JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

VÍDEO - A RELAÇÃO ENTRE A CRISE E A DESUNIÃO NA POLÍCIA MILITAR

O Coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta que a atual crise vivenciada na PMERJ é fruto da desunião crônica alimentada pelos integrantes da instituição. 




Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

CAOS NO RIO: A HERANÇA DESASTROSA DE SÉRGIO CABRAL E SUCESSORES

Prezados leitores, transcrevemos artigo publicado no portal do vereador Major BM Marcio Garcia sobre a crise econômica instalada no Rio de Janeiro:





"Caos no Rio de Janeiro: a herança desastrosa de Cabral e seus fiéis sucessores 
Um estado falido em todos os seus setores da economia. Não precisar ser especialista para chegar a esta conclusão quando o tema é Rio de Janeiro. Nas ruas, nos locais de atendimento público, nos bancos, nos hospitais, nas entidades de ensino, o carioca lamenta a situação de calamidade que está interferindo na sua rotina e gerando doenças físicas e sociais. Uma sociedade mergulhada no caos. 
Ao contrário das justificativas que o governo estadual vem apresentando, a crise não está ancorada na redução dos repasses dos royalties do petróleo, mas foi ocasionada pela má gestão pública e irresponsabilidade do governo do PMDB, aplicou a verba pública em projetos audaciosos e obras que foram prioritárias apenas para os cofres das empresas privadas. 
A farra fiscal chegou ao patamar absurdo de R$ 140 bilhões em isenções para determinadas empresas, enquanto o servidor convive com atrasos salariais e sucateamento dos serviços públicos (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

NÓS VIMOS NAS RUAS O BRASIL SER DESTRUÍDO


Prezados leitores, quem acompanha a nossa luta por cidadania desde o blog original (2007) sabe que começamos a ir para as ruas desde janeiro de 2008, quando estávamos no serviço ativo e exercíamos a função de Corregedor Interno da Polícia Militar, 
Na época a luta era por melhores salários e por adequadas condições de trabalho para os Policiais Militares e os Bombeiros Militares.
Lembramos que fomos os pioneiros na luta pela PEC 300 no Rio de Janeiro, isso em 2008, realizando um ato na orla da Zona Sul.
O tempo foi passando e os nossos companheiros de luta foram ficando pelo caminho e nós fomos diversificando as nossas participações ao longo desses oito anos.
Lutamos em várias frentes, entre elas podemos citar: a participação nos atos do funcionalismo público da educação e da saúde, nos atos dos Policiais Civis, nos atos dos aposentados do Fundo Aerus, nos atos contra os governos Lula (Dilma) e Sérgio Cabral, bem como, atuamos ao lado dos Bombeiros Militares, a maior mobilização (2011).
Nós estivemos em atos que reuniram meia dúzia de pessoas (algumas vezes menos, apenas duas ou três) e em atos que reuniram dezenas de milhares.
Hoje ao relembramos de toda essa caminhada e diante da situação que estamos experimentando no Brasil, temos a nítida compreensão que nós vimos nas ruas que estavam tentando destruir o Brasil.
Sim, temos a convicção que fizemos a nossa parte, mas poderíamos ter feito muito mais para evitar esse fracasso, pois na verdade nós perdemos a luta.
Estão acabando de destruir o país diante dos nossos olhos e apesar dos nossos gritos, nossas faixas e nossos cartazes.
Nada adiantou o nosso sacrifício.
Nada adiantou resistirmos a tantas represálias, inclusive duas prisões ilegais.
Nós não conseguimos impedir a onda de destruição, uma tsunami que varre todos os setores da vida nacional.
O povo não tem direito nem aos serviços públicos básicos.
A segurança,  a saúde e a educação públicas são lastimáveis.
Destruíram quase tudo e continuam destruindo, apesar de protestos aqui e ali.
Não temos a resposta de como salvar o Brasil, mas temos a certeza que enquanto não trocarmos os discursos por ações e não sairmos da frente dos monitores de computador para irmos para as ruas, a destruição só aumentará.
Como escreveram em seus panfletos os "40 da Evaristo" em 2007: os atos devem ser ordeiros e pacíficos.
É hora de virar o jogo.

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