JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador defesa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador defesa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de julho de 2017

ARTIGO "THE ECONOMIST: PARA QUE SERVE O EXÉRCITO BRASILEIRO?"

Prezados leitores, tenho defendido que o governo federal deve fazer a sua parte para reverter o quadro de violência crescente que está vitimando a população do estado do Rio de Janeiro.
Defendo que as Forças Armadas deveriam ser utilizadas para a retomada e ocupação das partes do território nacional (comunidades carentes) que se encontram dominadas por grupos armados que usam armas de guerra.
Salvo melhor juízo, a retomada e a ocupação não faz parte das missões constitucionais da Polícia Militar, instituição que há décadas vem sendo usada com essas missões sem obter êxito, sofrendo severas baixas.
É hora de repensar o enfrentamento desses grupos armados.
A revista The Economist publicou artigo onde questiona o tamanho do Exército Brasileiro, considerando que o país não participa de guerras.
Tal justificativa não é válida, considerando que as Forças Armadas devem estar preparadas para defender a pátria, algo que não se consegue diante de uma guerra iminente.
No artigo o emprego dos integrantes dos militares federais em missões policiais também é questionado.
Sugiro a leitura e a avaliação, mantendo a opinião de que a população do Rio de Janeiro está precisando das Forças Armadas, isso com brevidade.




"The Economist: para que serve o exército brasileiro? 
Revista britânica investiga para que o Brasil tem o 15º maior exército do mundo se não participa de guerras 
Por Luiza Calegari 
9 jul 2017, 17h43 - Atualizado em 9 jul 2017, 18h05 
São Paulo – O Brasil tem o 15º maior exército do mundo e gasta mais com defesa do que o estado de Israel. No entanto, o país não tem inimigos militares há séculos. 
Na edição de 6 de julho, a revista britânica The Economist decidiu investigar esse aparente paradoxo do aparelho militar brasileiro. 
E descobriu que as forças armadas têm se tornado, cada vez mais, forças policiais comuns. E a crise econômica tem um papel central nesse fenômeno: com os estados sem dinheiro, os governantes têm precisado de mais e mais socorro federal. 
Embora apenas 20% dos pedidos de patrulhamento extra sejam atendidos, segundo a reportagem, os soldados do exército passaram em média 100 dias em operações nas cidades, mais do que a média dos nove anos anteriores juntos. 
Esse desvio de função, de acordo com a revista, não parece desagradar os brasileiros: os militares foram eleitos como a instituição mais confiável do país, e os soldados são vistos como honestos, gentis e competentes. 
Os soldados, por sua vez, tentam se adaptar às novas funções: em um centro de treinamento em Campinas (SP), eles testam bombas de gás lacrimogêneo, por exemplo, para poder usá-las em protestos. 
No entanto, usar militares em treinamento de funções policiais tem seus riscos, segundo a publicação. Para começar: soldados custam mais caro que policiais. O uso de alguns milhares de militares pode sair por mais de um milhão de reais, segundo a revista. 
Além disso, a Economist alerta que a confiança irrestrita nas forças armadas é antidemocrática. “As tropas são treinadas para emergências, não para manter a ordem no dia-a-dia. E transformar um recurso emergencial em presença cotidiana pode minar a confiança da população nas instituições civis”, diz a reportagem. 
O próprio exército tem outras aspirações. Um rascunho do próximo relatório de defesa fala pouco em “ameaças”, mas muito em “capacidades desejáveis”, diz a Economist. 
Um dos focos principais do documento é a proteção das riquezas naturais do Brasil, o que pode se tornar crucial se as previsões pessimistas sobre o aquecimento global se mostrarem corretas (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 27 de setembro de 2014

O DESARMAMENTO, AS ELEIÇÕES E OS INSTITUTOS DE PESQUISA



Prezados leitores, recebemos através do twitter o artigo que transcrevemos a seguir.
O artigo foi publicado no site DEFESA.ORG (Link).
Solicitamos aos leitores que façam uma analogia entre o referendo sobre o desarmamento e as eleições, considerando as pesquisas de opinião que foram realizadas na época e as que estão sendo realizadas para as atuais eleições.

Desarmamento 
O Governo petista preferiu ignorar o resultado e enterrar a democracia no Brasil 
Referendo 1
O Comércio de Armas de Fogo e Munições deve ser Proibido no Brasil? 
Esta foi a pergunta que mais de 95 milhões de brasileiros responderam em 23 de Outubro de 2005. Após pesados investimentos do erário para convencer o cidadão que o melhor seria entregar suas armas, finalmente era hora de votar. Os maiores – e os mais corruptos – políticos do Brasil estavam ansiosos pelo aval da população para – finalmente – acabar com qualquer resistência por parte dos cidadãos contra todo tipo de ameaça. 
Institutos de pesquisas foram descaradamente manipulados, com especial atenção para o IBOPE e para o DataFolha, que chegaram a apontar, nas prévias, até uma vitória do “sim”. Não adiantou mentir, não adiantou chantagear, não adiantou corromper. 
O brasileiro não foi enganado. 63,94% dos votantes foram manifestamente contra o desarmamento. Lembro-me de ouvir um cidadão saindo da Zona Eleitoral e dizendo em alto e bom tom: “Hoje eu vim votar com gosto”. Sentimento compartilhado por mim e por milhões de outras pessoas. 
Referendo 2? 
Vencemos. 
Nosso direito de acesso às armas está resguardado. 
Ou não? 
Mesmo após o referendo, ano após ano, o Governo Federal, comandado pelo então presidente Luis Inácio Lula da Silva, ignorou descaradamente o resultado. As campanhas desarmamentistas continuaram, e o pior, financiadas com os recursos do erário, o imposto pago pelas mesmas pessoas que votaram NÃO. 
Hoje, 23 de Outubro de 2013, é aniversário de 8 anos do referendo. Ainda assim não conseguimos botar as mãos naquilo que é nosso direito de fato, naquilo que votamos para ter. 
Não é uma data de comemoração, mas sim de reflexão: em que tipo de Governo vivemos, que ignora uma votação tão expressiva? Como é possível confiar o dinheiro dos seus tributos e a administração da máquina a pessoas que não têm o menor apreço pelo interesse público e pela própria democracia? Por que um presidente, Deputados e Senadores, insistem em desrespeitar uma votação feitas nos exatos mesmos moldes que aqueles que os colocaram no poder? 
Independentemente da resposta, vale ressaltar que há um ano também nasceu a DEFESA. Uma organização sem fins lucrativos que objetiva recuperar, ampliar e conservar o direito de acesso às armas, em respeito, inclusive ao próprio referendo de 2005. 
Ainda existe um caminho a percorrer para tirar as mãos dos déspotas do poder e devolver o Brasil para os brasileiros. Todavia nunca chegamos tão perto disso. 
Com o apoio dos milhares de membros da DEFESA.ORG vamos fazer valer a democracia e reconquistar a liberdade que nos foi subtraída. O dia 23 de Outubro de 2005 não deve ser esquecido. Pelo contrário, deve ser uma marca e um incentivo para cada novo dia de luta. 
Unidos somos invencíveis".

Juntos Somos Fortes!