JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador gestão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gestão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

A GESTÃO CAÓTICA DO FUTEBOL NO FLUMINENSE FOOTBALL CLUB



Não encontrei qualificação melhor para a gestão do futebol no nosso amado Fluminense Football Club do que CAÓTICA, isso porque tive uma preocupação em não usar palavras de calão.

Em tempos que tanto se fala em SAF, considerando o atual caos no futebol, penso não ser a atual administração a melhor para gerenciar esse processo.

É de domínio público que o futebol profissional reúne cifras astronômicas considerando o custo do elenco e da comissão técnica.

Ocorreu uma super valorização dos jogadores, dos técnicos e dos assistentes.

Hoje um jogador que alguém com mais de cinquenta anos assistindo futebol, como o meu caso, considera mediano, recebe cerca de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) por mês.

Diante dessa referência como ter um elenco com mais de trinta (30) jogadores?

Não esquecendo que com as regras atuais você só pode escalar 16 (dezesseis) ao longo da partida.

Isso é jogar fora o dinheiro do clube.

Pior quando entre esses mais de trinta jogadores, alguns nunca jogam, ou seja, ganham para treinar.

Isso é o caos completo que se evidencia em cada resposta do senhor Renato Gaúcho durante as coletivas.

O Fluminense, um clube endividado, deve ter um elenco enxuto e muito bem adquirido, para gastar menos e buscar bons resultados.

Tido e havido como um dos clubes que forma bons jogadores na base, como explicar um elenco com mais de 30 jogadores no time de cima.

Um elenco com vinte e cinco (25) jogadores é mais do que suficiente, tendo em vista que é possível se socorrer da base nos momentos necessários para recompor o elenco.

É hora de puxar o freio de mão e diminuir drasticamente esse elenco gigante, recheado de jogadores de qualidade discutível e de jogadores que só treinam, eliminando despesas desnecessárias e gerando receita.

Respeitosamente, eis uma gestão burra.

Uma burrice que contamina tudo e entra em campo, como ocorreu novamente ontem quando diante de um resultado favorável, no final da partida, o time sobe para tentar o gol em uma bola parada e toma um gol de contra-ataque, o que causa a derrota.

Repetir erros é burrice.

O time já repetiu esse erro várias vezes.

É o caos completo.

Saudações tricolores! 



terça-feira, 1 de março de 2022

01 MAR 22 - UM DIA O RIO PODERÁ SER UMA CIDADE MARAVILHOSA



Hoje é aniversário da Cidade do Rio de Janeiro, a decantada "cidade maravilhosa".

O Rio de Janeiro só pode ser considerada uma cidade maravilhosa considerando as suas belezas naturais e a gente bonita que mora aqui.

Em termos de serviços públicos essenciais a cidade é um Inferno.

Quem mora no Rio de Janeiro, dependo da região, vive no século XXI ou nos séculos XX, XIX, XVIII, ...

O Rio pode e deve mudar.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 10 de julho de 2018

HORA DE MUDAR TUDO E TODOS! "MATANÇA" DE PMs NO RIO DESMORALIZA TODO APARATO DE SEGURANÇA PÚBLICA



São injustificáveis os frequentes assassinatos de Policiais Militares no Rio de Janeiro.
Todo o aparato de segurança pública fracassa diante dessa cruel verdade.
É hora de mudar tudo na segurança pública!
É hora de mudar todos! 
O mínimo que se deve esperar dos gestores é a capacidade de preservar a tropa.

"Site G1
PM morre em confronto com criminosos na Avenida Brasil; outro policial ficou ferido
Agentes abordaram suspeitos em uma moto, que atiraram com um fuzil. Soldado Rodrigo Passos Soares é o 59° PM morto no Rio só este ano. Outros 4 policiais civis e um federal também foram mortos no estado.
Por G1 Rio
10/07/2018 06h04 Atualizado há menos de 1 minuto 
Link: 

sábado, 8 de julho de 2017

MAIS UM POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO EM SERVIÇO NO RIO "PACIFICADO"

"Jornal O Dia
PM é morto em troca de tiros em Magé
Na ocasião, ele estava fazendo patrulhamento pela região com um outro sargento. Um suspeito foi morto e o outro preso
07/07/2017 07:51:15 (Leiam mais)".




