Foto: Marcha dos Coronéis Barbonos - Janeiro/2008
Agradeço a todos que contribuíram para que o nosso blog ultrapassasse as TRÊS MILHÕES E QUINHENTAS MIL VISUALIZAÇÕES.
A luta por cidadania continuará.
Juntos Somos Fortes!
Foto: Marcha dos Coronéis Barbonos - Janeiro/2008
Agradeço a todos que contribuíram para que o nosso blog ultrapassasse as TRÊS MILHÕES E QUINHENTAS MIL VISUALIZAÇÕES.
A luta por cidadania continuará.
Juntos Somos Fortes!
As notícias falsas (fake news) são o maior problema enfrentado pelos usuários das redes sociais, elas invertem a possibilidade da produção da informação correta e, pior, mantém a rapidez própria das redes.
Promovem a circulação (repetição) de mentiras com uma velocidade fantástica, o que faz com que muitos as aceitem como verdade.
As fake news podem ser comparadas ao absurdo de professores ensinarem errado de propósito aos seus alunos.
É o aprendizado do errado.
Elas repercutem até quando são identificadas, algo que não poderia acontecer.
Penso que todos os usuários das redes sociais já se depararam com fake news que contém dados tão irreais que saltam aos olhos logo no começo de mensagens, áudios, vídeos ou imagens, mas mesmo assim elas circulam.
É o grande desafio do momento o combate à produção de fake news sem interferir no direito à liberdade de expressão.
Além desse obstáculo, elas têm um fator de incentivo para existirem, ou seja, a monetização.
Salvo melhor juízo, as fake news têm gerado bons resultados financeiros.
É o tudo pelo dinheiro de novo.
Só o engajamento da maioria dos usuários das redes através do desmascaramento e da denúncia poderá reverter esse pesadelo.
Juntos Somos Fortes!
Ontem, 25 MAR 22, cerca das 22:00 horas, comecei a ser informado através de mensagens do WhatsApp sobre confrontos armados na área do Complexo do Lins de Vasconcelos.
Uma dessas mensagem encaminhadas era do perfil oficial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), o @PMERJ
No celular eu não consegui abrir o link, aparecendo a mensagem contida na imagem que publico nesse artigo:
" VOCÊ ESTÁ IMPOSSIBILITADO DE SEGUIR @PMERJ E VISUALIZAR OS TWEETS DE @PMERJ "
Estranhei.
Pensei: será que fui bloqueado pela Instituição?
Recusei-me a acreditar, afinal sendo um perfil institucional toda a população deve ter a possibilidade de acessar o conteúdo.
Em casa tentei usando o notebook e obtive idêntica resposta.
Diante desse fato estrando, não acreditando ter sido bloqueado pela PMERJ, peço aos meus leitores que tentem acessar o Twitter institucional e tentem segui-lo, informando para mim o resultado.
Agradeço a todos que fizerem tal experiência.
Juntos Somos Fortes!
Escrevo uma nova ficção com alguns pontos de realidade.
Aproveitei a imagem usada no artigo "A Árvore do Quartel de Polícia" (Clique e leia) para ilustrar, isso porque os artigos guardam relação entre eles.
A fazenda do seu Afonso já foi muito produtiva no passado, mas com o passar do tempo isso mudou.
O próprio terreno sofreu algumas intervenções que contribuíram para desfigurar o local.
Espaço antes produtivo, hoje está deserto.
Os antigos que frequentaram a fazenda atribuem a atual produção de qualidade questionável a falta de alguns insumos que antes eram utilizados.
O solo é fértil, isso não mudou, o que significa que a fazenda poderá voltar a sua pujança de décadas atrás, ou seja, a fazenda não está perdida.
Antes, logo nos primeiros dias de cultivo, implementavam o omsiriehnapmoc, que gerava a oainu.
Peço desculpas mas tenho que usar "nomes científicos", por assim dizer, mas acho que todos compreenderão.
Em seguida doses de anilpicsid e aiuqrareih.
Consideradas básicas na produção.
O processo era demorado e paulatinamente eram inseridos os sotnemicehnoc sianoissiforp.
Esses eram variados e visavam dar corpo para o emprego da produção.
