JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

SEGURANÇA: DESCONTO DO ICMS PARA COMPRA DE ARMA



Prezados leitores, uma boa notícia.
Antes tarde do que nunca.
O ideal seria o acautelamento da arma durante o serviço ativo, o que evitaria o gasto relacionado à aquisição, mas a decisão foi um avanço.

"Jornal Extra 
26/09/17 17:33 Atualizado em 26/09/17 17:34 
Servidores da área de Segurança terão desconto de ICMS na compra de armas
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) aprovou na tarde desta terça-feira projeto de lei que isenta policiais civis e militares, bombeiros e inspetores penitenciários do valor cobrado de ICMS na compra de armas de fogo. Foram 40 votos favoráveis e 10 abstenções (Leiam mais)". 

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sexta-feira, 28 de abril de 2017

IMPEACHMENT - GOVERNADOR PEZÃO AVISA QUE VAI ATRASAR SALÁRIO DA ÁREA DA SEGURANÇA

governador Pezão e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, não existe explicação para o fato do presidente da ALERJ, deputado Jorge Picciani, ainda não ter iniciado o processo de impeachment do governador Pezão.
Tal inércia está aumentando a crise econômica e piorando a situação financeira de milhares de servidores públicos e militares (Policiais e Bombeiros).
Salários atrasados e sem receber o 13o salário o funcionalismo e os militares estão com o pires na mão, buscando empréstimos e/ou ajuda de familiares e amigos para suprirem as necessidades básicas de suas famílias.
A manutenção do atual governo sinaliza para a manutenção da terrível situação atual.
Urge que os deputados da ALERJ pressionem o presidente para o início do processo de impeachment.

"Jornal O Dia
Informe: Governo diz ser impossível não atrasar folha da segurança em maio 
Para evitar que este atraso supere dez dias úteis, enviará hoje à Assembleia Legislativa mensagem que prevê a antecipação da receita de ICMS 
27/04/2017 11:00:57
PAULO CAPPELLI
Rio - O governo estadual avalia que será impossível não atrasar a folha de pagamento de policiais e demais agentes de segurança pública no mês que vem. Para evitar que este atraso supere dez dias úteis, enviará hoje à Assembleia Legislativa mensagem que prevê a antecipação da receita de ICMS. 
A ideia é que grandes empresas antecipem voluntariamente, nos próximos meses, valor correspondente a algo entre 10% e 20% do valor pago em 2016. A medida poderia render, em maio, R$ 1,5 bilhão ao Palácio Guanabara. O suficiente para que não seja necessário parcelar o salário da segurança (Leiam mais)".

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domingo, 27 de novembro de 2016

PRESIDENTE DA ALERJ JORGE PICCIANI DIZ QUE CABRAL É INOCENTE



Prezados leitores, qual terá sido o resultado da investigação desses fatos?
O deputado Jorge Picciani declarou que Sérgio Cabral vai provar sua inocência (Leiam), só não esclareceu em quais crimes, pois está sendo acusado de inúmeros.

"Jornal O Globo
Visitas a Picciani unem fiscais e empresário envolvido em fraude
Inspetores de ICMS e dono do Grupo Petrópolis se reúnem na firma do presidente da Alerj
por Chico Otavio / Luiz Gustavo Schmitt
03/04/2016 6:00
RIO - O relógio da recepção marcava 8h01m naquela sexta-feira, 2 de junho de 2014, quando três homens subiram juntos à sala 305 do bloco 4 do condomínio O2 Corporate & Offices, na Barra da Tijuca. Um quarto visitante seguiu dois minutos depois. O destino do grupo era a Agrobilara, empresa de pecuária da família do presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (PMDB). A recepção os identificou como Carlos Sérgio Silva Janiques, Cláudio Portugal Gonçalves, Allan Dimitri Chaves Peterlongo (o que subiu depois) e Arnaldo Kardec da Costa. Os três primeiros, fiscais de ICMS no Rio, chefiavam as inspetorias de fiscalização de Supermercados, Bebidas e Substituição Tributária. O quarto, Kardec, é contador e braço direito do empresário Walter Faria, dono do Grupo Petrópolis, fabricante da cerveja Itaipava, cuja trajetória é marcada por suspeitas de envolvimento em casos de fraudes tributárias.
As três inspetorias compõem um grupo de unidades especializadas da Secretaria estadual de Fazenda do Rio, que responde por 80% da arrecadação do ICMS fluminense e só atua com grandes contribuintes (Leiam mais)".

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

SÉRGIO CABRAL CONDENADO



Prezados leitores, a notícia da condenação de Sérgio Cabral, ex-governador do estado do Rio de Janeiro, serve para realimentar a nossa confiança no Ministério Público e no Poder Judiciário.
É nosso dever apoiar as investigações promovidas pelas instituições policiais e pelo Ministério Público, assim como, as decisões do Poder Judiciário, na direção de começar a moralizar o Brasil.

