Foto: Rafael Soares/Jornal Extra
Prezados leitores, o jornal Extra, no dia 10 de janeiro de 2015, divulgou um escândalo de desvio de combustíveis na Polícia Militar ocorrido em 2013, fato que publicamos nesse espaço democrático (Link).
Ontem, o Jornal Extra publicou:
"CASOS DE POLÍCIA
Publicado em 11/01/15 06:30
Após desvios de combustível, Polícia Militar contrata firma de consultoria e promete profissionalização
Rafael Soares
A Polícia Militar contratou uma empresa de consultoria externa para analisar procedimentos administrativos da corporação e inibir a prática de fraudes. Escolhida por licitação, a Falconi, firma especializada em gestão, elaborou um estudo sobre a corporação. A primeira mudança que já começou a ser implementada foi no sistema de distribuição de combustível — os pedidos, agora, devem ser feitos pelos comandantes de batalhão diariamente e em horários específicos (Leia mais)".
A leitura do título da matéria nos leva a concluir que a firma de consultoria foi contratada após a constatação dos desvios e que foi escolhida por licitação.
Salvo melhor juízo, existe um engano na matéria ou a firma foi contratada mais de uma vez para realizar consultoria para a Polícia Militar.
A Empresa Falconi Consultoria de Resultados foi contrata pela Secretaria da Casa Civil através do contrato número 028/2012, isso com "inexibilidade de licitação", para "Reforma Administrativa da PMERJ", recebendo R$ 4.509.210,00.
Na época a empresa tinha o nome de Instituto de Desenvolvimento Gerencial - INDG.
O INDG mudou de nome no final de 2012 (Fonte).
Diante do exposto, não sabemos se a INDG (ou Falconi) foi contratada apenas em 2012, isso com inexibilidade de licitação" e os resultados da consultoria estão sendo implementados agora ou a empresa foi contratada novamente, já com o novo nome, dessa vez através de uma licitação, como o Jornal Extra sugere.
É bom esclarecer, sobretudo se for a segunda contratação.
Juntos Somos Fortes!