JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 8 de agosto de 2017

NEM SINAL DO PAGAMENTO DO FUNCIONALISMO E SÉRGIO CABRAL SEGUE AFUNDANDO NA AREIA MOVEDIÇA

governador Pezão e ex-governador Sérgio Cabral

Prezados leitores, o funcionalismo e os militares (policiais e bombeiros) aguardam o surgimento de alguma notícia sobre os pagamentos e o décimo-terceiro atrasados, enquanto isso o ex-governador Sérgio Cabral segue afundando na areia movediça e sendo empurrado para baixo por alguns dos seus parceiros.
Ele está perdendo a oportunidade de tentar uma delação premiada, tendo em vista que logo restará pouco a ser delatado e investigado.

"Jornal O Dia
Cavendish diz ter acertado propina para Cabral por obra no Maracanã 
Ele afirma que o acerto era feito mensalmente, com dinheiro em espécie 
07/08/2017 15:51:10
ESTADÃO CONTEÚDO
Rio - O empresário Fernando Cavendish, da empreiteira Delta Construções, afirmou em depoimento à Justiça que o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) cobrou propina de 5% para que a construtora participasse do consórcio que faria a reforma do estádio do Maracanã. Segundo ele, o acerto era feito em parcelas mensais com dinheiro em espécie. Cavendish negou que o peemedebista tivesse pedido o dinheiro para campanha eleitoral (Leiam mais)". 

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domingo, 2 de abril de 2017

SERÁ QUE AGORA O DESEMBARGADOR LUIZ ZVEITER SERÁ INVESTIGADO?

ex-governador Sérgio Cabral e desembargador Luiz Zveiter


Prezados leitores, as denúncias sobre a possibilidade do superfaturamentos das obras do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro são antigas.
A matéria que transcrevemos é de 4 DEZ 16.
Será que dessa vez, caso o desembargador Luiz Zveiter conste na delação de Sérgio Cabral, tudo será investigado e esclarecido?

"Revista Veja
Radar On-line
Maurício Lima
PGR vai cobrar de Luiz Zveiter explicações sobre a construção de prédio do TJ-RJ
Na farta documentação em poder da Procuradoria-Geral da República sobre Sergio Cabral, fulgura uma denúncia contra o desembargador Luiz Zveiter, um dos mais poderosos juízes do Rio. Trata-se da construção de um dos prédios do Tribunal de Justiça do estado, empreendimento conduzido pela construtura Delta, de Fernando Cavendish. De acordo com os documentos, a obra […] 
Por Mauricio Lima 
4 dez 2016, 10h00 - Atualizado em 7 fev 2017, 10h17.
Na farta documentação em poder da Procuradoria-Geral da República sobre Sergio Cabral, fulgura uma denúncia contra o desembargador Luiz Zveiter, um dos mais poderosos juízes do Rio. 
Trata-se da construção de um dos prédios do Tribunal de Justiça do estado, empreendimento conduzido pela construtura Delta, de Fernando Cavendish. 
De acordo com os documentos, a obra foi orçada em 141 milhões de reais, sem a possibilidade de aditivos, e o TJ acabou pagando 174 milhões, contrariando diversas orientações dos órgãos de controle. 
Em tempo: Cavendish já declarou que pagou propina ali (Fonte)". 

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

DESEMBARGADOR LUIZ ZVEITER NA MIRA DA PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA

Prezados leitores, a situação do desembargador Luiz Zveiter parece que está se complicando.
Ontem, como publicamos, ele quase apanhou de manifestantes favoráveis à Lava-Jato.
Desejamos sucesso à Procuradoria-Geral da República.


Sérgio Cabral e Luiz Zveiter

"Revista Veja
Maurício Lima
Radar On-line
PGR vai cobrar de Luiz Zveiter explicações sobre a construção de prédio do TJ-RJ
04/12/2016 às 10:00
Na farta documentação em poder da Procuradoria-Geral da República sobre Sergio Cabral, fulgura uma denúncia contra o desembargador Luiz Zveiter, um dos mais poderosos juízes do Rio.
Trata-se da construção de um dos prédios do Tribunal de Justiça do estado, empreendimento conduzido pela construtora Delta, de Fernando Cavendish.
De acordo com os documentos, a obra foi orçada em 141 milhões de reais, sem a possibilidade de aditivos, e o TJ acabou pagando 174 milhões, contrariando diversas orientações dos órgãos de controle.
Em tempo: Cavendish já declarou que pagou propina ali (Fonte)".

