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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O SUCESSO DAS POLÍTICAS DE SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL

Prezados leitores, um artigo que merece reflexão.
Ilustra o artigo uma reportagem do SBT sobre a mobilização dos familiares de Policiais Militares.





"Crise da Segurança Pública no Espírito Santo 
Paulo Eneas / 23 horas atrás 
Ignorem todas as análises e comentários dos especialistas de imprensa que estão falando em “fracasso” das políticas de segurança pública ou de “incompetência” dos governos estaduais na implementação destas políticas. 
Falar em fracasso ou incompetência é desinformação e engodo para enganar a população. O que estamos assistindo esses dias no Estado do Espirito Santo, bem como o que vimos no início do ano nos presídios da região nordeste não é nenhum fracasso, mas sim o sucesso de políticas de segurança pública de inspiração socialista que vem sendo deliberadamente implantadas desde o início da Nova República, particularmente a partir do governo de Fernando Henrique Cardoso. 
Essas políticas públicas de inspiração socialista têm todas elas sua origem em diretrizes vindas diretamente da ONU e suas agências globalistas, e se pautam pela demonização e ataque sistemático às polícias militares, pela a adoção de toda uma legislação de execução penal que visa proteger bandidos e criminosos sob pretexto de defesa de direitos humanos, e pela restrição e proibição do uso de armas pelos cidadãos comuns. 
O resultado de décadas de aplicação dessas políticas foi a pauperização das polícias militares e o aumento generalizado da criminalidade. Não bastasse essa pauperização, traduzida em péssimos salários e condições precárias de trabalho, principalmente na área de investigação criminal, há todo um esforço por parte da imprensa e da intelectualidade de condenar a ação das polícias, além do empenho em nível institucional para extinguir as polícias militares, segundo recomendação explícita da própria ONU. 
Portanto, o que estamos vendo hoje no Espírito Santo não é nenhum fracasso: é o sucesso das políticas de segurança pública de inspiração socialista, pois elas foram concebidas justamente para isso. #CriticaNacional  #TrueNews "

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

TERRORISMO NO BRASIL: HEZBOLLAH TERIA PARCERIA COM O PCC



Prezados leitores, o terrorismo chega ao Brasil. 

