasil naquela época anterior a 1964. Desgraçadamente, muitos ainda estão a tentar reescrever a História Nacional com o derramamento do sangue de compatriotas, pois outro modo não há. A mim, - que discordo desses radicalismos e me refiro a mim pensando nos meus parentes e não no povo brasileiro para não parecer demagogo, - a mim me cabe levantar minha voz isolada com amparo num brasileiro merecedor do meu crédito, o que não significa que não haja outros do seu naipe. Há sim, muitos, que pensam e agem como o filósofo e professor Olavo de Carvalho. Há sim, graças a Deus! 
"Reparando uma injustiça pessoal 
OLAVO DE CARVALHO 
Discurso pronunciado no Clube Militar do Rio de Janeiro em 31 de Março de 1999. 
Transcrição revista pelo autor. 
NB – Meu artigo "A história oficial de 1964", publicado em O Globo de 19 de janeiro de 1999, que nenhum mandarim da esquerda ousou responder, todos deixando o espinhoso encargo para uma inábil professorinha do interior que acabou confirmando todos os meus argumentos, trouxe para o autor um presente inesperado e — nos dias que correm — bastante incômodo: a amizade dos militares. É preciso estar maluco para declarar isto em público, mas é certo que essa amizade muito me honra e me alegra. E foi ela que levou dois ilustres militares brasileiros, o Cel. Luís Paulo Macedo Carvalho, presidente do Instituto de História e Geografia Militar, e o Gen. Hélio Ibiapina Lima, presidente do Clube Militar, a me convidar para falar nessas duas instituições, respectivamente nos dias 30 e 31 de março passado. O que eu disse numa e na outra foi mais ou menos a mesma coisa, mas o discurso do Clube Militar foi gravado e transcrito, o que me permite reproduzi-lo nesta homepage. O discurso foi pronunciado de improviso, sem notas. Publico aqui a transcrição integral da gravação em fita, sem alterações, apenas corrigida em detalhes de linguagem e completada nos pontos truncados. — O. de C. 
Agradeço comovido ao General Hélio Ibiapina e a todos os queridos amigos do Clube Militar este convite que muito me alegra, e peço permissão para começar esta conferência com uns detalhes autobiográficos, não por vaidade, absolutamente, mas apenas porque alguns fatos da minha vida se encaixam muito bem no assunto que vamos abordar aqui.
Existem pessoas que têm o dom de se aproximar de quem está no poder. Eu pareço que fui brindado com o dom contrário. No tempo dos governos militares, logo no começo, entre 1966 e 68, eu era um militante do Partido Comunista e odiava os militares; eu os chamava de "gorilas", como aliás todo mundo naquele meio. Tive muitos amigos e parentes que foram prejudicados pelo governo militar e durante todo aquele período eu me senti marginalizado, como muitos membros da minha geração, em razão de minha hostilidade ao regime. Hoje em dia, quando os esquerdistas estão no poder, dominam tudo e estão passando muito bem de saúde, já não estou mais ao lado deles e estou aqui falando para vocês. Por isto é que digo que fui brindado com este dom de fazer sempre as amizades mais inconvenientes no momento. Todos conhecemos muitas pessoas que fizeram carreira no regime militar e tão logo a situação mudou trataram de trocar de amizades, porque era melhor para a sua saúde...
Ora, toda a experiência que vivi, primeiro ao lado dos esquerdistas e depois numa longa solidão para a qual me retirei após ter me desiludido com a perspectiva socialista, para poder meditar e refazer de certo modo o meu mundo de idéias, toda esta experiência me ensinou, em primeiro lugar, a inconveniência de falar quando não se tem um mínimo de certeza razoável. Devo lembrar aos senhores que a minha atuação pública começa apenas em 1996, com o livro O Imbecil Coletivo. Até aí a minha vida tinha sido muito modesta, muito discreta, dando minhas aulinhas e escrevendo uns livros de filosofia que ninguém lia. Só publiquei O Imbecil Coletivo porque observei a ascensão de um tipo de mentalidade destrutiva, não só do ponto de vista político mas sobretudo no que diz respeito à destruição da inteligência humana. Tendo observado fatos cada vez mais alarmantes, na área cultural, e vendo que ninguém dava sinal de tê-los percebido, eu disse a mim mesmo: "Parece que sobrou para mim". Então, com competência ou sem ela, foi necessário fazer alguma coisa. Esse livro, na época, desencadeou uma onda que eu não diria de raiva, foi mais onda de pânico, entre pessoas do meio intelectual que jamais tinham sido criticadas no mais mínimo que fosse e que estavam acostumadas com o dogma da intangibilidade sacrossanta de suas pessoas. Um deles, lembro-me claramente, foi o prof. Leandro Konder, um comunista histórico, um homem que nunca foi criticado par nada, um homem sem defeito, um homem sem mácula e que, onde quer que vocês perguntem a respeito dele, lhes dirão: "O Leandro é uma moça", "O Leandro é um cavalheiro, é um gentleman." Dele não se fala mal. E esse homem, por conta do seu prestigio de gentleman, vinha não só mentindo compulsivamente em assuntos culturais, mas pregando idéias bastante destrutivas, por trinta anos protegido pelo manto de sua pretensa delicadeza. Então, quando ousei mexer nessa figura, muita gente ficou escandalizada, parecia que ia ter um enfarte, e eu notei que para essas pessoas doía mais nos seus corações ver alguém destratar intelectualmente um Leandro Konder, um Oscar Niemeyer ou alguém assim, do que ouvir blasfêmias contra Jesus Cristo. Eu cheguei a ver pessoas, em conferências minhas, passarem mal fisicamente ao ver-me desmascarar certas figuras da sua adoração. Tudo isso eu vi com estes dois olhos, não estou inventando nada. Eu vi no rosto dessas pessoas a emoção que a Bíblia chama "escândalo". Que é o escândalo, no sentido bíblico do termo? O escândalo é um fato que desmente a nossa fé, que viola a integridade da nossa alma e abala a nossa confiança na ordem do universo (Leiam mais).

