JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

GOVERNO PEZÃO - PROVÁVEIS MUDANÇAS NAS PASTAS DE SEGURANÇA E DE ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA



Os governos Sérgio Cabral e Pezão fizeram um estrago incalculável no estado do Rio de Janeiro e com isso praticamente destruíram qualquer esperança do PMDB continuar dominando o cenário político a partir de 2019.
Salvo melhor juízo, a estratégia para manter o partido "vivo" deverá ser na direção de pegar uma carona com um dos partidos aliados, parecendo inviável uma candidatura própria, como cabeça de chapa.
Tal tentativa de sobrevivência poderá não ser possível caso o partido não consiga melhorar a gestão Pezão.
Recuperar a regularidade do pagamento dos salários, proventos e pensões e, ainda, diminuir muito os problemas que surgem constantemente nas áreas da segurança pública e da administração penitenciária, eis alguns desafios.
Portanto, mudanças nas pastas da SESEG e da SEAP são prováveis.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

RIO - 2.000 POLICIAIS MILITARES NÃO TRABALHAM COMO POLICIAIS MILITARES



Prezados leitores, tenho criticado em artigos e vídeos publicados neste espaço democrático, isso nos últimos anos, o absurdo número de Policiais Militares que estão cedidos a outros órgãos e que não exercem a função de policiar as ruas do estado do Rio de Janeiro.
Como explicar que diante da falta de efetivo para policiar as ruas, o governo Pezão permita que mais de DOIS MIL Policiais Militares estejam fora da Polícia Militar?
O fato é que a situação é inexplicável.
O órgão que tem mais Policiais Militares cedidos é a Secretaria de Segurança Pública (SESEG), por mais absurdo que isso possa parecer, tendo em vista que a SESEG deveria ser  a primeira a priorizar o policiamento ostensivo.
Denunciei isso diversas vezes, ao tratar da proposta de extinção da SESEG, órgão que considero desnecessário e que consome recursos humanos e financeiros em demasia.
Urge que o governo recupere esse efetivo para servir e proteger a população fluminense.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 26 de março de 2017

SESEG E SEAP - OS SECRETÁRIOS IMEXÍVEIS DE CABRAL E DE PEZÃO

Prezados leitores, no governo Sérgio Cabral o secretário de segurança era imexível.
No governo Pezão parece que o secretário imexível será o de administração penitenciária.




Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 17 de março de 2017

TRAGÉDIA NO RIO DE JANEIRO: 35 POLICIAIS MILITARES ASSASSINADOS EM 2017



Prezados leitores, o número de Policiais Militares assassinados em 2017 é assombroso.
São 35 PMs assassinados em pouco mais de 70 dias.
Os dados demonstram com clareza solar o FRACASSO amplo, geral e irrestrito da gestão da segurança pública nos últimos 10 anos.
E, diante dessa tragédia, o governo Pezão não toma qualquer atitude para tentar controlar a violência, ao contrário, ainda mantém a existência da obsoleta secretaria de segurança pública, um ralo de recursos humanos e materiais, que não dá qualquer retorno quanto à melhoria da segurança.
A inércia governamental, infelizmente, ainda enlutará muitas famílias do Rio de Janeiro.

"Jornal O Dia
Rio registra 35 PMs mortos em 2017 
De acordo com a corporação, 23 estavam de folga e sete em serviço 
16/03/2017 13:13:08 - ATUALIZADA ÀS 16/03/2017 14:58:01 
Rio - O número de policiais militares mortos no estado é alarmante: em menos de três meses de 2017, 35 PMs foram assassinados. De acordo com a corporação, 23 deles estavam de folga quando foram atingidos e sete, em serviço. Entre as vítimas também há cinco militares reformados. 
Os dois casos mais recentes ocorreram nesta quinta-feira. Um sargento foi morto durante uma tentativa de assalto na Rua São Francisco Xavier, em frente à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no Maracanã, Zona Norte do Rio. 
Segundo a polícia, Renato César Jorge Cardoso, de 47 anos, foi abordado por pelo menos quatro homens armados em motos, que depois perceberam que ele era policial militar. Houve um troca de tiros no local e a vítima foi baleada (Leiam mais e assistam o vídeo)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

AOMAI PROPÔS A EXTINÇÃO DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PARA ECONOMIZAR RECURSOS

Prezados leitores, na semana passada nós publicamos vários ofícios da Associação dos Oficiais Militares Ativos e Inativos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (AOMAI), os quais foram encaminhados ao Governador, ao Presidente da ALERJ e ao Comandante Geral da PMERJ.
Nessa semana publicaremos alguns trechos que consideramos de maior relevância.


Trecho do ofício número 016/2016


Considerando a necessidade do estado fazer economia de recursos, a AOMAI propôs a extinção da secretaria de segurança pública (SESEG).
Um órgão desnecessário e caríssimo.
O papel desempenhado pela SESEG pode muito bem ser substituído pela interação entre o Comandante Geral da PMERJ  e o Chefe da PCERJ, sem a necessidade de qualquer intermediário.
Simples assim!

