JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador liberdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador liberdade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de abril de 2018

A "ESQUERDA" CRIOU O BRASIL DA LIBERTINAGEM

Assistam o vídeo com o desabafo de um agredido por "esquerdopatas":


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

domingo, 24 de novembro de 2013

COMANDANTE GERAL DA PM DE SÃO PAULO ENQUADRA A REDE GLOBO

Frase que circulou nos protestos pelo Brasil

Parabéns! Excelentíssimo senhor Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Coronel PMESP Benedito Roberto Meira. 
JORNAL O DIA 
22/11/2013 
Durante exibição do 'Bom Dia Brasil', apresentadores Rodrigo Bocardi, Ana Paula Araujo e Chico Pinheiro criticaram policiais 
IG 
São Paulo - Na manhã desta quinta-feira, durante a exibição do "Bom Dia Brasil", os apresentadores Rodrigo Bocardi, Ana Paula Araujo e Chico Pinheiro criticaram a falta de policiamento, após a exibição de uma matéria sobre roubos a padarias no Estado de São Paulo.
"Chico, vai ver que os donos dessas padarias não estão dando ali o cafezinho e o pão com manteiga que a gente sabe que os policiais (pegam) para ficarem ali fazendo aquele patrulhamento, né?", disse Bocardi. Ana Paula respondeu: "É, você vê, no caso de Uberlândia, aquela triste imagem do comerciante atrás das grades literalmente e a apenas duas quadras de um Batalhão da Polícia Militar. Inacreditável". 
Chico Pinheiro completou a observação dos colegas. 
"Foi uma coisa seriíssima. Não é possível que estes estabelecimentos tenham que fazer agrados a policiais para que o trabalho funcione. Isso não é tolerável, isso não é admissível". 
"Não é aceitável mas é o que acontece muitas vezes", finalizou Ana Paula. 
Em comunicado publicado na página da Polícia Militar do Estado de São Paulo no Facebook, o coronel Benedito Roberto Meira, comandante geral da corporação, repudiou os jornalistas e admitiu a intenção de levar o caso à Justiça. 
"Vamos entregar a cópia do vídeo aos advogados das entidades de classe para análise do conteúdo e avaliação das medidas judiciais cabíveis ao caso", avisou. 
Leia abaixo o comunicado na íntegra: 
"A Polícia Militar é uma Instituição séria, que presta um inestimável e relevante serviço em prol da sociedade, muitas vezes desempenha atividades afetas a outras esferas do governo e atua 24 horas por dia. Reconhecemos que temos falhas, que nossos policiais cometem falhas, que não somos perfeitos em tudo que dispomos a realizar, aceitamos as críticas, pois é por meio delas que conseguimos corrigir as inconformidades ou eventuais falhas. 
Não posso me calar, na condição de Comandante Geral da PM de São Paulo, diante de tanta desconsideração por parte dos apresentadores. Eles podem não aceitar/concordar com os argumentos apresentados pela Polícia Militar em razão da matéria exibida, mas não podem macular a imagem de toda a Corporação ao insinuarem que, para se ter segurança, basta oferecer um "cafezinho e o pão com manteiga" em troca de policiamento nos estabelecimentos comerciais. Vamos entregar a cópia do vídeo aos advogados da entidades de classe para análise do conteúdo e avaliação das medidas judiciais cabíveis ao caso. 
A nós, Policiais Militares, honestos e íntegros, só nos resta lamentar. Respeito é sinônimo de educação". 
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

QUANDO SERÁ QUE NÓS, HOMENS E MULHERES DE BEM, TRAREMOS DE VOLTA A NOSSA LIBERDADE ?

DISCURSO DO GENERAL PAULO CHAGAS. 
Liberdade para quê ? 
Liberdade para quem ? 
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar ? 
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas ? 
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26 ! 
Fala-se muito em liberdade ! 
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê ! 
Mas, afinal, o que se vê ? 
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia. 
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas. 
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada. 
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e sequestros. 
Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros. 
Mas, afinal, onde é que nós vivemos ? 
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói ! 
Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças !
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. 
É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia ! 
Vivemos no país da censura velada, do “microondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. 
País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis ! 
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê ? 
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla ? 
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz ? 
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem? 
Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade ? 
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade ? 
 * Paulo Chagas é General da Reserva do Exército do Brasil.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 6 de abril de 2013

DAVID HUME E A VENDA DO QG DA POLÍCIA MILITAR


Prezado leitor:
O que pensar sobre a venda do QG?
O que dizer?
O que escrever?
O que fazer?
Não sei.
Fiz tudo o que podia para tentar mostrar aos Oficiais e aos Praças, ativos e inativos, que a subserviência ao poder político estava destruindo a PMERJ, dia apos dia.
Foram 6 anos de luta nas ruas e nos blogs, centenas de atos e milhares de artigos.
Fiz tanto e de tantas maneiras que alguns me rotularam como louco ao se reportarem às minhas ações nas ruas, muitas vezes solitárias (isso não é postura de Coronel) e alguns como oportunista (ele quer é ser eleito).
Tolos.
Diante do dinamite que se instalará nas vigas do Quartel dos Barbonos, lembro de uma frase que meu filho pediu para eu providenciasse que fosse estampada em uma camiseta, quando ele cursava a faculdade de história na UFF, isso em 2004 ou 2005, não consigo precisar:
"Raramente se perde qualquer tipo de liberdade de uma só vez" (David Hume).
Ele usou a camisa até a sua quase desintegração física, como ocorrerá com o QG.
Nunca escondi, a verdade contida na frase sempre foi uma motivação para continuar lutando, apesar de todas as represálias que sofri.
A venda do QG da PMERJ é o resultado das ações contrárias aos interesses institucionais e as omissões oportunistas em interesse próprio de todos e de todas, Oficiais e Praças, que colocaram a Polícia Militar para trilhar "O Caminho da Servidão".
Nem mais, nem menos.
Hoje, na solidão do banco dos réus do Tribunal de Justiça, onde estou sendo julgado pelas minhas ações e, ainda, pelo que não fiz (incitamento à greve, por exemplo),  pouco posso fazer além de lamentar a minha incompetência na tentativa de fazer com que os meus companheiros compreendessem a grande lição contida na frase:
"Raramente se perde qualquer tipo de liberdade de uma só vez".
Juntos Somos Fortes!