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O NOVO PRESIDENTE DO TCE-RJ VIAJAVA COM SÉRGIO CABRAL E CAVENDISH ?


Prezados leitores, as fotos acima são de domínio público, estando vinculadas ao escândalo denominado a "gangue dos guardanapos".



A foto acima é do novo presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (site do TCE-RJ).
Ele não guarda semelhança com o homem que aparece na primeira foto e na segunda foto ao lado direito de Sérgio Cabral?
Será que o novo presidente acompanhava Sérgio Cabral e comitiva nas viagens?
Nós esperamos que não.


"Site do TCE-RJ
Aloysio Neves é eleito presidente do TCE
01/12/2016 - 20:39
Aloysio Neves é eleito presidente do TCE para o biênio 2017/2018  
O plenário do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) elegeu, por unanimidade, nesta quinta-feira (1/12), o conselheiro Aloysio Neves para a presidência da Corte de Contas no biênio 2017/2018. Também foram escolhidos o vice-presidente e o corregedor-geral do TCE-RJ, respectivamente, Domingos Brazão e Marianna Montebello Willeman.
"Tenho certeza de que os três eleitos terão sucesso em sua tarefa de gerir esta Casa, que é eminentemente técnica e a principal guardiã do dinheiro público do nosso estado", afirmou o presidente Jonas Lopes de Carvalho Júnior, que chega ao final de seu terceiro mandato. A sessão solene de posse foi marcada para o dia 10 de janeiro, às 11h, no auditório do Tribunal (Fonte)".

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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

( SÉRGIO ) CABRAL, O IMORTAL - BERNARDO MELLO FRANCO



Prezados leitores, transcrevemos artigo encaminhado na forma de comentário.

"Cabral, o imortal
Folha De S.Paulo
25 OUT 2016
BRASÍLIA - Dizem que certos políticos têm sete vidas, tamanha a sua capacidade de sobreviver a escândalos. Se for verdade, Sérgio Cabral deve ter 14. O ex-governador do Rio é alvo de acusações de corrupção há quase duas décadas, mas as suspeitas contra ele nunca foram a julgamento. Em 1998, o Ministério Público abriu a primeira investigação sobre Cabral. Ele era suspeito de enriquecimento ilícito por comprar uma mansão em Mangaratiba, perto de Angra dos Reis. O caso foi arquivado pelo procurador Elio Fischberg, que seria afastado por falsificação de documentos em ação contra outro peemedebista ilustre: Eduardo Cunha.
O escândalo à beira-mar não interrompeu a escalada de Cabral. Ele acumulou poder e se elegeu senador e governador por duas vezes. Chegou a se insinuar à Vice-Presidência da República, mas foi abatido em voo pelas manifestações de 2013.
Um acidente aéreo na Bahia expôs sua intimidade com empresários que prosperaram em terras fluminenses. Um deles, o empreiteiro Fernando Cavendish, presenteou a mulher do peemedebista com um anel avaliado em R$ 800 mil. O valor da joia parece gorjeta diante das cifras atribuídas a ele na Lava Jato.
Cabral já foi acusado de receber propina em várias obras milionárias, como a reforma do Maracanã, o complexo petroquímico, o Arco Metropolitano e a reurbanização de favelas. Ele anda sumido, mas continua a atuar no bastidor. Há poucas semanas, treinava o aliado Pedro Paulo para os debates da eleição municipal.
Encastelado no Leblon, o peemedebista acaba de entrar na mira de outra operação de nome sugestivo: Saqueador. Para o juiz Marcelo da Costa Bretas, as apurações apontam para um “gigantesco esquema de corrupção” no Estado, “com o apadrinhamento” do ex-governador.
Em nota, Cabral disse que “repele com veemência” e manifesta “indignação e repúdio” contra os acusadores. Se sobreviver a mais essa, ele poderá reivindicar o título de imortal (Fonte)".

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

SÉRGIO CABRAL ACUSADO DE APADRINHAR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO GIGANTESCO



Prezados leitores, nós fomos para as ruas do Rio de Janeiro gritar "Fora Cabral", isso desde 2008. 