"Jornal O Dia
Sergio Cabral é condenado em ação por incentivos fiscais irregulares à Michelin 
A decisão é definitiva no âmbito da Justiça Estadual, mas cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) 
06/10/2016 19:57:31 - ATUALIZADA ÀS 06/10/2016 20:41:50 
Rio - O ex-governador Sergio Cabral e a empresa Michelin foram condenados, na última terça-feira, a ressarcir valores de ICMS que deixaram de ser pagos. A decisão é da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio. Os benefícios fiscais foram concedidos a partir de 2010 e adiavam, sem prazo determinado, o recolhimento do imposto devido na aquisição de maquinário para ampliação da fábrica da empresa, em Itatiaia. 
A ação popular alega que os benefícios seriam ilegais, o que configura renúncia de receita. Como a ação foi julgada improcedente, o Ministério Público, por meio da 11ª Promotoria de Justiça de Fazenda Pública, recorreu da decisão (Fonte)". 

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

POR QUE O RIO QUEBROU? JORNALISTA CID BENJAMIN

Prezados leitores, transcrevemos artigo sobre a crise econômica do Rio de Janeiro.


"Prestes A Ressurgir 
Um espectro ronda o mundo...
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Por que o Rio quebrou?
Estado deixou de arrecadar R$ 185 bilhões com ICMS, por conta de isenções a grandes empresas 



CID BENJAMIN 
O Estado do Rio está quebrado. A afirmação não é nova. O próprio governador decretou calamidade pública. Mas o Rio não quebrou por algum desastre natural. Quebrou por práticas indefensáveis e inaceitáveis de seus governantes. 
Cabral, Pezão e, agora, Dornelles culpam a queda do preço do petróleo, e a consequente diminuição das receitas dos royalties, pela situação. É meia verdade. E, como muitas meias verdades, esconde uma enorme mentira. 
Vamos deixar de lado as denúncias das comissões que teriam sido recebidas por autoridades, encarecendo as obras públicas. Afinal, são feitas por empresários confessadamente corruptos que tentam diminuir as penas com “delações premiadas”. É preciso esperar pela manifestação final do Judiciário. 
Para explicar a falência do estado, e sem acusar quem quer que seja de corrupção, vamos nos ater ao que está documentado: os favores a grandes empresas e a farra das isenções fiscais. 
Antes de tratarmos das concessões mais volumosas, vale a pena fazer registros que são pitorescos. Dentre as empresas agraciadas com isenções fiscais, uma é a Termas Solarium. Outra, os cabeleireiros Werner. Uma terceira, as joalherias H. Stern. Fica a dúvida sobre os critérios para as isenções. 
Outro fato inusitado: em dezembro de 2015, tomando uma decisão a que não estava obrigado, Pezão resolveu pagar a conta de luz da subsidiária da Odebrecht que opera os trens da SuperVia, no valor de R$ 38 milhões. A justificativa? As tarifas de energia subiram mais do que o previsto e, por isso, a margem de lucro da empresa foi menor do que o esperado. Ora, as tarifas subiram para todos os consumidores. Por que o presente de Natal para a Odebrecht? 
Mas — é forçoso reconhecer — embora isso tudo seja grotesco, não foi o que quebrou o estado. 
Vamos, então, ao cerne da questão, com números do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Entre 2005 e 2015, o governo arrecadou R$ 236 bilhões com o ICMS — a sua segunda fonte de receita, logo depois dos royalties do petróleo. Mas — pasmem! — deixou de arrecadar R$ 185 bilhões com o mesmo imposto, por conta de isenções a grandes empresas. É estarrecedor. 
Para cada real que arrecadou de ICMS, o estado isentou R$ 0,78. 
Mesmo em 2015, já em declarado estado de crise, com os salários de servidores em atraso, hospitais fechados e a Uerj inviabilizada, foram mais de R$ 36 bilhões em renúncia do ICMS. Esse valor é superior ao que foi arrecadado com o imposto (R$ 35 bilhões). Como isso se explica? 
Até mesmo as empresas que estão na dívida ativa do estado, que hoje alcança R$ 66 bilhões, foram agraciadas com favores no ICMS. Das 11 maiores devedoras, seis receberam isenções, duas têm sedes fantasmas e três faliram. Sabendo-se disso, fica claro por que o estado está quebrado. 
É preciso que a população tenha ciência desse quadro para que possa avaliar as gestões do PMDB. E para que possa cobrar, não só daquele partido, mas de outros — como PT e PCdoB — que lhe deram sustentação ao longo desse tempo. 
Cid Benjamin é jornalista (Fonte)".

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