Prezados leitores, qual o conceito de competência quando tratamos da gestão de recursos humanos?
Eu gosto do conceito do sociólogo francês Philippe Zarifian:
Competência é "tomar a iniciativa e assumir a responsabilidade diante das situações profissionais com as quais nos deparamos. Consiste em um entendimento prático de situações, que se apoia em conhecimentos adquiridos e os transforma à medida que aumenta a diversidade de situações".
Baseado neste conceito eu afirmo que falta ao governo Pezão, como faltou ao governo Sérgio Cabral, gestores competentes para minimizar o risco de morte a que estão expostos os Policiais Militares em serviço.
É importante destacar que os nossos Policiais Militares não estão sendo assassinados em serviço porque isso é normal diante da periculosidade da atividade de policiamento ostensivo, a verdade é que os gestores da segurança pública estão sendo incompetentes nesses últimos dez anos.
Se o governo nada fizer para alterar a atual gestão, no ano de 2017 poderemos ter mais de 160 Policiais Militares assassinados de serviço e de folga.
Isso será uma tragédia para os familiares e amigos dos Policiais Militares, para a Polícia Militar e para a população do estado do Rio de Janeiro.
É hora de dar um basta em tanta incompetência!

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

SALVE-SE QUEM PUDER NO COMPLEXO DO ALEMÃO, O GOVERNO ACABOU ...

Prezados leitores, o governador Pezão assume a sua incapacidade para gerir os problemas do estado do Rio de Janeiro na reportagem do site G1 que publicamos.
Ele demonstra que faltou planejamento ao grupo que integra, o qual assumiu o governo estadual no início de 2007.
Neste período de dez anos (2007-2017) Pezão foi vice e é governador, portanto, tinha e tem como responsabilidade a boa gestão da coisa pública, o que não conseguiu, como o cotidiano demonstra com clareza solar.
O grupo além de ter integrantes que estão sendo acusados em delações de terem desviado dinheiro público de todas as formas e maneiras, demonstrou a total incapacidade de planejar o futuro do estado do Rio de janeiro para promoção do bem estar da população.
É hora de promover novas eleições, cabe à ALERJ dar o primeiro passo.


Complexo do Alemão

"Site G1 
Pezão admite dificuldade de policiamento no Alemão e diz que precisa de recursos para segurança no RJ
Em 6 dias, 5 pessoas morreram em confrontos nas comunidades. 'Tenho 4 mil policiais pra serem admitidos, mas, infelizmente hoje não posso admiti-los, não tem recursos”, disse governador. 
Por G1 Rio 
27/04/2017 10h32 Atualizado há 9 horas 
Após cinco mortes em seis dias no Complexo do Alemão, o governador do Rio de Janeiro voltou a admitir que precisa da ajuda do governo federal para os problemas da segurança no Rio de Janeiro. Em entrevista à rádio CBN na manhã desta quinta-feira (27), Luiz Fernando Pezão disse que o estado tem quatro mil policiais militares formados, mas que não podem começar o serviço por falta de dinheiro.
“Eu preciso ter mais recursos. Eu tenho quatro mil policiais pra serem admitidos, mas, infelizmente hoje não posso admiti-los, não tem recursos”, disse Pezão.
A morte de policiais no estado, que já chega a 59, também preocupa. Questionado sobre os últimos seis dias de confrontos no Complexo do Alemão, onde tiveram cinco mortes, Pezão acrescentou que tem pedido à cúpula da segurança que "nenhuma vida vale a pena o confronto”. Os confrontos na comunidade começaram na última sexta-feira (21), durante a tentativa de instalação de uma torre blindada da PM.
“É importante a gente não achar normal que perdemos, em quatro meses, mais de 50 policiais. Eu tenho pedido permanentemente ao coronel Roberto Sá, ao coronel Wolney, que nenhuma vida vale a pena o confronto. A gente também não pode achar normal que o policial entre lá e tenha que ficar dentro de uma cabine blindada porque toda hora é alvo de tiros. Ali [no Alemão] sempre foi uma área difícil pra gente”, explicou (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 14 de março de 2017

domingo, 12 de março de 2017

CIDADÃO, O SEU DINHEIRO ESTÁ SE TRANSFORMANDO EM "ESQUELETOS"



Prezados leitores, planejar não é o forte dos homens públicos brasileiros, aliás, parece que boa parte deles só conhece bem a arte de como desviar dinheiro público, considerando o que temos assistido no noticiário.
No Rio de Janeiro, a situação é gravíssima, a tal ponto que servidores públicos, militares, pensionistas e inativos (aposentados) estão "atolados" até o pescoço em dívidas em virtude dos atrasos nos pagamentos dos salários, proventos e pensões.
Enquanto a população, o funcionalismo e os militares padecem, os "esqueletos" (obras inacabadas) se espalham pelo Rio de Janeiro, comprovando os eros de planejamento e/ou o desvio do nosso dinheiro.