"Jornal O Estado de São Paulo 
‘Gigantesco esquema de corrupção’ no Rio teve ‘apadrinhamento’ de Sérgio Cabral, diz Procuradoria 
Ministério Público Federal cita ex-governador do Rio em manifestação na Operação Saqueador, que pegou seu ex-aliado e potencial delator, Fernando Cavendish, da Delta Engenharia 
A Procuradoria da República afirmou em manifestação na Operação Saqueador que o ‘gigantesco esquema de corrupção de verbas públicas’ instalado no Rio teve o ‘apadrinhamento’ do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) que chefiou o Estado entre 2007 e 2014. A Saqueador investiga desvios de recursos públicos pela construtora Delta Engenharia, do empresário Fernando Cavendish, antigo aliado de Cabral. 
O documento anexado na ação penal da Saqueador é subscrito pelos procuradores da República Rodrigo Timóteo C e Silva, Eduardo Ribeiro El Hage, Lauro Coelho Júnior, Renato Silva de Oliveira, Leonardo Cardoso de Freitas e pelo procurador regional da República José Augusto Vagos. 
São réus no processo, além de Cavendish, o contraventor Carlinhos Cachoeira, o lobista Adir Assad e outros 20 investigados. “Tal esquema delituoso, como descreve a denúncia, envolveu desvio de verbas destinadas a importantes obras públicas a exemplo da construção do Parque Aquático Maria Lenk, para os Jogos Panamericanos de 2007 e a reforma e construção de Estádios para a Copa do Mundo de 2014 (Maracanã)”, assinalam os procuradores. 
“As investigações produziram fortes elementos que apontam para a existência de gigantesco esquema de corrupção de verbas públicas no Rio de Janeiro, que contou, inclusive, com o apadrinhamento do então governador de Estado Sérgio Cabral, conforme se extrai das declarações de colaboradores”, destacam.
Segundo a Saqueador, entre 2007 e 2012, a Delta teve 96,3% do seu faturamento oriundo de verbas públicas em um montante de quase R$ 11 bilhões (Fonte)".

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

FERNANDO CAVENDISH DENUNCIA EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL




Prezados leitores, o cerco está aumentando sobre o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB).

"Jornal Extra 
20/10/16 07:36 Atualizado em 20/10/16 07:44 
Cabral presenteou sua mulher com anel de R$ 800 mil pago por Cavedinsh 
Chico Otavio e Daniel Biasetto - O Globo 
RIO - O propósito era fazer uma surpresa à mulher, mas o primeiro a se espantar com o presente de Sérgio Cabral para a então primeira-dama, Adriana Ancelmo, foi o empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta Construções. Cabral o convidou para bater perna pelas lojas de Mônaco, onde ambos estavam, atrás de uma recordação para a Adriana. Ela aniversariava no dia seguinte, 18 de julho de 2009. Na porta da filial da Van Cleff & Arples, famosa joalheria, na Place du Casino, o governador do Rio pegou o empresário pelo braço e entrou. Nada olhou, pois o presente já estava reservado: um anel de ouro branco e brilhantes. Só ali, quando tudo já estava decidido, Cavendish descobriu que a conta lhe caberia. Valor: 220 mil euros (cerca de R$ 800 mil).
Cavendish, que faria em Mônaco a maior compra de sua vida em cartão de crédito, deixou a loja com a suspeita de que já estava tudo armado e a promessa do amigo de que a dívida seria acertada mais à frente. 
Uma foto de Cabral com Adriana, na qual a mulher exibe o anel na mão esquerda, é uma das provas exibidas por Cavendish à força-tarefa da Lava Jato no Rio e em Brasília para provar a compra. O empresário, que cumpre prisão domiciliar, está negociando a delação premiada. Ele também entregou a nota fiscal, o certificado de compra e o comprovante de pagamento com cartão de crédito. Depois que a amizade com Cabral foi rompida, contou Cavendish, o anel foi devolvido a ele por um amigo do ex-governador, Paulo Fernando Magalhães Pinto(Fonte)".

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sábado, 14 de maio de 2016

VAMOS DESVENDAR AS ENTRANHAS DA POLÍTICA NO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, na edição de ontem o Jornal Nacional noticiou que o ex-governador Sérgio Cabral foi acusado de receber propinas, isso em delações premiadas.
É imprescindível que a população do Rio de Janeiro entre na luta para desvendar as entranhas da política no estado, sobretudo os Policiais Militares, os Bombeiros Militares e os funcionários públicos (ativos, inativos e pensionistas), que tanto estão sofrendo com o atraso constante nos pagamentos.
Assistam o vídeo do vereador Marcio Garcia (Major RR do Corpo de Bombeiros) onde convoca a todos nós para participarmos (1 minuto).





