Prezados leitores, evidências demonstram que está ocorrendo uma guerra no Rio de Janeiro.
Não é uma guerra declarada de um país estrangeiro contra o Brasil, isso é fato, mas os traficantes dominam partes do território nacional, onde exercem entre outros o monopólio estatal do uso da força; aterrorizam brasileiros (moradores das comunidades), inclusive promovendo execuções sumárias de seus "inimigos" e utilizam armas de guerra, como fuzis, metralhadoras e granadas.
Facções entram em confronto com frequência para conquistarem mais partes do território nacional.
Salvo melhor juízo, temos todos os ingredientes de uma guerra, falta apenas uma formal declaração de guerra.
Diante de tal realidade, a missão de retomada dessas partes do território nacional, de prisão dos integrantes das facções e de apreensão dos armamentos não é da Polícia Militar, mas sim das Forças Armadas do Brasil, as quais possuem efetivos, equipamentos e armamentos para o cumprimento da missão.
O emprego da Polícia Militar nessa guerra urbana é um erro.
O Policial Militar não é preparado para atuar em guerras.
Cabe constitucionalmente à Polícia Militar a realização do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública, não enfrentar "guerrilheiros urbanos" para retomar território.
É preciso que o governo estadual tenha coragem de cobrar do governo federal cumpra a sua missão, enquanto isso os Policiais Militares desempenharão as missões de servir e proteger à população.
Juntos Somos Fortes!



