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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

"O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA" - DESEMBARGADOR QUER DESRESPEITAR A "LEI" DO BRASILEIRÃO




Prezados leitores, a coisa anda feia nos desdobramentos da crise do Brasileirão 2013.
A imprensa mantém o seu silêncio contra os erros de parte da imprensa, que não noticiou que o Flamengo poderia perder 4 pontos e com isso tinha entrado na luta contra o rebaixamento, após escalar o jogador André Santos, irregularmente.
Como provamos nesse espaço democrático, o silêncio dessa parte da imprensa beneficiou o Flamengo e prejudicou a Portuguesa, isso é de clareza solar.
Apesar de tais verdades, a imprensa insiste em culpar o Fluminense pelo rebaixamento da Portuguesa e segue buscando opiniões para tirar o foco da própria imprensa, a principal responsável pelo caos.
A Folha de São Paulo ouviu um desembargador, leiam por favor:

"FOLHA DE SÃO PAULO
04/01/2014 - 03h00 
Times de futebol podem recorrer à Justiça comum? Sim 
WÁLTER FANGANIELLO MAIEROVITCH 
ESPECIAL PARA A FOLHA
HORA DE O JUDICIÁRIO ENTRAR EM CAMPO
Por volta de 1721, o jusfilósofo Montesquieu publicou as famosas "Cartas Persas". Utilizou um raro expediente literário concebido pelo genovês Giovanni Paolo Marana a imaginar um islâmico em Paris. 
Por cartas, esse islâmico descrevia, aos familiares na Pérsia, as suas impressões sobre o sistema constitucional francês, a política e o cotidiano. Usado o gancho epistolar, seria difícil a um remetente de passagem pelo Brasil convencer o destinatário sobre haver sido justa a decisão não judiciária que despachou a Associação Portuguesa de Desportos para a segundona. 
Num jogo para cumprir tabela e a entrar em campo já classificada para permanecer entre os times da elite do futebol brasileiro, a Portuguesa –sem dolo e por falta de regular aviso da CBF– colocou o jogador reserva Héverton nos minutos finais da disputa que findou empatada com o Grêmio. 
Em toda partida do chamado Brasileirão, há obrigatório comparecimento de um representante legal da CBF. A propósito e no jargão ludopédico, esse mandachuva de gravata e com direito a simbólica mesa próxima à linha lateral do campo, conferiu as suas anotações e autorizou a entrada de Héverton. O certo é que ele deu o seu "nihil obstat". 
Depois dessa partida e da queda do Fluminense, duas instâncias da denominada Justiça Desportiva da CBF, que é uma pessoa jurídica de direito privado, sancionaram a Portuguesa. Isso com desproporcionalidade visível quando feito o cotejo dos critérios sancionatórios: quatro pontos perdidos com rebaixamento e baixa multa de R$ 1.000.
Nos dois julgamentos desportivos, e não judiciais, concluiu-se ter Héverton ficado fora de apenas uma partida, quando o correto teria sido de duas. Em síntese, a Portuguesa foi rebaixada e aplicou-se, a seco, o regulamento e o código esportivo com olvido aos princípios gerais e informativos do Direito pátrio e ao Estatuto do Torcedor. Tampouco se aplicou subsidiariamente as regras da Fifa, todas favoráveis à Lusa. 
Em cláusula pétrea, a nossa Constituição republicana estabelece não se poder excluir da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça de lesão a direito. Assim, resta à Portuguesa buscar um provimento jurisdicional, ou melhor, bater à porta do Poder Judiciário. Por evidente, serão chamados para integrar a lide processual todos os litisconsortes. 
As decisões desportivas foram míopes e despreocupadas quanto ao justo. Em definição que guarda atualidade, o jurista Celsus disse ser o Direito a arte (técnica) do bom e do justo. Daí, foram cunhados vários alertas. Por exemplo e em caso de interpretação meramente gramatical, e não lógica e sistemática, o "summum jus, summa injuria": a aplicação de um regulamento ou lei em excesso gera injúria excessiva. Trocado em miúdos, houve com a Portuguesa interpretação e sanção excessivas. 
Tudo diante das circunstâncias fáticas e da ausência de dolo. Nem venha com o "dura lex, sed lex", com que se preconiza dever a lei ser aplicada ainda que imoral ou injusta. Essa máxima, da preferência do insensível inspetor Javert, de "Os Miseráveis" de Victor Hugo, serviu, embora não referida expressamente, como embasamento das decisões do Conselho e do Tribunal de Justiça Desportiva da CBF. 
Quando um maior de idade furta uma bala no supermercado, comete infração de bagatela. O inquérito é arquivado e, assim, incogitável a aplicação de pena. Numa partida de futebol sem significado entre Portuguesa e Grêmio, chegou-se ao cúmulo da perda de quarto pontos (três pontos a título de sanção e um pelo jogo empatado), algo desproporcional, injusto, mas, atenção, na exata medida para levar à queda da Lusa para a segunda divisão. 
Num pano rápido e a repetir o sempre lúcido colunista Hélio Schwartsman, desta Folha, "garfaram a Portuguesa". Mas, resta o Judiciário. 
WÁLTER FANGANIELLO MAIEROVITCH, 66, desembargador aposentado, é presidente do Instituto Giovanni Falcone de Ciências Criminais".