"REVISTA VEJA
Blog Reinaldo Azevedo
10/11/2014 às 6:16
É MUITO GRAVE! PF DISPÕE DE DOCUMENTOS QUE PROVAM UMA PARCERIA ENTRE O PCC E O GRUPO TERRORISTA HEZBOLLAH. PIOR: O BRASIL SEGUE SEM LEI QUE PUNA O TERROR PORQUE O GOVERNO PETISTA E AS ESQUERDAS NÃO QUEREM 
A coisa é espantosamente grave! A Polícia Federal reúne desde 2008 provas de que traficantes ligados ao grupo terrorista Hezbollah, que domina o sul do Líbano, atuam em nosso país em parceria com o PCC. O epicentro dessa ação, em nosso território, é Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai). Há muito os órgãos de segurança dos Estados Unidos consideram essa região infiltrada pelo terror, coisa que o governo brasileiro se nega a admitir. Documentos obtidos pelo jornal “O Globo” apontam que a parceria entre o terrorismo e o crime organizado teve início em 2006. Traficantes libaneses de cocaína, ligados ao Hezbollah, teriam aberto canais para a venda de armas ao PCC. Quando esses traficantes são presos no Brasil, contam com a proteção da facção criminosa nos presídios. 
Pois é. Isso é especialmente grave porque o Brasil é um das poucas democracias do mundo — talvez seja a única — que não dispõe de uma lei para punir o terrorismo. Todas as iniciativas nesse sentido são barradas pelo próprio governo petista e pelas esquerdas porque, por óbvio, ações como as perpetradas, por exemplo, pelo MST e pelo MTST entrariam, sem exagero, na categoria de “terroristas”. O Inciso VIII do Artigo 5º da Constituição afirma que o Brasil repudia o terrorismo. O Inciso XLIII do Artigo 5º estabelece que o crime é inafiançável e insuscetível de graça, isto é, não pode ser anistiado. Mesmo assim, não existe uma lei para puni-lo. É uma piada macabra. 
Não é a primeira vez que o terrorismo dá mostras de atuar no Brasil. Em maio de 2009, foi preso no país um libanês identificado como “K”. Tratava-se de Khaled Hussein Ali, nada menos do que um homem da Al Qaeda. Era o responsável mundial pelo “Jihad Media Battalion”, uma organização virtual usada como uma espécie de relações públicas online da Al Qaeda, propagando pela internet, em árabe, ideais extremistas e incitando o povo muçulmano a combater países como os EUA e Israel. Casou-se no Brasil, teve uma filha e vive tranquilamente na Zona Leste de São Paulo. 
Reportagem da VEJA de Abril de 2011 informava que o iraniano Mohsen Rabbani, procurado pela Interpol, entrava e saía do Brasil com frequência sem ser incomodado. Funcionário do governo iraniano, ele usa passaportes emitidos com nomes falsos para visitar um irmão que mora em Curitiba. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) descobriu que Rabbani já recrutou pelo menos duas dezenas de jovens do interior de São Paulo, Pernambuco e Paraná para cursos de “formação religiosa” em Teerã. “Sem que ninguém perceba, está surgindo uma geração de extremistas islâmicos no Brasil”, disse, então, o procurador da República Alexandre Camanho de Assis. Rabbani é acusado de arquitetar atentados contra instituições judaicas que vitimaram 114 pessoas em Buenos Aires, nos anos de 1992 e 1994. Calma, que tem mais! 
Análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos, como informou a VEJA em 2011, expõe laços de extremistas que vivem ou viveram no Brasil com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que, durante treze anos, financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel. A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul. 
Em 2001, a entidade entrou para a lista de organizações consideradas terroristas pela ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land, que hoje cumpre a duríssima pena numa cadeia do Texas. Curiosamente, passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui. 
Em depoimento ao Congresso nos EUA em 2010, o então embaixador americano na Organização dos Estados Americanos (OEA), Roger Noriega, afirmou que as operações da Holy Land na Tríplice Fronteira eram comandadas pelo xeque Khaled Rezk El Sayed Taky El-Din. De fato, informou reportagem da VEJA em 2011, o clérigo islâmico aparece nas agendas telefônicas da Holy Land como um contato “importante” na América do Sul. Noriega confirmou também informações de que, em 1995, El-Din hospedou em Foz do Iguaçu Khalid Sheikh Mohammed, terrorista da Al Qaeda que organizou os atentados de 11 de setembro de 2001. 
O xeque ficou à frente da mesquita de Guarulhos por onze anos, mas pediu demissão em junho de 2010. Em 2011, era diretor para assuntos islâmicos da Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (Fambras). À revista VEJA, então, El-Din negou envolvimento com a Holy Land e com Shukri Baker. Outro contato da Holy Land no Brasil, de acordo com uma investigação encomendada pelo Departamento de Justiça americano em 2005, era Ayman Hachem Ghotme, considerado o principal arrecadador de fundos para o Hamas na Tríplice Fronteira. 
Encerro
Pois é… A Polícia Federal tem agora elementos que indicam que o terror e o crime organizado fizeram uma parceria. E o Brasil segue sem uma lei que possa dar a essa associação a devida punição. Não tem porque o governo petista e as esquerdas não querem. 
Por Reinaldo Azevedo".

Juntos Somos Fortes!

domingo, 29 de julho de 2012

A POLÍCIA MILITAR DEVE SER EXTINTA?


