JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 7 de setembro de 2022

150 ANOS > 200 ANOS DA INDEPENDÊNCIA - O QUE MUDOU NO BRASIL?



Hoje, 7 de setembro de 2.022, comemoramos o bicentenário da "Independência do Brasil".

Convido os leitores para o retorno ao sesquicentenário e avaliar o que mudou no Brasil nessas 5 (cinco) décadas.

"Sesquicentenário da Independência do Brasil


O Sesquicentenário da Independência do Brasil foi a celebração, ocorrida no ano de 1972, dos 150 anos da Independência do Brasil do Reino de Portugal. Ocorrida dentro do contexto da ditadura militar brasileira, durante o governo de Emílio Garrastazu Médici, as celebrações foram marcadas por um tom nacionalista e ufanista, característico do chamado período do “milagre econômico brasileiro” do início da década de 1970. Entre os eventos que marcaram a celebração do sesquicentenário, destaca-se o translado dos restos mortais de Dom Pedro I, saindo de Lisboa, onde se encontravam desde 1834, para São Paulo, na cripta imperial do Monumento à Independência do Brasil (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

VETERANOS E PENSIONISTAS - "COMISSÃO DE REPRESENTANTES" - HISTÓRICO



Eu agradeço aos inúmeros leitores das minhas redes sociais que têm fornecido informes sobre a constituição da autodenominada "comissão de representantes", todos bem intencionados, tentando promover a transparência que a "comissão" não disponibilizou.

Infelizmente, nenhum deles conseguiu cópia do documento que teria sido entregue em nosso nome.

A seguir transcrevo DUAS postagens feita por um deles por considerá-las as mais abrangentes e por guardar identidade com outros informes.

1a postagem

"Reynoso Silva

Paulo Ricardo Paúl bom Comandante, o Mesac não é pré-candidato, eu convoquei ele para formar o grupo e ele formou o grupo, depois os Sub grupos, mas eu queria SOS aí fez o histórico SOS, depois é que começaram a crescer, muito então foi criando outros grupos são quatro grupos, porque as pessoas estavam insatisfeitas com os resultados do nata dos praças mesmo eles tendo alguns ganhos para as pensionistas, e essas pessoas que estão falando são realmente reformados, sequelados, Pensionistas, elas ficaram muito furiosa daí que eu inclusive convoquei o nosso grande amigo Valdelei mas ele preferiu não entrar no grupo, no escopo todos foram convidados até a liderança do Natas o Portugal entrou!
Quanto ao Da Silva estava com problema de saúde e não foi convidado e não pertence aos grupos, ele apenas se chegou no dia da mobilização, não participou de nada do financeiro de toda a confecção do movimento passifico e ordeiro, que foi grandioso teve até ambulância particular, teve água teve ônibus pago pelo próprio grupo, para ajudar a quem não podia ir tudo nós financiamos uma vaquinha entre o grupo, todo quem podia dar deu que não podia não deu, Capitaneado pelo Ten RR Marcelo, daí surgiu o SOS Policia que tem história assim como o senhor, que poderia também ir história todos que tem história, que se importam com a nossa classe, se fosse lá poderiam dizer aquilo que sempre nós esperávamos de pessoas como o senhor, a defesa contundente principalmente nesse caso premente dessas situações em desfavor dos pensionistas e reformados e do pessoal da reserva, então Da Silva nem pertence ao grupo grupo o dele é o SOS, apareceu um representante do Palácio e foi feito uma reunião rápida aonde foram muitos candidatos fizeram lá uma uma conversa formarão 10 que deveria ser oito, acredito que na próxima será 08! Foi isso tudo muito rápido, o grupo muito e tudo mais foi a mão de Senhor Jesus, também os debates estavam correndo em vários grupos é isso ajudou a trazer gente, mas nenhum deles queria proporcionar por algum motivo esse movimento e quem tem força para esse movimento é o pessoal do SOS Bombeiros sem dúvida, foi onde nós fomos buscar forças encontramos Mesac e seu grupo, foi isso apenas isso, agora coisa cresceu os amigos que querem iniciar nós os recebemos de braços aberto, infelizmente por motivo de saúde de família e minha saúde eu não posso estar presencialmente mas logo que melhorar estarei lá firme e Pacífico tudo dentro da legalidade, posso dizer o senhor que em pouco tempo nós fizemos até um corpo jurídico porque no grupo já existia advogados Bombeiros Militares e policiais militares, se o governador não resolver esse corpo jurídico vai acionar junto aos tribunais de justiça em favor dos prejudicados aqueles que não podem que não tem acesso!
Forte abraço Guerreiro!"