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O CLUBE MILITAR - A CASA DA REPÚBLICA

"O Clube Militar – A Casa da República 
As Forças Armadas constituem a única categoria que não possui sindicatos ou entidades que tratem de seus salários e defendam os seus direitos trabalhistas. 
De igual modo, não possuem agremiações que se pronunciem a seu favor ou contra os ataques que sofram de outras entidades, inclusive as governamentais. 
A Constituição não permite. É uma pretensa salvaguarda do poder civil, quanto à predominância do poder militar. 
Nada a reclamar. A democracia é a nossa meta, de civis e de militares. 
Nas últimas décadas, assustados pelo que os militares podem fazer para chegar ao poder, ou coibir a chegada ao poder de um bando de canalhas, foram criados inúmeros mecanismos para desprestigiar as autoridades militares. 
Com o Ministro da Defesa e a figura do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), foram estabelecidas duas barreiras entre os Comandantes Militares e o chefe da Nação. 
Assim, qualquer assunto de interesse dos militares antes deverá ser tratado pelo Ministro da Defesa e o seu Assessor, que a seu critério levará as suas decisões ou da presidência para os Comandantes das Forças.
Sabemos o desprestígio que tem ocorrido, pois nem nos desfiles oficiais, os Comandantes Militares têm a honra de ocupar a sua posição de destaque no palanque das autoridades. 
O Clube Militar do Rio de Janeiro, fundado em 26 de junho de 1887, para muitos, deve ser apenas uma agremiação esportiva e social. 
Lá, se podem disputar torneios de xadrez, jogos de “pingue – pongue”, natação, promover bailes, encontros literários, e outras amenidades para manter os sócios, em geral da reserva, numa redoma telúrica. 
É um similar dos jardins dos duendes e das sílfides. 
Mas nem sempre foi assim. Lá germinaram e foram difundidos sonhos e aspirações, indignações e posições.
O Clube foi criado como ambiente de eventos sociais, não políticos, porém na falta de locais destinados ao trato dos interesses militares, nada mais natural que os seus sócios, entre uma partidinha de damas ou de palitinhos, abordem seus espantos e incredulidades. 
No próximo ano, teremos a eleição do novo Presidente. Temos quatro candidatos, todos de excelentes predicados, alguns com experiência anterior na diretoria do Clube.
É uma boa notícia, pois todos eles percebem que esperamos do Clube algo mais do que tertúlias quiméricas e desfiles de moda, e que repitam as retumbantes posições do Clube em situações que se caracterizavam pela perda da soberania e ameaça à democracia nacional. 
Isto em “priscas eras”, quando os Comandantes despachavam, pessoalmente, com o Chefe da Nação.
No seu histórico, encontramos memoráveis e vibrantes assembleias que marcaram fatos de grande significado para a vida nacional, como as Campanhas Abolicionista e Republicana, a instituição do Serviço Militar Obrigatório e as homenagens à FEB em seu regresso. 
Portanto, o Clube é bem mais do que gostariam os puros de espírito, mas ingênuos de coração. O Clube é uma postura de dignidade, de uma grandeza que precisa ser preservada e respeitada. 
Os candidatos se propõem em prosseguir, como no passado, a sua trajetória; contudo, um por ter elaborado em 09 de março de 2012, o Manifesto dos Militares, conduta que estremeceu algumas autoridades que pretenderam sancionar disciplinarmente os infratores, merece destaque na situação de porcos selvagens encurralados em que vivemos. 
Esperamos que o futuro presidente, qualquer deles, seja desassombrado, que haja com firmeza, respeitando e sendo respeitado, e cumprindo as determinações superiores, se dignas, e, do contrário, que se danem, pois o Clube, ao contrário das Instituições Militares, não é subordinado às tiranias e às injustiças de um desgoverno revanchista. 
Brasília, DF, 05 de novembro de 2013 
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira"
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