JORNALISMO INVESTIGATIVO

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domingo, 13 de agosto de 2017

BLOG DO CORONEL PAÚL - ARTIGOS MAIS LIDOS DA SEMANA DE 6 A 12 DE AGOSTO DE 2017



Prezados leitores, listo os artigos mais lidos na semana de 6 a 12 de agosto de 2017.

1) RIO - CORONÉIS PM CRITICAM VISÃO DE GENERAL SOBRE OCUPAÇÃO MILITAR (Link). 

2) RIO - POLICIAIS MILITARES TÊM ESCALA DE 24 HORAS DE SERVIÇO POR 72 HORAS DE FOLGA ? (Link). 

3) NEM SINAL DO PAGAMENTO DO FUNCIONALISMO E SÉRGIO CABRAL SEGUE AFUNDANDO NA AREIA MOVEDIÇA (Link). 

4) OPERAÇÃO LAVA JATO - ADRIANA ANCELMO - ALTAS RETIRADAS (Link). 

5) LULA, SÉRGIO CABRAL E EDUARDO PAES DELATADOS (Link). 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

RIO - POLICIAIS MILITARES TÊM ESCALA DE 24 HORAS DE SERVIÇO POR 72 HORAS DE FOLGA ?



Prezados leitores, penso que ocorreu um equívoco na transcrição da fala do exmo senhor Sérgio Etchegoyen, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), com relação a escala dos Policiais Militares do estado do Rio de Janeiro, isso na matéria publicada ontem pelo jornal Extra.

" — Eu nunca tive um dia de folga depois de trabalhar 24 horas — disse, alfinetando a carga de 24 horas de trabalho por 72 horas de folga adotada pela polícia militar fluminense (Fonte)".

Salvo engano, a escala dos Policiais Militares que provocou o erro foi a escala 12 horas de serviço por 24 horas de folga mais 12 horas de serviço por 48 horas de folga.
Uma escala horrível, vale destacar.
Não pode ser considerada equivalente à escala 24 horas de serviço por 72 horas de folga.
A instituição que adotava (ou adota) tal escala é a Polícia Civil.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

RIO - CORONÉIS PM CRITICAM VISÃO DE GENERAL SOBRE OCUPAÇÃO MILITAR



Prezados leitores, a denominada "esquerda" tem conseguido espaço dentro dos quartéis e das delegacias policiais.
Leiam a opinião de dois Coronéis PM que, salvo engano, estão ligados ao PSOL, o que é um direito deles, diga-se de passagem.

"Site The Intercep_ 
“VERDADEIRAMENTE ASSUSTADOR”: EX-COMANDANTE DA PMERJ CRITICA VISÃO DE GENERAL SOBRE OCUPAÇÃO MILITAR NO RIO 
Cecília Olliveira 
4 de Agosto de 2017, 9h54 
NÃO EXISTE PLANO para segurança do Rio. Não para cidadãos comuns. Isso ficou muito claro esta terça (01) durante o evento “Brasil de Ideias”, que reuniu ministros e autoridades para “debater” a segurança do país, em Copacabana, para uma plateia de empresários. 
Dentre os palestrantes nenhum falou sobre planejamento estratégico ou investimentos da operação das Forças Armadas no Rio de Janeiro, que, segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, dura até 2018. Também não foi dita uma única palavra sobre os motivos da “crise” no estado: a corrupção generalizada perpetrada pelo PMDB’ que deixou o Rio numa miséria política e institucional como poucas vezes vista país afora, e a total falta de planejamento. Nenhuma palavra sobre um ex-governador preso, um governador que se equilibra no cargo para não perder o foro privilegiado e um vice que aparece nas listas da Odebrecht. 
(...) 
Poucos dos presentes estranharam as afirmações. “Isso é alarmante. É uma perspectiva bélica, que entende que política de segurança se faz sob a perspectiva militarizada e que desconsidera que a própria vocação do Exército não está ligada ao enfrentamento do próprio cidadão brasileiro. As Forças Armadas não estão destinadas a fazer guerra contra seus nacionais. Aliás, as Forças de nenhum país do mundo estão. Isso é um patamar mais alto da incompreensão da segurança pública brasileira. É verdadeiramente assustador”, disse, depois de um tempo em silêncio, Íbis Silva Pereira, coronel da Reserva Remunerada da Polícia Militar do Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete do Comando Geral e, por dois meses, Comandante da própria corporação. 
(...) 
Robson Rodrigues, que chegou a ser o número dois da Polícia Militar do Rio de Janeiro, ficou surpreso com a fala do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional. “Isso é uma democracia. Fariam isso [“coisas indesejáveis, inclusive injustiças”] na Vieira Souto? Na Delfim Moreira? Isso é um problema sério. Uma falsa interpretação adequada do contexto”, reitera. Rodrigues é formado em direito e doutorando em antropologia. Foi chefe do Estado Maior da PM e do Comando de Polícia Pacificadora. 
Para Rodrigues, se as dissertações, evidências e inteligência que são produzidas pela Academia fossem utilizadas adequadamente, estaríamos numa situação melhor hoje. “O problema é quando há desvio político das ações que devem ser técnicas. E para serem técnicas precisam ter evidências. Você precisa trabalhar com uma análise muito racional desses fatos. Não adianta ir com emoções e com a força bruta”, reitera (Leiam na íntegra)". 

Juntos Somos Fortes!