"Jornal Extra
12/03/17 06:00 
Estruturas inacabadas de BRT viram esqueletos na Avenida Brasil 
Geraldo Ribeiro 
São ao menos cinco passarelas provisórias, três abrigos de ônibus improvisados e de madeira, além de uma estação e três viadutos inacabados. Ao longo da Avenida Brasil, a promessa de solução para aproximar a Zona Oeste do Centro, facilitar o acesso para quem vem da Baixada e proporcionar a integração com outros corredores se transformou em incômodos esqueletos. As obras do corredor BRT Transbrasil estão paradas desde julho do ano passado (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

MASSACRE EM PRESÍDIO: INCOMPETÊNCIA NUNCA SERÁ ACIDENTE

Adriana Ancelmo e Sérgio Cabral


Prezados leitores, o massacre ocorrido em presídio do Amazonas demonstra a INCOMPETÊNCIA na gestão do sistema penitenciário brasileiro, um mal comum a todos os estados.
Não adianta a culpa ficar sendo jogada de um lado para o outro, o que resolve é a RESPONSABILIZAÇÃO dos culpados.
O massacre expôs também o altíssimo CUSTO DE CADA PRESO. para os cofres públicos.
Em Manaus um preso custa cerca de R$ 4.000,00 por mês.
Absurdo!
É hora de racionalizar esses custos, começando pela redução dos desvios do dinheiro público, o que ocorre rotineiramente nas famosas "QUENTINHAS".
Já passou da hora do PRESO TRABALHAR internamente e pagar o seu custo.
Também passou da hora rever o tal AUXÍLIO RECLUSÃO, ele penaliza quem paga impostos e não comete crimes,
O sistema penitenciário no Brasil precisa passar por uma grande reforma, inclusive para por fim a todas as benesses que não estejam voltadas para a ressocialização.
O presidente Temer foi muito infeliz ao qualificar como acidente o ocorrido.
Aliás, o atual presidente não tem sido muito feliz em vários temas.

Juntos Somos Fortes

terça-feira, 2 de agosto de 2016

OLIMPÍADAS COMPROVAM INCAPACIDADE GESTORA DOS GOVERNANTES



Prezados leitores, os jogos olímpicos não começaram no Rio de Janeiro, mas já comprovam a incapacidade gestora dos governantes.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete anos para planejar e executar o projeto olímpico no Brasil e o resultado final é pífio.
A Vila Olímpica parecia um conjunto do programa de baixa renda "minha casa, minha vida"q quando foi entregue aos atletas.
O trânsito está caótico antes do início dos jogos, causando um gasto incalculável e desnecessário de combustíveis, causando mais poluição.
A despoluição da Baía de Guanabara virou piada internacional.
O gasto de bilhões de dinheiro público apenas para amenizar a insegurança pública reinante no Rio de Janeiro é mais uma prova da incompetência gestora, talvez a mais fácil de ser comprovada.
Quem não sabia que o Rio de Janeiro é uma cidade conflagrada, onde a violência se espalhou por toda cidade?
Tal realidade é divulgada todo dia pela imprensa, toda população conhece a violência. 
Quem não sabia que jogos olímpicos não podem ser realizados em cidades onde a violência é uma prática constante?
Todos os governantes envolvidos no projeto olímpico sabiam disso, mas os seus sonhos (interesses) pessoais os fizeram ignorar a verdade: o Rio de Janeiro não pode realizar uma Olimpíada.
Insistiram em colocar o Rio de Janeiro como sede e foram forçados a convocar reforços para integrar a segurança pública com o objetivo de amenizar os riscos.
São mais de 22.000 integrantes das Forças Armadas, cerca de 6.000 integrantes da Força Nacional de Segurança, mais de 4.000 integrantes da Polícia Federal e 1.000 integrantes da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
Façam um exercício e tentem (quase impossível) determinar o gasto total do emprego desse efetivo (33 mil homens e mulheres) com diárias, alimentação, alojamentos, combustíveis de viaturas e aeronaves para deslocamentos, etc.
Não temos dúvida que a conta atingirá a casa dos bilhões de reais, montante  que sairá dos cofres públicos (nossos bolsos) em decorrência da incapacidade gestora dos governantes (políticos).
Quem será responsabilizado pelos gastos desnecessários do nosso dinheiro? 
Nós temos que cobrar responsabilidades e torcer para que Deus seja realmente brasileiro, protegendo a população, os atletas, os jornalistas e os turistas.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 3 de janeiro de 2016

IMPRESSIONANTE! PINTURA INFLUENCIA GOVERNO PEZÃO



Prezados leitores, o governador Pezão concede uma entrevista ao jornal O Globo (Link).