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terça-feira, 10 de maio de 2016

SÉRGIO CABRAL TERIA EXIGIDO 5% NAS OBRAS DO MARACANÃ



Prezados leitores, os maus políticos irão cair um por um.

Sérgio Cabral, a sua hora está chegando. 




"Revista Época 
Cabral exigiu 5% de propina nas obras do Maracanã, dizem delatores
Em delação premiada, ex-executivos afirmam que ex-governador exigiu o pagamento de “contribuição” para Andrade Gutierrez entrar no consórcio e a permanência da Delta no grupo
SAMANTHA LIMA, COM HUDSON CORREA E DANIEL HAIDAR
10/05/2016 - 18h01 - Atualizado 10/05/2016 18h01
Desde que deixou o cargo de governador do Rio, há pouco mais de dois anos, Sérgio Cabral tornou-se um político recluso. Suas aparições públicas são raras e nada se sabe sobre como passa seus dias. Na época em que começou seu processo de submersão, a súbita discrição era justificada, por ele, pela necessidade de deixar que seu então vice, Luiz Fernando Pezão, se projetasse como candidato à sucessão. Mas havia outros motivos para a saída de cena. Com alto índice de rejeição – dois em cada cinco fluminenses achavam seu governo ruim ou péssimo --Cabral tentava preservar o que sobrara de sua imagem, desgastada por acusações como de gastos excessivos nas obras da Copa, uso particular do helicóptero oficial e favorecimento a empresários, em especial Fernando Cavendish, ex-dono da Construtora Delta. Um conjunto de fotos e vídeos de uma viagem oficial a Paris, em 2011, no qual Cabral aparecia, junto com secretários e com Cavendish, ampliou a rejeição ao governador. Uma das fotos, a mais célebre, mostra Cavendish e parte da equipe do governador posando nas ruas de Paris com guardanapos na cabeça (Fonte)." 

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sábado, 27 de setembro de 2014

PEZÃO VAI SUBIR MAIS NAS PESQUISAS, MAIS UM ESCÂNDALO NO GOVERNO PEZÃO



Prezados leitores, Pezão vai disparar nas "pesquisas eleitorais", mais um escândalo no governo dele e como a cada escândalo ele sobe nas pesquisas, ele vai subir até o céu... 

"REVISTA VEJA
Rio de Janeiro
Pezão ou Paizão? 
Advogado Roberto Horta, enteado do governador do Rio de Janeiro, formou banca de clientes que detêm concessões públicas com o estado 
Leslie Leitão, do Rio de Janeiro 
O advogado fluminense Roberto Horta é jovem. Tem 33 anos e saiu dos bancos da universidade há apenas uma década. É praticamente um desconhecido nos meios jurídicos e tem uma banca pequena, mas está em ascensão no mercado. Seu sucesso, porém, pode estar perigosamente ligado ao fato de ele ter um pai poderoso – o governador do Rio de Janeiro e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB). Horta é enteado do governador, que o criou desde menino e o chama de filho. E 70% do faturamento da banca que ele formou com o primo, Horta & Jardim Associados, vêm de concessionárias de serviços públicos ou de fornecedores do estado. Fundado em 2008, o escritório é especializado em causas trabalhistas. E seu cliente mais notório é a construtora Delta, do empresário Fernando Cavendish. Foi no período de Pezão a frente da Secretaria de Obras da gestão Sérgio Cabral que a empresa tornou-se uma das mais importantes empreiteiras do Rio de Janeiro, integrando consórcios de obras gigantescas como a do Arco Metropolitano e a bilionária reforma do Maracanã. Em 2012, a construtora foi acusada pela Polícia Federal de desviar pelo menos 300 milhões de reais dos cofres públicos para empresas fantasmas. Naquele mesmo ano, entrou em recuperação judicial (Leia mais)".

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terça-feira, 12 de novembro de 2013

CABRAL SE LIVRA DE MAIS UMA INVESTIGAÇÃO - 6 A 4 NO CONSELHO SUPERIOR DO MP

O governador Sérgio Cabral continua sorrindo... 

