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sábado, 14 de dezembro de 2013

COMO LARVAS NO ESTERCO - GENERAL VALMIR FONSECA AZEVEDO PEREIRA



COMO LARVAS NO ESTERCO 
O delegado federal ROMEU TUMA JUNIOR, ex-secretário nacional de Justiça, lançou o seu livro "Assassinato de reputações: um crime de Estado". 
Uma hecatombe de denúncias e acusações que serão divulgadas pelo seu impacto, mesmo na mídia governista, durante alguns dias. 
No início, muitas prosopopéias, pretensas providências de algumas autoridades, protestos indignados, ameaças de processos contra o autor, mas tudo apenas marolinhas para embromar os esperançosos. Pessoas de conhecida falta de caráter são citadas, nada de novo. 
Quem não conhece o ex - presidente? 
Quem desconhece o tamanho de Tarso Genro? 
Apesar de cheios de novidades, nada que vá mudar o elevado conceito do populacho em relação a cada canalha citado. 
Do livro, podemos concluir o que já sabemos, de que no Brasil o sucesso está na malandragem, e que os mais espertos e sem caráter sempre se darão bem. Outra conclusão é de que com o poder nas mãos, o patife usa a sua posição para prejudicar os seus opositores. 
No livro, Tuma afirma em várias oportunidades, que foi incitado ou convidado a levantar dados para macular desafetos das autoridades. Suas alegações é que não topou, mas quantos já foram convidados e aceitaram? 
Felizmente, o autor resolveu expor no livro as diversas ocasiões em que os poderosos tentaram ou usaram a sua posição poderosa para denegrir alguém ou acobertar algo. Daí a expressão de “assassinos de reputações”. 
Mas talvez a grandiosa descoberta seja a de que o melhor caminho para o sucesso é a patifaria, é o engodo, as maracutaias, na verdade é afastar - se da dignidade e do caráter como o diabo da cruz, pois vemos que cada patife profissional, venceu na vida. 
Que triste resultado para os corretos e dignos, quando confirmamos que o golpe, a mentira são os atributos que coroam a vida de seus praticantes. 
O metamorfose ambulante, ou o informante “barba”, para os íntimos, chegou e foi reeleito presidente, e que ícone da ignorância é mais “Doutor Honoris Causa”do que os mais alentados mestres da humanidade? 
O Tarso foi ministro e hoje é governador e admirador das FARC. 
Lembram - se do Battisti? 
Dos cubanos que pediram asilo e foram embarcados à força de volta para Cuba? 
Hoje, no Brasil, atingimos a apoteose dos crápulas, pois aqui, com a nossa subserviência e a nossa falta de critérios, respeitamos e elegemos não o mérito, mas a incúria e os seus seguidores. Esta é a nossa imbatível realidade. 
Os mensaleiros foram presos, nem todos, mas alguém acredita que os principais protagonistas ficarão muito tempo na cadeia? 
As acusações e denuncias do Tuma serão devidamente desmoralizadas, e os principais canalhas citados prosseguirão na sua gloriosa carreira. 
Sim, não adianta espernear quando eles crescem, engordam e atingem os pináculos da glória “como larvas no esterco”. 
Alguns poderão indagar, que esterco? 
O País é, ou está coberto de esterco? 
Ou o esterco somos nós? 
Provavelmente, nós, respondeu o filósofo. 
Brasília, DF, 13 de dezembro de 2013 
Gen. Bda Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

OS ATUAIS TRÊS PODERES NA REPÚBLICA DO BRASIL - GENERAL VALMIR FONSECA AZEVEDO PEREIRA

Quimera


"OS ATUAIS TRÊS PODERES NA REPÚBLICA DO BRASIL
Volta e meia nos deparamos com os pensamentos do filosofo Montesquieu, em especial os enunciados na sua célebre obra “O Espírito das Leis”. 
Lá, o mestre iluminista nos legou o que seria o tripé da governança democrática, três poderes, cada qual em sua área, mas entrelaçados, de forma independente, porém harmônica para a gestão de um estado de forma sólida e equilibrada. Esses Poderes são o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.
Sim, os princípios foram tão considerados que a maioria dos países adotou-os como uma excelente maneira de estabelecer uma democrática governança, de evitar abusos, e permitir o desenvolvimento e a paz nas nações. 
Contudo, como sempre, surgem os aproveitadores que aos poucos traçam normas e leis, que manietando ou enfraquecendo os demais poderes, assumem boçalmente o mando e o desmando de uma nação.
Hoje, no Brasil, de há muito o Executivo assumiu “in totum” a sua posição de tirano, ou melhor, de um poder acima de tudo e de todos; contudo, se analisarmos atentamente, o nosso Executivo também possui limitações.
Algumas pessoas percebem que na atualidade temos sobre a pátria brasileira, três poderes, que não são os clássicos Executivo, Legislativo e o Judiciário, que sabemos de há muito estão subordinados às idiossincrasias do Executivo. 
Aqueles atentos sabem que o maior poder no País, e até sobre a America Latina, é o Foro de São Paulo, o outro poder no País é o Partido dos Trabalhadores, e por último, na escala de mando surge o Poder Executivo. 
É claro para os estudiosos que o Foro de São Paulo é quem dita as regras que são seguidas à risca pelo Executivo e pelo PT, por sua vez, o Foro de São Paulo amoita-se entre os petistas e marxista-leninistas inveterados que, desta forma é descaradamente o terceiro pé deste banquinho mambembe.
Ora, conhecemos as linhas mestras de atuação dos três poderes citados, que é o marxismo–leninismo; portanto, que Deus nos acuda, pois pela ideologia que nos domina, breve seremos todos comunas, desde criancinhas. 
De fato, é escandaloso o que assistimos, eis que tanto para o Executivo como para o PT, um valor mais alto se alevanta, o Foro de São Paulo. 
Embora sub-repticiamente, quando analisamos as grandes investidas presidenciais em especial na área externa, lá está o pensamento do Foro ou o de seu presidente, o Marco Aurélio Garcia.
Que ninguém duvide que os passos grandiloquentes do País no campo internacional são ditados pelo Foro de São Paulo e, eventualmente, na área interna, onde o maior gestor é o PT, em particular por sua ascendência sobre os sindicatos. 
Para aqueles que ainda acreditam nos clássicos três poderes da República, basta mirar a desmoralizações do Legislativo e a derrocada do Poder Judiciário, pois ambos perderam sua soberania e, na atualidade, claramente, são subordinados aos humores do Executivo.
Como simples exemplos das ações do Foro, sempre acima de qualquer autoridade, seja do Executivo, seja do PT, basta lembrarmo-nos do PNDH 3, das contribuições monetárias para Cuba, do caso de Honduras, da persistência nas alterações da Lei da Anistia, e de uma infinidade de barbaridades em andamento.
Prestem atenção, que as insistências para estes casos e outros surgem em surdina, na encolha, como se fossem questões que afloram gratuitamente, mas que são imediatamente encampadas pelas autoridades do governo e pelo PT. 
O seu promotor é o Foro de São Paulo. 
De fato, temos os três poderes no Brasil. Acredite quem quiser.
Brasília, DF, 01 de dezembro de 2013 
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira"
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O CLUBE MILITAR - A CASA DA REPÚBLICA