Prezados leitores, bom dia!
FOLHA DE SÃO PAULO.
A Polícia MIlitar deve ser extinta?
No dia 30 de maio, o Conselho de Direitos Humanos da ONU pediu ao Brasil maiores esforços para combater a atividade dos "esquadrões da morte" e que trabalhe para suprimir a Polícia Militar, acusada de assassinatos.
Ao todo, foram 170 recomendações que compõem o relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil, uma avaliação à qual se submetem todos os países.
Para vários membros do conselho (como Dinamarca, Espanha e Coreia do Sul), estava claro que a própria existência de uma polícia militar era uma aberração só explicável pela dificuldade crônica do Brasil de livrar-se das amarras institucionais produzidas pela ditadura.
Você concorda com a extinção da Polícia Militar? (Leiam).
Votem na pesquisa (Link).
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 19 de junho de 2012

A RIO + 20 E A VERGONHOSA SITUAÇÃO DO RIO


1) UOL NOTÍCIAS: 
Rio+20: muro em UPP é derrubado para prefeito de Nova York ver a Baía de Guanabara.
Hanrrikson de Andrade. 
A visita do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, à Unidade de Polícia Pacificadora do Chapéu-Mangueira/Babilônia, nesta terça-feira (19), fez com que a Prefeitura do Rio de Janeiro providenciasse, ontem, a derrubada de um muro em uma localidade conhecida como Rodinha, em um dos acessos às favelas da zona sul da cidade. O motivo? A autoridade americana irá ao local para ter uma visão panorâmica da Baía de Guanabara (Leiam). 
2) FOLHA.COM 
ONU dá dicas de segurança a estrangeiros na Rio+20. Marco Antônio Martins. As preocupações da ONU (Organização das Nações Unidas) na Rio+20 não se limitam à discussão sobre o futuro sustentável da humanidade. Passa também pela segurança de cerca de 50 mil estrangeiros, integrantes de delegações, esperados na cidade pelo Ministério das Relações Exteriores até o próximo dia 23. 
(...) 
As principais preocupações está com o chamado "crime de rua": assaltos ou furtos de objetos, joias, telefones celulares e documentos. Todos seguidos da maneira de agir caso seja vítima de algum deles. A dica é evitar o uso de qualquer um deles em público. Deve-se andar com pouco dinheiro escondido em bolsas presas à cintura. Mas as dicas não páram por aí. Os cuidados são tantos, um total de 20, que os estrangeiros não devem usar os serviços dos engraxates de rua, tão comuns no Centro da cidade. Caminhadas à noite ou no início da manhã nas praias devem ser deixadas de lado. Os criminosos se aproveitariam deste momento para atacar os turistas. 
Visitas à favelas também não são indicadas. A orientação foi dada mesmo com todas as comunidades localizadas na zona sul do Rio estarem ocupadas pelos projetos das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A EXTINÇÃO DA PM OU DA ONU? - JULIO SEVERO

