JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

VIOLÊNCIA NO RIO - ONDE ESTÃO OS ANUNCIADOS "SNIPERS"?

Os "snipers" anunciados pelo governo várias vezes com pompa e circunstância, parecem que ainda não estão sendo empregados do Rio de Janeiro.
O primeiro mês de governo acabou e ninguém soube de qualquer atuação deles.
Aguardemos...


quinta-feira, 31 de agosto de 2017

NÃO EXISTE GUERRA NO RIO! ISSO PARA O EXÉRCITO BRASILEIRO...



Prezados leitores, inúmeras vezes expressei minha opinião sobre a responsabilidade das Forças Armadas na retomada e na ocupação das comunidades carentes que hoje estão em poder de criminosos que usam essas partes do território nacional como homizio e base de operações.
Tenho frisado que a retomada e a ocupação não são missões de polícia ostensiva, conforme o texto constitucional.
Hoje o Jornal Extra publica matéria onde consta que o Exército não considera que exista uma guerra no Rio de Janeiro.
Salvo engano, o discurso sobre a inexistência de um "inimigo" não merece prosperar diante da realidade, onde esses grupos dominam as comunidades e exercem monopólios estatais que devem ser recuperados pelo governo federal. 
A Polícia Militar cabem o policiamento ostensivo e a preservação da ordem e não incursionar nestes territórios inimigos. 
Leiam e opinem.

"Jornal Extra
31/08/17 06:00 Atualizado em 31/08/17 07:56 
Para Exército, não há guerra no Rio, mas vídeo do governo mostra tanques em favelas 
Um mês após o início da atuação das Forças Armadas no Rio, o porta-voz da operação, coronel Roberto Itamar Cardoso Plump, diz que há um “estado de normalidade democrática e jurídica” no Rio de Janeiro e não uma guerra, termo usado por moradores que vivem em situações de risco para definir o clima de medo. O discurso de normalidade e paz contradiz um vídeo institucional divulgado pela Presidência da República para promover a atuação dos militares no Rio. 
O filme tem um minuto e trata a cidade de forma desigual. Vinte e quatro segundos são gastos para mostrar uma cidade maravilhosa, exaltar as belezas de pontos turísticos e mostrar um balneário seguro e pacífico. As áreas mais pobres da cidade ocupam seis segundos da produção, com cenas de militares entrando em favelas com armas e tanques de guerra, reforçando o preconceito contra as comunidades carentes e sugerindo que a solução ali é o combate da guerra. 
No vídeo, aparecem quatro pontos turísticos — Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Arcos da Lapa e orlas de Ipanema e Leblon — e em nenhum deles homens das Forças Armadas aparecem fazendo patrulhamento. Os militares estão, exclusivamente, dentro das comunidades — apesar de, na prática, atuarem apenas no entorno. O vídeo é uma peça publicitária que foi transmitida em aeroportos para ser assistida por turistas a caminho do Rio. 
Para Itamar, a situação do Rio não se encaixa no que chama de “guerra militar” porque não há lados opostos se enfrentando, “com mortes indiscriminadas”. 
- Numa guerra, dois lados inimigos se enfrentam com mortes indiscriminadas. Na guerra, existe a figura do inimigo. Aqui não há esse inimigo. Nem os criminosos são inimigos. São pessoas que estão fora da lei e que os órgãos de segurança têm dever constitucional de prender para que sejam julgados. As polícias Civil e Militar, quando vão cumprir mandados, vão cumprir a lei. Na guerra, aconteceria uma devastação - diz Itamar (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

VÍDEO: A CORREGEDORIA DEVE INVESTIGAR A AÇÃO DOS POLICIAIS

Prezados leitores, o vídeo que publicamos abaixo tem circulado pelas redes sociais nos últimos dias.



O vídeo vem acompanhado com a seguinte mensagem:

"Policial passando munição para os bandidos da Cidade Alta".

Sem os recursos técnicos para analisar o vídeo, o que conseguimos observar é que realmente um "pacote" é entregue por um policial para um homem que está ao lado do blindado. Ele coloca o pacote na motocicleta e o blindado deixa o local. 
Não existe como descobrir o conteúdo do pacote sem a devida investigação.
O blindado parece ser um dos oito que foram adquiridos pela SESEG-RJ da Paramount, uma empresa da África do Sul, no ano de 2014, uma compra que merecia ser investigada, como na época comentamos aqui no blog e comunicamos ao Ministério Público.
Os blindados foram distribuídos para a Polícia Militar e para a Polícia Civil.
As corregedorias das instituições devem investigar as imagens e esclarecer os fatos.

Juntos Somos Fortes!