JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

O GOVERNO PEZÃO E A CRUELDADE CONTRA OS MILITARES E OS SERVIDORES PÚBLICOS



Prezados leitores, além de perder dinheiro com o aumento da contribuição previdenciárias os militares (policiais e bombeiros) e os servidores públicos não poderão ser promovidos (progressão), neste caso deixando de receber o acréscimo salarial correspondente?
Tudo isso é inaceitável.
Os militares e os servidores devem se organizar para reverter essa verdadeira crueldade.

"Jornal O Dia 
Coluna do Servidor: Estado está impedido de dar promoção e alterar carreiras 
Com recuperação fiscal, Rio não pode adotar medidas. Funcionalismo vai reagir 
10/09/2017 11:00:00 
PALOMA SAVEDRA 
Rio - Começa, agora, um período de muitas negociações do funcionalismo com o governo estadual. A adesão do Rio à recuperação fiscal era o que as categorias esperavam para poder discutir a seguinte pauta de reivindicações: progressão e promoção na carreira, calendário único e convocação de concursados. Mas a perspectiva não é tão otimista, tendo em vista a nova legislação sobre o regime diferenciado para o estado. 
A expectativa de fontes do Palácio Guanabara é de que um dos itens gere divergências jurídicas: o das progressões e promoções (Leiam mais)". 

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domingo, 11 de junho de 2017

BLOG DO CORONEL PAÚL - ARTIGOS MAIS LIDOS NA SEMANA DE 4 A 10 DE JUNHO DE 2017

Coronel de Polícia Paúl na AME-RJ em 2008


Prezados leitores, publicamos os artigos mais lidos na semana passada e os respectivos links. 

1) NOVA DENÚNCIA CONTRA CORONEL ABALA MAIS A IMAGEM DA POLÍCIA MILITAR 

2) GOVERNO PEZÃO PAGA EM DIA EMPRESAS INVESTIGADAS NA LAVA-JATO 

3) EXCLUSÃO DE POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES POR ATOS PRATICADOS HÁ MAIS DE 6 ANOS - EXPLICAÇÃO 

4) BAILE FUNK ESTÁ ATRAPALHANDO O SONO DE SÉRGIO CABRAL 

5) RIO DE JANEIRO - RECEITAS - PÉSSIMAS NOTÍCIAS 

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quinta-feira, 8 de junho de 2017

RIO DE JANEIRO - RECEITAS - PÉSSIMAS NOTÍCIAS

deputado Jorge Picciani e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, a volta das famigeradas ISENÇÕES FISCAIS foram a primeira má notícia em termos de receita para o estado do Rio de Janeiro, a segunda vem do Qatar, que ameaça aumentar as suas exportações de petróleo, o que fará cair o preço do barril no mercado internacional e deverá refletir nos royalties recebidos pelo estado.

"O ESTADÃO 
'Catar pode aumentar exportação e derrubar preço do petróleo' 
Para o coordenador de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, o rompimento das nações árabes com o Catar pode provocar a baixa nos preços globais do petróleo 
Entrevista com Gunther Rudzit 
Mateus Fagundes, O Estado de S.Paulo 
07 Junho 2017 | 15h52 
O rompimento das nações árabes com o Catar, anunciado no começo da semana, tem raízes políticas e econômicas e pode provocar a baixa nos preços globais do petróleo. A avaliação é do professor Gunther Rudzit, coordenador do curso de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco e especialista em segurança internacional. Em entrevista ao Broadcast, Rudzit avalia que a tensão regional foi potencializada pela visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Arábia Saudita, no fim de maio. Além disso, o professor avalia que o maior beneficiado pode ser justamente aquele que, em tese, teria sido o alvo secundário da sanção contra o Catar: o Irã. Leia os principais trechos da entrevista (Leiam mais)". 

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sexta-feira, 28 de abril de 2017

IMPEACHMENT - GOVERNADOR PEZÃO AVISA QUE VAI ATRASAR SALÁRIO DA ÁREA DA SEGURANÇA

governador Pezão e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, não existe explicação para o fato do presidente da ALERJ, deputado Jorge Picciani, ainda não ter iniciado o processo de impeachment do governador Pezão.
Tal inércia está aumentando a crise econômica e piorando a situação financeira de milhares de servidores públicos e militares (Policiais e Bombeiros).
Salários atrasados e sem receber o 13o salário o funcionalismo e os militares estão com o pires na mão, buscando empréstimos e/ou ajuda de familiares e amigos para suprirem as necessidades básicas de suas famílias.
A manutenção do atual governo sinaliza para a manutenção da terrível situação atual.
Urge que os deputados da ALERJ pressionem o presidente para o início do processo de impeachment.

