JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

POLICIAIS QUEREM PAGAMENTO E SECRETÁRIO CONTA COM A PAIXÃO DO POLICIAL



Prezados leitores, o atual Secretário de Segurança Pública, Delegado PF Roberto Sá, concedeu uma entrevista ao Jornal O Dia na qual declarou que conta com "a paixão, a vocação e o sacerdócio dos policiais".
Embora a gestão do Secretário Roberto Sá seja entendida como uma extensão da gestão do Secretário Beltrame, considerando que era seu assessor direto, nós esperamos que sejam implementas significativas mudanças para evitar a repetição dos erros que se mantiveram ano após ano, causando sérios prejuízos para as instituições policiais e para a população.
Nós até entendemos que diante da sua impossibilidade de resolver o nosso maior problema, a falta do pagamento dos salários, proventos e pensões, o secretário apele para a "paixão, vocação e sacerdócio", mas não concordamos.
A paixão pelo trabalho é diretamente proporcional ao que o trabalho oferece em contrapartida e, atualmente, a contrapartida é péssima, tanto com relação aos pagamentos do que nos é devido, quanto às condições de trabalho.
Vocação é um termo em desuso no mercado, além disso, ninguém tem vocação para ser alvo, como tem ocorrido no Rio de Janeiro, onde os policiais estão sendo massacrados.
A preocupação deve ser a qualificação continuada dos Policiais Civis e Militares.
Policial não é sacerdote, não deve suportar (nem aceitar) dificuldades para o exercício da sua atividade. Deve ter as melhores condições de trabalho, considerando que arrisca a vida no exercício da função e deve receber o justo pagamento.
Nós reconhecemos as boas intenções do novo Secretário de Segurança e desejamos a ele todo o sucesso, mas para isso ele deverá se dedicar a solucionar os nossos problemas, considerando que ninguém consegue ser eficiente não tendo o indispensável equilíbrio físico e emocional.
Um quadro que se agrava se o "desequilibrado" faz uso de armas de guerra no seu trabalho.

"Jornal O Dia
'Conto com a paixão do policial', revela Roberto Sá em entrevista
Novo secretário de segurança falou sobre desafios e planos para um sistema que aproxime a sociedade do diagnóstico policial
30/10/2016 08:18:13
Bruna Fantti
Rio - Em entrevista ao DIA, o novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, afirma que nesse momento de crise conta com “a paixão, a vocação e o sacerdócio dos policiais”. Sá, que foi do Bope— antes de virar delegado federal e ser subsecretário de José Mariano Beltrame por nove anos — lembra que já esteve em confronto. Preocupado com os fuzis, ele fala sobre inovações na sua gestão: um fórum para as UPPs e a participação direta da sociedade no apontamento de possíveis causas para os crimes (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

JORNAL PAÚL NELES! - 16 DEZ 2014 - 1a EDIÇÃO - O PROTESTO DOS POLICIAIS

Prezados leitores, exibimos vídeo com imagens do protesto em Defesa da Vida dos Policiais que foi realizado no dia 14 DEZ 2014, na praia de Copacabana.



Juntos Somos Fortes!

sábado, 6 de setembro de 2014

A JUSTIÇA NÃO PODE CAUSAR INJUSTIÇA - TENENTE CORONEL PM RR PAULO FONTES



Prezados leitores, mais uma vez, transcrevemos um texto do brilhante Tenente Coronel PM RR Paulo Fontes: 

"JORNAL O GLOBO ON LINE 
5 DE SETEMBRO DE 2014
DELEGADO QUE ATIROU EM FIEL DENTRO DO JUIZADO É AFASTADO 
Ele chegou a ser preso, mas obteve liberdade provisória. Polícia Civil avalia outro nome para compor comissão contra intolerância religiosa"

COMENTÁRIO: 
Uma autoridade policial, Delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, em tentativa de homicídio explícita, crime capitulado no artigo 129 do Código Penal, atira com sua arma e acerta a vítima em região vital, que é levada as pressas para o hospital. Tudo isso aconteceu, pasmem, dentro de um Juizado Especial Cível. O Delegado é preso e logo depois tem sua prisão relaxada, para responder em liberdade pelo crime cometido. 
Agora vamos abstrair e hipoteticamente imaginar o mesmo caso, mas que o criminoso tivesse sido um Policial Militar. O que aconteceria? 
Certamente o Policial Militar seria preso e autuado em flagrante delito, teria sua arma apreendida pela Autoridade Policial, seria recolhido ao Presídio Bangu 1, se não fosse para um Presídio Federal de Segurança Máxima bem longe do seu local de origem, mesmo sem sentença transitado em julgado, tudo isso independentemente das medidas administrativas tais como submissão a Procedimentos Disciplinares que poderiam resultar na sua exclusão a bem da disciplina ou demissão, com perda de graduação ou Posto /Patente. 
Órgãos e ONGS ligadas aos Direitos (des) Humanos se mobilizariam e exigiriam que o infeliz fosse demitido, desonrado e humilhado diante da tropa formada, que lhe daria as costas claro, e salgariam o solo da sua residência para que nem erva daninha pudesse ali crescer. 
Sua família também seria punida e deixada pelo Estado Leviatã ao Deus dará e nem mesmo os valores da contribuição previdenciária descontados ao longo do período em que o indigitado Policial Militar trabalhou, e que se destinam a custear sua Reforma ou passagem para a reservar remunerada, seriam devolvidos, e que ao meu ver configura Apropriação Indébita. 
“A JUSTIÇA NÃO PODE CAUSAR INJUSTIÇA” 
PLATÃO, IN APOLOGIA DE SÓCRATES
PAULO FONTES - TENENTE CORONEL PMERJ RR"

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

RIO: O ESFORÇO DOS POLICIAIS É O QUE SE SALVA NA SEGURANÇA PÚBLICA

Prezados leitores, os Policiais Militares e Civis do Rio de Janeiro trabalhando sem as devidas condições e recebendo péssimos salários merecem o nosso respeito, nosso muito obrigado e nosso aplauso.

(Fonte: Meia Hora)

(Fonte: Meia Hora)

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