JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador estelionato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estelionato. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

BRASIL - AS "BARATAS" E A CONVIVÊNCIA COM A REGRA "QUERER LEVAR VANTAGEM EM TUDO"



Eu escrevi ao longo desses mais de dez anos como blogueiro centenas de artigos dando conta que o Brasil é um país que caminha a cada dia para se tornar irrecuperável nos aspectos ético e moral.
Penso que estamos muito próximos desse estado de irreversibilidade e que a esperança de inversão do processo seja hoje uma linha cada vez mais tênue.
Neste breve artigo irei focar apenas na maldita regra de "QUERER LEVAR VANTAGEM EM TUDO" que se enraizou tal qual uma erva daninha no seio da população, sendo certo que existem outras causas para o grave momento que vivenciamos.
Tudo pelo dinheiro, pensam tanto bilionários, quanto paupérrimos.
A capilaridade desse mal é tão disseminada que leva alguns ao absurdo de imaginar que pode estar na carga genética da nossa população, uma herança da formação do nosso povo, sendo transferida de geração para geração, o que é impossível.
O que é transmitido é feito através do aprendizado, esse sim passado de pais para filhos, geração após geração.
Neste quadro, temos o hábito de identificar os políticos como os maiores praticantes da regra, inclusive no tocante à transmissão do ensinamento macabro. Todavia, os que gostam de LEVAR VANTAGEM EM TUDO estão espalhados por todos os cantos, são como "baratas".
Entre tantos, alguns são políticos que desviam bilhões e provocam a morte de milhões de brasileiros pela falta de segurança e de saúde públicas; mas também são aqueles que promovem pequenos golpes, como comprar mercadorias e não pagar, prejudicando o pequeno comerciante; que falsificam bebidas, atentando contra a saúde pública; que desviam remédios; que pegam empréstimos e não os honram, gerando transtornos para quem teve a boa fé de ajudar, via de regra, conhecidos e amigos.
Os grandes praticantes quando ameaçados tentar fugir do país, os menores mudam de estado, município ou bairro.
Tentam se esconder como as "baratas" quando acendemos a luz.
O espectro dos praticantes é muito amplo e parece crescer continuamente, nem as operações do Ministério Público e da Polícia Federal conseguem impedir o avanço.
Eles e elas estão por toda parte querendo se DAR BEM A QUALQUER CUSTO.
Eles e elas estão nos palácios, mas também ao nosso lado.
Conviver com esse tipo de gente está ficando cada vez mais difícil.
Uma situação que se agrava diante da morosidade do nosso judiciário, poder a quem o lado do bem da população tem que recorrer para cobrar o que é devido, isso para não regredir em termos de civilidade.
Torço para que não cheguemos a esse ponto, ou seja, termos que voltar à barbárie e seus métodos para exterminar essas "baratas".

