JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

O "BLOCO DE BANDIDOS"



"CARNAVAL | Jornal RIO - Armas de Brinquedo e Funk Proibido.
Sepetiba/RJ
Na orla da praia de Sepetiba, zona oeste do Rio a atitude de alguns foliões chamou a atenção de famílias que frequentavam o local.
Simulacros de armas de fogo eram ostentados ao som de funk proibido gerando descontento e desconforto aos demais presentes. No vídeo é possível ver até fuzis na mão de alguns".
A RioTur, organizadora do evento, foi procurada pela edição do Jornal RIO mas até o presente momento não obteve resposta.

CARNAVAL NO RIO - TURISTAS SÃO VÍTIMAS DE ARRASTÃO (MAIS UMA VEZ)



Tenho avisado  constantemente que o Rio de Janeiro, nos últimos anos, não deve ser considerando como um local seguro na hora de escolher onde festejar a passagem de ano, o Carnaval e as férias.
Só desavisados ou enganados comentem tal erro, colocando em risco seu patrimônio material e suas vidas.
HOJE NÃO EXISTE LUGAR SEGURO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. 
É preciso aprender essa lição.

"Site G1
Turistas são vítimas de arrastão em frente a um dos hotéis mais luxuosos do Rio 
Flagrante do assalto ocorreu na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, onde criminosos têm agido livremente. Na véspera do carnaval, governador havia garantido que na segurança estava 'tudo engrenado' para 'um grande carnaval'. 
Por Bom Dia Brasil 
12/02/2018 08h30 Atualizado há 20 minutos 
A violência no Rio de Janeiro tem tirado a alegria dos foliões que escolheram a Cidade Maravilhosa para brincar o carnaval. Com policiamento escasso, apesar da garantia do governador de reforço na segurança, criminosos têm agido livremente, sobretudo na Zona Sul. 
No fim da madrugada desta segunda-feira (12), por exemplo, um grupo de turistas foi vítima de arrastão em frente a um dos hotéis mais luxuosos da cidade. Foi apenas mais um dos muitos casos registrados desde a sexta-feira (9) - (Fonte)".

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

RIO, INFERNO E TURISMO

É incompreensível que um cidadão escolha o Rio de Janeiro para fazer turismo.
Só em 2017 mais de 4.000 pessoas foram atendidas em hospitais e clínicas públicos vítimas de projéteis de arma de fogo.
Isso é turismo no inferno.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

RIO - OS POLICIAIS MILITARES E A SÍNDROME DA MORTE IMINENTE



Prezados leitores, nos nossos tristes dias o Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro sofre com a síndrome da morte iminente, mal próprio dos militares que estão participando de uma guerra. 
É preciso que todos entendam essa realidade, antes de fazerem qualquer juízo de valor sobre a atuação dos Policiais Militares. 
Pesquisem na internet sobre o tema e conheçam os efeitos desse grave problema de saúde.
Enquanto não se aprofundam no tema, recomendo que leian o artigo a seguir:

"Jornal do Brasil 
A triste realidade de um policial candidato permanente à morte 
23/10 às 20h30 - Atualizada em 23/10 às 20h32 
O mundo reage à infeliz notícia de morte de uma turista espanhola que estava indo visitar a Rocinha em um momento de conflagração. É justamente este o momento em que jornais do mundo inteiro – principalmente os de seu país – fazem observações pejorativas e com desdém acerca daquela comunidade. 
Mas a realidade dura da nossa cidade, a empatia pelo próximo e o bom senso de cada cidadão não permitem que se transforme aquele lugar em ponto de um turismo sádico, com o duvidoso objetivo de fazer o turista ver ali, com a despreocupação de quem sai de férias pelo mundo, a tragédia e as necessidades diárias pelas quais passa um morador. 
Imputar penas, querer sacrificar e punir um policial que cumpria com o seu dever, quando este mesmo policial é arbitrariamente escolhido a candidato à morte em momento tão crítico, é desonesto. É um discurso que só atende a interesses externos e não resolve a situação da cidade. 
Pois qual seria a reação de cada cidadão fluminense e da imprensa nacional e estrangeira se, assim como o motorista da turista espanhola, o traficante Rogério 157 tivesse passado em alta velocidade e sem parar o carro em área na qual a identificação à polícia é obrigatória? Qual seria a reação da opinião pública se o traficante mais procurado da Rocinha tivesse fugido sob as barbas da fiscalização da polícia? (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

QUEM MATOU A TURISTA ESPANHOLA NA ROCINHA?