COMENTO:
Respeitosamente, o excelentíssimo desembargador não se deu nem ao trabalho de consultar a tabela final do Campeonato Brasileiro de 2013, caso o fizesse constataria que não foi o Fluminense o beneficiado pela queda da Portuguesa e sim, o Clube de Regatas do Flamengo, como o próprio advogado do clube já disse em alto e bom tom.
É lamentável que ele pregue o desrespeito ao preconizado no regulamento do campeonato, a "lei" do campeonato, que foi aplicada com toda correção. 
Salvo melhor juízo, se seguirmos o raciocínio argumentado pelo exmo desembargador, o Flamengo poderia ser punido com a perda dos 4 pontos, pois isso não traria um malefício, uma pena excessiva, ou seja, o rebaixamento, mas não podemos punir a Portuguesa porque ao perder 4 pontos a Portuguesa acabou caindo para a segundona.
Seria cômico, se não fosse grotesco, tendo em vista que punindo o Flamengo que não cairia e não punindo a Portuguesa, quem cairia, na prática, seria o Flamengo. Basta olhar a tabela.
O que fazer?
Não punir ninguém?
Isso é impossível, pois quando não se aplica o regulamento contra os infratores acabamos punindo quem não cometeu infração ao regulamento.
Nesse caso, não aplicando o regulamento, puniríamos o Fluminense, que cumpriu a sua parte e que não tem qualquer culpa ou dolo no fato da Portuguesa e do Flamengo terem errado.
Felizmente em alguns casos e infelizmente em outros, os membros do judiciário não sabem tudo.
Eu, mais nove PMs e 10 Bombeiros Militares fomos vítimas em 2013 do desconhecimento de membros do judiciário. Nós lutávamos por salários justos, fomos presos por decisão judicial e o governador Sérgio Cabral mandou que nós fôssemos encarcerados em Bangu 1, uma ilegalidade flagrante. Os membros do judiciário que tiveram conhecimento do fato, nada fizeram, talvez por desconhecerem as leis que regem os direitos e as prerrogativas dos militares.
Sinceramente, o exmo desembargador está no caminho errado.
E, uma bala tem valor desprezível, enquanto o rebaixamento do Flamengo traria um prejuízo de milhões e milhões para muita gente. Eis o foco e o motivo do silêncio da imprensa.

PS - Esse comentário foi encaminhado por email para a Folha de São Paulo.

Juntos Somos Fortes! 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

DIA 8 DE DEZEMBRO, O DIA QUE O FLAMENGO CAIU PARA A SEGUNDONA



Prezados leitores, a história do final do campeonato Brasileiro de 2013 reescrita.
Baseados em fatos reais, os autores fizeram vertiginosas ficções e nos conduzem a uma versão que poderia se tornar realidade, caso a imprensa fosse realmente livre no Brasil.
Artigo:
"Dia 8 de dezembro de 2013, o dia que o Flamengo caiu para a segundona" - (Leiam).

Juntos Somos Fortes!

DUAS NOTÍCIAS DAS ORGANIZAÇÕES GLOBO - "O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"



