JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

RIO DE JANEIRO - OS CRIMINOSOS ESTÃO VENCENDO



O noticiário diário deixa claro que os criminosos estão vencendo.
Apesar do sacrifício dos policiais que arriscam a própria vida na defesa da população, os criminosos estão vencendo.
A sensação de insegurança que afeta a todos que vivem no Rio de Janeiro não deixa qualquer dúvida sobre qual o lado que está ganhando.
Os policiais investigam, prendem, matam, morrem, apreendem armas e drogas, apreendem bens, recuperam dinheiro desviado dos cofres públicos, as cadeias estão lotadas de criminosos violentos, de políticos, de empreiteiros, de doleiros, de lavadores de dinheiro, ..., mas os criminosos continuam impondo a sua força tanto nos crimes de sangue, quanto nos crimes de colarinho branco.
Como explicar?
Não sei a resposta mais adequada, mas a diferença numérica entre os lados em luta pode explicar em parte.
O número de criminosos é muito maior que o número de policiais.
Uma tendência que tende a crescer, tendo em vista que o número de policiais tem diminuído com relação ao número de criminosos que está em constante expansão.
Para cada criminoso preso ou morto existem vários prontos para ocupar a vaga.
Nos crimes do tráfico de drogas e de armas e nos crimes envolvendo políticos isso tem sido evidente.
Se esse fator não bastasse, os criminosos violentos e os de colarinho branco estão sempre buscando novas formas de praticar crimes, saqueando a população e os cofres públicos.
Nenhuma situação é irreversível, caso contrário a esperança não existiria, mas penso que será muito difícil reverter a nossa realidade, diante do poder de multiplicação dos criminosos de pés no chão e de ternos finamente recortados, assim como, pelo fato desse problema ter uma amplitude nacional, como os fatos sinalizam.
 
 

terça-feira, 14 de março de 2017

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL E POLÍCIA FEDERAL CONTINUAM CAÇANDO "BANDIDOS"




Prezados leitores, a população deve apoiar cada vez mais as ações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal 

"Jornal O Dia
PF e MPF cumprem mandados de prisão pela Operação Lava Jato 
Heitor Lopes de Sousa Junior e Luiz Carlos Velloso são alvos da ação. Agentes investigam pagamento de propina em contratos da Linha 4 
14/03/2017 07:18:40 - ATUALIZADA ÀS 14/03/2017 07:34:05
ESTADÃO CONTEÚDO
Rio - A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram nesta terça-feira um novo desdobramento da Operação Lava Jato no Rio. Os alvos da operação são Heitor Lopes de Sousa Junior e Luiz Carlos Velloso, que já foram presos nesta manhã. A ação mira em pagamento de propina sobre contratos da linha 4 do Metrô. 
Segundo o site do Governo do Rio, Luiz Carlos Velloso é, atualmente, subsecretário de Transporte do Estado. Já Heitor Lopes de Sousa Junior é diretor de Engenharia da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro, a Riotrilhos (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

OLIMPÍADA - UM PM MORTO. O QUE FALTA ACONTECER DE ERRADO ?




Prezados leitores, o que falta dar errado na Olimpíada Rio 2016?
Os nossos governantes são os responsáveis pela organização dos jogos olímpicos, eles estão dando um show de incompetência.
Força Nacional de Segurança atirada à própria sorte nas ruas conflagradas do Rio de Janeiro, o que custou a vida de um Policial Militar de Rondônia, que estava sendo mantido vivo com aparelhos, talvez para amenizar politicamente a tragédia.
Eles erram em tudo.
Conseguiram errar até na execução do hino nacional.
Inacreditável.
Vila olímpica inabitável.
Transporte público deficitário.
Falta de alimentação nos locais dos eventos.
Falta de segurança para jornalistas, turistas e atletas estrangeiros que estão sendo vítimas de crimes diariamente.
Ônibus que transportava jornalistas atacado. 
Ônibus incendiado em represália a ação policial.
Filas intermináveis.
Água das piscinas sem o devido tratamento.
Baía de Guanabara poluída.
O número de erros é incontável.
E, para coroar tanta falta de competência, o nosso desempenho esportivo é pífio até momento.
Não custa lembrar que de acordo com o site oficial da Rio 2016, a Olimpíada teve um valor orçado de 7,4 bilhões de reais (Fonte).
Quantos hospitais públicos poderíamos construir e equipar com esse valor?
Quantas escolas públicas poderíamos construir e equipar?