PARIS

FOLHA DE SÃO PAULO 
11/11/2013
Com bate-boca, procuradores arquivam investigação contra Cabral 
ITALO NOGUEIRA DO RIO 
Diante de intenso bate-boca entre procuradores, a investigação sobre as viagens a Paris que o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), realizou com o empresário Fernando Cavendish, dono da Delta, teve seu arquivamento confirmado nesta segunda-feira (11). A decisão foi homologada pelo Conselho Superior do Ministério Público no Estado. 
O procurador Cláudio Henrique Viana, que defendeu a reabertura do caso, classificou a apuração como "capenga". Mas os defensores da homologação do arquivamento venceram por 6 a 4. 
A investigação foi aberta no ano passado após a divulgação de fotos de Cabral com Cavendish em Paris. Elas mostravam duas ocasiões distintas: uma missão oficial em setembro de 2009, na qual aparecem secretários de Estado e empresários com guardanapos na cabeça, e uma viagem particular em julho do mesmo ano (Leiam mais). 
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sábado, 9 de novembro de 2013

RIO: CABRAL E ROSINHA NA MIRA DO MP E DO PODER JUDICIÁRIO



1) JORNAL EXTRA 
"MP decide se viagem de Cabral com Cavendish será investigada 
Chico Otavio - O Globo 
RIO - O Conselho Superior do Ministério Público do Rio de Janeiro, instância máxima do órgão, vai decidir em sessão na segunda-feira se investiga ou arquiva o caso da viagem do governador Sérgio Cabral (PMDB) a Paris, em setembro de 2009, na companhia do empresário Fernando Cavendish, então controlador da Delta Construções (Leia mais)".

2) JORNAL EXTRA
"Justiça condena Rosinha Garotinho por improbidade administrativa 
O Globo
RIO — A 14ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou a ex-governadora Rosinha Garotinho (PR) por improbidade administrativa no começo da noite desta sexta-feira. De acordo com a decisão, Rosinha perde seus direitos políticos por cinco anos. Segundo o processo, Rosinha, o ex-secretário estadual de Educação, Claudio Mendonça, e Maria Thereza Lopes Leite (também condenados) firmaram contrato sem licitação com a Fundação Euclides da Cunha durante o período em que a atual prefeita de Campos era governadora do Rio. Ainda de acordo com a sentença, não ficou provado que as 254 salas de informática previstas no contrato foram montadas pela Fundação Euclides da Cunha (Leia mais)".
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sábado, 11 de agosto de 2012

NOSSOS POLÍTICOS ESTÃO MAIS INTERESSADOS NA BUNDA

CPMI do Cachoeira

A CPMI do Cachoeira vai acabar em pizza ...
O interesse não parece ser o esclarecimento dos fatos.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

GAROTINHO X SÉRGIO CABRAL

Sérgio Cabral e Eduardo Paes

O deputado federal Garotinho (PR) segue fazendo graves denúncias contra o governador Sérgio Cabral (PMDB), uma rotina no seu blog.
O tema atual é a acusação de que Fernando Cavendish (CPMI do Cachoeira) seria o dono de uma das mansões de Sérgio Cabral (PMDB):
Primeiro Capítulo (link).
Segundo Capítulo (link).
Só nos resta esperar que alguém resolva investigar o denunciado.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

26 JUL 2012 - ATO DE PROTESTO CONTRA O GOVERNO SÉRGIO CABRAL


Eu recebi um comentário dando conta que no dia 26 JUL 2012 acontecerá um ato cívico de protesto contra o governo Sérgio Cabral (PMDB).
O ato será no bairro do Leblon (Av. Delfim Moreira com Rua Rainha Guilhermina), às 12:00 horas.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 17 de julho de 2012

SÉRGIO CABRAL (PMDB) PERTO DE SER OUVIDO NA CPMI DO CACHOEIRA

Sérgio Cabral e Eduardo Paes, ambos do PMDB
A festa pode acabar...