Paralelamente eram adicionados acite, larom e omsitoirtap.
Os dois primeiros para solidificar a edaditsenoh.
O omsilaedi e o rometsed naturalmente surgiam.
A produção quando se aproximava da fase final era possível constatar o surgimento da edaditnedi lanoissiforp e roma ovitaroproc.
Acrescento que o roma ovitaroproc servia para fortalecer o produto combatendo uma praga terrível: o omsioge.
Tudo isso era implementado pelos mais antigos, hoje chamados de Veteranos, alguns que inclusive já morreram e deixaram as suas Pensionistas.
A fazenda do seu Afonso precisa voltar a aplicar esses insumos.
Para isso pode até usar o conhecimento dos Veteranos e das Pensionistas, será uma forma de valorizar quem tanto contribuiu no passado.
#ForaClaudioCastro
A nossa "batalha" nos tribunais está em stand by (modo de espera), enquanto aguardamos o próximo contracheque, documento necessário para instruir as ações.
Isso é fato!
Caso você seja sócio de uma entidade de classe e resolva entrar em ação coletiva, vai precisar dele. Se optar por fazer uma ação individual, também terá que juntar o contracheque.
Por falar em entidades de classe, vale lembrar que caso não seja sócio ainda poderá se filiar para fazer parte da ação coletiva.
Nesse ponto convém lembrar que a 'GUERRA" tem duas frentes de "BATALHA", a política e a jurídica.
Na segunda estamos na trincheira, mas podemos avançar na luta política, a luta que busca enfraquecer quem está nos prejudicando.
Aquele que poderia ter evitado tudo isso, mas preferiu optar por agradar metade dos integrantes da PMERJ e do CBMERJ e, ainda, agradar ainda mais pequenos grupos da cúpula das duas Instituições.
Esqueceu do Soldado, lembrou do Coronel (Artigo 44).
O certo é que a ética e a moral foram feridas de morte na construção do Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado do Rio de Janeiro, isso é ponto pacífico.
No mundo político as REDES SOCIAIS são "armas" poderosíssimas, basta lembrar das eleições de 2018 e 2020.
É público que o governador responsável por nosso prejuízo quer ser reeleito.
Nós, Militares do Estado do Rio de Janeiro, podemos atrapalhar muito esse objetivo.
Atrapalhar com atos nas ruas, organizados, ordeiros e pacíficos, e com uma grande campanha contra ele nas redes sociais (Twitter, Facebook, Instagram, ...) e no WhatsApp.
Não devemos postar FAKENEWS, basta publicar a verdade, será suficiente.
Não podemos esquecer que ao publicarmos nossos textos e imagens devemos marcá-los com #ForaClaudioCastro
Em 30 segundos você posta, compartilha nas outras redes e espalha no ZAP.
Quem não pode fazer isso?
A hora é agora!
Ontem o governador do Estado do Rio de Janeiro foi dormir apavorado, deve ter tido pesadelos, diante da notícia que foi REJEITADO O PLANO DO ESTADO PARA O RETORNO AO REGIME DE RECUPERAÇÃO FISCAL (Clique e leia).
Isso é uma tragédia para ele, para seus assessores e para todos nós que vivemos no Rio de Janeiro.
Uma decisão que nas entrelinhas deixa transparecer que o governador não deve ter o apoio do presidente para a reeleição, algo muito importante (Clique e leia).
Militares do Estado do Rio de Janeiro é hora de defender os companheiros e as Instituições.
Não se omitam.
#ForaClaudioCastro
Algo deu errado!
Na verdade algo está dando errado, considerando que tento há três dias publicar no Twitter links do blog sem sucesso.
A seguinte mensagem surge a cada tentativa:
"Não é possível concluir essa solicitação porque esse link foi identificado pelo Twitter ou pelos nossos parceiros como potencialmente prejudicial. Acesse a Central de Ajuda para saber mais".
Hoje encaminhei mensagem sobre o tema para a Central de Ajuda e estou aguardando esclarecimentos.
A priori ficam as perguntas:
- Por que alguém considera o blog prejudicial ?
- Quem seria esse prejudicado?