Prezados leitores, a imprensa tem noticiado que segundo as investigações da Polícia Civil foi um Tenente de Polícia Militar.
Não tenho porque duvidar de que tenha sido o Oficial que puxou o gatilho que resultou na morte da turista, mas será que ele é o único culpado?
Pergunto no intuito de promover reflexões:
- Será que o governador Pezão e o ex-governador Sérgio Cabral que "pacificaram" as comunidades carentes não devem fazer parte do rol de culpados?
- Será que as autoridades da área de segurança pública que venderam uma "pacificação" irreal de comunidades carentes para a população e para os turistas não têm nenhuma parcela de responsabilidade na morte?
- Será que os comandos da Polícia Militar que permitiram que a instituição fosse usada neste projeto eleitoral não têm relação com o ocorrido, considerando as suas omissões em defenderem a boa técnica policial e os valores institucionais?
- Será que a imprensa que apoiou maciçamente esse projeto de falsa "pacificação", algo que desde o início estava fadado ao fracasso completo, como eu cansei de avisar em artigos, vídeos e livro, também não tem culpa no desfecho trágico, considerando que é a formadora da opinião pública?
- Será que a empresa de turismo que levou a vítima para uma comunidade "NÃO PACIFICADA" não contribuiu para a morte?
Salvo melhor juízo, muitos puxaram o gatilho que resultou em mais uma tragédia no "pacificado" Rio de Janeiro.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 18 de julho de 2017

FÉRIAS - O RIO DE JANEIRO NÃO É UM DESTINO RECOMENDÁVEL

O Rio de Janeiro é um estado repleto de belezas naturais, o que o torna um destino natural para turistas, mas no momento atual, quando a violência urbana está fora de controle, não recomendo que o escolham como destino para as férias.
Estar nas ruas do Rio de Janeiro é uma exposição ao risco de morte, eis uma triste verdade, como o noticiário comprova.
A população não tem opção, mas os turistas podem evitar esse risco.




Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

ARRASTÕES: O DESEMBARQUE DAS FORÇAS ESPECIAIS

Veja Abril


O GLOBO 
Batalhão de Choque e policiais da Core atuarão na segurança da orla 
Medida foi tomada após arrastões que assustaram banhistas 
Agentes atuarão em Copacabana, Ipanema, Leblon e Arpoador 
Célia Costa (Email · Facebook · Twitter) 
Fábio Teixeira (Email) 
Publicado: 21/11/13 
RIO - Depois da onda de assaltos, que levou pânico a moradores e banhistas na orla da Zona Sul nos últimos dias, o governo do estado anunciou nesta quinta-feira que vai reforçar o patrulhamento, já a partir desse fim de semana, com homens do Batalhão de Choque da PM e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil. Enquanto os policiais militares ficarão concentrados em Ipanema, Leblon e Arpoador, os agentes da Core vão atuar em Copacabana (Leia mais). 

Moda Praia
Sai a sunga e o biquíni e entra...


O DIA 
21 de novembro e 2013 
Core e Batalhão de Choque reforçarão policiamento nas praias, diz secretaria 
Objetivo é coibir arrastões nas areias 
Rio - A Secretaria de Segurança Pública informou, na noite desta quinta-feira, que o Batalhão de Choque (BPChq) da Polícia Militar e agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) vão reforçar o policiamento nas praias de Copacabana, Ipanema, Arpoador e Leblon, na Zona Sul do Rio, durante os fins de semana. A medida, de acordo com o órgão, visa coibir a incidência de arrastões nestes locais, apontados pelo setor de inteligência da Polícia Civil (Leia mais).
Juntos Somos Fortes!

ARRASTÕES: CABRAL E PAES JOGAM A CIDADE DE VOLTA À DÉCADA DE 90

JORNAL DO BRASIL 
Rio 21/11 às 14h45 - Atualizada em 21/11 às 15h06 
Cabral e Paes jogam a cidade de volta à década de 90 
As cenas de violência que todos os cariocas achavam que tinham ficado no passado, voltaram com força total durante o feriado de quarta-feira (20/11). Retrato do desgoverno, da falta de ação de Cabral e Paes que jogaram a cidade num túnel do tempo e conseguiram resgatar os arrastões da década de 90, quando o Rio estava entregue ao crime. Os arrastões nas praias, dessa vez, não respeitaram nem a presença de policiais que tentavam inutilmente conter a onde de assaltos cometidos por vários grupos de deliquentes, muitos deles menores de idade. 
Em resposta, as autoridades insinuaram a possibilidade dessas ações serem orquestradas por grupos de oposição ao governo. Se for, cabe a pergunta: onde estava a segurança da população? Onde estava o policiamento? Se realmente foi orquestrado, serviu de teste e o estado e a prefeitura foram reprovados. O que se viu nesta quarta foi também a continuidade de uma política de segurança que vem demonstrando seu esgotamento, que recentemente matou o pedreiro Amarildo, que vem sendo responsável pelo aumento da criminalidade em todos os bairros da cidade. 
ARRASTÕES EM 1992 LEVAVAM PÂNICO ÀS PRAIAS DO RIO 