Prezados leitores, na nossa série de artigos não tratamos das denominadas teorias conspiratórias envolvendo o rebaixamento da Portuguesa, buscamos sempre os fatos e PROVAMOS que parte da imprensa, após noticiar que André Santos não poderia jogar contra o Cruzeiro (como comprova a matéria de O Globo contida nesse artigo), NÃO  informou à opinião pública que em virtude dele ter jogado, o Flamengo passou a ser passível de ser punido com a perda de 4 pontos (como foi) e que no domingo estava correndo 40% de risco de ser rebaixado. Tudo provado.
Nós denunciaremos os fatos, só não o fizemos pois estamos aguardando notícias complementares de São Paulo.
Missão cumprida, temos dado uma olhada rápida nas teorias conspiratórias e, vez por outra, encontramos algo interessante que merece um aprofundamento.
É de domínio público que André Santos e Héverton foram punidos na sexta-feira, dia 6 de dezembro de 2013. 
Partindo desse parâmetro, leiam essa duas notícias, ambas das Organizações Globo.
A primeira datada de sexta-feira, às 19:44 horas, informando que André Santos não poderia jogar.
A segunda datada de 8 de dezembro de 2013 (domingo), às 06:55 hs
Observe que a segunda é publicada mais de 24 horas após a primeira  e cerca de 10 horas após o jogo do Flamengo, mas não informa que Héverton estava suspenso e nem que André Santos tinha jogado de forma irregular no dia anterior (sábado).
Pergunta:
Como explicar que duas matérias oriundas da mesma organização, contenham disparidades tão flagrantes no tocante a informar ao público?
Outro detalhe interessante é que Héverton não é anunciado como titular, portanto, não existia qualquer garantia de que jogaria. 
Leiam,  analisem e tirem suas conclusões.

1) JORNAL O GLOBO 
ESPORTES 
06/12/2013 - 19:44 
Suspenso, André Santos não enfrenta o Cruzeiro pelo Brasileirão
Lancepress
O técnico do Flamengo, Jayme de Almeida, ganhou um desfalque de última hora para o duelo com o Cruzeiro. O lateral-esquerdo André Santos, que foi expulso no segundo jogo da final da Copa do Brasil, contra o Atlético-PR, foi julgado na tarde de ontem pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva e recebeu um jogo de suspensão. Como a Copa do Brasil se encerrou naquela partida, o jogador rubro-negro terá de cumprir a punição na última rodada do Campeonato Brasileiro. 
No o lugar do camisa 27, Jayme de Almeida colocará o reserva imediato João Paulo. Este, inclusive, chegou a ser titular da equipe enquanto André Santos não estava 100% fisicamente e jogava como meia. 
Assim como André Santos, o Rubro-Negro terá outros desfalques. Os dois principais goleiros, Felipe e Paulo Victor, estão fora da partida. O titular, lesionado, e o reserva se recupera de uma cirurgia bucal. Por isso, o jovem Cesar faraá sua estreia como profissional. Além dos arqueiros, o volante Elias, os zagueiros Chicão e Wallace não irão atuar. 
Flamengo e Cruzeiro se enfrentam neste sábado, às 19h, no Maracanã. A partida é válida pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro (Fonte).

2) SITE GLOBOESPORTE.COM 
8/12/2013 06h55 - Atualizado em 08/12/2013 06h55 
Com problemas financeiros, Lusa e Grêmio se despedem do Brasileirão Paulistas, que têm pequeno risco de queda, fizeram greve por causa de calote. Gaúchos, garantidos na Libertadores, também reclamam de atrasos.
(...) 
As Escalações
Portuguesa: Guto Ferreira manda a campo o que tem de melhor à sua disposição. O atacante Diogo volta após dois jogos fora, enquanto Souza foi vetado pelo departamento médico. Bruno Henrique é outro problema, por suspensão. Assim, a provável Lusa que enfrenta o Grêmio tem: Lauro; Luis Ricardo, Valdomiro, Lima e Rogério; Ferdinando, Willian Arão, Moisés e Wanderson, Diogo e Gilberto.
(...) 
Quem está fora
Portuguesa: o volante Bruno Henrique está suspenso e meia Souza sentiu dores na coxa direita e também não joga. De resto, o departamento médico da Portuguesa segue com Diego Viana, Romão, Washington, Matheus, Henrique, Ivan e Moisés Moura
(...)"
Leia na íntegra essa reportagem (Link).

Juntos Somos Fortes!

domingo, 5 de janeiro de 2014

'O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA" - ALGUÉM CONFIRMA ?




Prezados leitores, recebemos o seguinte comentário:

"Anônimo4 de janeiro de 2014 11:55 
Coronel, Uma informação: O jogador da Portuguesa MURALHA (que está se transferindo para o Flamengo) disse em entrevista ao programa Esporte Interativo que é REGRA na Portuguesa e em alguns clubes que os jogadores suspensos treinem e se concentrem junto com a equipe, ficando de fora apenas na hora do jogo. Isso é feito para evitar que o jogador/funcionário force sua suspensão e com isso não viaje longas distâncias ou fique de folga durante os fins de semana que tem jogos. Portanto o Héverton treinou e estava concentrado com a equipe porque é regra antiga na Portuguesa. A pergunta é: Porque ele foi escalado para jogar?"