Escrito por Julio Severo | 31 Maio 2012
Artigos - Globalismo
ONU, que permitiu genocídios no Sudão e Ruanda, nunca pediu a extinção do PCC.
Nesta quarta-feira (30) o Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), numa medida de interferência extrema, pediu ao Brasil a extinção da Polícia Militar, acusando-a de numerosas execuções extrajudiciais.
A principal motivação da ONU foi o recente caso onde foram presos três policiais da Rota — grupo da Polícia Militar —, que, num confronto com o PCC (Primeiro Comando da Capital), na Penha, zona leste de São Paulo, mataram homens do PCC, cujos integrantes estavam armados com fuzis, submetralhadoras, pistolas e revólveres.
A morte dos membros do PCC provocou a crítica da ONU, cobrando a extinção da PM.
Essa não é a primeira vez que a ONU faz cobranças do Brasil. Em fevereiro deste ano, a ONU recomendou a extinção das leis que impedem governo, empresários médicos e mulheres de terem atendidos seus desejos de aborto legal.
A cobrança da ONU pela extinção da PM ocorre num contexto social onde mais de 50 mil brasileiros são assassinados por ano. Oficialmente, menos de 10 por cento desses crimes são solucionados. Isto é, mais de 90% dos assassinos são premiados com a impunidade.
É um caso grave onde a ONU deveria fazer cobranças diárias, pedindo ações concretas para eliminar as ações criminosas que assassinam milhares de brasileiros por ano. Pelo bem estar do da população do Brasil, a ONU poderia recomendar o armamento da população brasileira e até mesmo a pena capital, como meio de eliminar indivíduos que assassinam gente inocente.
Contudo, a ONU vem trabalhando de forma inversa, exigindo o desarmamento da população civil, numa meta esquerdista de tornar as pessoas totalmente indefesas diante dos assassinos, inclusive abolindo a pena capital para eles.
Quem abolirá a pena capital que tem eliminado mais de 50 mil brasileiros por ano? De modo particular, quem abolirá a pena capital para os bebês em gestação que está sendo promovida pela própria ONU?
A PM e até mesmo a ONU deveriam ser investigadas por excessos. Mas se a PM realmente matou integrantes do PCC, deveríamos deixar a população brasileira, que é vítima inocente desses criminosos violentos, opinar. Quem extermina exterminadores da população pode ser considerado bandido? Quem mata inocentes, seja bandido, PM ou ONU, é que deveria levar o rótulo e castigo de criminoso.
Quando centenas de milhares de crianças, mulheres e homens inocentes estavam sendo massacrados no Sudão durante mais de uma década, a ONU mal bocejava um protesto. Era um caso de genocídio. Mas a ONU não teve a coragem de cobrar a extinção das forças que estavam exterminando os sudaneses.
As vítimas eram em grande parte cristãos, e os assassinos eram forças governamentais muçulmanas. Mas suspeito que, se por um milagre, alguma nação fornecesse armas para os cristãos, de modo que eles pudessem reagir e matar seus matadores, a ONU prontamente gritaria “genocídio” e permitiria uma ação militar de várias nações contra os supostos abusos de “direitos humanos” cometidos pelos cristãos.
Centenas de milhares de cristãos foram mortos, bem debaixo do nariz indiferente da ONU.
Milhões de bebês em gestação estão sendo mortos por leis incentivadas, louvadas e promovidas pela ONU, que não quer o Brasil fora desse negócio macabro. Por isso, o Brasil vem sofrendo pressões da ONU para legalizar o aborto, de modo que governo, empresários médicos e mulheres tenham atendidos seus desejos de exterminar inocentes.
A resistência do povo brasileiro tem sido fabulosa, pois dois gigantes — ONU e governo brasileiro sob o PT — querem o aborto legalizado e o único obstáculo é o povo.
A ONU e o governo brasileiro estão também alinhados em outras questões. O governo petista quer a tal Comissão da “Verdade”, para premiar ainda mais terroristas comunistas que queriam derrubar o governo do Brasil e instalar uma ditadura sanguinária no modelo da União Soviética. Eles foram detidos pelo governo militar e hoje seus aliados reivindicam, a todo o custo, a canonização desses indivíduos que, fortemente armados, assaltavam bancos e matavam.
Em vez de serem forçados a devolver todo o dinheiro que roubaram, são premiados. Em vez de pagarem por seus assassinatos, são prestigiados.
O Dr. Alberto Thieme, que é pastor presbiteriano e era policial militar na época do governo militar, foi uma das milhares de testemunhas que viram as inúmeras atrocidades cometidas pelos comunistas terroristas do Brasil.
E a ONU, que nada fez para deter o genocídio do Sudão, apareceu para dar seu selo de aprovação para tal Comissão da “Verdade”.
E agora quer também extinguir a PM? Se a PM matou inocentes, que seja punida. Se matou assassinos, por que puni-la? O que se precisa no Brasil é diminuir o número de assassinos que incham os números de 50 mil assassinatos por ano, não sustentá-los, protegê-los e defendê-los.
Se a ONU quiser cobrar o Brasil por esses milhares de assassinatos e até mesmo pedir a extinção do governo petista por seu descaso para com a segurança da população, tudo bem. É uma cobrança e pedido perfeitamente justificáveis. Mas cobranças justas não são o forte da ONU.
Se a ONU fez algum bem à humanidade, que tentem reciclá-la. Mas com seu papel no Sudão, em Ruanda, na legalização do aborto e agora na interferência dos assuntos internos do Brasil, sua extinção seriam mais que bem-vinda  (Fonte).
Julio Severo.
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