Eduardo Paes, Jorge Picciani, Sérgio Cabral e Pezão
Prezados leitores, o governador Pezão assumiu antes de ser eleito, o então governador Sérgio Cabral deixou o cargo para que o seu vice assumisse e com isso ganhasse notoriedade para concorrer à eleição.
Sérgio Cabral ainda fez mais, como sua impopularidade era gigantesca, em razão dos seus atos criminosos que começaram a emergir ainda no curso do mandato, ele saiu de cena, sumiu, para não prejudicar Pezão, descolando seu nome do dele.
Pezão ficou parecendo algo novo.
Pezão não era igual a Sérgio Cabral, diziam alguns que apoiaram a sua candidatura e concorreram pelo PMDB ou pelos partidos aliados.
Deu certo, Pezão foi eleito.
Só não deu certo para a população do Rio de Janeiro que padecia com maus serviços públicos e que agora praticamente não tem mais à sua disposição tais serviços.
Foi péssimo para os servidores e para os militares (policiais e bombeiros) que estão com seus pagamentos atrasados, o que está provocando o endividamento de centenas de milhares de famílias do Rio de Janeiro.
Isso sem falar na violência crescente, ferindo e matando pessoas em todos os lugares do estado.
O caos é completo!
Apesar dessa tragédia que está sendo vivenciada, o governador Pezão não sofre o processo de impeachment.
A população pergunta:
- Por que Pezão continua governando o Rio de Janeiro?
A resposta cabe ao deputados estaduais, aqueles que gozam de incontáveis privilégios na ALERJ e que, certamente, não estão enfrentando qualquer dificuldade financeira, nem seus familiares.
Isso é uma afronta!
Juntos Somos Fortes!