Nós extraímos um trecho para que possa ser avaliado o jeito Pezão de governar o Rio de Janeiro:

"Jornal O Globo 
"PEZÃO RETIRA DO GABINETE OBRA ‘CARREGADA’, SOBRE MORTE DE ESTÁCIO DE SÁ 
Os esforços do governador Luiz Fernando Pezão para tentar contornar a crise do estado não pouparam nem mesmo a obra do pintor Antônio Parreiras “Alegoria da morte de Estácio de Sá” (ocorrida em 1567). O quadro, de 1,60m x 2,10m (imagem), que ocupava uma das paredes do gabinete de Pezão, no Palácio Guanabara, começou a ser tratado como uma fonte de energias negativas.
A sentença de despejo, no entanto, foi dada pelo cantor Jorge Ben Jor, durante uma visita à sede do governo. 
— Ele chegou aqui, deu três batidinhas na moldura e disse: “está muito carregado, tira” — contou o governador, que é da Igreja Messiânica. 
Na dúvida, Pezão não pensou muito: ainda antes do Natal, Estácio de Sá deixou o gabinete, abrindo passagem para Dom Pedro I, retratado na pintura de Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo. 
— Bastou ele sair e começou a entrar dinheiro — afirmou Pezão. 
De 22 de dezembro até o último dia 29, os cofres do estado receberam cerca de R$1 bilhão por meio de leis de incentivos que permitiram a diversas empresas quitar suas dívidas. Entre elas, está a Refinaria de Manguinhos, que, segundo o governador, não pagava imposto há dez anos. No último dia do ano, Pezão recebeu ainda uma ajuda de R$ 45 milhões da União para a saúde. 
O quadro de Antônio Parreiras descansa agora em outro setor do palácio. Mas não ficará ali por muito tempo. Segundo Pezão, o destino da obra será, “possivelmente”, o Museu do Ingá, em Niterói. 

O jeito Pezão de governar não vai dar certo nunca, a população do Rio de Janeiro e o funcionalismo público ainda sofrerão muito.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

AS CAUSAS DA VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO (01)


Prezados leitores, o noticiário expressa todo dia a dimensão que a violência alcançou no estado do Rio de Janeiro, revelando de forma incontestável a ineficácia do governo na gestão da área de segurança pública.
Os efeitos da má gestão eclodem na ponta da linha, ou seja, nos atos violentos praticados por criminosos e por policiais, mas na realidade a violência está fora de controle nas ruas por razões que extrapolam tais ações.
Não custa lembrar que a política de segurança pública é estabelecida pelo governador, no caso do Rio de Janeiro, pelo governador Pezão e que a operacionalização dessa política de segurança pública é responsabilidade do Secretário de Segurança, no caso o Policial Federal Beltrame.
O Governador falou sobre a sua política para a segurança pública durante uma entrevista para o jornal O Globo (Link).
Pezão e Beltrame integram o governo há quase nove anos, tempo mais que suficiente para garantirem uma segurança pública de melhor qualidade, todos devem concordar.
Pezão ao falar nas entrevistas que nos últimos quarenta anos a violência está presente no Rio, esquece que quase 25% desse período corresponde ao seu próprio governo.
Tempo suficiente para redirecionamento da política de segurança por parte do Governador Pezão e para implantar correções na execução da política pelo Secretário Beltrame.
O fato é que a violência continua se espalhando e com ela o medo se difunde no seio da população de todos os municípios e de todos os bairros.
Vale lembrar também que o Secretário de Segurança possuem dois assessores imediatos na tarefa de operacionalizar a política de segurança pública, ambos escolhidos por ele: o Comandante Geral da Polícia Militar e o Chefe da Polícia Civil.
Beltrame já trocou diversas vezes o Comandante Geral da Polícia Militar e o Chefe da Polícia Civil, o que acaba fazendo com que fique a impressão de que o fracasso na gestão da segurança está no âmbito das instituições policiais, acabando por proteger a Secretaria de Segurança e o Palácio Guanabara, os principais atores no processo.
Os Comandantes Gerais da Polícia Militar e os Chefes da Polícia Civil foram os responsáveis pelo fracasso?
Nós pensamos que não.
Eles são cumpridores das ordens emanadas da Secretaria de Segurança, praticamente não possuem autonomia, como reclamou publicamente o atual Comandante Geral da Polícia Militar.
As evidências apontam que os erros estão contidos na política de segurança estabelecida por Pezão ou na operacionalização dessa política por Beltrame.
Os erros não estão apenas nos quartéis e nas delegacias.

Juntos Somos Fortes!