JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 17 de dezembro de 2016

EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL PAGOU DIÁRIA EM HOTEL PARA NOVO PRESIDENTE DO TCE



Prezados leitores, o ex-governador Sérgio Cabral vivia como um rei e proporcionava mordomias para os que poderiam lhe favorecer. 
Salvo melhor juízo, o fato noticiado deve ser apurado e o novo presidente do TCE não deve assumir enquanto tudo não for esclarecido.

"O Globo
Cabral pagou R$ 23 mil em diárias de hotel em Mangaratiba para próximo presidente do TCE
Hospedagens de Aloysio Neves para festas de fim de ano ocorreram em 2010, 2012 e 2013
RUBEN BERTA 17/12/2016 4:30 / atualizado 17/12/2016 9:55 
RIO — Durante o período em que esteve à frente do Executivo fluminense, o ex-governador Sérgio Cabral pagou R$ 23,2 mil em diárias do Hotel Portobello, em Mangaratiba, para que o conselheiro e presidente eleito para o biênio 2017/2018 do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Aloysio Neves, se hospedasse em épocas de fim de ano. Os pagamentos ocorreram em 2010, 2012 e 2013, de acordo com notas anexadas a um dos processos decorrentes da Operação Calicute. Neves assumiu o cargo de conselheiro do TCE em abril de 2010. Na sexta-feira, o desembargador Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), concedeu liminar para o ex-governador voltar a ficar preso em Bangu 8, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio (Fonte)". 

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

POR QUE O RIO QUEBROU? JORNALISTA CID BENJAMIN

Prezados leitores, transcrevemos artigo sobre a crise econômica do Rio de Janeiro.


"Prestes A Ressurgir 
Um espectro ronda o mundo...
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Por que o Rio quebrou?
Estado deixou de arrecadar R$ 185 bilhões com ICMS, por conta de isenções a grandes empresas 



CID BENJAMIN 
O Estado do Rio está quebrado. A afirmação não é nova. O próprio governador decretou calamidade pública. Mas o Rio não quebrou por algum desastre natural. Quebrou por práticas indefensáveis e inaceitáveis de seus governantes. 
Cabral, Pezão e, agora, Dornelles culpam a queda do preço do petróleo, e a consequente diminuição das receitas dos royalties, pela situação. É meia verdade. E, como muitas meias verdades, esconde uma enorme mentira. 
Vamos deixar de lado as denúncias das comissões que teriam sido recebidas por autoridades, encarecendo as obras públicas. Afinal, são feitas por empresários confessadamente corruptos que tentam diminuir as penas com “delações premiadas”. É preciso esperar pela manifestação final do Judiciário. 
Para explicar a falência do estado, e sem acusar quem quer que seja de corrupção, vamos nos ater ao que está documentado: os favores a grandes empresas e a farra das isenções fiscais. 
Antes de tratarmos das concessões mais volumosas, vale a pena fazer registros que são pitorescos. Dentre as empresas agraciadas com isenções fiscais, uma é a Termas Solarium. Outra, os cabeleireiros Werner. Uma terceira, as joalherias H. Stern. Fica a dúvida sobre os critérios para as isenções. 
Outro fato inusitado: em dezembro de 2015, tomando uma decisão a que não estava obrigado, Pezão resolveu pagar a conta de luz da subsidiária da Odebrecht que opera os trens da SuperVia, no valor de R$ 38 milhões. A justificativa? As tarifas de energia subiram mais do que o previsto e, por isso, a margem de lucro da empresa foi menor do que o esperado. Ora, as tarifas subiram para todos os consumidores. Por que o presente de Natal para a Odebrecht? 
Mas — é forçoso reconhecer — embora isso tudo seja grotesco, não foi o que quebrou o estado. 
Vamos, então, ao cerne da questão, com números do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Entre 2005 e 2015, o governo arrecadou R$ 236 bilhões com o ICMS — a sua segunda fonte de receita, logo depois dos royalties do petróleo. Mas — pasmem! — deixou de arrecadar R$ 185 bilhões com o mesmo imposto, por conta de isenções a grandes empresas. É estarrecedor. 
Para cada real que arrecadou de ICMS, o estado isentou R$ 0,78. 
Mesmo em 2015, já em declarado estado de crise, com os salários de servidores em atraso, hospitais fechados e a Uerj inviabilizada, foram mais de R$ 36 bilhões em renúncia do ICMS. Esse valor é superior ao que foi arrecadado com o imposto (R$ 35 bilhões). Como isso se explica? 
Até mesmo as empresas que estão na dívida ativa do estado, que hoje alcança R$ 66 bilhões, foram agraciadas com favores no ICMS. Das 11 maiores devedoras, seis receberam isenções, duas têm sedes fantasmas e três faliram. Sabendo-se disso, fica claro por que o estado está quebrado. 
É preciso que a população tenha ciência desse quadro para que possa avaliar as gestões do PMDB. E para que possa cobrar, não só daquele partido, mas de outros — como PT e PCdoB — que lhe deram sustentação ao longo desse tempo. 
Cid Benjamin é jornalista (Fonte)".

