JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 10 de julho de 2018

HORA DE MUDAR TUDO E TODOS! "MATANÇA" DE PMs NO RIO DESMORALIZA TODO APARATO DE SEGURANÇA PÚBLICA



São injustificáveis os frequentes assassinatos de Policiais Militares no Rio de Janeiro.
Todo o aparato de segurança pública fracassa diante dessa cruel verdade.
É hora de mudar tudo na segurança pública!
É hora de mudar todos! 
O mínimo que se deve esperar dos gestores é a capacidade de preservar a tropa.

"Site G1
PM morre em confronto com criminosos na Avenida Brasil; outro policial ficou ferido
Agentes abordaram suspeitos em uma moto, que atiraram com um fuzil. Soldado Rodrigo Passos Soares é o 59° PM morto no Rio só este ano. Outros 4 policiais civis e um federal também foram mortos no estado.
Por G1 Rio
10/07/2018 06h04 Atualizado há menos de 1 minuto 
Link: 

sábado, 2 de junho de 2018

DISCURSO DO GENERAL RICHARD NUNES TEVE REPERCUSSÃO MUITO POSITIVA NAS REDES SOCIAIS

O discurso do general Richard Fernandez Nunes, secretário de segurança pública nomeado durante a intervenção federal, teve uma excelente repercussão nas redes sociais.
A verdade cria vínculos muito fortes entre aqueles que a têm como princípio basilar e destrói a mentira construída pelos maus políticos com enorme facilidade.
Parabéns, excelentíssimo general Richard Nunes.
Reproduzo a fala do general.


sábado, 26 de maio de 2018

VÍDEO - GREVE - OFICIAL GENERAL DA FAB SE POSICIONA SOBRE O GOVERNO TEMER

Um lúcido pronunciamento do excelentíssimo Brigadeiro Dias sobre a greve dos caminhoneiros e a tentativa do governo Temer de prejudicar as Forças Armadas.
Eu externei um posicionamento parecido com relação ao emprego das Forças Armadas na intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, algo que só trouxe e ainda trará desgastes para as Instituições Militares Federais.









quinta-feira, 17 de maio de 2018

RIO - MINISTÉRIO DE SEGURANÇA E INTERVENÇÃO FEDERAL GERAM 231 CARGOS COMISSIONADOS


Em tempos de pouco dinheiro nos cofres públicos a criação de duzentos e trinta e um cargos comissionados é uma ação na direção contrária ao indispensável corte de gastos na gestão do dinheiro público.

"Jornal Extra
16/05/2018 
Intervenção federal no Rio terá estrutura até junho de 2019
Fábio Teixeira 
Embora o decreto presidencial que estabeleceu a intervenção federal no Rio de Janeiro tenha dado como data de seu término 31 de dezembro deste ano, o cargo de interventor federal irá durar até junho de 2019. A decisão foi tomada na noite desta terça-feira, quando o Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei 6/2018, enviado pelo presidente Michel Temer. O texto prevê a criação de 231 cargos comissionados, sendo que 164 para compor a equipe do Ministério Extraordinário de Segurança Pública, chefiado por Raul Jungmann. Os 67 restantes são do interventor federal, o general Walter Souza Braga Netto (Fonte)".

segunda-feira, 14 de maio de 2018

RIO - UM ESTADO DOMINADO PELO CRIME



As cobranças de multiplicam com relação a faltade resultados da intervenção federal na segurança pública.
Eu avisei que os interventores teriam enormes dificuldades para a consecução do objetivo mínimo de reverter a sensação de insegurança vivenciada pelos habitantes.
Tudo que começa mal (falta de planejamento) tem grande chance de dar errado, como ocorreu com a decretação política da intervenção.
Só nos resta confiar nas forças estaduais e nas forças federais,  esperarando por dias menos tenebrosos. 
Algo que considero muito difícil sem que ocorra uma redefinição em termos operacionais, a começar nas polícias estaduais,  Instituições que estão há vários governos atuando desviadas de suas funções constitucionais.
Polícia deve atuar como polícia.
Policial não é "guerreiro".
Guerreiro é quem é preparado para a guerra.
Policial é preparado para realizar o policiamento ostensivo, a preservação da ordem pública e a investigação policial.
Simples assim!

"Jornal O Dia
Bandidos explodem banco...
Link:

terça-feira, 3 de abril de 2018

VÍDEO - O GRANDE DESAFIO DA INTERVENÇÃO

A intervenção precisa focar no combate a esses grupos armados de narcotraficantes que lutam pelo domínio de territórios no Estado do Rio de Janeiro.
Eis a missão a ser cumprida: retomar e ocupar os territórios, prender os traficantes, apreender armas e drogas, e devolver ao governo estadual o território "pacificado".
Enfrentar os narcotraficantes não é missão constitucional da polícia ostensiva e de preservação da ordem, escrevo isso há anos.