2a postagem)

"Caro Cel Paulo Ricardo Paúl essa comissão foi constituída por BM/PM/Reformados e Inativos e Pensionistas, tb com um ativo, sim companheiros que vieram na busca de uma lei Comprementar que minimizasse os efeitos nefastos da lei Federal 13954, e esses militares estavam sozinhos mobilizando em grupos e nas redes sociais, na maioria praças, agora teve essa mobilização que deu visão ao público esses militares Estaduais ganharam esse direito porque como sabemos eles vieram em socorro das Pensionistas e dos Reformados e dos RR que foram atingindo pela lei federal, coisa que teve um seguimento dos RR que nada perderam com a nova base de Cálculo e se manterem na sombra!

Eu faço partes desses grupo mas não poderei compor a comissão, concordo com tudo que eles estão fazendo, o recado foi dado o diálogo iniciado por tanto a hora de diálogo!

Como o senhor disse, Governador já sabe de tudo vetou conscientemente as emendas em nosso favor, as comissões criadas na alerj também participaram bastante, a comissão criada nos comandos militares comissão essas que tiveram limites dado pelas ações de governo e nesses limites contemplaram o segmentos de militares ativo, era o que se poderia fazer, porque a situação dos inativos pensionistas reformados estava sobre a batuta da casa Legislativa, a qual pelo que vi Governador dizer que não recebeu tem um comunicado mesmo sabendo que o seu líder da bancada afiançou a sua palavra de apoio a não quebra da paridade como a lei federal determina e também a Constituição!
Comandante aguerrido, o senhor é um dos nossos poderia também estar compondo essa comissão, poderia também estar levando a sua experiência, no dia da manifestação foi pensado também na situação precária a que se encontravam os apoiadores, praças e Pensionistas, portanto foi decidido não dispensar energias, também o financeiro, como também preservando a saúde das pensionistas e dos reformados e sequeladas por isso uma vigília, Afinal de conta uma movimentação como Aquele teve um custo e não foi baixo, todos contribuíram mas não podemos a todo momento requerer, pedir esse esforço demasiados, que é tão caro para alguns e arriscado no momento de pandemia, precisamos então focar, depurar fazer com que as manifestações sejam de maneira que realmente tenha uma extrema necessidade! Esperamos que após o dia 17 não precisaremos mais nos mobilizar ou acredito não precisamos mais nos mobilizar mais em ano nenhum em nossas vidas, porque fato é que nós precisamos é descansar e deixar que os militares ativos tendo como exemplo esses abnegados e eles mesmo resolvam as situações antes de chegar ao ponto que chegou, mesmo que elas sejam decisões de governo e não decisões de comando!
Forte abraço, meu respeito minha continência!"

Eu copiei e colei.

As publicações se complementam.

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sábado, 11 de agosto de 2018

BRASIL - QUAL SERÁ O LIMITE PARA AS PESSOAS DE BEM?



Ouço quase que diariamente que alguém está deixando o país com sua família, sendo Portugal o destino mais citado, ultimamente.
As justificativas para tal ação extrema passam pelas péssimas condições de vida vivenciadas (falta dos serviços públicos essenciais, apesar da carga tributária elevada, por exemplo) e pela cleptocracia que se instalou.
É fato que o Brasil se tornou um lugar ruim para se viver, portanto, ninguém pode condenar os que optam por sair.
Apesar dessa verdade, vale lembrar que para uma parcela da população, a formada pelas "pessoas que não são de bem", o Brasil é maravilhoso. Elas nem pensam em deixar o país, o que só fazem para viagens de entretenimento, onde gastam o dinheiro ilícito que acumularam.
Temos outra parcela da população formada por "pessoas de bem" que não podem ou não querem deixar o país.
Tal parcela é a que me causa espanto.
Qual será o limite dessas pessoas diante das péssimas condições de vida e da cleptocracia impostas pelos governos?
Elas reagirão em algum momento?
A História comprova que povos oprimidos sempre reagiram, mais cedo ou mais tarde, provavelmente considerando o limite para suportar as mazelas impostas, quem sabe isso não se repete no Brasil, o mais rápido possível.

terça-feira, 8 de maio de 2018

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

BRASIL - A ÚLTIMA CRUZADA - CAPÍTULOS 1 E 2



Prezados leitores, publico o link de dois capítulos de "Brasil - A última cruzada" para promover reflexões sobre a história do mundo, especificamente da história de Portugal e do Brasil.
Os vídeos foram produzidos pelo movimento Brasil Pararlelo.
Eles são longos, mas os recomendo pela riqueza de informações.

Capítulo 1 - A Cruz e a Espada (Link).

Capítulo 2 - A Vila Rica (Link).

