JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 26 de novembro de 2022

UMA FAKE NEWS CRUEL SOBRE O COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ



Hoje circula nas redes sociais uma fake news dando conta da execução do Comandante-Geral da Polícia Militar do Paraná, um dos que não aceitaram o convite para a reunião com o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ministro Alexandre de Moraes.

A cruel mentira tem o claro objetivo político, mas não pode ser descartado o interesse financeiro, considerando que existem usuários das redes que transformam fake news em fonte de dinheiro, o que tem sido combatido pelas plataformas.

Não irei reproduzi-la por motivos óbvios.

Transcrevo a Nota Oficial da PMPR:

"A Polícia Militar do Paraná, por meio do Comando-Geral, vem a público repudiar as falsas mensagens que circulam por redes sociais e grupos de WhatsApp em que afirmam que o Comandante-Geral da PMPR, Coronel Hudson Leôncio Teixeira, foi morto a tiros, em Curitiba.

A PMPR ressalta que a informação é mentirosa e que vai apurar o caso para identificar e responsabilizar os indivíduos que a criaram e propagaram.”

O tempo passa e homens continuam fazendo tudo por dinheiro.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 19 de novembro de 2022

AS FAKE NEWS E A MONETIZAÇÃO DE REDES SOCIAIS



As notícias falsas (fake news) são o maior problema enfrentado pelos usuários das redes sociais, elas invertem a possibilidade da produção da informação correta e, pior, mantém a rapidez própria das redes.

Promovem a circulação (repetição) de mentiras com uma velocidade fantástica, o que faz com que muitos as aceitem como verdade.

As fake news podem ser comparadas ao absurdo de professores ensinarem errado de propósito aos seus alunos.

É o aprendizado do errado.

Elas repercutem até quando são identificadas, algo que não poderia acontecer.

Penso que todos os usuários das redes sociais já se depararam com fake news que contém dados tão irreais que saltam aos olhos logo no começo de mensagens, áudios, vídeos ou imagens, mas mesmo assim elas circulam.

É o grande desafio do momento o combate à produção de fake news sem interferir no direito à liberdade de expressão.

Além desse obstáculo, elas têm um fator de incentivo para existirem, ou seja, a monetização.

Salvo melhor juízo, as fake news têm gerado bons resultados financeiros.

É o tudo pelo dinheiro de novo.

Só o engajamento da maioria dos usuários das redes através do desmascaramento e da denúncia poderá reverter esse pesadelo.

Juntos Somos Fortes! 

sábado, 18 de junho de 2022

Vídeo >> A PRÉ CAMPANHA PARA PRESIDÊNCIA ESTÁ ENCHENDO O SACO

 

VÍDEO

Nada mais natural que a polarização entre dois candidatos para a disputa da Presidência da República, isso tem sido uma tendência.

O problema são os grupos que apoiam esses candidatos.

A situação atingiu tamanha gravidade que tudo de bom que acontece no Brasil, o grupo que apoia o candidato A atribui a esse candidato e o grupo que apoia o candidato B faz o mesmo direcionando para o seu candidato B.

Quando ocorre algo ruim, cada grupo atribui ao candidato adversário.

Tal procedimento invadiu as redes sociais e ocorre diariamente e durante as vinte e quatro horas de cada dia.

Respeitando as opiniões contrárias, isso está enchendo o saco, usando uma expressão popular.

O Brasil tem problemas crônicos que começaram bem antes dos governos desses candidatos e tem fatores positivos que também os antecederam.

Acho essa uma forma rasteira de fazer política e que piora diante da fabricação em massa de fakenews, uma estratégia que aproveita o fato do brasileiro não conferir conteúdos, acreditando no que lê ou assiste.

Tal processo está afastando as pessoas que não participam diretamente deles das redes sociais.

Grupos de ZAP, por exemplo, com grande número de pessoas, onde apenas meia dúzia publicam, os outros não interagem.

Isso está acontecendo também no Facebook, no Instagram e no Twitter.

Reafirmo, essa é a minha percepção, posso estar errado.

Qual a sua opinião?

Juntos Somos Fortes!