JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 5 de maio de 2018

sábado, 3 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 10 de julho de 2017

ARTIGO "THE ECONOMIST: PARA QUE SERVE O EXÉRCITO BRASILEIRO?"

Prezados leitores, tenho defendido que o governo federal deve fazer a sua parte para reverter o quadro de violência crescente que está vitimando a população do estado do Rio de Janeiro.
Defendo que as Forças Armadas deveriam ser utilizadas para a retomada e ocupação das partes do território nacional (comunidades carentes) que se encontram dominadas por grupos armados que usam armas de guerra.
Salvo melhor juízo, a retomada e a ocupação não faz parte das missões constitucionais da Polícia Militar, instituição que há décadas vem sendo usada com essas missões sem obter êxito, sofrendo severas baixas.
É hora de repensar o enfrentamento desses grupos armados.
A revista The Economist publicou artigo onde questiona o tamanho do Exército Brasileiro, considerando que o país não participa de guerras.
Tal justificativa não é válida, considerando que as Forças Armadas devem estar preparadas para defender a pátria, algo que não se consegue diante de uma guerra iminente.
No artigo o emprego dos integrantes dos militares federais em missões policiais também é questionado.
Sugiro a leitura e a avaliação, mantendo a opinião de que a população do Rio de Janeiro está precisando das Forças Armadas, isso com brevidade.




"The Economist: para que serve o exército brasileiro? 
Revista britânica investiga para que o Brasil tem o 15º maior exército do mundo se não participa de guerras 
Por Luiza Calegari 
9 jul 2017, 17h43 - Atualizado em 9 jul 2017, 18h05 
São Paulo – O Brasil tem o 15º maior exército do mundo e gasta mais com defesa do que o estado de Israel. No entanto, o país não tem inimigos militares há séculos. 
Na edição de 6 de julho, a revista britânica The Economist decidiu investigar esse aparente paradoxo do aparelho militar brasileiro. 
E descobriu que as forças armadas têm se tornado, cada vez mais, forças policiais comuns. E a crise econômica tem um papel central nesse fenômeno: com os estados sem dinheiro, os governantes têm precisado de mais e mais socorro federal. 
Embora apenas 20% dos pedidos de patrulhamento extra sejam atendidos, segundo a reportagem, os soldados do exército passaram em média 100 dias em operações nas cidades, mais do que a média dos nove anos anteriores juntos. 
Esse desvio de função, de acordo com a revista, não parece desagradar os brasileiros: os militares foram eleitos como a instituição mais confiável do país, e os soldados são vistos como honestos, gentis e competentes. 
Os soldados, por sua vez, tentam se adaptar às novas funções: em um centro de treinamento em Campinas (SP), eles testam bombas de gás lacrimogêneo, por exemplo, para poder usá-las em protestos. 
No entanto, usar militares em treinamento de funções policiais tem seus riscos, segundo a publicação. Para começar: soldados custam mais caro que policiais. O uso de alguns milhares de militares pode sair por mais de um milhão de reais, segundo a revista. 
Além disso, a Economist alerta que a confiança irrestrita nas forças armadas é antidemocrática. “As tropas são treinadas para emergências, não para manter a ordem no dia-a-dia. E transformar um recurso emergencial em presença cotidiana pode minar a confiança da população nas instituições civis”, diz a reportagem. 
O próprio exército tem outras aspirações. Um rascunho do próximo relatório de defesa fala pouco em “ameaças”, mas muito em “capacidades desejáveis”, diz a Economist. 
Um dos focos principais do documento é a proteção das riquezas naturais do Brasil, o que pode se tornar crucial se as previsões pessimistas sobre o aquecimento global se mostrarem corretas (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 8 de julho de 2017

GRUPOS CRIMINOSOS DOMINAM PARTES DO TERRITÓRIO BRASILEIRO. O QUE FAZER?

"Servir e proteger"


Prezados leitores, grupos de criminosos fortemente armados dominam partes do território brasileiro (comunidades carentes).
No Rio de Janeiro, um dos principais municípios do país, a presença desses grupos ocorre na Zona Norte, na Zona Oeste, no Centro e na Zonal Sul, onde submetem milhares de cidadãos brasileiros as suas "leis", exercendo sobretudo o monopólio do uso da força.
Os criminosos aproveitaram da falta de urbanização ou da urbanização precária dessas partes do território brasileiro para ocuparem tais comunidades, o que inviabiliza a realização do policiamento ostensivo preventivo por parte da Polícia Militar, para transformá-los em bases onde vendem drogas ilícitas e de onde saem para prática de assaltos.
Há décadas as forças policiais realizam frequentes operações policiais (apelidadas de "tiro, porrada e bomba) para prender esses criminosos e apreender suas armas, o que invariavelmente resulta em confrontos armados e mortes.
Os criminosos e as armas são logo repostos, transformando as ações policiais em esforços praticamente inócuos.
Os bandidos jogam a culpa de todas essas mortes produzidas pelas "balas perdidas" durante as operações nas forças policiais e como dominam os moradores através do uso da força, obrigam a que parte deles pratiquem atos violentos de protestos nas vias publicas, incendiando ônibus, gerando o caos na cidade.
Fica claro que a capacidade acumulada por esses grupos criminosos que possuem modernas armas de guerra, gerou verdadeiros estados paralelos no Rio de Janeiro.
No governo Cabral-Pezão a tentativa de se contrapor a esses grupos com a colocação de jovens Policiais Militares em alguns desses territórios foi um gigantesco fracasso, causando a morte de vários policiais, além de ferimentos em um número muito maior.
A estratégia precisa mudar.
Cabe ressaltar que coragem não falta aos integrantes das forças policiais para enfrentá-los, como comprovam diariamente, mas faltam efetivo e recursos materiais para enfrentá-los adequadamente.
Portanto, continuar jogando nas costas das forças policiais a responsabilidade pelo enfrentamento significa manter ou agravar o grave quadro atual.
É evidente que esses grupos armados precisam ser detidos com urgência, seus integrantes presos e suas armas apreendidas, devolvendo a paz não só aos moradores das comunidades (partes do território brasileiro), mas para toda população.
Também salta aos olhos que a missão de retomada dessas partes do território nacional não é das forças policiais, como está claro na Constituição Federal.
Diante desses fatos, urge que o governo federal assuma as suas responsabilidades.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 24 de junho de 2017