O GLOBO:
POLÍTICA 
Garotinho entrega 68 quilos de documentos à CPI do Cachoeira 
Ele afirma que o material comprova o envolvimento de Sérgio Cabral com a Delta 
Ailton de Freita e Adriana Mendes, 
O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) levou ao plenário da Câmara nesta terça-feira 68 quilos de documentos que, segundo ele, comprovam o suposto envolvimento do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), com a construtora Delta. A pilha de papéis de quase um metro e meio foi repassada ao deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) para ser disponibilizada à CPI do Cachoeira. Garotinho afirmou que o envolvimento de Cabral com a construtora Delta é ainda maior do que a do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). 
Segundo investigações da Polícia Federal, a Delta repassou dinheiro para empresas fantasmas que abasteciam o grupo de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. - O governo do Rio de Janeiro favoreceu a Delta em pagamentos superfaturados, em licitações fraudulentas, em obras que foram pagas e não foram realizadas – disse Garotinho, em vídeo postado em seu blog. O deputado Miro Teixeira informou que o material foi encaminhado para a sala cofre da CPI. Ele ainda não tem conhecimento sobre o teor da documentação, que ainda será colocada à disposição de todos os membros da comissão. 
- O puro e simples recebimento implicaria reconhecer que ali estão de fatos documentos comprometedores.
Neste caso, é conveniente que se mande os funcionários encarregados proceder como os termos da lei, relatando o que eles contém, digitalizando e colocando à disposição de todos os membros – disse Miro. 
O deputado explicou que a documentação é restrita aos integrantes da comissão, sendo que o presidente da CPI é quem deverá decidir o que será mantido em sigilo. 
- Será uma decisão da presidência da comissão. 
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segunda-feira, 25 de junho de 2012

POR QUE A ALERJ NÃO INSTAUROU A CPI DA DELTA?


Prezados leitores, bom dia!
Por que a ALERJ não instautou a CPI da Delta?
Não existe mais qualquer justificativa, aliás, alguns consideram que existe uma, a qual me recuso a aceitar, ou seja, que a ALERJ só faz o que o governador quer, sendo inteiramente submissa.
Não existe democracia onde o executivo manda no legislativo, isso é inconcebível.
A CPI da Delta deve ser instaurada de imediato. 
REVISTA ÉPOCA:
Na trilha dos milhões da Delta ÉPOCA identifica no Rio de Janeiro uma rede de empresas sonegadoras de impostos. Uma delas recebeu dinheiro do esquema Cachoeira-Delta, seguindo o mesmo padrão adotado. pelo grupo no Distrito Federal HUDSON CORRÊA, MARCELO ROCHA E MURILO RAMOS. 
Desde que descobriu que R$ 40 milhões saíram das contas da construtora Delta, sediada no Rio de Janeiro, para empresas de fachada, a CPI do Cachoeira patina na investigação da lavagem de dinheiro. A apuração pode esbarrar até em caixa dois de campanhas eleitorais, possibilidade que tira o sono de muitos políticos. A Delta tinha contratos milionários com órgãos públicos. Em troca, pode ter desviado recursos do Erário para a corrupção. Enquanto a CPI não sai do lugar, ÉPOCA descobriu no Rio de Janeiro uma teia que sonegou R$ 300 milhões em Imposto de Renda e contribuições para a Previdência entre os anos de 2000 e 2004. Essa nova rede, até agora desconhecida dos parlamentares, está ligada a uma empresa fantasma já investigada pela CPI. A movimentação ilegal ocorreu dentro do período que a CPI se propôs a apurar: os últimos dez anos (Leiam).
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sábado, 16 de junho de 2012

CAVENDISH: O HOMEM QUE PODE DERRUBAR A REPÚBLICA

Paris
Sérgio Cabral, Fernando Cavendish
e outros

O desespero dos políticos da base governista em blindar políticos e empresários parceiros demonstra de forma inequívoca que a CPMI pode encher as cadeias brasileiras de ternos e tiers finamente recortados.
O catalisador desse furacão, que ainda está no estágio de ventinho, é o empresário Fernando Cavendish (Delta), amigo do governador Sérgio Cabral (PMDB).
Estima-se que se Cavendish, um arquivo vivo, falar tudo que sabe a república desaba.
A Revista Veja publicou uma "ameaça" do furacão Cavendish:
Corrupção.
Cavendish ameaça levar outras empreiteiras à CPI.
No mesmo dia em que a Delta foi punida pela CGU, empresário mandou recado a um parlamentar: a maioria das grandes empreiteiras paga propina a servidores públicos e políticos – e usa os mesmos laranjas. (Leiam). 
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sábado, 9 de junho de 2012

