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quinta-feira, 21 de julho de 2022

FLUMINENSE 120 ANOS - PAULO-ROBERTO ANDEL



"FLUMINENSE 120 ANOS

Paulo-Roberto Andel

Panorama Tricolor 

Num país em que, a cada 15 anos, as pessoas se esquecem do que aconteceu nos últimos 15 anos – bela sacada do alvinegro Ivan Lessa -, o aniversário de 120 anos do Fluminense é um marco não somente para o futebol, mas também para a vida brasileira.

Mesmo não sendo o clube de futebol mais antigo do país, o Tricolor assumiu o papel de bandeirante e vanguarda do esporte bretão no Rio do recém-nascido século XX. O Flu inventou o campeonato carioca, o ground, a torcida, o chefe de torcida e, anos mais tarde, a multidão nas partidas com seu rival – e inevitável parceiro – Flamengo. Depois, inventou o ídolo – o elegante goalkeeper Marcos Carneiro de Mendonça -, a Seleção Brasileira, a rivalidade com Uruguai e Argentina e, por fim, o estádio moderno de futebol nas Laranjeiras 1919. Tudo isso em menos de vinte anos de vida. E justamente no fim deste período, o Fluminense deu um passo decisivo para a música brasileira e na luta contra o racismo: recebeu shows de Pixinguinha e seus Oito Batutas em pleno Salão Nobre do clube. A seguir, o Flu garantiu a primeira medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas, com o atirador Guilherme Paraense, ao mesmo tempo em que promovia festas apoteóticas no salão das Laranjeiras – posteriormente Bibi Ferreira não sairia de lá, assim como Oscar Niemeyer (que jogou pelo clube).

Depois de ganhar a Taça Olímpica em 1949, comprovando sua excelência esportiva mundial, o Tricolor teve participação decisiva na memória do futebol brasileiro: dois anos depois da derrota no Mundial de 1950, o Flu ganhou o Mundial de Clubes de 1952 no Maracanã, elevando a auto estima carioca e ajudando a recolonizar as arquibancadas do velho Maracanã. Seu símbolo de elegância em campo era Didi, que viria a ser o comandante da Seleção no Mundial de 1958. Quase trinta anos antes, em 1930, o primeiro gol do Brasil em Copas do Mundo foi marcado pelo tricolor Preguinho. São muitas histórias.

Desde então, o Fluminense escreveu algumas das páginas mais belas do futebol brasileiro, conquistando grandes títulos em Fla-Flus abarrotados – como em 1969, 1983 e 1985 -, colorindo o então maior estádio do mundo com sua irresistível nuvem de pó de arroz, mais dezenas de bandeiras tricolores. Arrebatou corações com a Máquina. Viveu tristezas também, pois a história também é feita de cicatrizes para qualquer time de futebol, mas sempre que sofreu, soube dar a volta por cima como nenhum outro. Ah, e novamente mostrou apreço carioca ao ceifar parte de sua arquibancada em Laranjeiras, facilitando a duplicação da rua Pinheiro Machado. Entre idas e vindas, o Fluminense teve a condução de verdadeiras locomotivas fora das quatro linhas, tais como Arnaldo Guinle, Marcos Carneiro de Mendonça, Francisco Laport, Francisco Horta, Manoel Schwartz, David Fischel e Celso Barros. No campo, ah… listas e listas e listas que vão de Romeu a Fred, de Welfare a Doval, de Didi a Deley – e tome Castilho, Píndaro, Pinheiro, Edinho, Pintinho, Rivellino, Denílson, Flávio, Samarone, Lula, Assis, Romerito, Renato Gaúcho… São muitos e muitos nomes.

Nestes 120 anos, o Tricolor encantou meio mundo, especialmente o Estado-Maior da arte e intelectualidade brasileiras. O maior dramaturgo brasileiro de todos os tempos, Nelson Rodrigues, é tricolor, ao lado de nomes como o do escritor Sérgio Sant’anna; dos atores Ítalo Rossi, Sérgio Britto e Fernanda Montenegro; de artistas como Tom Jobim Chico Buarque, Gilberto Gil, Ivan Lins, Maria Bethânia, João Donato e Jô Soares; de feras do rádio como José Carlos Araújo e o tricampeão mundial Gerson, mais uma lista telefônica inteira de personalidades.

Uma coisa é certa: para um clube com a vocação da eternidade, os 120 anos de glórias do Fluminense são apenas o começo. Salve o Tricolor!"

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

VÍDEOS SOBRE A HISTÓRIA DA POLÍCIA MILITAR

Prezados leitores, publico vídeos com imagens históricas da Polícia Militar que recebi através do Whats App:







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terça-feira, 18 de novembro de 2014

O COMANDANTE GERAL DA PMERJ FALA DO ÓDIO EXISTENTE NO BRASIL

Prezados leitores, recomendamos que assistam esse discurso do Coronel PM Íbis, Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.


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sábado, 7 de dezembro de 2013

O GENERAL E O SEGUNDO ENTERRO DE JANGO

"JORNAL ZERO HORA 
General nega que homenagem a Jango seja retratação histórica 
Comandante militar do sul, general Carlos Bolivar Goellner, afirmou que não há nenhum erro histórico no caso do ex-presidente João Goulart 
Carlos Rollsing | São Borja
carlos.rollsing@zerohora.com.br 


General Carlos Bolivar Goellner é o comandante militar do SulFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS


O comandante militar do sul, general Carlos Bolivar Goellner, autoridade que está representando o Exército Brasileiro em São Borja, negou na manhã desta sexta-feira que a recepção ao restos mortais do ex-presidente João Goulart, o Jango, com honras militares seja uma retratação histórica com Jango, deposto pelo golpe militar em 1964.
 — Nenhum erro histórico. A história não comete erro. A história é a história — afirmou o comandante".

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