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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR: O PAGAMENTO DO SERVIÇO EXTRA ESTÁ ATRASADO NOVAMENTE?



Prezados leitores, recebemos comentários dando conta que o pagamento do RAS está atrasado novamente.
Isso é verdade?
Deve ser muito difícil para o governo organizar o pagamento do RAS.
Logo irão dar a ideia de contratar mais uma firma de consultoria para avaliar a questão.
Contratar consultorias e fazer convênios com ONGs está na moda.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

PM: O ESCÂNDALO DOS COMBUSTÍVEIS E EMPRESA FALCONI CONSULTORIA DE RESULTADOS

Foto: Rafael Soares/Jornal Extra


Prezados leitores, o jornal Extra, no dia 10 de janeiro de 2015, divulgou um escândalo de desvio de combustíveis na Polícia Militar ocorrido em 2013, fato que publicamos nesse espaço democrático (Link).
Ontem, o Jornal Extra publicou:

"CASOS DE POLÍCIA
Publicado em 11/01/15 06:30
Após desvios de combustível, Polícia Militar contrata firma de consultoria e promete profissionalização
Rafael Soares 
A Polícia Militar contratou uma empresa de consultoria externa para analisar procedimentos administrativos da corporação e inibir a prática de fraudes. Escolhida por licitação, a Falconi, firma especializada em gestão, elaborou um estudo sobre a corporação. A primeira mudança que já começou a ser implementada foi no sistema de distribuição de combustível — os pedidos, agora, devem ser feitos pelos comandantes de batalhão diariamente e em horários específicos (Leia mais)". 

A leitura do título da matéria nos leva a concluir que a firma de consultoria foi contratada após a constatação dos desvios e que foi escolhida por licitação.
Salvo melhor juízo, existe um engano na matéria ou a firma foi contratada mais de uma vez para realizar consultoria para a Polícia Militar.
A Empresa Falconi Consultoria de Resultados foi contrata pela Secretaria da Casa Civil através do contrato número 028/2012, isso com "inexibilidade de licitação", para "Reforma Administrativa da PMERJ", recebendo R$ 4.509.210,00.
Na época a empresa tinha o nome de Instituto de Desenvolvimento Gerencial - INDG.
O INDG mudou de nome no final de 2012 (Fonte).
Diante do exposto, não sabemos se a INDG (ou Falconi) foi contratada apenas em 2012, isso com inexibilidade de licitação" e os resultados da consultoria estão sendo implementados agora ou a empresa foi contratada novamente, já com o novo nome, dessa vez através de uma licitação, como o Jornal Extra sugere.
É bom esclarecer, sobretudo se for a segunda contratação.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 8 de maio de 2012

ACUSADO E ACUADO - CARLOS NEWTON

TRIBUNA DA IMPRENSA:
terça-feira, 08 de maio de 2012 | 05:10
Acusado e acuado, Cabral agora só usa sua saída preferencial - a porta dos fundos.
Carlos Newton
Todos sabem que a Justiça não é séria, o Ministério Público idem, a Polícia idem. Nada vai acontecer ao empreiteiro Fernando Cavendish ou a seu ex-concunhado Sergio Cabral. O único efeito que o escândalo está tendo é que o governador passou a trafegar pelos fundos, que desde sempre deveria ter sido sua porta gloriosa e preferencial.
Chega a ser patético e comovente seu esforço para fugir da imprensa, como se viu no BNDES e no Teatro João Caetano, onde ele mandou erguer uma barreira de tapumes em torno do prédio, vejam só quanta paranóia.
Da outra vez em que foi envolvido num escândalo, no famoso dossiê preparado pelo então governador e seu ex-aliado Marcello Alencar, Cabral escapou milagrosamente da acusação de enriquecimento ilícito, porque contou com a prestimosa colaboração de um amigo de fé, irmão camarada, o publicitário Rogério Monteiro, conhecido no meio político com o apelido de “senador”.
Na época, Monteiro justificou o enriquecimento ilícito de Cabral dizendo que agência de publicidade pagava ao então presidente da Assembléia R$ 9 mil por mês, a pretexto da prestação de serviços de “consultoria”. Ou seja, Cabral foi “consultor” muito antes de José Dirceu, Antonio Palocci ou Fernando Pimentel. Foi ele quem deu origem a essa moda.
É claro que R$ 9 mil mensais não justificariam a vida sofisticada que a família Cabral já levava naquela época, com os filhos nos mais caros colégios do Rio de Janeiro e fazendo equitação na Hípica, morando no luxuoso apartamento de Cabral no Leblon, passando o fim de semana na mansão em Mangaratiba, com o possante iate ancorado no cais particular.
Mas o escândalo do dossiê parou por aí, porque Cabral ameaçou retaliar o ex-amigo Marcello Alencar com denúncias sobre o filho dele Marco Aurélio, que também ficou rico durante a gestão do pai e há muitos anos mora nos Estados Unidos.
Marcello amarelou e não divulgou as informações contra Cabral, e ficou tudo em família. E assim caminha a humanidade, na visão míope e distorcida dos políticos brasileiros (Fonte).
Juntos Somos Fortes!