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

OLIMPÍADA - POR QUE NADA DÁ CERTO?





Prezados leitores, por que nada dá certo nos jogos olímpicos?
Os nossos governantes tiveram quase uma década para planejar e operacionalizar o evento.
Nada justifica um fracasso tão grande.
As falhas ocorrem o tempo todo.
Parece que o verbo planejar não foi empregado ao longo de todos esses anos.
Até no aspecto esportivo o nosso desempenho tem sido pífio.
Será que os atletas não tiveram o apoio necessário para sua preparação?
Será que só os empresários foram apoiados?
A nossa Olimpíada será conhecida como os jogos do ensaio e erro, como publicamos em artigo anterior.
Serão os jogos do improviso.
Os jogos do jeitinho brasileiro.




O conjunto de fracassos demonstra a incapacidade dos governantes brasileiros e/ou comprova que eles só se preocupam com seus interesses.
Se pensassem no povo, nem passaria pela cabeça deles a realização da Copa 2014 e a Olimpíada 2016.
Dois erros gigantescos em um país onde não existe nem saúde pública de boa qualidade para a população carente.

Juntos Somos Fortes!


terça-feira, 2 de agosto de 2016

OLIMPÍADAS COMPROVAM INCAPACIDADE GESTORA DOS GOVERNANTES



Prezados leitores, os jogos olímpicos não começaram no Rio de Janeiro, mas já comprovam a incapacidade gestora dos governantes.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete anos para planejar e executar o projeto olímpico no Brasil e o resultado final é pífio.
A Vila Olímpica parecia um conjunto do programa de baixa renda "minha casa, minha vida"q quando foi entregue aos atletas.
O trânsito está caótico antes do início dos jogos, causando um gasto incalculável e desnecessário de combustíveis, causando mais poluição.
A despoluição da Baía de Guanabara virou piada internacional.
O gasto de bilhões de dinheiro público apenas para amenizar a insegurança pública reinante no Rio de Janeiro é mais uma prova da incompetência gestora, talvez a mais fácil de ser comprovada.
Quem não sabia que o Rio de Janeiro é uma cidade conflagrada, onde a violência se espalhou por toda cidade?
Tal realidade é divulgada todo dia pela imprensa, toda população conhece a violência. 
Quem não sabia que jogos olímpicos não podem ser realizados em cidades onde a violência é uma prática constante?
Todos os governantes envolvidos no projeto olímpico sabiam disso, mas os seus sonhos (interesses) pessoais os fizeram ignorar a verdade: o Rio de Janeiro não pode realizar uma Olimpíada.
Insistiram em colocar o Rio de Janeiro como sede e foram forçados a convocar reforços para integrar a segurança pública com o objetivo de amenizar os riscos.
São mais de 22.000 integrantes das Forças Armadas, cerca de 6.000 integrantes da Força Nacional de Segurança, mais de 4.000 integrantes da Polícia Federal e 1.000 integrantes da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
Façam um exercício e tentem (quase impossível) determinar o gasto total do emprego desse efetivo (33 mil homens e mulheres) com diárias, alimentação, alojamentos, combustíveis de viaturas e aeronaves para deslocamentos, etc.
Não temos dúvida que a conta atingirá a casa dos bilhões de reais, montante  que sairá dos cofres públicos (nossos bolsos) em decorrência da incapacidade gestora dos governantes (políticos).
Quem será responsabilizado pelos gastos desnecessários do nosso dinheiro? 
Nós temos que cobrar responsabilidades e torcer para que Deus seja realmente brasileiro, protegendo a população, os atletas, os jornalistas e os turistas.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 16 de julho de 2016

RIO: O NOSSO DINHEIRO ESTÁ NO BOLSO DOS EMPREITEIROS (VÍDEO)

Prezados leitores, assistam o vídeo que trata da crise econômica que os governos Sérgio Cabral e Pezão enfiaram o Rio de Janeiro.