Uma informação muito importante que se for verdadeira, coloca por terra o principal argumento de defesa de torcedores do Flamengo. Eles atribuem ao fato de Héverton estar previamente concentrado, ou seja, antes do jogo do Flamengo com o Cruzeiro,  a impossibilidade de ter ocorrido uma "armação" para que Héverton fosse colocado em campo para salvar o Flamengo do rebaixamento, tendo em vista que Héverton já estava previsto para jogar antes de André Santos ter entrado em campo.
Alguém confirma ou desmente?

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sábado, 4 de janeiro de 2014

"O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA" - O SILÊNCIO DA IMPRENSA



Prezados leitores, recebemos o link do artigo que transcrevemos a seguir através do twitter.

"BLOG DO FLU 
A BLINDAGEM AO FLAMENGO 
A proteção ao Flamengo no “Caso Hevertongate”. Desde que surgiu toda a confusão causada pela lambança feita por Lusa e Flamengo, todos nós, os pensantes, notamos a crueldade da dita “impensa” em bombardear o Fluminense. Não só ao clube, mas também ao torcedor. 
Assistindo a um programa, que por sinal, acho de péssimo gosto e péssima produção, já ouvi soltarem a pérola… “tricolor tem que levar tapa na orelha”. Não vou citar nomes. Mas infelizmente foi isso que ouvi. 
Mas voltando ao tema do post, eu coloco aqui minha percepção quanto a uma certa “blindagem” ao Flamengo. Ou melhor EXTREMA BLINDAGEM. 
O Flamengo está envolvido diretamente com o caso da Lusa. Porém nas páginas esportivas que conhecemos na internet, não se associa de forma nenhuma as matérias referentes ao clube ao caso do rebaixamento da Lusa. 
Não posso afirmar, mas na minha opinião, é sim proposital. 
Os comentários dos “jornalistas” são maldosos, sempre associando a Lusa ao Fluminense, e, se quer citam o Flamengo como o maior interessado que a Lusa permaneça com os pontos perdidos. E o Flamengo é. 
Pergunto sempre pelo twitter a alguns “jornalistas” o porque desta falta de associação, ou porque só associam ao fluminense. 
A resposta é comum a todos eles… NENHUMA. Simplesmente não respondem nada. 
Respondem a outras perguntas feitas após a minha. Mas quando é referente ao assunto… O SILÊNCIO PREDOMINA. OU SERIA A CO-AUTORIA DE UM CRIME. 
Por isso afirmo que a “Imprensa” está blindando o Flamengo. Resta saber o motivo. Seria apenas clubismo? Seria medo do que pode acontecer ao dito? Não consigo admitir essa total parcialidade! 
No caso do casal atacado, a imprensa fez questão de publicar a foto da torcedora dentro das Laranjeiras, como se nada tivesse acontecido, e de lá pra cá nada foi dito a mais sobre o caso. A foto, foi tirada ANTES do atentado. A mesma “imprensa” foi incapaz de publicar alguma matéria cobrando o fim dessa violência, que aliás, foi provocada por ela própria. 
A Torcida do Fluminense, por sua natureza, é pacífica. Mas já pensaram se não o fosse? Imaginam o caos se a torcida tricolor revidasse ?
Como é dito nas redes sociais, #FICAADICA. 
#FICAADICA para que vocês, “imprensa”, corrijam o erro que cometeram. 
Parem com essa preocupação em nada falar sobre a participação no episódio pois o flamengo é SIM o MAIOR INTERESSADO que a Lusa não recupere os pontos. 
O Flamengo é a bola da vez. Se a Lusa subir, quem cai é ele.
@FluSaqua (Fonte)".

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

IRMÃOS SIAMESES: A LIBERDADE DE IMPRENSA E O DIREITO DO CIDADÃO À INFORMAÇÃO


Prezados leitores, dando continuidade à nossa luta pela garantia do estado democrático de direito, transcrevemos em parte o artigo da Constituição Federal de 1988 que trata da liberdade de imprensa:

"Artigo 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§ 1º - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV.
§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. (...)".