Juntos Somos Fortes!

sábado, 31 de dezembro de 2016

CRISE - GOVERNO FEDERAL E ESTADUAL EMPREGAM MAL DINHEIRO COM FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA



Prezados leitores, a área da segurança pública deve ser a responsável pelo maior desperdício de dinheiro público nos três níveis de governo.
O projeto da Força Nacional de Segurança, uma aberração, devora dinheiro público com uma voracidade inversamente proporcional aos resultados que apresenta.
No âmbito estadual, nada mais desnecessário que as Secretarias Estaduais de Segurança Pública (SESEG), totalmente desnecessárias.
Em incontáveis municípios brasileiros existe algo semelhante as SESEGs, igualmente descartáveis.
Tudo isso deveria ser abolido gerando uma economia de bilhões de reais sem qualquer perda na qualidade do serviço público, o qual é péssimo, diga-se de passagem.

"Agência Brasil 
Força Nacional prorroga por mais 70 dias ações de segurança no Rio de Janeiro 
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
O Ministério da Justiça e Cidadania autorizou hoje (30) a prorrogação e ampliação das ações da Força Nacional de Segurança Pública no Rio de Janeiro. Os agentes atuarão por mais 70 dias no estado, a contar do dia 26 de dezembro, em apoio à Polícia Rodoviária Federal e à Polícia Civil para conter crimes de roubos de cargas nos acessos às comunidades e nas rodovias federais do estado. 
O pedido de prorrogação da atuação da Força Nacional foi feito pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, “em prol da preservação da ordem pública”. Por mais 30 dias, a partir do vencimento da Portaria nº 1.336/MJC, de 05 de dezembro de 2016, a Força Nacional também atua no policiamento ostensivo no Palácio Guanabara, sede do governo estadual, e adjacências (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

GOVERNOS CABRAL E PEZÃO PERDERAM LUTA CONTRA A CRIMINALIDADE



Prezados leitores, não existem mais qualquer dúvida, nem a imprensa, antes tão parceira, ousa defender os fracassos dos governos Sérgio Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles, sobretudo na área da segurança pública.
A falência completa do sistema de segurança pública no Rio de Janeiro é o resultado de erros cometidos ano após ano, onde o equivocado projeto de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) foi o grande expoente, aplaudido durante os anos iniciais por policiólogos e jornalistas, que atualmente criticam, esquecendo que impulsionaram toda essa tragédia,
A reconstrução será longa, custosa e dolorosa.
Para que essa mudança possa começar a acontecer é indispensável ousadia para por fim a tudo que não funciona, como a própria Secretaria de Segurança Pública (SESEG), e ter a visão voltada para o futuro no sentido de investir nas instituições policiais e na qualificação e valorização seus integrantes.
Mais uma vez afirmamos, talvez pela milésima vez,  que a SESEG é um órgão desnecessário, caríssimo e que ainda consome grande efetivo de policiais.
Dar autonomia gestora para o Comandante Geral da PMERJ e para o Chefe da PCERJ resultará em enorme economia de recurso para os cofres públicos e recuperará efetivos para as duas instituições.
Eis o primeiro passo para mudar a tragédia que se transformou a violência no Rio de Janeiro.
Temos que promover a mudança para que os especialistas em policiamento ostensivo e em preservação da ordem pública (Policiais Militares) e os especialistas em polícia investigativa (Policiais Civis) tenham a liberdade necessária para promoverem a melhoria dos resultados oriundos do sistema de segurança pública.
A autonomia da perícia criminal é outra medida positiva, já adotada na maioria dos estados brasileiros.
Insistir no modelo atual, onde a SESEG é o órgão gestor, é um erro grosseiro.
Resta saber se o governo tem coragem de fazer o que precisa ser feito.
Enquanto isso não acontecer, nós continuaremos enterrando nossos mortos vítimas da criminalidade.

"Jornal Extra
01/11/16 18:27 Atualizado em 01/11/16 18:27 
Sobem índices de homicídios e roubos no Rio, segundo dados do ISP 
O Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro revelou, nesta terça-feira, os dados do mês de setembro. Ao todo, foram registradas 423 vítimas de homicídio doloso no estado do Rio de Janeiro. O número representa um aumento de 72 vítimas em relação ao mesmo período do ano passado. Já os roubos de rua (roubo a transeunte, de aparelho celular e em coletivo) chegaram à marca de 11.199 ocorrências, 4.451 a mais que em setembro de 2015 (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A INEXPLICÁVEL MANUTENÇÃO DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME