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

IMPRENSA ESPORTIVA BRASILEIRA - MENTIRAS ESQUECIDAS QUE VOCÊ ACREDITA



"SITE AQIPOSSA
sexta-feira, dezembro 27, 2013
Postado por: Aqipossa
Imprensa esportiva brasileira - Mentiras esquecidas nas quais ainda se acredita 
Este é um Guest Post
A incrível impunidade com a qual a imprensa esportiva brasileira se deleita em factóides e falsidades impõe, a quem compreende a motivação dos agentes midiáticos, o dever de alertar o consumidor que o que lhe vendem nos dias de hoje como "jornalismo esportivo" é um produto muito diferente daquele que lhe vendiam nos bons tempos de João Saldanha e Nelson Rodrigues.
Informações flagrantemente falsas e manipuladas se disseminam em manchetes por todo Brasil em questão de minutos como se fossem verdades estabelecidas, enquanto erratas e desmentidos, quando surgem, surgem modestamente, aos pouquinhos, em notinhas quase ocultas sem a necessária força para rechaçar a massa homogênea de mentiras que envolveu a multidão. Percebe-se facilmente o fenômeno por via da incessante repetição de mentiras, falsidades e factóides nas mídias sociais como se fatos e verdades fossem.
A maciça difusão midiática de inverdades, convém alertar, não é casual, tampouco uma finalidade em si. Ela tem uma meta específica e está inserida numa estratégia geral que, por via da mesma difusão midiática em massa, prepara sua ocorrência e produz e colhe seus resultados. Como num trabalho de engenharia, a demolição da verdade deve ser precedida pelo projeto de edificação da mentira e sucedida pela obra criminosa de linchamento moral da vitima (o indesejado obstáculo a ser removido), para que as mentiras se transfigurem em vantagens concretas, naturalmente, para o adversário dessa vítima. Logo, a regra de ouro para uma análise precisa desse trabalho de engenharia da informação é a de observar contra quem a mídia dispara a campanha de linchamento moral e compreender que o beneficiário das vantagens e co-autor do crime é, necessariamente, o adversário da vítima.
A manipulação da história e da imagem do Fluminense Football Club é exemplar para que se compreenda o criminoso trabalho de engenharia da informação conduzido pela imprensa esportiva brasileira. Falsidades históricas e manifestações difamatórias de escárnio covardemente forjadas nas redações para que, sistematicamente repetidas, fossem plantadas como espontâneas e verdadeiras no imaginário dos torcedores em geral, são violência simbólica em estado bruto. Essas falsidades servem não só para carimbar caluniosamente o clube e seus torcedores com os estigmas da vergonha e da imoralidade mas, primordialmente, ao propósito de intimidar e, por via de constrangimento e inibição, destituir o clube e sua torcida dos seus meios de autodefesa. Desta forma, esvaziam e debilitam a identificação dos torcedores com o clube. Não por mera coincidência testemunhamos hoje nas mídias sociais tantos torcedores do próprio Fluminense defendendo a absurda tese de que o clube deveria assumir uma culpa que não é sua e renunciar aos próprios direitos, tanto o de defesa no tribunal quanto o de jogar a Série A e até mesmo ao legítimo direito de comemorar.
Convém de novo alertar: a lente que os jornalistas esportivos de hoje impõem aos fatos não serve para refletí-los, mas para, premeditada e deliberadamente, distorcê-los e substituí-los por ficções. São remunerados esses jornalistas esportivos, nos veículos de comunicação de massa, não para produzir notícias e comentários com isenção, mas para desempenhar o papel de agentes de transformação. A imprensa esportiva não mais trabalha para divulgar os fatos e escrever a história, e sim para transformar o futebol brasileiro, para fazer do futebol brasileiro um produto de laboratório pautado na ideologia comercial da bipolarização nacional, nos moldes do futebol espanhol. Faz a imprensa esportiva um trabalho de engenharia para induzir os torcedores a acreditar no que ela quer que acreditem e, por consequência, a se comportar da maneira que ela quer que se comportem.
A provocação deliberada de ondas de linchamento moral (e, por via delas, a indução de sentimentos de vergonha, constrangimento, medo de isolamento e inibição nas vítimas, de modo a silenciá-las e excluí-las da arena) é o método predileto de gente como André Rizek, Mauro Cézar Pereira, Antero Greco, Milton Neves, Fábio Sormani, Márcio Guedes e Renato Maurício Prado, dentre outros que se prestam ao papel de agentes dessa prática criminosa. Criminosa pois, além de caluniosa e difamatória, sabe-se muito bem, desde os tempos do holocausto na Alemanha Nazista, que a demolição moral e a violência simbólica precedem e preparam o terreno para a violência física propriamente dita contra um determinado segmento da sociedade. Por exemplo, hoje acumulam-se denúncias de que crianças, naturalmente indefesas por sua condição de criança, vêm sendo contundentemente insultadas e achincalhadas por adultos pelo "crime" de torcer pelo Fluminense. Quando soube dos casos de um menino de aproximadamente 12 anos, vestido com a camisa do Fluminense, física e covardemente agredido por um adulto furioso no centro do Rio de Janeiro e de uma menina de 3 (TRÊS!) anos no colo do pai, também vestida com a camisa do Fluminense, sendo alvo sistemático de insultos coléricos na rua, lembrei da cara de cada um desses jornalistas esportivos, deliberadamente difundindo mentiras e falsidades, premeditadamente manipulando informações, destilando ódio nas TVs, nos jornais, nas mídias eletrônicas e sociais.
Contudo, não é esse artigo que deve açoitá-los. É a Lei que deve ser a resposta aos criminosos.
Por isso conclamo cada cidadão consciente e de bem, capaz de compreender o risco a que todos nós estamos submetidos ao condescender com essa prática de engenharia da informação, de fabricação de linchamento moral, a coletar, na Internet, as provas dos crimes de calúnia e difamação promovidos por esses e muitos outros agentes da imprensa esportiva brasileira, para que se possa formalmente denunciá-los às autoridades competentes.
Conclamo também as autoridades a considerar a tese de indiciamento no artigo 171 por crime de estelionato (obter, para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento) e no artigo 288 por crime de formação de quadrilha (associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes).
Como cidadãos, esses agentes da imprensa esportiva não são dignos de nosso respeito. Pelos crimes que cometem, não merecem nossa condescendência.
Guest Post escrito por Dodô - Leitor e colaborador do AQIPOSSA (Fonte)". 

BREVE COMENTÁRIO:
Eu escreverei um texto sobre o artigo do AQIPOSSA. Não se assustem, será breve, não terá a extensão dos artigos da série "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa" (Links para todos os artigos), nem a duração do vídeo explicativo (Link).
Nesse momento, deixo uma reflexão para vocês:




"Uma mentira contada mil vezes torna-se uma verdade" 
(Joseph Goebbels - Ministro de Propaganda do Nazismo)

Juntos Somos Fortes!