JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

IMPLOSÃO NA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA?

A Secretaria de Administração Penitenciária tem aparecido na parte ruim do noticiário, isso desde 2014. 

1) "Jornal O Dia 
17/12/2014 23:43:27 
César Rubens: Negócios fora da lei e gasto maior em presídios 
Despesa subiu 141% entre 2009 e 2013. Rio paga R$ 661 por mês com comida por preso. São Paulo, R$ 119 
ADRIANA CRUZ E JOÃO ANTONIO BARROS 
Rio - Os bons negócios privados não garantem ao coronel César Rubens Monteiro de Carvalho sucesso na secretaria de Administração Penitenciária. Em oito anos à frente do comando dos 30 mil encarcerados do Rio de Janeiro, o oficial da PM conseguiu colocar o estado na liderança nacional dos maiores custos para manter o sistema penitenciário. A disparada nos gastos alcançou 141% entre 2009 e 2013, enquanto que o crescimento da população carcerária foi de apenas 47% no mesmo período (Fonte)".

2) "Site G1 
Empresas investigadas pela Lava Jato são contratadas sem licitação para fornecer comida a presídios do RJ 
Decisão foi publicada no Diário Oficial; de 13 empresas que fornecerão alimentos à Seap, 10 são investigadas no RJ e em diferentes estados do país. Contratos somam R$ 192,2 milhões. 
Por Marco Antônio Martins, G1 Rio 
25/12/2017 06h19 Atualizado há 14 horas 
O Diário Oficial Estado do RJ publicou, em sua edição de 20 de dezembro, decisão do secretário estadual de Administração Penitenciária (Seap), Erir Ribeiro da Costa Filho, contratando 13 empresas para o fornecimento de refeições e lanches a presídios do Rio. Essa espécie de presente de Natal totalizou R$ 192,2 milhões e dispensou todos os agraciados de concorrerem a uma licitação. Das 13 empresas, dez são investigadas no estado ou em outros pontos do país por envolvimento com irregularidades no fornecimento de alimentação (Fonte)".

sábado, 5 de julho de 2014

CUIDADO! EMPRESA QUE FEZ VIADUTO QUE CAIU EM MINAS, FAZ METRÔ NO RIO



Prezados leitores, empresa responsável por obra do viaduto que desabou em Minas Gerais executa obras no Metrô do Rio de Janeiro.

"O GLOBO 
Empreiteira responsável por viaduto executa obras no Metrô do Rio e em Confins 
Cowan já se envolveu em escândalos de viagens com secretários na capital fluminense 
03/07/2014 18:00 / ATUALIZADO 04/07/2014 8:53
BELO HORIZONTE e RIO — A obra do viaduto que desabou na tarde desta quinta-feira em Belo Horizonte estava à cargo da Construtora Cowan, criada em 1958, no município mineiro de Montes Claros, no Norte de Minas. A empreiteira executa atualmente obras do Metrô do Rio de Janeiro e de ampliação das pistas de pouso e decolagem do Aeroporto de Confins. Em seu site oficial, ela informa que já realizou grandes obras, entre rodovias, ferrovias, barragens, aeroportos e usinas hidrelétricas. 
Entre as obras mais recentes, destacam-se a do BRT/Move da Avenida Pedro I e Antônio Carlos, na capital mineira, além da Linha Verde (que liga o centro de Belo Horizonte ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins), duplicações da BR-040 (licitada pelo Dnit antes do leilão), além do Gasoduto do Vale do Aço (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

RIO: DELTA CONSTRUTORA PODERÁ VIRAR DEMOLIDORA (DE POLÍTICOS)

Prezados leitores, bom dia! 
Coluna Esplanada. 
PF plantou escuta na sala de Cavendish. 
Por Leandro em 25 de abril de 2012. 
A situação delicada da Construtora Delta vai além dos contratos firmados. 
Durante a Operação Monte Carlo, numa ação ousada, cinematográfica e com recursos de alta tecnologia, a Polícia Federal implantou escuta ambiental, com áudio e vídeo, no QG da empreiteira: na sala de Fernando Cavendish, o dono da empresa. Os poucos que sabem do caso já propalam que, se a PF ou o Ministério Público vazarem o que têm em mãos, será a CPI das Empreiteiras. 
Entre as quatro paredes do gabinete do quarto andar do Ed. Central, na Av. Rio Branco, no Centro do Rio, teria desfilado meia nata da turma do concreto nacional. 
O script da Delta repete o da Gautama, de Zuleido Veras, em 2006: na mira da PF, depois do CGU e do TCU. Uma vez inidônea, pode sumir do mercado. 
A Delta se adiantou e vai anunciar nesta quarta o afastamento do presidente Fernando Cavendish do cargo. Ele continua proprietário da empresa, mas acompanhando de longe a situação, dedicando-se à sua defesa. 
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

2011: JOSÉ DIRCEU, DELTA, CAVENDISH E SÉRGIO CABRAL.

