JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A POLÍCIA MILITAR ESTÁ SENDO DESTRUÍDA (02)

Prezados leitores, a Polícia Militar não está resistindo ao governo Cabral-Pezão.

Marcha dos Oficiais e Praças da Polícia Militar 
que queriam salvar a Polícia Militar
27 de janeiro de 2008


"JORNAL O DIA
Justiça e Cidadania
Adriana Cruz
14 de janeiro de 2015
Juiz aceita denúncia contra PMs e decreta prisão 
Os policiais acusados da morte da atendente de telemarketing Haíssa Vargas Motta, de 22 anos, em 2 de agosto de 2014, já são réus no processo do juiz Glauber Bitencourt Soares da Costa, da 1ª Vara Criminal de Nilópolis, que aceitou nesta terça-feira a denúncia feita pelo Ministério Público. O prazo de defesa é de 10 dias. 
Na decisão o juiz ressalta que ‘é dever do poder judiciário assegurar às testemunhas a tranquilidade necessária para que compareçam a juízo livre de qualquer temor’ O magistrado destacou que, apesar dos réus terem sido afastados do policiamento ostensivo, a medida é insuficiente para assegurar a livre colheita de provas. Por isso, decidiu decretar a prisão preventiva dos réus. 
O soldado Marcio José Watterlor Alves, autor dos disparos contra o veículo onde a vítima estava, e o cabo Delviro Anderson Moreira Ferreira, que conduzia a viatura, responderão pelo crime de homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e recurso que dificulta ou impossibilita a defesa). 
Já a Polícia Militar informou que, ao todo, quatro PMs serão submetidos a Conselho Disciplinar e podem ser expulsos da corporação por conta do fato. Além dos denunciados pelo MP, os cabos Gutemberg de Carvalho Gomes Junior e Carlos Henrique Ribeiro Furtado, que participaram da perseguição em outra viatura, também vão responder ao procedimento (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

A POLÍCIA MILITAR ESTÁ SENDO DESTRUÍDA (01)

Prezados leitores, a Polícia Militar está agonizando.
Os graves desvios de conduta envolvendo Oficiais e Praças são um sinal claro do estágio de degradação institucional.
A notícia a seguir nos envergonha.


Foto: Felipe Hanower / O Globo 
"JORNAL EXTRA
Casos de Polícia 
Publicado em 14/01/15 17:44 Atualizado em 14/01/15 18:15 
PMs são presos suspeitos de forjar flagrante de tráfico contra adolescente no Leblon 
Carolina Heringer 
Dois policiais militares do 23º BPM (Leblon) foram presos em flagrante, na manhã desta quarta-feira, suspeitos de terem forjado um flagrante de fato análogo ao crime de tráfico de drogas contra um adolescente na Cruzada São Sebastião, no Leblon, Zona Sul do Rio. Aloísio Souza da Cunha e Glauber de Miranda Rodrigues responderão pelos crimes de tráfico de drogas, abuso de autoridade e denunciação caluniosa.
Os PMs levantaram suspeitas ao levarem o jovem à 14ª DP (Leblon), onde acabaram presos. Eles apresentaram o adolescente na delegacia dizendo que ele estava com pinos de cocaína. O tio do rapaz, no entanto, também esteve na unidade e alegou ter visto o momento em que os policiais retiraram a droga de um carro particular. Policiais da 14ª DP foram então até o automóvel, que pertencia a um dos PMs, e encontraram pinos de cocaína (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO AGONIZA COMO UM DOENTE TERMINAL

Prezados leitores, a Polícia Militar, a cada dia que passa, a cada novo escândalo, mais se parece com um doente terminal vivenciando seus últimos momentos...


(O Globo)

(O Globo)



Juntos Somos Fortes!


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

JORNAL EXTRA PERGUNTOU: TEM JEITO? NÓS RESPONDEMOS...


(Fonte: Jornal Extra)


Prezados leitores, o Jornal Extra perguntou: TEM JEITO?
A capa exibe várias situações nas quais Policiais Civis e Policiais Militares são acusados da prática de crimes.
Nós respondemos a pergunta: SIM, TEM JEITO!
O primeiro passo para resgatar as Polícias Civil e Militar é a exoneração do atual secretário de segurança pública Beltrame.
Ele é o responsável pela gestão das duas instituições policiais e após quase oito anos não conseguiu qualquer melhora das instituições policiais, ao contrário, agravou os problemas.
Vamos começar a "DAR UM JEITO", Jornal Extra cobre a exoneração de Beltrame, motivos não faltam.



Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

É MELHOR ACABAR COM A POLÍCIA MILITAR? - ALESSANDRO LYRA BRAGA

Enterro de Policial Militar
Site G1


SITE POLICIAL BR 
É MELHOR ACABAR COM A POLÍCIA MILITAR? 
ALESSANDRO LYRA BRAGA 
Tenho ouvido de várias pessoas que é imprescindível a pronta desmilitarização da instituição "polícia militar", que a polícia militar tinha que acabar. Argumenta-se que hoje a PM (não importando o estado da federação) serve apenas como um agressivo e despreparado órgão de repressão às manifestações políticas legítimas e um corrupto órgão de uma pseudo repressão ao crime. 
Este entendimento se acentuou com as violentíssimas práticas repressivas utilizadas nas manifestações políticas dos últimos meses. Mas, será que esta é a solução mais acertada? 
O fato é que temos sim uma estrutura de policiamento ostensivo, logo de combate ao crime, seja ele qual for, deteriorada face às necessidades do dia-a-dia. Temos uma polícia civil, que teria funções investigativas, sucateada em praticamente todos os estados brasileiros, não conseguindo realizar nem medianamente suas atividades. Já a Polícia Federal, que exerce funções de polícia judiciária e investigativa de âmbito federal, encontra-se atuando muito além de suas atuais possibilidades e também carece de inúmeros recursos humanos e materiais, embora possua um corpo de policiais com inegável qualificação e remuneração mais adequada. 
Assim, a polícia mais próxima aos cidadãos é, sem a menor dúvida, a polícia militar. Não podemos entender a polícia militar apenas como uma instituição destinada a agredir manifestantes, embora saibamos que ela tem desempenhado esta função de forma bárbara. Devemos lembrar que o soldado repressor e absurdamente agressivo está recebendo ordens, absurdas ou não, de alguém superior na cadeia de comando. Logo, não seria apenas o soldado, o cabo, o sargento ou até o coronel o agressor, mas sim o secretário de segurança ou o governador que autoriza e/ou exigi o uso de força extrema na repressão às manifestações. 
É óbvio que falta discernimento ao soldado que está na linha de frente quanto à forma de agir e isto só prova o despreparo de quem o comanda. Não há como existir uma boa tropa se for comandada por alguém incapaz. 
Também faz parte do senso comum que em qualquer encrenca com a polícia militar é só "liberar uma graninha" que tudo se resolve. Ledo engano! Em alguns estados como o Rio de Grande do Sul ou o Distrito Federal quem ousar propor tal coisa conseguirá mais problemas do que está imaginando. Se isto se deve à uma melhor política salarial ou de preparo do policial não sei afirmar. 
O que sei é que em alguns estados da federação, a política salarial dos policiais militares é lastimável, obrigando-os a fazer "bicos" como segurança particular para poder sobreviver, e, o que é pior, a ter que se disfarçar em seus horários de folga, para não correr risco, ironicamente, diante da própria violência urbana que combate. 
O que temos que questionar é o papel de nossa estratégia de combate ao crime e à ordem pública. Sou a favor de duplas de policiais patrulhando à pé ou de bicicleta as ruas de nossas cidades, tendo o apoio de policiais em viaturas (quem tenham combustível e andem de verdade) para o caso de emergências. Sou a favor de um verdadeiro treinamento qualificado aos policiais, onde até mesmo bons modos e respeito à cidadania seja ensinado. 