"Jornal O Dia
Informe: Governo diz ser impossível não atrasar folha da segurança em maio 
Para evitar que este atraso supere dez dias úteis, enviará hoje à Assembleia Legislativa mensagem que prevê a antecipação da receita de ICMS 
27/04/2017 11:00:57
PAULO CAPPELLI
Rio - O governo estadual avalia que será impossível não atrasar a folha de pagamento de policiais e demais agentes de segurança pública no mês que vem. Para evitar que este atraso supere dez dias úteis, enviará hoje à Assembleia Legislativa mensagem que prevê a antecipação da receita de ICMS. 
A ideia é que grandes empresas antecipem voluntariamente, nos próximos meses, valor correspondente a algo entre 10% e 20% do valor pago em 2016. A medida poderia render, em maio, R$ 1,5 bilhão ao Palácio Guanabara. O suficiente para que não seja necessário parcelar o salário da segurança (Leiam mais)".

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O MUNDO DE PEZÃO ESTÁ DESABANDO, COMO OCORREU COM O MUNDO DE CABRAL

Prezados leitores, felizmente, o mundo do governador Pezão está desabando, como ocorreu com o mundo do seu criador, o ex-governador Sérgio Cabral.




"Jornal O Dia
Maior doador da campanha de Pezão ganhou área de fábrica em Barra Mansa 
Empresa foi beneficiada com isenções concedidas desde o início do governo Cabral, preso pela Operação Calicute
09/02/2017 09:24:47 - ATUALIZADA ÀS 09/02/2017 09:26:56
ADRIANA CRUZ
Rio - Uma das principais denúncias da ação que cassou a chapa Pezão-Dornelles, enviada ao TRE pelo deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), envolve a gigantesca JBS S.A, do ramo de alimentos. Maior doadora dentre as empresas acusadas no documento, ela foi presenteada, em junho de 2014, com um empréstimo por 30 anos de grande área em Barra do Piraí, no Sul Fluminense.
A Vigor, empresa de laticínios da subsidiária J&F, assumiu naquela cidade, bem perto da Piraí de Pezão, o terreno de uma indústria abandonada pela BRF, empreendimento concorrente. A JBS doou R$ 6,6 milhões para a campanha — destinados ao Comitê Financeiro Único do PMDB do Rio (Leiam mais)".

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domingo, 16 de outubro de 2016

EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL CONDENADO A DEVOLVER DINHEIRO



Prezados leitores, a vida começa a cobrar.

"O Estado de São Paulo
Sérgio Cabral condenado por incentivos fiscais irregulares 
Ex-governador do Rio e Michelin pneus terão que ressarcir valores de ICMS que não foram recolhidos pela empresa por causa de benefícios estimados em R$ 1 bilhão concedidos pelo peemedebista a partir de 2010 
Mateus Coutinho e Julia Affonso 
14 Outubro 2016 | 11h05 
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (2007/2014) foi condenado pelo Tribunal de Justiça a ressarcir valores de ICMS que deixaram de ser recolhidos aos cofres públicos a partir de 2010 com base em benefícios fiscais concedidos em sua gestão que alcançaram R$ 1 bilhão.
Além do peemedebista foi condenada a empresa Michelin Indústria e Comércio de pneus, beneficiária dos incentivos.
As informações foram divulgadas no site do Ministério Público Estadual do Rio. (processo número 0323933-67.2013.8.19.0001) - (Fonte)"

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

SÉRGIO CABRAL CONDENADO



Prezados leitores, a notícia da condenação de Sérgio Cabral, ex-governador do estado do Rio de Janeiro, serve para realimentar a nossa confiança no Ministério Público e no Poder Judiciário.
É nosso dever apoiar as investigações promovidas pelas instituições policiais e pelo Ministério Público, assim como, as decisões do Poder Judiciário, na direção de começar a moralizar o Brasil.

"Jornal O Dia
Sergio Cabral é condenado em ação por incentivos fiscais irregulares à Michelin 
A decisão é definitiva no âmbito da Justiça Estadual, mas cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) 
06/10/2016 19:57:31 - ATUALIZADA ÀS 06/10/2016 20:41:50 
Rio - O ex-governador Sergio Cabral e a empresa Michelin foram condenados, na última terça-feira, a ressarcir valores de ICMS que deixaram de ser pagos. A decisão é da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio. Os benefícios fiscais foram concedidos a partir de 2010 e adiavam, sem prazo determinado, o recolhimento do imposto devido na aquisição de maquinário para ampliação da fábrica da empresa, em Itatiaia. 
A ação popular alega que os benefícios seriam ilegais, o que configura renúncia de receita. Como a ação foi julgada improcedente, o Ministério Público, por meio da 11ª Promotoria de Justiça de Fazenda Pública, recorreu da decisão (Fonte)". 