Obviamente, a legislação ao garantir a "plena liberdade de informação jornalística" acaba gerando com base no interesse público, salvo melhor juízo, a obrigação de informar, tendo em vista que o cidadão, por sua vez tem o direito à informação.
A seguir transcrevemos um artigo que nos parece apropriado para o momento, embora trate de uma fato específico, ele carrega subsídios importantes sobre a liberdade de imprensa e o direito à informação que possui todo cidadão:

"O ESTADÃO 
A Constituição Federal e o direito à informação 
15 de janeiro de 2010
José Carlos Garcia de Freitas e Talita Tatiana Dias Rampin
A Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, pluridimensionalizou o nosso Estado Democrático de Direito. Mais ainda, ampliou o exercício de direitos, a fim de proporcionar a efetiva consagração do processo de cidadania. Nunca antes, em toda a história brasileira, a preocupação com os direitos fundamentais foi tão marcante e acentuada, mesmo porque o Brasil havia superado um período de exceção extremamente dramático, da ditadura militar, em decorrência do cerceamento das liberdades públicas.
Foi em consideração a uma conquista democrática, inspirada no século das luzes, que o sagrado direito à informação passou a ser uma das exigências fundamentais para o mais amplo exercício das liberdades públicas. Em qualquer circunstância, o sagrado direito que o cidadão tem à informação não pode ser cerceado de nenhuma forma, mais ainda por uma decisão do Poder Judiciário, como vem ocorrendo em relação ao jornal O Estado de S. Paulo.
O ato de censura representa um atentado à dignidade do Estado Democrático de Direito, com o gravame de ter tido origem no Judiciário, que tem a responsabilidade de garantir o direito fundamental à liberdade de informação, estimulando, assim, a prevalência de uma "kakistocracia" (governo dos piores, em todos os sentidos da banalização das instituições).
Não é excessivo lembrar o consagrado em nossa Constituição Federal, no artigo 5º: 
"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; (...) IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; (...) XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional."
A liberdade de exteriorização do pensamento é um dos fundamentos mais sagrados e de maior relevância da dignidade do espírito de uma verdadeira democracia. A liberdade de imprensa é a garantia de sustentação da vida das grandes democracias. Jamais o arbítrio pode pretender o cerceamento do sagrado direito que um povo tem à informação. Ninguém melhor do que o nosso maior jurisconsulto, Ruy Barbosa, para defender o direito à informação: "A imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça."
A liberdade de pensamento foi discutida claramente nas ágoras atenienses e nos tribunais romanos, considerando a necessidade de formação do código cultural de cada grupo social. Sem liberdade de expressão, as instituições não conseguem cumprir a sua destinação histórica. Com isso, a tiranização de um povo pelo autoritarismo é inevitável. As instituições enfraquecem e, consequentemente, podem morrer, deixando o povo na orfandade. Atualmente, na América Latina, há uma verdadeira tendência em tumular a liberdade de expressão de pensamento, principalmente, através da imprensa.
O Estado sempre desenvolveu um jornalismo sério, profundamente comprometido com os valores éticos fundamentais. É, reconhecidamente, um defensor perpétuo das liberdades públicas, merecendo sempre o respeito das instituições democráticas mundiais. Durante a ditadura, também houve censura. À época, eram publicados trechos da obra de Luís de Camões, Os Lusíadas, indicando noticiário censurado. O Estado nunca esteve de joelhos, porém, sempre de pé, amparado pela sua dignidade, conquistada pelo seu jornalismo ético. Nunca colocou a sua trajetória e a sua tradição ao sabor da riqueza corrompida. A sua riqueza sempre foi informar com dignidade e com o compromisso com a verdade, mesmo incomodando os poderosos e os regimes de exceção.
Em decorrência de procedimento judicial, apresentado pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney, o desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, proibiu o Estado de publicar reportagens da Operação Boi Barrica, da Polícia Federal. Apesar de toda a tramitação processual, não houve a decretação de nulidade da decisão impondo censura ao jornal, caracterizando, assim, uma verdadeira afronta ao bom senso, porque, juridicamente, entende-se que qualquer ato processual, praticado em um tribunal que se julga incompetente para julgar, é nulo de pleno direito.
Finalmente, o Estado entrou no Supremo Tribunal Federal com um recurso, denominado reclamação, requerendo a imediata suspensão da censura imposta. Discutindo aspectos técnicos, perfeitamente sanáveis, mediante previsão processual, o STF não discutiu o mérito e rejeitou o procedimento processual, permanecendo, então, a censura. Entrementes, Fernando Sarney apresentou pedido de desistência do procedimento processual, em 18 de dezembro, véspera do recesso forense. Agora, o Estadão será intimado a decidir se concorda com a extinção ou então se prefere que a Justiça aprecie o mérito.
Particularmente, entende-se que o ideal seria o jornal, depois de intimado, ao se manifestar, processualmente, não concordar com a extinção, preferindo que a Justiça aprecie o mérito, mais precisamente, considerando a previsão contida no inciso 25 do artigo 5º da Constituição Federal: "A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito."
Se o Estado concordar com a extinção, sem o esperado julgamento do mérito, o Brasil e o mundo estarão perdendo a oportunidade de saber o que pensa a Justiça brasileira a respeito da censura ao direito à informação e à liberdade de imprensa. Há, pois, necessidade de uma decisão jurídica, não política ou corporativista. O Estado precisa enfrentar esse desafio com a dignidade que sempre o caracterizou. É uma exigência da própria democracia.
José Carlos Garcia de Freitas, doutor em Filosofia e Teoria Geral do Direito e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Franca (SP)
Talita Tatiana Dias Rampin, advogada e mestranda em direito pela Unesp, em Franca (SP)"

