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quinta-feira, 6 de julho de 2017

VÍDEO - "RAPIDINHA" COM O CORONEL PAÚL - 010 - 06 JUL 17 - A VIOLÊNCIA E AS FORÇAS ARMADAS

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta (mais uma vez) que a violência não será controlada no estado do Rio de Janeiro sem o emprego das Forças Armadas na retomada e na ocupação das comunidades carentes dominadas por grupos que se utilizam de armas de guerra. 



Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

VÍDEO - CENAS FORTES - A NECESSIDADE DA ATUAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS NO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, nós temos insistimos que deixou há muito tempo de ser questão que possa ser resolvida pela Polícia Militar, a tomada e a ocupação das partes do território nacional  (comunidades carentes dominadas pelo tráfico) que foram dominadas por grupos armados que usam armamento de guerra (superior ao das polícias), onde exercem o monopólio da força, da justiça, da tributação, entre outros.
O vídeo a seguir contém cenas fortes.
Ele circula nas redes sociais com a informação de ter sido filmado em uma dessas partes do território nacional.
Nele os traficantes exercem o monopólio da justiça e punem com extrema violência.
Eis apenas um exemplo do nosso discurso no sentido de que atualmente cabe às Forças Armadas a retomada e a ocupação de tais partes do território nacional, prendendo os grupos criminosos e apreendendo as armas.
Após a retomada e a ocupação, estado e município se mobilizariam para transformar tais comunidades em bairros urbanizados, permitindo assim a execução do policiamento ostensivo, o que hoje não pode ser feito.
Vale lembrar que dias atrás o próprio comando da Polícia Militar assumiu que não tem efetivo para policiar a cidade.
Nas fases de retomada e ocupação, o efetivo de Policiais Militares das UPPs seria deslocado para as ruas do Rio de Janeiro, suprindo essa carência, sem aumento de despesa.
Atingido esse estágio de reurbanização sairiam as Forças Armadas e assumiria a Polícia Militar.
Não conseguimos vislumbrar solução que não passe por essas fases.
Respeitamos todas as opiniões contrárias e solicitamos que sejam encaminhadas para publicação no blog.




Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 7 de abril de 2017

RIO - COMUNIDADES - GOVERNO DEVE DEIXAR QUE MORADORES E TRAFICANTES SE ENTENDAM ?



Prezados leitores, ontem nós publicamos um vídeo sobre a impossibilidade da Polícia Militar desenvolver todas as formas de policiamento nas comunidades carentes, em razão da falta de urbanização (Link para o vídeo) e recebemos um comentário pertinente de um leitor assíduo e antigo do nosso espaço democrático, o qual transcrevemos para subsidiar a formação de opinião.
Ele faz comentários fundamentados.
Convidamos outros leitores para opinarem sobre os temas abordados.
A faixa que ilustra o artigo foi colocada no final ano passado por traficantes da "favela do sapo" (Link para reportagem).

COMENTÁRIO:
> "Anônimo
6 de abril de 2017 20:10
Cel Paúl, sou seu fã e o senhor sabe disso. Concordo praticamente com tudo que falou neste vídeo. Porém, alguns detalhes precisamos trazer:
1- O complexo da maré e do Caju, por exemplo, têm ruas largas que, em tese, permitem a circulação de viaturas policiais e de outros carros do serviço público. Experimente patrulhar aquelas vias.
2- O prefeito César Maia já tinha experimentado o projeto "Favela Bairro" há alguns anos.
Experimente patrulhar aquelas vias.
Não tem fórmula mágica para permitir o policiamento ordinário nesses locais que são verdadeiros estados independentes. A ideia de proibir a presença da PM em favelas, de fato remete ao canalha do Brizola: parece uma espécie de favorecimento à venda de drogas. Porém, neste cenário onde apenas a PMERJ se dispõe a "reprimir" tal crime, é mais do que necessário não permitir que a instituição seja "a mulher de malandro" (aquela que leva porrada todo dia, mas não separa do agressor). O melhor mesmo é retirar as escolas dessas pocilgas e deixar que favelados e bandidos se entendam pelas leis que eles adoram: a lei do dono do morro. Não haverá roubo, estupro, brigas, violência policial nem aquelas operações malucas que o policial "sempre entra atirando". Olha que beleza... Bailes funk, maconha, cocaína e sexo sem os "malditos PMS" trazendo a morte a tira colo. O melhor de tudo: não teremos soldados mutilados nem mortos pelo emprego de armas de guerra; Ongs, OAB, Globo, Juízes, Promotores, Defensores Públicos vão parar de massacrar a PMERJ; ainda por cima, teremos um efetivo gigantesco para humanizar as escalas de serviço e patrulhar o asfalto adequadamente.
Está na hora de frear tantas mortes dos nossos policiais e inocentes. Está na hora da União fazer a sua parte. Está na hora de assumirmos o nosso "insignificante" lugar no sistema, no mecanismo estatal, no capítulo da Segurança Pública da Constituição Federal. Enquanto nossos administradores estão concentrados em nivelar a carreira do oficial à carreiras jurídicas (uma bobagem, aliás), nossos Soldados morrem diariamente e a PMERJ vai ficando mais moribunda. Como se dizia no meu curso de Soldado: cada cão que lamba a sua "pata". Deixemos as polícias civil e federal descascarem seus abacaxis, e vamos fortalecer a nossa PMERJ (PO e RP, o resto é invencionice).
Quem estiver acreditando nessa argamassa do Crivela (argamassa que blinda paredes), estará batendo palmas para político e colocando o risco na conta da PMERJ.
Pense nisso.
Sgt Foxtrot"