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

O BURNOUT E OS INDICADORES PSICOPATOLÓGICOS EM POLICIAIS



Prezados leitores, sugiro a leitura do artigo publicado em Portugal e uma reflexão sobre qual deve ser a situação dos Policiais Militares do estado do Rio de Janeiro sobre o Bornout..

"AGÊNCIA LUSA
Investigação alerta para burnout dos polícias 
Quando chegam à profissão estão bem, mas estudo mostra que progressão do mal-estar psicológico, cansaço emocional e stress crónico no trabalho aumentam à medida que os polícias vão sendo colocados no terreno. Burnout é típico em pessoas altruístas que se dedicam muito ao emprego. 
6 de setembro de 2015, 19:11 
Os polícias portugueses apresentam bom estado psicológico no primeiro ano de serviço, mas à medida que vão para o terreno registam mais problemas psicológicos, que no limite podem levar ao suicídio, alerta uma investigadora da Universidade do Porto. 
A agência Lusa teve acesso a estudos realizados pela investigadora Cristina Queirós, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, em conjunto com psicólogos da Divisão de Psicologia da PSP, sobre o Burnout e indicadores psicopatológicos em polícias, que revelam que os jovens agentes da PSP, colocados em Lisboa, apresentam no seu primeiro ano de serviço efectivo “valores baixos de burnout”, “bom estado psicológico” e “realização profissional boa”. 
O Burnout e indicadores psicopatológicos em polícias e outros estudos científicos vão ser apresentados no III Congresso Internacional sobre Condições de Trabalho, que vai decorrer na quinta e na sexta-feira, no Porto. 
A investigadora diz que a progressão do mal-estar psicológico, cansaço emocional e stress crónico no trabalho aumentam à medida que os polícias vão sendo colocados no terreno, principalmente no actual momento de crise, em que são confrontados com “mais exigências emocionais” e “cada vez menos recursos”. 
Os polícias enfrentam pessoas que também lidam com mais dificuldades e se tornam mais exigentes, explica, e, também por isso, vão “piorando do ponto de vista psicológico”, pois diminui a realização profissional e a motivação para as tarefas, aumentando a exaustão emocional, proporcionando o aparecimento da síndrome de burnout, uma reacção ao stress crónico no trabalho que se caracteriza por três grandes dimensões. A primeira é a exaustão ou cansaço emocional do sujeito que se levanta já cansado para o trabalho, está cada vez mais desmotivado, mais triste e que no limite pode conduzir ao suicídio (Leiam mais)". 

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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL - 7 DE SETEMBRO DE 1822

Prezados leitores, um pouco sobre a independência do Brasil extraído do site Brasil Escola.



"Independência do Brasil 
HISTÓRIA DO BRASIL 
Conheça a história da Independência do Brasil. 
A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência. 
A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo. 
Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites. 
Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.
Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia. 
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil. 
A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal. 
Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira. 
No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político. 
Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia. 
Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga (Fonte)". 

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domingo, 16 de abril de 2017

ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA QUEREM QUE EX-PRESIDENTE LULA PERCA O TÍTULO RECEBIDO

Prezados leitores, nós recebemos pelo Whats App a foto e a mensagem que publicamos nesse artigo. Vale destacar que recentemente fizemos um vídeo onde cobramos que a Polícia Militar solicitasse a devolução de todas as medalhas concedidas aos políticos que estão sendo delatados na Lava-Jato, pois consideramos um absurdo que "criminosos" mantenham honrarias da instituição. 

Foto:



Mensagem: 
"Estudantes de Coimbra, exigindo a cassação do título "honoris causa", concedido há tempos atrás a esse malfeitor, que estendeu suas falcatruas a ativos portugueses (Portugal Telecom). A foto não tem preço... Parabéns jovens portugueses, pela iniciativa de preservar a reputação e honradez dessa secular Instituição.

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quinta-feira, 16 de março de 2017

ACORDA BRASIL: HORA DA NOVA "INCONFIDÊNCIA" ?

Prezados leitores, a mensagem que transcrevemos está circulando pelas redes sociais e consideramos ela oportuna para o momento que vivemos no país, onde os impostos são altíssimos, o dobro daqueles que originaram à "Inconfidência Mineira".




"Durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso País e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto". Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam "O Quinto dos Infernos". E isso virou sinônimo de tudo que é ruim. A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama". Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. 
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira chegou ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos... 
Para quê? Para sustentar a corrupção? Os mensaleiros? O Senado com sua legião de "Diretores"? A festa das passagens, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jatinhos, a farra familiar nos 3 Poderes (Executivo/Legislativo e Judiciário)? Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa! E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente...! 
Não deixem de repassar... estaremos, pelo menos, contribuindo para relembrar parte da História do Brasil...ACORDA BRASIL!"

Juntos Somos Fortes!

sábado, 26 de dezembro de 2015