A imprensa NÃO pode cercear o direito à informação do cidadão.
Ao omitir-se de informar a imprensa invalida a própria liberdade de expressão,  que por razões óbvias é inimiga de morte da "não informação" e da "informação manipulada".
Em apertada síntese, parte da imprensa, após informar que André Santos não poderia jogar e ele ter jogado, se omitiu ao não informar esse fato e as consequências dele para o Flamengo e para outros clubes participantes do campeonato Brasileiro de 2013. 
(*) Figura: Blog do Noblat

 Juntos Somos Fortes!

FUTEBOL É APENAS UM JOGO, A IMPRENSA É UM PILAR DA DEMOCRACIA



Prezados leitores, temos recebido algumas críticas, raras por sinal, sobre o fato de estarmos dedicando parte significativa do nosso espaço democrático ao tema "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa", isso é um ótimo sinal.
Primeiro, considerando que os críticos não deixam de ter sua parcela de razão, temos conversado muito sobre futebol, o que nunca foi um assunto comentado no blog, o qual sempre foi dedicaco a temas de relevância muito maior.
Além disso, por serem escassos os comentários críticos, podemos depreender que a quase totalidade dos leitores identificou que o nosso foco não é o futebol, mas que na verdade são a liberdade de imprensa e os deveres éticos e morais que ela deve cumprir no exercício da sua atividade de interesse público, informando os fatos para que a população possa formar a sua opinião, construindo uma opinião pública qualificada e baseada na realidade.
Exatamente, a violação dos preceitos éticos e morais por parte de órgãos da imprensa tem sido o centro das nossas preocupações. A violação ocorreu na área do futebol, dessa vez, apenas isso. Dias atrás publicamos um artigo onde a manipulação ocorreu na área da segurança pública, citando um exemplo.
Uma imprensa que informa errado ou não informa, não cumpre seus desígnios, deixa de ser um sustentáculo da democracia. Pior, pode ingressar no território antidemocrático da manipulação da informação para produzir a manipulação da opinião pública.
É contra isso que estamos lutando, nunca contra qualquer clube de futebol.
O título da série de artigos "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa" deve-se a duas verdades inquestionáveis.
A ação (no caso a omissão) de parte da imprensa teve um beneficiado e um prejudicado, respectivamente, o Flamengo e a Portuguesa.
Nós demonstramos isso com clareza solar, as provas são robustas e cristalinas.
Quem não conseguiu enxergar isso deve buscar socorro médico o mais rápido possível.
O Flamengo pode não ter qualquer culpa na omissão da imprensa, mas foi o beneficiado, isso é evidente.
Portanto, solicitamos que os fanáticos por futebol façam um esforço muito grande para entender o foco da luta pela democracia que estamos travando. Nós, o blog e os seus leitores, dignos colaboradores.
Não estamos lutando contra o Flamengo, estamos lutando pela democracia no Brasil, algo ainda incipiente.
A nenhum de nós interessa uma imprensa que manipule as informações.
Uma imprensa que publique o que quer e quando quer, pois não é esse o papel social da imprensa.
Ela deve informar todos os fatos relevantes da vida social.
No blog temos agido dessa forma, informamos nele todas as notícias que recebemos sobre o tema que estamos abordando, publicando inclusive artigo e comentários contrários às nossas posições. Isso é indispensável: o contraponto.
Inclusive temos estimulando aos nossos críticos que escrevam seus artigos e que encaminhem para o nosso email, teremos prazer em publicar opiniões diferentes das nossas. O artigo deve ter a sua autoria plenamente identificada, obviamente.
Email: pauloricardopaul@gmail.com
Não queremos formar a opinião de ninguém, queremos informar ao público que nos lê, milhares de pessoas diariamente, para que cada um possa formar a sua opinião.
Futebol é apenas um jogo, a imprensa é um pilar da democracia.