Reprodução de matéria do Jornal do Brasil publicada em 19/10/1992


A política de segurança pública implantada por Cabral, com a criação das UPPs, seguiu no rumo fácil, correu para a mídia e o que se viu foram apenas belas imagens de hasteamento de bandeiras nos morros e favelas ocupados. Essas ações, mais pirotécnicas do que efetivamente de conquistas das áreas que antes estavam sob domínio do tráfico, trouxeram prestígio ao governador,mas não se sustentavam. Não houve um trabalho de desenvolvimento social, capacitação dos moradores, estímulo ao empreendedorismo, entre tantas outras ações. 
A política de segurança falhou também por não capacitar os novos policiais militares que foram lotados nas UPPs e nem investir nas atividades de inteligência da PM, fundamental para combater o crime organizado. Como resultado, moradores das favelas insatisfeitos com a intervenção da polícia em suas rotinas e total incapacidade desses policiais para lidar com o crime, que não foi eliminado definitivamente nessas áreas. Da política de segurança restou apenas a esperança de se ter um Rio melhor, sonho que a cada dia que passa vai se esvaindo. 
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

RIO; CRIA DOS TIPOS DE DELEGACIA: AS IMÓVEIS E AS MÓVEIS

A coisa está muito feia na segurança pública no Rio de Janeiro.
A cada novo problema na área alguém inventa logo uma solução.
Parece coisa de assessor de imprensa, o especialista em criar fatos novos para abafar crises.
Aquele que a cada problema sugere logo a criação de uma comissão para atuar na questão, dando uma esfriada no problema.
Pode não ser, mas parece coisa de assessor de imprensa.
Aquele que orienta o político a sumir quando a crise se instala e a aparecer de todas as formas quando o momento é bom.
A invenção do momento surge surfando na onda da volta dos arrastões nas praias da Zona Sul: as delegacias móveis.
O que ainda inventarão?
O GLOBO:
Célia Costa (Email · Facebook · Twitter) 
Isabela Bastos, da coluna Gente Boa (Email) 
Fábio Teixeira (Email) Renata Leite (Email) 
Publicado: 20/11/13 
RIO - Após uma nova onda de assaltos na orla da Zona Sul da cidade, nesta quarta-feira, a Polícia Civil confirmou que, a partir do próximo fim de semana, a região contará com uma delegacia móvel. A informação foi antecipada na coluna de Ancelmo Gois no GLOBO desta quarta-feira. O objetivo é facilitar o registro de ocorrências, já que muitas vítimas acabam deixando de fazer a queixa. A delegacia móvel funcionará em um ônibus, mas a Polícia Civil não informou onde o veículo ficará estacionado, o que deve ser decidido até sexta-feira. Será montado também um trailer do Instituto Félix Pacheco (IFP) para identificação dos suspeitos (Leia mais e tente descobrir o que ainda vem por aí).
Juntos Somos Fortes!

RIO PACIFICADO: VISITE ÀS NOSSAS PRAIAS PACIFICADAS

Extra

JORNAL EXTRA
Banhistas voltaram a sofrer com a violência na orla da Zona Sul da cidade na tarde desta quarta-feira. Mais duas turistas foram atacadas por criminosos na Praia do Arpoador. Pela manhã, uma tentativa de arrastão na Praia do Arpoador provocou correria, deixando muita gente assustada. Na ocasião, dois homens que haviam furtado o celular de uma turista colombiana haviam sido presos. Segundo informações do site “G1”, 12 pessoas foram detidas, a maioria por furto na orla, mas a Polícia Militar nega que tenha acontecido um arrastão (Leia mais se tiver estômago)".
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

RIO: ARRASTÕES DA PACIFICAÇÃO E BANDIDO PAGA CONTAS

Prezados leitores, bandido tem família e paga contas.
Se um criminoso perde espaço em uma atividade criminosa, infelizmente, ele não busca um emprego no mercado formal, para o qual ele não está qualificado, ele continua buscando dinheiro de forma ilícita.
O bandido precisa de dinheiro, eis a verdade.
Encurralado ele migra para outra atividade ou segue para outro local onde exercerá a atividade habitual.
Em apertada síntese, o criminoso que trabalha no comércio de drogas ao ver a sua comunidade ocupada por uma UPP, passa a ter as seguintes opções:
- permanece trabalhando no tráfico da comunidade, o tráfico que muda a localização das bocas de fumo. Algo como mudar de setor dentro da empresa.
- permanece na comunidade mas parte para ações criminosas nas ruas, mudando de ramo, por assim dizer.
- migra para outra comunidade onde continuará trabalhando no comércio de drogas ilícita. Uma mudança de agência na organização.
Bandido não vira trabalhador da noite para o dia, ele tem contas para pagar e família para sustentar.
Isso vale para a função mais elevada na hierarquia do movimento da comunidade até a da base da pirâmide.
A partir desse raciocínio simples, procure entender o que está acontecendo no Rio de Janeiro e se for capaz, responda a pergunta que ninguém responde:
- Que "pacificação" é essa que o governo e a grande imprensa inventaram no Rio?