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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

DENÚNCIA GRAVE: "EMPRESÁRIO QUE NÃO PAGA ALGUMA COISA NÃO FAZ OBRA"



Prezados leitores, a revelação do advogado é estarrecedora e deveria provocar uma devassa em todas as empresas que fazem obras para governos:

"SITE G1
19/11/2014 18h18 - Atualizado em 19/11/2014 18h46
Empresário que não paga 'alguma coisa' não faz obra, diz advogado
Mario de Oliveira Filho defende o lobista 'Fernando Baiano' na Lava Jato.
Baiano é apontado como operador do PMDB na Petrobras; Partido nega.
Do G1, em Brasília 
O advogado Mário de Oliveira Filho, responsável pela defesa do lobista Fernando Soares, conhecido “Fernando Baiano”, afirmou nesta quarta-feira (19) que, no Brasil, empresário que não paga “alguma coisa” não faz obra pública. Oliveira Filho esteve na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, nesta tarde, para acompanhar o depoimento do cliente dele, que se entregou nesta terça (18) às autoridades policiais. O interrogatório, no entanto, foi adiado para esta quarta (20) (Leia mais)".

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sábado, 5 de julho de 2014

CUIDADO! EMPRESA QUE FEZ VIADUTO QUE CAIU EM MINAS, FAZ METRÔ NO RIO



Prezados leitores, empresa responsável por obra do viaduto que desabou em Minas Gerais executa obras no Metrô do Rio de Janeiro.

"O GLOBO 
Empreiteira responsável por viaduto executa obras no Metrô do Rio e em Confins 
Cowan já se envolveu em escândalos de viagens com secretários na capital fluminense 
03/07/2014 18:00 / ATUALIZADO 04/07/2014 8:53
BELO HORIZONTE e RIO — A obra do viaduto que desabou na tarde desta quinta-feira em Belo Horizonte estava à cargo da Construtora Cowan, criada em 1958, no município mineiro de Montes Claros, no Norte de Minas. A empreiteira executa atualmente obras do Metrô do Rio de Janeiro e de ampliação das pistas de pouso e decolagem do Aeroporto de Confins. Em seu site oficial, ela informa que já realizou grandes obras, entre rodovias, ferrovias, barragens, aeroportos e usinas hidrelétricas. 
Entre as obras mais recentes, destacam-se a do BRT/Move da Avenida Pedro I e Antônio Carlos, na capital mineira, além da Linha Verde (que liga o centro de Belo Horizonte ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins), duplicações da BR-040 (licitada pelo Dnit antes do leilão), além do Gasoduto do Vale do Aço (Leiam mais)".

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sábado, 7 de junho de 2014

O GOVERNO ACABOU - ,ARCO ANTONIO VILLA

Prezados leitores, uma leitura interessante.