"O Clube Militar – A Casa da República 
As Forças Armadas constituem a única categoria que não possui sindicatos ou entidades que tratem de seus salários e defendam os seus direitos trabalhistas. 
De igual modo, não possuem agremiações que se pronunciem a seu favor ou contra os ataques que sofram de outras entidades, inclusive as governamentais. 
A Constituição não permite. É uma pretensa salvaguarda do poder civil, quanto à predominância do poder militar. 
Nada a reclamar. A democracia é a nossa meta, de civis e de militares. 
Nas últimas décadas, assustados pelo que os militares podem fazer para chegar ao poder, ou coibir a chegada ao poder de um bando de canalhas, foram criados inúmeros mecanismos para desprestigiar as autoridades militares. 
Com o Ministro da Defesa e a figura do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), foram estabelecidas duas barreiras entre os Comandantes Militares e o chefe da Nação. 
Assim, qualquer assunto de interesse dos militares antes deverá ser tratado pelo Ministro da Defesa e o seu Assessor, que a seu critério levará as suas decisões ou da presidência para os Comandantes das Forças.
Sabemos o desprestígio que tem ocorrido, pois nem nos desfiles oficiais, os Comandantes Militares têm a honra de ocupar a sua posição de destaque no palanque das autoridades. 
O Clube Militar do Rio de Janeiro, fundado em 26 de junho de 1887, para muitos, deve ser apenas uma agremiação esportiva e social. 
Lá, se podem disputar torneios de xadrez, jogos de “pingue – pongue”, natação, promover bailes, encontros literários, e outras amenidades para manter os sócios, em geral da reserva, numa redoma telúrica. 
É um similar dos jardins dos duendes e das sílfides. 
Mas nem sempre foi assim. Lá germinaram e foram difundidos sonhos e aspirações, indignações e posições.
O Clube foi criado como ambiente de eventos sociais, não políticos, porém na falta de locais destinados ao trato dos interesses militares, nada mais natural que os seus sócios, entre uma partidinha de damas ou de palitinhos, abordem seus espantos e incredulidades. 
No próximo ano, teremos a eleição do novo Presidente. Temos quatro candidatos, todos de excelentes predicados, alguns com experiência anterior na diretoria do Clube.
É uma boa notícia, pois todos eles percebem que esperamos do Clube algo mais do que tertúlias quiméricas e desfiles de moda, e que repitam as retumbantes posições do Clube em situações que se caracterizavam pela perda da soberania e ameaça à democracia nacional. 
Isto em “priscas eras”, quando os Comandantes despachavam, pessoalmente, com o Chefe da Nação.
No seu histórico, encontramos memoráveis e vibrantes assembleias que marcaram fatos de grande significado para a vida nacional, como as Campanhas Abolicionista e Republicana, a instituição do Serviço Militar Obrigatório e as homenagens à FEB em seu regresso. 
Portanto, o Clube é bem mais do que gostariam os puros de espírito, mas ingênuos de coração. O Clube é uma postura de dignidade, de uma grandeza que precisa ser preservada e respeitada. 
Os candidatos se propõem em prosseguir, como no passado, a sua trajetória; contudo, um por ter elaborado em 09 de março de 2012, o Manifesto dos Militares, conduta que estremeceu algumas autoridades que pretenderam sancionar disciplinarmente os infratores, merece destaque na situação de porcos selvagens encurralados em que vivemos. 
Esperamos que o futuro presidente, qualquer deles, seja desassombrado, que haja com firmeza, respeitando e sendo respeitado, e cumprindo as determinações superiores, se dignas, e, do contrário, que se danem, pois o Clube, ao contrário das Instituições Militares, não é subordinado às tiranias e às injustiças de um desgoverno revanchista. 
Brasília, DF, 05 de novembro de 2013 
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira"
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