Não é a questão de nossa polícia de patrulhamento ostensivo ser militar ou não que deveria estar na discussão. O que deve ser questionado é a qualidade de nossa política de segurança pública. Tenho a mais absoluta certeza que policiais bem treinados para toda e qualquer situação não praticaria os absurdos que a PMERJ fez durante a repressão às legítimas manifestações de professores, por exemplo. Policiais, e principalmente, comandantes bem treinados saberiam distinguir agitadores de manifestantes e nunca teriam surrado, vergonhosamente, os professores. São atitudes como estas que fazem com que tanta gente esteja pleiteando a desmilitarização das polícias militares. 
Uma das formas mais inteligentes de atuação de uma força policial é sua plena interação com a comunidade a que serve. No estado do Rio de Janeiro, os conselhos comunitários de segurança pública realizam satisfatoriamente esta ponte, embora pudesse ser bem melhor. A comunidade ainda se intimida em se aproximar de um policial ou até mesmo de adentrar num batalhão de polícia militar, como se fosse território proibido ao cidadão comum. 
Cito o exemplo da PMERJ, pois percebo a instituição apoiando e incentivando esta interação de forma contínua através dos últimos anos. Hoje, é comum encontramos comandantes de batalhões do Rio de Janeiro, oficialmente representando a instituição, em eventos e atividades de suas comunidades. É o entendimento que deveria ser para todos os momentos: a polícia militar com e para o povo. E não como vemos no caso das manifestações políticas, quando a polícia militar se torna algoz do povo. Mesmo que o policial esteja recebendo ordens de superiores, tem a obrigação como cidadão de não extrapolá-las. Sabemos que em certas ocasiões atitudes mais enérgicas e contundentes se fazem necessárias, mas deverão ser aplicadas com métodos próprios, que respeite o direito de manifestação e a verdade. 
Seria interessante se pudéssemos sentir o policial militar não apenas como um agente repressor na maioria das vezes, mas sim como um agente educador de cidadania. Não digo que caiba ao policial militar virar professor, mas servir de exemplo positivo à população, posicionando-se como um aliado de fato de suas comunidades. 
Pergunto então aos meus leitores, quantos de vocês conhecem os policiais que fazem a ronda em sua região? 
Sei que em muitas regiões nem ronda policial há, mas mesmo nas regiões em que isto ocorre, quantas pessoas interagem com os policiais, mesmo que apenas cumprimentando-os? 
A resposta é triste: pouquíssimas pessoas.
Muita gente já me respondeu que não quer assunto com "polícia", que são todos bandidos! 
Eu mesmo tenho um hábito que já foi recriminado por muita gente: quando me perco num trajeto de trânsito, peço ajuda à policiais. Acho óbvio fazer isto, mas já me disseram que eu dei sorte até então, que um dia, quando for pedir orientação, os policias darão um jeito de me extorquir dinheiro. 
Diante do entendimento (afirmo que errôneo!) de que todos os policiais militares são bandidos, mudar o nome ou a estrutura da instituição de nada adiantará. Não adianta acabar com a polícia militar ou torná-la civil e não mudar a forma do brasileiro de enxergar seu papel na sociedade. 
Logicamente, teremos que ter políticas de conscientização popular, desmitificando a famosa "Lei de Gerson", por exemplo. 
A reformulação deverá ser de toda a sociedade e de sua forma de agir, mas será que todos querem pagar o preço de se tornar cidadãos? 
*Alessandro Lyra Braga é carioca, por engano. De formação é historiador e publicitário, radialista por acidente e jornalista por necessidade de informação. Vive vários dilemas religiosos, filosóficos e sociológicos. Ama o questionamento. 
http://www.debatesculturais.com.br/e-melhor-acabar-com-a-policia-militar/ 
Fonte: http://policialbr.ning.com/?xg_source=msg_mes_network#ixzz2m0Mlqdsj
Juntos Somos Fortes!