DELTA TINHA FICHA SUJA DESDE 2010, MAS BNDES EMPRESTOU DINHEIRO PÚBLICO COM JUROS SUBSIDIADOS

REVISTA VEJA:
Blog do Reinaldo Azevedo.
08/06/2012 às 16:49 hs.
Delta tinha a ficha suja desde 2010 segundo o próprio governo federal; no entanto, BNDES continuou a emprestar dinheiro à empresa com juros subsidiados. Luciano Coutinho tem de ir à CPI.
Que país! 
Há coisas realmente notáveis em Banânia quando a gente junta lé com lé, cré com cré. Reportagem de hoje do Estadão indica que a Delta — sim, a Delta! — recebeu R$ 139 milhões em financiamento do BNDES entre 2010 e 2011 — R$ 75,1 milhões só no ano passado. Aí o leitor exigente, que deve ser sempre severo com o analista ou o colunista, tem de perguntar: “E daí, Reinaldo? O que isso tem de errado? Ninguém sabia ainda que a empresa estava envolvida nessa sujeirada!”. Então vamos ver. 
Há uma questão de fundo, claro!, nessa história toda: “Pra que serve, afinal de contas, o BNDES?, a Mamãe Gansa do capitalismo de estado no Brasil?”. Mas isso deixo para daqui a pouco. Quero me fixar em outro aspecto, que é um escândalo por si mesmo e deveria chamar, por óbvio, a atenção do Ministério Público. 
Em 2010, a Operação Mão Dupla, da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União, constatou que a Delta estava envolvida em um monte de falcatruas: fraudes em licitações, superfaturamento, desvio de verbas, pagamentos de propina, pagamentos indevidos e uso de material de qualidade inferior ao contratado em obras de infraestrutura rodoviária sob o comando do Dnit. Havia outras 11 empresas no rolo. 
É uma coisa fabulosa! Mesmo com a Controladoria-Geral da União tendo em mãos o currículo da Delta — e a CGU é um órgão diretamente ligado à Presidência da República —, a empreiteira assinou com o governo 31 novos contratos, no valor de R$ 758 milhões. E agora ficamos sabendo que isso ainda era pouco. O BNDES concedia generosos empréstimos a uma empresa pega fazendo pilantragem. 
Vocês certamente sabem o que quer dizer o “S” em “Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social”! Por que um banco de fomento precisaria financiar uma construtora que não realiza investimentos de longo prazo, não busca inovação tecnológica, não está envolvida numa atividade de infraestrutura com prazo longo de retorno? Há muito o BNDES virou a caixa-preta do capitalismo de estado no Brasil, que vai elegendo, segundo os ventos da política, seus ganhadores e perdedores. 
O Tesouro capta dinheiro no mercado com os juros da taxa Selic, injeta no BNDES, que o empresta a alguns eleitos com taxa subsidiada. O conjunto dos brasileiros arca com a diferença. A Delta, com a sua ficha suja desde 2010, não só continuou a celebrar contratos com o governo federal como estava na lista dos aquinhoados pelo bolsa-juro do BNDES. Parte da dinheirama servia para financiar uma impressionante rede de corrupção. 
Tem de chamar.
Com a ficha que tinha, constatada pela Operação Mão Dupla, a Delta jamais poderia ter continuado a celebrar contratos com o governo; receber financiamento do BNDES, então, é um escárnio. 
Há muito o ministro Jorge Hage, da Controladoria-Geral da União, deveria ter sido convocado pela CPI. Ele precisa dizer quais providências foram tomadas na sua esfera de competência para advertir a máquina pública de que uma das empresas contratadas por órgãos federais estava roubando o dinheiro dos brasileiros. Também Luciano Coutinho, presidente do BNDES, tem de ser chamado. Eu sou quase tentado a propor uma CPI só para o banco: quais são os critérios que a instituição leva em conta ao conceder um empréstimo? Os órgãos de investigação do governo são ao menos chamados a dizer se existe alguma pendência que diga respeito ao beneficiário da mamata — digo, do “financiamento”? 
Todos os contratos celebrados por órgãos de estado com a Delta depois da Operação Mão Dupla são essencialmente imorais e suspeitos por sua própria natureza. 
PS — Pergunta: as outras 11 empresas flagradas na “Operação Mão Dupla” continuam a fazer negócios normalmente com o governo federal? Algo a se verificar. 
Por Reinaldo Azevedo.
Juntos Somos Fortes!