Juntos Somos Fortes!

"O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA" - ENTREVISTA COM EX-ADVOGADO DA PORTUGUESA

Prezados leitores, recebemos por email a entrevista do ex-advogado da Portuguesa, Dr Sestário, que publicamos a seguir. 
Ela foi concedida ao programa "Jogando em Casa" e publicada no youtube no dia 12 de dezembro de 2013. 
Nela ele confirmou que comunicou a situação do jogador Héverton ao Dr Valdir, advogado interno do clube.


 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

ADVOGADO DO FLAMENGO: "NÃO FOSSE O DESCUIDO DA PORTUGUESA... ÉRAMOS NÓS NA SÉRIE B"



As palavras do advogado do Flamengo reforçam a nossa opinião, tendo em vista que destaca que um descuido da Portuguesa salvou o Flamengo.
Por favor, entendam de uma vez por todas: a Portuguesa salvou o Flamengo e não o Fluminense.
Isso reforça que se a parte da imprensa que noticiou que André Santos não podia jogar, tivesse publicado que o Flamengo poderia perder os pontos e entrar na luta contra o rebaixamente, talvez não ocorresse o descuido da Portuguesa, que salvou o Flamengo.

O GLOBO
ESPORTE
19/12/2013 15h24 - Atualizado em 20/12/2013 10h11 
Troca de e-mails vaza e expõe discórdia no Fla sobre caso do STJD
Mensagens entre Michel Asseff Filho, D'Agostino e Bap apontam que escalação de André Santos não era recomendável. Advogado afirma que houve violação de e-mail
Por Edgard Maciel de Sá
Rio de Janeiro
Um equívoco expôs uma séria discordância na diretoria do Flamengo por conta do episódio que levou o clube a perder quatro pontos no STJD. Uma troca de e-mails foi enviada por engano para pessoas de fora do clube. Na troca, o advogado Michel Assef Filho discorda da nota oficial publicada após o resultado do julgamento, diz que a estratégia de confundir as teses da CBF e da Justiça Desportiva funcionou e diz que "Não fosse o descuido da Portuguesa... éramos nós na Série B". 
(...)
Michel Asseff Filho (enviada às 16h33m): "Prezados, acabo de ter acesso à nota oficial do Clube. Confesso que não fiquei satisfeito, pois tal atitude não ajuda em nada o nosso Flamengo. Sabemos, entre nós, que o Flamengo não deveria ter escalado o atleta André Santos na partida disputada contra o Cruzeiro. Qualquer especialista em direito desportivo, caso fosse consultado, por cautela, recomendaria deixar o atleta de fora, pois saberia informar sobre o entendimento da CBF e da Justiça Desportiva em situação como essa. As teses defensivas foram criadas em razão da necessidade e da oportunidade. Atacar o STJD nesse momento só nos prejudica, já que ainda temos um recurso a ser julgado pelo Pleno. Por mais que a 1a Comissão já tivesse um entendimento formado a respeito do assunto, o que era nítido de perceber, conseguimos criar enorme confusão no voto do relator. Temos a nosso favor uma complexa discussão, pois a CBF diz que a suspensão automática se extingue com o término da competição, e a Justiça Desportiva sustenta que temos que cumpri-la na próxima Copa do Brasil. Quem devemos respeitar? Foi com muita dificuldade e transpiração que conseguimos criar a divergência entre CBF e Justiça Desportiva. De qualquer forma, com todo respeito, afirmar em nota oficial que o julgamento de ontem foi um desserviço ao esporte é uma estratégia extremamente desaconselhável, considerando a pendência do julgamento do recurso. Não tenho vaidade alguma por ser reconhecido como o advogado da causa. Na verdade, só quero livrar nosso Flamengo dessa situação. Mas, por favor, seria bom me consultar antes de emitir nota a respeito de um processo tão importante, e que está sob os meus cuidados. Ao longo de dez anos defendendo o nosso Flamengo nos tribunais desportivos, acredito que adquiri experiência para opinar sobre o assunto. Não podemos nos esquecer que se não fosse o descuido da Portuguesa, éramos nós na Série B. (Leiam mais).