Prezados leitores, nós somos críticos ácidos da existência da Secretaria de Segurança Pública (SESEG), um órgão que consideramos desnecessário, que consome recursos financeiros e humanos que seriam muito melhor empregados com uma gestão governamental medianamente competente.
Defendemos a criação da Secretaria de Policiamento Ostensivo e da Secretaria de Polícia Investigativa, as quais usariam os recursos da Polícia Militar e da Polícia Civil, sem aumento de despesas.
Certos ou errados, o fato é que a Secretaria de Segurança existe e temos que conviver com o desperdício do dinheiro público.
Apesar dessa cruel realidade, o fato de termos que suportar a SESEG, não temos que aceitar a inércia do governo diante da explosão da violência que se generalizou por todo o estado do Rio de Janeiro.
O governador tem que cumprir o seu dever para reverter a tragédia que se transformou a vida no Rio de Janeiro.
Nesse sentido consideramos inexplicável a manutenção do Secretário de Segurança Beltrame no exercício da função.
Por maiores que tenham sido nossos esforços não encontramos nenhum motivo que possa justificar o fato do excelentíssimo governador Dornelles não tê-lo exonerado ainda da função.
O que falta acontecer no Rio de Janeiro em termos de insegurança para que o governador faça o que tem que ser feito?
É um mistério a manutenção do Secretário de Segurança.
Um mistério que fica maior a cada dia.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O FINANCIAMENTO DOS PROTESTOS E AS AÇÕES DA POLÍCIA MILITAR



Prezados leitores, quem assistiu as imagens dos protestos realizados no ano passado na cidade do Rio de Janeiro, viu que a Secretaria de Segurança Pública não soube gerir as ações das Polícias Civil e Militar, quer seja na investigação dos casos de violência e de vandalismo por parte dos pseudo manifestantes, assim como, nas ações preventivas e repressivas por parte da Polícia Militar.
Em vários momentos assistimos excessos por parte de ambos os lados, sendo que os excessos dos Policiais Militares sempre ganharam maior repercussão na imprensa, prática rotineira dos nossos órgãos de imprensa.
Hoje explodiu nas redes sociais e, em seguida, na imprensa, uma planilha contendo doações para manifestantes por parte de políticos, de um delegado e de um juiz, fato que acendeu novamente a hipótese de que nos protestos existiam participantes financiados por partidos e/ou por políticos da situação ou da oposição ao governo Sérgio Cabral (PMDB).
Diante disso consideramos que todas e todas devem buscar na memória o que escrevemos nesse espaço incontáveis vezes: o fato de que alguns manifestantes desafiavam os Policiais Militares exatamente para provocar o confronto, o que acabava em violência e em vandalismo.
Longe de justificar os erros da Secretaria de Segurança Pública, não podemos mais nos afastar da possibilidade da existência de ações coordenadas por grupos políticos, ações profissionais, com o objetivo de estimular a prática da violência, criando sérios obstáculos para o trabalho preventivo e repressivo da Polícia Militar.
É hora de olhar as ações dos Policiais Militares com novos parâmetros.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

PROTESTOS NO RIO: UMA UPP NA CINELÂNDIA

Ontem, mais uma vez, a Secretaria de Segurança Pública (SESEG) não conseguiu garantir o direito de manifestação nas ruas e não conseguiu garantir a manutenção da ordem pública, situação que virou rotina nas ruas do Rio de Janeiro, a cada protesto.
A realidade do fracasso da SESEG está estampado na capa dos jornais fluminenses:
- O GLOBO:
BATALHA NAS RUAS
Vândalos sufocam protesto, de novo
- JORNAL EXTRA
VIROU ROTINA
Protesto legítimo acaba, de novo, em quebra-queba
- JORNAL O DIA
NOITE DE VANDALISMO
A imagem de um coletivo incendiado é estampada nas três capas.
A recorrência dos insucessos da SESEG no cumprimento de suas missões no concernente à atuação nos protestos é algo extremamente preocupante, sobretudo porque não tem sido discutido como devia nos meios de comunicação, diante da também rotineira opção por responsabilizar exclusivamente a Polícia Militar, quer seja pela violência contra os manifestantes, quer seja pela incapacidade de impedir a desordem. A falta do debate sobre a atuação da SESEG nos impede de conhecer os problemas e de encontrar as soluções.
Não custa lembrar que segurança pública não se faz só com a Polícia Militar.
Não custa lembrar que a SESEG dirige a Polícia Militar e a Polícia Civil.
Não custa lembrar que a SESEG pode solicitar o apoio das Forças Armadas, como faz nas ocupações das comunidades.
Não custa lembrar que a SESEG pode solicitar o apoio da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, a qual dispõe de grupamento especialmente treinado para atuar em controle de distúrbios civis.
Por que a SESEG não consegue garantir a manifestação e manter a ordem?
É imperioso que isso entre na pauta de debates da sociedade fluminense. Não podemos continuar assistindo protesto após protesto, o Centro do Rio de Janeiro se transformar em uma praça de guerra, com danos ao patrimônio público e privado, bem como, com Policiais Militares e civis feridos após os confrontos.
Por que a SESEG não consegue implantar um esquema preventivo que permita a manifestação e que impeça a desordem?
Efetivo não falta.
Recursos materiais não faltam.
Possibilidade de apoio não falta.
O que falta?
Será que falta instalar uma UPP na Cinelândia?
Talvez falte o rompimento da blindagem que parte da imprensa implantou em torno do prédio da Central do Brasil, local onde funciona a SESEG.
É hora de perguntar ao Secretário de Segurança o que está faltando para que as missões sejam cumpridas, permitindo os protestos e garantindo a ordem.
É urgente que se faça algo, antes que a solução seja, mais uma vez, exonerar o Comandante Geral da Polícia Militar, algo que também já virou rotina.
Juntos Somos Fortes!