Prezados leitores, recordar é compreender.
REVISTA VEJA
BLOG DO REINALDO AZEVEDO
09/05/2011
às 4:59
Num dos posts abaixo, vocês lêem que os mensaleiros Delúbio Soares e José Genoino se encontram em estado de graça. O primeiro comemorou o seu retorno oficial ao PT — de onde, de fato, nunca saiu — com uma festança. O outro, assessor do ministro da Defesa, Nelson Jobim, foi condecorado pelo próprio ministério. E aquele que foi apontado como o comandante deles todos — “chefe da quadrilha”, na linguagem da Procuradoria Geral da República? Pois é…
O “consultor de empresas” José Dirceu continua a dar as cartas no PT — “nomeou” recentemente o aliado Rui Falcão para a presidência do partido — e a fazer muitos negócios. Sua empresa de consultoria, a “JD” é um portento. A VEJA desta semana traz uma história cabeluda, narrada por Hugo Marques.
Em entrevista à revista, dois empresários, José Augusto Quintella Freire e Romênio Marcelino Machado, acusam o ex-ministro e chefão petista de fazer tráfico de influência em favor da empreiteira Delta Construções, uma gigante do setor. Segundo os dois, Dirceu foi contratado por Fernando Cavendish, presidente do Conselho de Administração da Delta, para facilitar seus negócios com o governo federal. E como eles sabem?
Eles eram donos da Sigma Engenharia, empresa que seria incorporada pela Delta em 2008; os três se tornariam sócios. O negócio emperrou e foi parar na Justiça. Oficialmente, a Delta contratou Dirceu como consultor para negócios junto ao Mercosul. Receberia modestos R$ 20 mil mensais pelo trabalho. De fato, dizem os denunciantes, a Sigma passou a ser usada por Cavendish para fazer transferências bancárias a Dirceu.
Um trecho da reportagem informa o desempenho da empresa de Cavendish no governo petista. Seu grande salto se dá a partir de 2009, ano da contratação de Dirceu:
“Durante o governo do ex-presidente Lula, a Delta passou de empresa de porte médio a sexta maior empreiteira do país. É, hoje, a que mais recebe dinheiro da União. Sua ascensão vertiginosa chamou a atenção dos concorrentes. Em 2008, a Delta já ocupava a quarta colocação no ranking das maiores fornecedoras oficiais. Em 2009, houve um salto ainda mais impressionante: a empresa dobrou seu faturamento junto ao governo federal. Em 2011, apesar das expectativas de redução da atividade econômica, o faturamento da Delta deve bater os 3 bilhões de reais - puxado po r obras estaduais e do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento.”
Comprando senadores
Informa ainda a VEJA:
“Em reunião com os sócios, no fim de 2009, quando discutia exatamente as razões do litígio, o empresário Fernando Cavendish revelou o que pensa da política e dos políticos brasileiros de maneira geral: “Se eu botar 30 milhões de reais na mão de políticos, sou convidado para coisas para ‘c…’. Pode ter certeza disso!”. E disse mais. Com alguns milhões, seria possível até comprar um senador para conseguir um bom contrato com o governo: “Estou sendo muito sincero com vocês: 6 milhões aqui, eu ia ser convidado (para fazer obras). Senador fulano de tal, se (me) convidar, eu boto o dinheiro na tua mão!”.
É isso aí. Num post abaixo, vocês lêem trechos da entrevista dos dois empresários. Dirceu não quis falar com a reportagem da VEJA porque disse que não comenta os assuntos de sua empresa privada. Em seu site, atacou a revista e disse que vai processar os dois empresários.
Por Reinaldo Azevedo
REVISTA VEJA
BLOG DO REINALDO AZEVEDO
09/05/2011
às 4:55
Os engenheiros José Augusto Quintella Freire e Romênio Marcelino Machado eram donos da Sigma Engenharia, empresa adquirida pela Delta Construções, em 2008. Durante o processo de fusão, no entanto, os sócios se desentenderam — e o negócio encontra-se até hoje em litígio judicial. Foi nesse período que o empresário Fernando Cavendish contratou os serviços da JD Assessoria e Consultoria, do ex-ministro José Dirceu. E é do centro dessa disputa que surge a revelação sobre as verdadeiras atividades do ex-ministro.
Que tipo de consultoria o ex-ministro José Dirceu realizou para o grupo Delta?
Romênio - Tráfico de influência. Com certeza, é tráfico de influência. O trabalho era aproximar o Fernando Cavendish de pessoas influentes do governo do PT. Isso, é óbvio, com o objetivo de viabilizar a realização de negócios entre a empresa e o governo federal.
E os resultados foram satisfatórios?
Romênio - Hoje, praticamente todo o faturamento do grupo Delta se concentra em obras e serviços prestados ao governo.
A contratação de José Dirceu foi justificada internamente de que maneira?
Romênio - A contratação foi feita por debaixo do pano, através da nossa empresa, sem o nosso conhecimento. Um dia apareceram notas fiscais de prestação de serviços da JD Consultoria. Como na ocasião não sabia do que se tratava, eu me recusei a autorizar o pagamento, o que acabou sendo feito por ordem do Cavendish.
O que aconteceu depois da contratação da empresa de consultoria do ex-ministro?
Quintella - A Delta começou a receber convites de estatais para realizar obras sem ter a capacidade técnica para isso. A Petrobras é um exemplo. No Rio de Janeiro, a Delta integra um consórcio que está construindo o complexo petroquímico de Itaboraí, uma obra gigantesca. A empresa não tem histórico na área de óleo e gás, o que é uma exigência Ainda assim, conseguiu integrar o consórcio. Como? Influência política.
A Delta, por ser uma das maiores empreiteiras do país, precisa usar esse tipo de expediente?
Romênio - Usa. E usa em tudo. O caso da reforma do Maracanã é outro exemplo. A Delta está no consórcio que venceu a licitação por 705 milhões. A obra mal começou e já teve o preço elevado para mais de l bilhão de reais. Isso é uma vergonha. O TCU questionou a lisura do processo de licitação. E quem veio a público fazer a defesa da obra? O governador Sérgio Cabral. O Cavendish é amigo último do Sérgio Cabral. A promiscuidade é total.
Leiam íntegra da entrevista na revista
Por Reinaldo Azevedo
Juntos Somos Fortes!