JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 15 de maio de 2018

VÍDEO - O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL

A cultura instalada na população de sempre "querer se dar bem" é o maior problema do país, sendo insanável a curto e a médio prazo, salvo melhor juízo.
Diante dessa verdade surge a pergunta:
- Como consertar o Brasil?


sábado, 3 de fevereiro de 2018

VÍDEO - O PRESIDENTE E O FAXINEIRO

O faxineiro foi ao Planalto dar uma aula ao ex-presidente Lula, mas ele não aprendeu a lição e pode ser preso por não praticar a lição ensinada.



sexta-feira, 19 de maio de 2017

BRASIL: A DEGRADAÇÃO ÉTICA E MORAL DE PARTE DA POPULAÇÃO ESTÁ DESTRUINDO O PAÍS

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta que o maior problema do Brasil é o fato de que significativa parcela da população brasileira está deformada ética e moralmente, o que faz com que tal extrato populacional queira levar vantagem em tudo e de qualquer forma. 
É preciso destacar a existência desse grave problema, uma "infecção" que ganhou dimensões epidêmicas nos últimos anos, isso para que possa ser discutido pelos homens e mulheres de bem com o objetivo de controlá-lo o mais rapidamente possível, caso contrário, a tendência é o agravamento com um número cada vez maior de brasileiros deformados (infectados).
Nenhuma nação pode prosperar com um povo doente ética e moralmente.
Isso é impossível.




Juntos Somos Fortes!

domingo, 28 de agosto de 2016

O IMPASSE EVIDENCIADO NO PROCESSO DE IMPEACHMENT DA PRESIDENTE DILMA



Prezados leitores, o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) segue o seu curso no Senado Federal após sua fase inicial na Câmara dos Deputados.
Ao final dos debates políticos no Congresso Nacional teremos um grupo vencedor e  um grupo perdedor.
A imprensa dá conta que a presidente sairá derrotada, o que determinará o seu afastamento, mas isso ainda está no campo das previsões.
O certo é que seja qual for o resultado, uma  parcela da população brasileira sairá vitoriosa, não em função de ser contra ou a favor do impeachment, mas em função de estar constatando a qualidade dos políticos que estão sendo eleitos como nossos representantes.
A parte da população que está acompanhando os debates desde o início constata com clareza solar que o Brasil jamais irá prosperar enquanto não melhorarmos a qualidade dos nossos representantes políticos.
O quadro é estarrecedor, mas não surpreendente, considerando que os políticos saem da população brasileira, ela que está gravemente enferma em termos de valores éticos e morais.
Isso nos conduz a um problema em face do apocalíptico cenário atual: como escolher melhor o quadro político se quem escolhe não está habilitado para fazê-lo como deveria? 
A resposta a curto e a médio prazos não conhecemos, infelizmente.
Conclamamos a quem tiver que dê publicidade com a brevidade que o quadro deletério exige.
A longuíssimo prazo, salvo melhor juízo, a solução passa pela construção de uma educação pública de boa qualidade que possa revogar a "Lei de Gérson" que vigora no país, sendo exercida de forma ampla, geral e irrestrita por brasileiros e brasileiras, tanto no mundo público, quanto no privado.
Tendo a educação como resposta certa, além das múltiplas gerações que teríamos que aguardar, estamos diante de um novo problema: como mudar para melhorar a qualidade da educação pública se os responsáveis pela promoção dessa mudança são os atuais políticos? 
Políticos que não demonstraram até o momento ter interesse nesse movimento.
Eis um autêntico beco sem saída.
Pobre Brasil.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A HIPOCRISIA E O ESTIGMA DA LEI DE GERSON - DELEGADO PC ARCHIMEDES MARQUES