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terça-feira, 3 de julho de 2012

GESTÃO CABRAL FIRMOU R$ 139 MILHÕES EM CONTRATOS IRREGULARES

Prezados leitores, bom dia!
FOLHA DE SÃO PAULO 
02/07/2012 - 06h28 
Gestão Cabral firmou R$ 139 mi em contratos irregulares, diz TCE 
Ítalo Nogueira 
O governo do Rio, sob gestão de Sérgio Cabral (PMDB), firmou mais de cem contratos e aditivos considerados irregulares pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), no valor total de R$ 139 milhões. A maior parte se refere à terceirização de serviços na rede pública, principalmente na Educação. Os dados foram obtidos pela Folha com base na Lei de Acesso à Informação. 
De acordo com o tribunal, são 102 os contratos e aditivos firmados desde 2007 julgados irregulares. Eles resultaram em 13 multas a autoridades, no total de R$ 105 mil. O TCE pode levar até oito anos para concluir a análise de contratos. Segundo o tribunal, a primeira avaliação ocorre em menos de um ano, mas o julgamento final pode se estender para ouvir a defesa ou para corrigir eventuais irregularidades. Do total rejeitado pelo TCE, R$ 75 milhões referem-se a contratos da Secretaria Estadual de Educação. 
O tribunal considerou ilegal a contratação de nove empresas para serviços de limpeza, segurança e apoio educacional. Elas foram escolhidas por pregão em 2006, na gestão Rosinha Garotinho (2003-2006). Mas os contratos têm sido prorrogados sob Cabral. Para os conselheiros do TCE, os terceirizados desempenham funções de servidores que estão previstas no plano de carreiras, cargos e salários, o que não é permitido. O tribunal determinou a substituição dos terceirizados por servidores até 2013. 
Na lista de irregularidades constam duas obras: a construção de 252 unidades habitacionais em Belford Roxo, em 2008, pela Companhia Estadual de Habitação, e um aditivo à reurbanização da favela Dona Marta, na zona sul. Em resposta, o governo estadual afirmou que as contas da gestão Cabral foram aprovadas pelo TCE e pela Assembleia Legislativa. 
A Secretaria de Educação informou que está fazendo licitação para contratar empresas como prestadoras de serviço, o que não desobedece o plano de carreiras. 
A Companhia de Habitação afirmou que a obra em Belford Roxo foi julgada irregular por não ter apresentado ao tribunal a composição do contrato. 
A Empresa de Obras Pública disse que não foi notificada sobre irregularidades na obra do Dona Marta. 
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB): MAIS UM ESCÂNDALO

Prezados leitores, bom dia!


JORNAL O DIA:
ASSIM FORAM TORRADOS OS MILHÕES DA SAÚDE.
Arraiá na mira TCE vai investigar uso de verba da Saúde para festa julina com touro mecânico e aniversário de cobra albina. 
Francisco Edson Alves.
Pamela Oliveira.
 Rio - O Tribunal de Contas do Estado (TCE) vai aprofundar as investigações sobre o uso de verba do governo do estado destinada à Saúde para pagamento de “eventos e festejos”. Como O DIA revelou ontem, o órgão considerou “não pertinente” o pagamento, com esses recursos, de aluguel de touro mecânico e contratação de trio de forró e banda de aniversário de uma cobra albina. 
Apesar disso, os conselheiros do TCE deram parecer favorável, com ressalvas, para que os deputados da Alerj aprovem as contas do governador Sérgio Cabral referentes a 2011. A notícia indignou deputados, que querem que o Ministério Público apure o mau uso da verba pública. 
“Enquanto a saúde agoniza, fazem festa para cobra”, disse o deputado Paulo Ramos (PDT) referindo-se à festa de aniversário de Sivuca, a cobra albina do Instituto Vital Brazil. A celebração custou R$ 6.500, animada pelo show de quinteto ‘xará’ do réptil, em 5 de agosto do ano passado (Leiam mais sobre o escândalo). 
Comento:
Onde vai parar esse governo?
O que falta acontecer?
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