"REVISTA VEJA 
quinta-feira, 5 de junho de 2014 
O governo acabou 
Marco Antonio Villa 
O governo Dilma definha a olhos vistos. Caminha para um fim melancólico. Os agentes econômicos têm plena consciência de que não podem esperar nada de novo. Cada declaração do ministro da Fazenda é recebida com desdém. As previsões são desmentidas semanas depois. Os planos não passam de ideias ao vento. O governo caiu no descrédito. Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa. O governo se arrasta como um jogador de futebol, em fim de carreira, aos 40 minutos do segundo tempo, em uma tarde ensolarada. 
Apesar do fracasso — e as pífias taxas de crescimento do PIB estão aí para que não haja nenhum desmentido —, Dilma é candidata à reeleição. São aquelas coisas que só acontecem no Brasil. Em qualquer lugar do mundo, após uma pálida gestão, o presidente abdicaria de concorrer. Não aqui. E, principalmente, tendo no governo a máquina petista que, hoje, só sobrevive como parasita do Estado. 
A permanência no poder é a essência do projeto petista. Todo o resto é absolutamente secundário. O partido necessita da estrutura estatal para financeiramente se manter e o mesmo se aplica às suas lideranças — além dos milhares de assessores. 
É nesta conjuntura que o partido tenta a todo custo manter o mesmo bloco que elegeu Dilma em 2010. E tem fracassado. Muitos dos companheiros de viagem já sentiram que os ventos estão soprando em sentido contrário. Estão procurando a oposição para manter o naco de poder que tiveram nos últimos 12 anos. O desafio para a oposição é como aproveitar esta divisão sem reproduzir a mesma forma de aliança que sempre condenou. 
Como o cenário político foi ficando desfavorável à permanência do petismo, era mais que esperada a constante presença de Lula como elemento motivador e agregador para as alianças. Sabe, como criador, que o fracasso eleitoral da criatura será também o seu. Mas o sentimento popular de enfado, de cansaço, também o atingiu. O encanto está sendo quebrado, tanto no Brasil como no exterior. Hoje suas viagens internacionais não têm mais o apelo do período presidencial. Viaja como lobista utilizando descaradamente a estrutura governamental e intermediando negócios nebulosos à custa do Erário. 
Se na campanha de 2010 era um presidente que pretendia eleger o sucessor, quatro anos depois a sua participação soa estranha, postiça. A tentativa de transferência do carisma fracassou. Isto explica por que Lula tem de trabalhar ativamente na campanha. Dilma deve ficar em um plano secundário quando o processo eleitoral efetivamente começar. Ela não tem o que apresentar. O figurino de faxineira, combatente da corrupção, foi esquecido. Na história da República, não houve um quadriênio com tantas acusações de “malfeitos” e desvios bilionários, como o dela. O figurino de gerentona foi abandonado com a sucessão de “pibinhos”. O que restou? Nada. 
Lula está como gosta. É o centro das atenções. Acredita que pode novamente encarnar o personagem de Dom Sebastião. Em um país com uma pobre cultura democrática, não deve ser desprezada a sua participação nas eleições. 
A paralisia política tem reflexos diretos na gestão governamental. As principais obras públicas estão atrasadas. Boa parte delas, além do atraso, teve majorados seus custos. Em três anos e meio, Dilma não conseguiu entregar nenhuma obra importante de infraestrutura. Isto em um país com os conhecidos problemas nesta área e que trazem sérios prejuízos à economia. Mas quando a ideologia se sobrepõe aos interesses nacionais não causa estranheza o investimento de US$ 1 bilhão na modernização e ampliação do porto de Mariel. Ou seja, a ironia da história é que a maior ação administrativa do governo Dilma não foi no Brasil, mas em Cuba. 
Os investimentos de longo prazo foram caindo, os gastos para o desenvolvimento de educação, ciência e tecnologia são inferiores às necessidades de um país com as nossas carências. Não há uma área no governo que tenha cumprido suas metas, se destacado pela eficiência e que o ministro — alguém lembra o nome de ao menos cinco deles? — tenha se transformado em referência, positiva, claro, pois negativa não faltam candidatos. 
O irresponsável namoro com o populismo econômico levou ao abandono das contas públicas, das metas de inflação e ao desequilíbrio das tarifas públicas. Basta ver o rombo produzido no setor elétrico. A ação governamental ficou pautada exclusivamente pela manutenção do PT no poder. As intervenções estatais impuseram uma lógica voluntarista e um estatismo fora de época. Basta citar as fabulosas injeções de capital — via Tesouro — para o BNDES e os generosos empréstimos (alguns, quase doações) ao grande capital. E a dívida pública, que está próxima dos R$ 2,5 trilhões? 
No campo externo as opções escolhidas pelo governo foram as piores possíveis. Mais uma vez foi a ideologia que deu o tom. Basta citar um exemplo : a opção preferencial pelo Mercosul. Enquanto isso, o eixo dinâmico da economia mundial está se transferindo para a região Ásia-Pacífico. 
Ainda não sabemos plenamente o significado para o país desta gestão. Mas quando comparamos os nossos índices de crescimento do PIB com os dos países emergentes ou nossos vizinhos da América Latina, o resultado é assustador. É possível estimar que no quadriênio Dilma a média sequer chegue a 2%. A média dos emergentes é de 5,2%, e da América Latina, de 3,2%. E o governo Dilma ainda tem mais sete meses pela frente. Meses de paralisia econômica. Haja agonia. 
Marco Antonio Villa é historiador (Fonte)".

Juntos Somos Fortes!