Agência: O Globo

O GLOBO 
Onda de furtos volta a assustar banhistas na orla da Zona Sul 
Polícia Militar diz que 15 pessoas foram detidas, mas nega arrastões 
Ao menos duas tentativas de arrastão geraram correria no Arpoador 
Célia Costa (Email · Facebook · Twitter) 
Isabela Bastos, da coluna Gente Boa (Email) 
Fábio Teixeira (Email) 
Renata Leite (Email) 
Publicado: 20/11/13 
RIO - Banhistas voltaram a sofrer com a violência na orla da Zona Sul da cidade nesta quarta-feira. Pelo menos duas tentativas de arrastão na Praia do Arpoador provocaram correria, deixando muita gente assustada. Durante a tarde, duas turistas da Argentina foram atacadas por criminosos. Pela manhã, a vítima foi uma colombiana. Segundo o comandante do 23º BPM (Leblon), tenente-coronel Luiz Octávio, 15 pessoas foram detidas, a maioria por furto na orla. Entre elas estão dois homens que haviam furtado o celular da turista da Colômbia. A PM, no entanto, nega os arrastões. 
Na tarde desta quarta-feira, uma das vítimas foi a argentina Júlia Acuña, de 26 anos. Ela chegou ao Rio nesta quarta e como está hospedada em um hotel na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, caminhou pela areia até o Arpoador. Já na altura do Parque Garota de Ipanema, foi abordada por assaltantes, que tentaram levar sua bolsa. Como ela não largou o pertence, foi golpeada no rosto, causando sangramento do supercílio. Os agressores só conseguiram levar o cordão da mãe da vítima, Patrícia Acuña, que a acompanhava. Elas foram levadas por guardas municipais para o Posto 7, na orla de Ipanema, onde Júlia permaneceu enquanto sua mãe foi buscar um táxi para levá-la de volta ao hotel. 
- Ela está muito assustada. Vamos ficar mais quatro dias aqui no Rio, mas à praia não voltamos mais - disse Patrícia, que afirmou ainda que não irá registrar queixa na delegacia. 
Por volta das 14h30m, houve tumulto e correria por causa de dois furtos. Após cometerem os crimes, os jovens saíram do Arpoador e correram em direção ao Hotel Fasano. 
Pela manhã, a confusão no Arpoador começou depois de uma colombiana ter sido furtada. Guardas municipais detiveram dois suspeitos, que foram encaminhados para a Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat). 
De acordo com a assessoria de imprensa da GM-Rio, banhistas vêm relatando a ocorrência de diversos roubos na praia nesta quarta-feira. No Leblon, dois casais contaram ações criminosas têm sido realizados no trecho em frente à Avenida Afrânio de Melo Franco. Bandidos estariam roubando cordões e celulares dos banhistas e correndo para as ruas internas do bairro.(Leia mais)" 
Juntos Somos Fores!

sábado, 16 de novembro de 2013

ARRASTÕES DE VOLTA NO RIO "PACIFICADO"

O Rio de Janeiro parece que está sofrendo uma overdose de "pacificação", algo que provoca vários efeitos colaterais, entre eles a insegurança pública. 
"REVISTA VEJA 
Rio de Janeiro 
Arrastão provoca correria na Praia de Ipanema, no Rio Grupo de jovens que estaria promovendo furtos leva pânico às areias do Arpoador 
Um arrastão na Praia de Ipanema, no início da tarde desta sexta-feira, assustou banhistas na altura do Posto 8, próximo ao Arpoador – local onde ocorreu, nos anos 90, o primeiro corre-corre que batizou essa modalidade de roubos em sequência. Como o local é frequentado por famílias, muitas mães se levantaram em pânico, recolhendo os filhos com medo do ataque. Policiais Militares e Guardas Municipais tentaram capturar os jovens, muitos deles menores, mas a maioria deles conseguiu escapar por entre as barracas.
Os arrastões são, em sua maioria, mais um resultado do pânico coletivo do que crimes cometidos de fato. Em geral, comprova-se um número baixo de furtos, mas a correria em meio à desinformação, ao longo da faixa de areia, provoca uma reação em cadeia dos banhistas. Ainda não há informações sobre registros de roubos, furtos ou agressões (...). 
Juntos Somos Fortes!