sábado, 19 de outubro de 2013

GOVERNO CABRAL-BELTRAME ESTÁ TRANSFORMANDO A PM NA INSTITUIÇÃO MAIS ODIADA DO BRASIL

Eu amo a Polícia Militar.
Milhares de Policiais Militares também a amam, Oficiais e Praças, embora uma parcela cada vez mais considerável fere de morte os nossos valores e a nossa missão de servir e proteger a população ao praticar graves desvios de conduta (crimes e transgressões).
Nossos familiares e amigos também amam a PM. Nós os ensinamos as verdades sobre a gloriosa e bicentenária instituição organizada militarmente.
Milhares de cidadãos que já foram beneficiados pelas ações heroicas dos Policiais Militares também aprenderam a amar os azuís, eles e elas que arriscam a própria vida em defesa do povo, recebendo salários miseráveis e sem as adequadas condições de trabalho.
Infelizmente, a própria natureza das missões, repletas de ações fiscalizadoras, acaba acarretando um estereotipo negativo para os Policiais Militares e para a Polícia Militar. Situação que se agrava diante dos desvios de conduta ligados à corrupção, que ninguém lembra que precisa dos polos ativo e passivo. É comum um corruptor na roda de amigos, acusar o PM de corrupto por ter recebido uma propina paga por ele. Ele é o "honesto", o policial é o corrupto.
Faço essa introdução para destacar que o amor e o ódio pela Polícia Militar é muito anterior ao governo Cabral e a gestão do secretário de segurança Beltrame. Eles receberam tal herança, mas estão agravando muito o quadro de ódio pela Polícia Militar, sobretudo em razão da forma como estão empregando a corporação no controle dos atos populares e nas denominadas Unidades de Polícia Pacificadora. Sem uma linha de ação definida, longe dos parâmetros legais que regem a ação da polícia, eles empregam a PMERJ ao sabor do "politicamente correto". Um dia os Policiais Militares são orientados para reprimir, usando os meios necessários. Assistimos a violência dos vândalos, os excessos policiais e uma Polícia Militar que corre de um lado para o outro, lançando gases e atirando balas de borracha, inteiramente perdida nas ruas do Centro do Rio. O governo criou a "bala de borracha perdida", que já vitimou vários inocentes. No ato seguinte a orientação é para não reprimir. Assistimos Policiais Militares inertes diante do vandalismo, um quebra-quebra generalizado. Logo surge a acusação de omissão.
As duas formas de ação levam a população a odiar os PMs e a PM, citando a desqualificação e querendo a desmilitarização, como se isso fosse a solução para o caos do sistema policial brasileiro.
O Governo Cabral-Beltrame está mostrando nas ruas uma Polícia Militar sem rumo, desqualificada (não esqueçam também desvalorizada), composta por Policiais Militares que parecem estar à beira de um ataque de nervos. Homens e mulheres, heróis que arriscam a vida diariamente, mas que estão estressados física e emocionalmente, não só pelo emprego constante, mas pela falta de um norte para atuar.
Nas UPPs, para onde não poderiam ir os PMs antigos com seus vícios de corrupção e violência, colocaram os jovens PMs que em tese teriam uma melhor qualificação, formadoss sob a égide dos direitos humanos, da negociação de conflitos e do policiamento de proximidade, os resultados tem sido desastrosos.
Imersos nesse quadro de catástrofe na área da segurança, só falta passar pela cabeça de alguém que a saída seja exonerar, mais uma vez, o comandante geral da Polícia Militar, jogando a culpa para o andar de baixo. Beltrame já nomeou cinco comandantes gerais em pouco mais de seis anos. A responsabilidade pelos erros fica sempre no colo da PM, nunca chega ao prédio da Central do Brasil, onde funciona a secretaria de segurança.
Quem considera que eu estou exagero, convido a leitura dos vários artigos de terceiros que já publiquei nesse espaço democrático, todos com lugares comuns com o que transcrevo encerrando o artigo, o qual contém um pré-julgamento, sem dúvida.
REVISTA FORUM
Uma Lógica Policial Macabra
Mesmo no momento em que está comprovada a atuação truculenta e covarde dos policiais que torturam, mataram e sumiram com o Amarildo, na Rocinha, a lógica se repete 
Por Itamar Silva, diretor do Ibase 
O “fato”: um jovem negro de 18 anos, Paulo Roberto Pinto de Menezes, morador de Manguinhos, deu entrada na UPA da comunidade na madrugada do último dia 17, levado pelos policiais da UPP de Manguinhos. Já estava morto. 
O outro lado do “fato”: a família do jovem que deu entrada morto na UPA afirma que ele foi abordado pelos policiais da UPP de Manguinhos e levado para um caminho escuro da favela conhecido como “Beco da Esperança”. E ali foi espancado até a morte. 
O que dizem os policiais: estavam fazendo policiamento em um ponto de uso de drogas quando avistaram quatro jovens em situação suspeita. E que, quando foram revistar o Paulo Roberto, ele teve um tipo de convulsão: por isso o levaram para a UPA de Manguinhos. Em outra matéria publicada pelos jornais, os policiais dizem que o jovem correu quando da aproximação da polícia e caiu desacordado. Isso os fez levá-lo para a UPA de Manguinhos. “Aí a história carece de exatidão” (Leia a íntegra).
Juntos Somos Fortes!