RIO - SEM EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS NA SEGURANÇA PÚBLICA, CRIMINALIDADE TENDE A AUMENTAR



Prezados leitores, nós temos argumentado que a retomada e a ocupação das partes do território brasileiro (comunidades carentes) dominadas por grupos armados que se utilizam armas de guerra é missão das Forças Armadas e não da Polícia Militar, instituição que cabe constitucionalmente a realização do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública.
O Comando do Exército Brasileiro não quer a participação da tropa federal na segurança pública, conforme declaração do excelentíssimo General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas.
É certo que o emprego das Forças Armadas gerará um desgaste enorme para a imagem institucional, algo que ocorre com as Polícias Militares que acabam sendo obrigados a fazer esse enfrentamento, mas nos parece inevitável o emprego se a intenção do governo federal for resolver o problema.
Mantido esse posicionamento pelas Forças Armadas, a situação no Rio de Janeiro tende a se agravar e cada vez mais partes do território nacional serão dominadas por esses grupos armados no estado, grupos cada vez mais fortemente armados, utilizando armas que as polícias estaduais não possuem.
Enquanto isso a população fluminense segue apavorada.

"Jornal O Dia
Comandante do Exército afirma que uso de militares em segurança é 'perigoso'
Segundo o comandante, o trabalho dos militares foi empregado 115 vezes nos últimos 30 anos em diferentes situações de apoio 
22/06/2017 18:47:53 
AGÊNCIA BRASIL 
Brasília - Ao participar de audiência pública no Senado, o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, disse nesta quinta-feira que o uso das Forças Armadas em ações de segurança pública é "desgastante, perigoso e inócuo". Para ele, esse tipo de modelo deve ser revisto. 
Segundo o comandante, o trabalho dos militares foi empregado 115 vezes nos últimos 30 anos em diferentes situações de apoio, a maioria ocorreu na última década. 
“Este emprego, inclusive, causou agora recentemente alguma confusão, de Garantia da Lei e da Ordem. Nos últimos 30 anos, nós fomos empregados 115 vezes. O único estado onde não houve emprego até hoje parece-me que foi São Paulo. Nós não gostamos desse tipo de emprego, não gostamos”, afirmou o general em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado sobre soberania nacional e projetos estratégicos do Exército (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

VÍDEO - CENAS FORTES - A NECESSIDADE DA ATUAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS NO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, nós temos insistimos que deixou há muito tempo de ser questão que possa ser resolvida pela Polícia Militar, a tomada e a ocupação das partes do território nacional  (comunidades carentes dominadas pelo tráfico) que foram dominadas por grupos armados que usam armamento de guerra (superior ao das polícias), onde exercem o monopólio da força, da justiça, da tributação, entre outros.
O vídeo a seguir contém cenas fortes.
Ele circula nas redes sociais com a informação de ter sido filmado em uma dessas partes do território nacional.
Nele os traficantes exercem o monopólio da justiça e punem com extrema violência.
Eis apenas um exemplo do nosso discurso no sentido de que atualmente cabe às Forças Armadas a retomada e a ocupação de tais partes do território nacional, prendendo os grupos criminosos e apreendendo as armas.
Após a retomada e a ocupação, estado e município se mobilizariam para transformar tais comunidades em bairros urbanizados, permitindo assim a execução do policiamento ostensivo, o que hoje não pode ser feito.
Vale lembrar que dias atrás o próprio comando da Polícia Militar assumiu que não tem efetivo para policiar a cidade.
Nas fases de retomada e ocupação, o efetivo de Policiais Militares das UPPs seria deslocado para as ruas do Rio de Janeiro, suprindo essa carência, sem aumento de despesa.
Atingido esse estágio de reurbanização sairiam as Forças Armadas e assumiria a Polícia Militar.
Não conseguimos vislumbrar solução que não passe por essas fases.
Respeitamos todas as opiniões contrárias e solicitamos que sejam encaminhadas para publicação no blog.




Juntos Somos Fortes!