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

CAOS NO RIO: A HERANÇA DESASTROSA DE SÉRGIO CABRAL E SUCESSORES

Prezados leitores, transcrevemos artigo publicado no portal do vereador Major BM Marcio Garcia sobre a crise econômica instalada no Rio de Janeiro:





"Caos no Rio de Janeiro: a herança desastrosa de Cabral e seus fiéis sucessores 
Um estado falido em todos os seus setores da economia. Não precisar ser especialista para chegar a esta conclusão quando o tema é Rio de Janeiro. Nas ruas, nos locais de atendimento público, nos bancos, nos hospitais, nas entidades de ensino, o carioca lamenta a situação de calamidade que está interferindo na sua rotina e gerando doenças físicas e sociais. Uma sociedade mergulhada no caos. 
Ao contrário das justificativas que o governo estadual vem apresentando, a crise não está ancorada na redução dos repasses dos royalties do petróleo, mas foi ocasionada pela má gestão pública e irresponsabilidade do governo do PMDB, aplicou a verba pública em projetos audaciosos e obras que foram prioritárias apenas para os cofres das empresas privadas. 
A farra fiscal chegou ao patamar absurdo de R$ 140 bilhões em isenções para determinadas empresas, enquanto o servidor convive com atrasos salariais e sucateamento dos serviços públicos (Fonte)". 

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

POR QUE O RIO QUEBROU? JORNALISTA CID BENJAMIN

Prezados leitores, transcrevemos artigo sobre a crise econômica do Rio de Janeiro.


"Prestes A Ressurgir 
Um espectro ronda o mundo...
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Por que o Rio quebrou?
Estado deixou de arrecadar R$ 185 bilhões com ICMS, por conta de isenções a grandes empresas 



CID BENJAMIN 
O Estado do Rio está quebrado. A afirmação não é nova. O próprio governador decretou calamidade pública. Mas o Rio não quebrou por algum desastre natural. Quebrou por práticas indefensáveis e inaceitáveis de seus governantes. 
Cabral, Pezão e, agora, Dornelles culpam a queda do preço do petróleo, e a consequente diminuição das receitas dos royalties, pela situação. É meia verdade. E, como muitas meias verdades, esconde uma enorme mentira. 
Vamos deixar de lado as denúncias das comissões que teriam sido recebidas por autoridades, encarecendo as obras públicas. Afinal, são feitas por empresários confessadamente corruptos que tentam diminuir as penas com “delações premiadas”. É preciso esperar pela manifestação final do Judiciário. 
Para explicar a falência do estado, e sem acusar quem quer que seja de corrupção, vamos nos ater ao que está documentado: os favores a grandes empresas e a farra das isenções fiscais. 
Antes de tratarmos das concessões mais volumosas, vale a pena fazer registros que são pitorescos. Dentre as empresas agraciadas com isenções fiscais, uma é a Termas Solarium. Outra, os cabeleireiros Werner. Uma terceira, as joalherias H. Stern. Fica a dúvida sobre os critérios para as isenções. 
Outro fato inusitado: em dezembro de 2015, tomando uma decisão a que não estava obrigado, Pezão resolveu pagar a conta de luz da subsidiária da Odebrecht que opera os trens da SuperVia, no valor de R$ 38 milhões. A justificativa? As tarifas de energia subiram mais do que o previsto e, por isso, a margem de lucro da empresa foi menor do que o esperado. Ora, as tarifas subiram para todos os consumidores. Por que o presente de Natal para a Odebrecht? 
Mas — é forçoso reconhecer — embora isso tudo seja grotesco, não foi o que quebrou o estado. 
Vamos, então, ao cerne da questão, com números do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Entre 2005 e 2015, o governo arrecadou R$ 236 bilhões com o ICMS — a sua segunda fonte de receita, logo depois dos royalties do petróleo. Mas — pasmem! — deixou de arrecadar R$ 185 bilhões com o mesmo imposto, por conta de isenções a grandes empresas. É estarrecedor. 
Para cada real que arrecadou de ICMS, o estado isentou R$ 0,78. 
Mesmo em 2015, já em declarado estado de crise, com os salários de servidores em atraso, hospitais fechados e a Uerj inviabilizada, foram mais de R$ 36 bilhões em renúncia do ICMS. Esse valor é superior ao que foi arrecadado com o imposto (R$ 35 bilhões). Como isso se explica? 
Até mesmo as empresas que estão na dívida ativa do estado, que hoje alcança R$ 66 bilhões, foram agraciadas com favores no ICMS. Das 11 maiores devedoras, seis receberam isenções, duas têm sedes fantasmas e três faliram. Sabendo-se disso, fica claro por que o estado está quebrado. 
É preciso que a população tenha ciência desse quadro para que possa avaliar as gestões do PMDB. E para que possa cobrar, não só daquele partido, mas de outros — como PT e PCdoB — que lhe deram sustentação ao longo desse tempo. 
Cid Benjamin é jornalista (Fonte)".

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