A HIPOCRISIA E O ESTIGMA DA “LEI DE GERSON”
Vivemos em um país em que muitas vezes os valores se invertem, cidadãos imorais se tornam paladinos da moralidade, enquanto cidadãos de ilibada moral e reputação caem na vala comum. Até herói vira bandido e vice-versa. É dentro desse contexto que agora refuto – de tanto cansar de esperar pelo tempo e por mudança de comportamento popular em vão – o estigma, a injustiça, a cruz que carrega o cidadão Gerson Oliveira Nunes, o meia Gerson, também conhecido como “canhotinha de ouro”, grande maestro do tricampeonato mundial conquistado pela seleção brasileira de futebol, na memorável campanha no México, em 1970, profissional irrepreensível e cidadão exemplar, que teve a infelicidade de estrelar um comercial de cigarro com frases impensadas, não calculadas, mas nunca maldosas no seu sentido mais amplo, muito menos frases criminosas.
Estávamos na década de 70, na recém conquista da copa pela seleção encantadora dos nossos sonhos, estávamos também ainda vivenciando a ditadura e dentro das propagandas perniciosas que se faziam era também permitida a de cigarros, que para dizer a verdade, na dita época: “fumar era chique, fumar estava na moda”. Entretanto, o infeliz vídeo/comercial gravado por uma empresa de propagandas e apresentado nas redes televisivas e radiofônicas iria mudar para sempre a trajetória moral do notável Gerson. O dito filme propaganda é iniciado associando – com justiça – a imagem de Gerson como "Cérebro do time campeão do mundo da Copa do mundo de 70" sendo narrado pelo entrevistador de terno e microfone em mão. Tal cena se passa em um sofá de uma sala de visitas, oportunidade em que o dito entrevistador pergunta ao herói atleta o porquê da sua escolha pela marca Vila Rica, recebe um cigarro de Gerson e o acende enquanto ouve a resposta, que é finalizada com a frase que “fulminou” para sempre a sua moralidade: "Por que pagar mais caro se o Vila me dá tudo aquilo que eu quero de um bom cigarro? Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também, leve Vila Rica!". Pronto isso bastou, isso ressoou como sendo uma confissão explicita que o nosso herói era um homem sem princípios ou escrúpulos, um imoral, um salafrário, um fraudador, um corrupto, enfim um criminoso dessa espécie capaz de fazer de tudo para obter vantagem nos seus intentos.
Reconhecendo o erro de interpretação popular causado, o produtor propagandista posteriormente refez o comercial na tentativa de obter mudança de comportamento com um segundo anuncio gráfico que dizia: “levar vantagem não é passar ninguém para trás, é chegar na frente”. Mas essa frase não pegou, a primeira já estava grudada tal qual uma desgraçada sanguessuga a sugar a moralidade do ilustre Gerson. E o pior, tais frases foram imaginariamente transformadas em lei popular, a lei dos inescrupulosos.
Assim, o grande Gerson, carrega, desde então, o estigma da suposta lei que enunciou, deturpada, talvez no inicio, pelo seu conteúdo subliminar de incentivo ao vício do cigarro, mas logo usada para exprimir traços bastante característicos e pouco lisonjeiros do caráter midiático nacional, associados à disseminação da imoralidade e ao desrespeito a regras de convívio para a obtenção de vantagens.
A lei de Gerson funciona como mais um elemento na definição da identidade nacional e o símbolo mais explícito da nossa falta de ética. Na arraigada cultura brasileira, a famigerada lei de Gérson é uma norma não-escrita, não oficial, segundo a qual a pessoa que gosta de levar vantagem em tudo segue-a no sentido negativo de se aproveitar de todas as situações em benefício próprio, sem se importar com questões éticas, morais ou legais.
Francamente arrependido das suas palavras Gérson tentou por muito tempo se desvencilhar da fama de patrocinador dos espertalhões, patrono dos corruptos, professor dos desonestos, propagandista dos canalhas... Mas não teve jeito. A lei de Gérson pegou, grudou e ficou. Crucificaram-no, como antes já crucificaram outros inocentes. Cravaram-no em uma cruz pelas suas palavras, não pelos seus atos. Atos esses já devidamente comprovados, que são e sempre foram de um homem honrado, moral, cumpridor dos seus deveres, das verdadeiras leis vigentes e também preocupado com o bem estar e com o futuro daqueles mais necessitados. O cidadão Gerson (para os hipócritas, insensatos, maledicentes, ignorantes...) execrado e crucificado como sinônimo de ardil, na verdade, além de ser defensor da moralidade e dos bons costumes é Diretor do “Projeto Gerson” e Presidente de Honra do Instituto Canhotinha de Ouro, com sede na cidade de Niterói (mas atuante noutros municípios do Rio de Janeiro), e atende cerca de 3.000 crianças e adolescentes que vivem em situação de risco social, por vezes tirando-os das ruas, dos sinais de trânsitos a esmolar, das marquises, das drogas, fornecendo-lhes esportes, alimentação, planos médico e odontológico, acompanhamentos pedagógico, nutricional e psicológico.
Tais planejamentos e projetos, sem dúvidas, além de tudo, ocupam o tempo ocioso das crianças e adolescentes que deles fazem parte. Fornece-lhes cidadania, e também dá oportunidade do primeiro emprego aos jovens maiores de 16 anos de idade, vez que há convênios entre o citado Instituto e várias empresas dos municípios onde atua, enfim, oferece-lhes uma nova oportunidade para as suas vidas que quase sempre descambariam para a criminalidade. Além desses pontos positivos que só merecem aplausos e reverências de todos, o Instituto Canhotinha de Ouro, há cinco anos consecutivos, vem realizando um intercâmbio sócio-esportivo com grupos de meninos e meninas, vindos de Utah , nos Estados Unidos da América, o que tem proporcionado aos seus alunos uma troca de experiências e contatos com outros povos e culturas, ou mesmo o alcance de futuras e melhores oportunidades técnicas e profissionais a tais brasileirinhos.
Precisamos então enterrar de vez a famigerada lei de Gerson, resgatá-lo dessa cruz. Colunistas, jornalistas e fazedores de opinião pública em geral deveriam se unir, parar de usar a desnecessária e sem sentido “lei de Gerson”. Deveriam trocá-lo por sujeitos que realmente tenham contas a acertar com a Justiça, pois esses inexpressivos cidadãos, na verdade seguem o conceito alienígena de Maquiavel, não do triunfante Gerson que além de ser detentor de todos esses elencados atributos altamente positivos, é nosso glorioso herói/maestro do tricampeonato da paixão maior dos brasileiros. Seus passes longos, precisos e milimétricos cantaram e encantaram o mundo e nos fizeram viver alegrias em tempo de triste ditadura.
Autor: Archimedes Marques. Delegado de Policia no Estado de Sergipe e também escritor. 
archimedes-marques@bol.com.br

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