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quinta-feira, 6 de abril de 2017

domingo, 15 de dezembro de 2013

UPPs: APÓS CINCO ANOS, PROJETO CONTRARIA PROMESSA


Eu considero a charge de Alex Ponciano a melhor representação do cotidiano nas UPPs.
É a síntese da realidade.
A implantação das UPPs completa cinco anos e um comportamento em termos de imprensa se tornou recorrente nesse período: a diferença de leitura dos fatos entre a imprensa do Rio de Janeiro e a imprensa de São Paulo.
Em muitos momentos, enquanto a quase totalidade da imprensa do Rio glorificava as UPPs, surgia na Folha de São Paulo e no Estadão uma matéria tratando dos efeitos negativos do projeto, algo que não acontecia no Rio, onde só os fatores positivos eram evidenciados.
No Rio a imprensa chegou a festejar em letras garrafais as ocupações sem que fosse disparo um único tiro, quando na verdade isso só ocorria porque o governo avisava antes de ocupar e os traficantes se transferiam tranquilamente para outros bairros e outros municípios.
A imprensa exaltava um erro absurdo, como sendo um acerto.
A seguir transcrevemos uma parte de outra excelente reportagem da Folha de São Paulo, assinada por Ítalo Nogueira e Marco Antonio Martins, jornalistas do primeiro time no Brasil.
Ela destaca que o projeto trouxe ganhos, isso é verdade, mas não cumpriu a promessa do governador.
Nesse sentido solicitamos que assistam o vídeo de parte de uma sabatina do governador Sérgio Cabral, ocorrida na campanha eleitoral de 2010. É imperdível. A distância entre a promessa e a realidade é muito grande.

FOLHA DE SÃO PAULO
Após 5 anos, UPP reduz homicídios, mas contraria promessa
ÍTALO NOGUEIRA
]MARCO ANTÔNIO MARTINS
O projeto das UPPs completa cinco anos com redução de homicídios nas favelas ocupadas, mas com promessa eleitoral descumprida.
Bandeira da campanha da reeleição do governador Sérgio Cabral (PMDB), o programa entra em ano eleitoral como marca e vidraça na disputa ao Palácio Guanabara.
Acabar com o controle armado em todas as favelas até 2014 era promessa de Cabral. O governo agora planeja anunciar a instalação das unidades até 2020.
Inaugurada em dezembro de 2008, a UPP Dona Marta (zona sul) lançou a política que se tornou bandeira da primeira gestão de Cabral.
Após a instalação de 36 UPPs, o Estado registrou queda de 65% nos homicídios em 22 das favelas atendidas pelo programa --nas demais não é possível tal comparação.
Mas algumas unidades sofreram neste ano ataques de traficantes armados, mesmo em áreas que não eram mais consideradas problemáticas, como Chapéu Mangueira e Pavão Pavãozinho (zona sul).
Apesar das denúncias de moradores, a coordenação das UPPs nega os problemas.
Na sabatina da Folha/UOL, em agosto de 2010, ao ser questionado sobre quando a favela da Rocinha seria pacificada --o que só ocorreu em 2012--, o peemedebista fez o compromisso.
"Não posso dizer se vai ser no mês tal do ano que vem. Posso garantir que termino o meu governo com todas as comunidades pacificadas. Quando eu digo todas... Todas que estiverem controladas...", disse ele. As UPPs seguem concentradas na capital, nas zonas sul, norte e centro. Conflitos entre facções têm ocorrido em favelas como Serrinha (zona norte) e Covanca (zona oeste). Criminosos têm atuado até em áreas com UPP, como a Rocinha e Vila Cruzeiro (Leia mais e assista o vídeo).

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UPPs: REMOÇÃO DE FAVELADOS. REVISTA ÉPOCA APOIA O GLOBO QUE APOIA BELTRAME

Prezados leitores, a nossa teoria conspiratória ficcional, a que envolve o governo do Rio de Janeiro e parte da imprensa, vai ganhando contornos próximos à realidade.
Primeiro Beltrame tratando das UPPs, aborda a necessidade de urbanizar as favelas.
Em seguida, O Globo em editorial expressa claramente a necessidade da promoção de remoções.
Para consolidar a ideia, a Revista Época reforça tal necessidade.
Moradores das comunidades carentes preparem-se!
Tudo indica que teremos milhares de remoções caso o atual grupo continue governando o Rio de Janeiro.
Tudo também pode não passar de vertiginosas ficções de nossa parte, mas o ditado ensina que prevenir é melhor do que remediar.

REVISTA ÉPOCA


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