Juntos Somos Fortes!

AS TEORIAS CONSPIRATÓRIAS DO CASO "O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"

O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA




Prezados leitores, como afirmamos em artigo anterior (Link), aceitaremos e publicaremos no blog qualquer teoria conspiratória sobre o caso "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa".
As únicas exigências são as seguintes:
1) Escreva um artigo sobre ela.
2) Assine o artigo, ou seja, identifique-se, fornecendo meios que permitam a comprovação da autoria.
O blog não é anônimo, temos que manter o compromisso de buscar a verdade, não trocamos esse parâmetro nem por milhões de visitantes por dia.
Quem quiser espalhar teorias conspiratórias busque blogs anônimos que não se importam com a verdade, mas sim como a notícia, por mais estapafúrdia que seja.

Juntos Somos Fortes! 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

NOSSA MAIOR DIFICULDADE - "O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"

Prezados leitores, solicitamos desculpas a todos e a todas que compreenderam com facilidade o conteúdo da série de artigos "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa", assim como, o vídeo que publicamos para melhor contextualizar o contido nos artigos.
Infelizmente, temos sido incapazes de fazer com que todos entendam as questões envolvidas, mas como não somos de desistir com facilidade, provamos isso incontáveis vezes, vamos tentar uma última alternativa para promover o entendimento através de uma figura.

O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA

Nesse momento solicitamos aos que ainda não entenderam para que observem a figura acima.
Os dois quadrados representam tudo o que aconteceu e o que pode ter acontecido para provocar o rebaixamento da Portuguesa.
O quadrado da esquerda é o nosso quadrado. O quadrado da série de artigos "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa"  e do vídeo explicativo. Em apertada síntese, ele significa um fato concreto, repleto de provas.
Qual é esse fato?
A imprensa publicou na 6a feira e no sábado (dias 6 e 7/12/2013) que por estar suspenso André Santos, jogador do Flamengo, não poderia enfrentar o Cruzeiro. Exibimos nos artigos as matérias com essa notícia, inclusive de O Globo.
André Santos jogou contra o Cruzeiro.
Após esse erro, o Flamengo passou a correr um risco de perder 4 pontos (como perdeu nos dois julgamentos > 5 x 0 e 8 x 0), o que colocaria o time com 45 pontos e correndo o risco de ser rebaixado.
Nenhum órgão de imprensa noticiou essa fato. O que constitui grave manipulação da informação, salvo melhor juízo, pois como aceitar um "esquecimento de algo tão importante para o Brasileirão e, ainda por cima, envolvendo o Flamengo e os seus milhões de torcedores.
Quem não gostaria de dar esse "furo"?
O nosso quadrado é esse, só contém verdades, fatos concretos.
O quadrado da direita não é nosso. Ele contém todas as teorias conspiratórias que estão surgindo, as quais podem ser verdadeiras ou não. Cabe a quem está formulando tais teorias que as prove, como fizemos no caso da omissão da imprensa.
Portanto, por favor, entendam de uma vez por todas que só trabalhamos com fatos concretos, mas que estamos dispostos a publicar qualquer "teoria conspiratória" desde que o autor se identifique e encaminhe o artigo para o nosso email: pauloricardopaul@gmail.com
Infelizmente, embora publiquemos na forma de comentários, não podemos publicar como artigos teorias encaminhadas por "anônimos".
Elaborem as suas teorias, encaminhem para nós e publicaremos com o maior prazer, inclusive dando a nossa opinião.
O nosso blog não é anônimo. O organizador é identificado plenamente.
Não queremos ter milhares de visitantes por dia por meio da divulgação de teorias sem comprovação, nem podemos, pois não somos anônimos.
Nosso blog tem nome e sobrenome.
Aliás, aconselho a todos e a todas que gostam de ler que sempre busquem quem é o autor do texto. Se ele tem nome e sobrenome. Se ele pode ser identificado e cobrado em face de possíveis ofensas dirigidas contra terceiros. Nada mais fácil do que inventar um nome, um apelido e criar um site, um blog, um twitter, uma página de face, etc, saindo a espalhar ofensas para todos os lados, sem qualquer compromisso com a verdade.
O verdadeiro jornalista investigativo tem nome, sobrenome, RG, CPF, endereço, ...

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O ESTRANHO CASO DO LANCE!NET - "O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"

Prezados leitores, nos confessamos surpresos com esse estranho caso do site LANCE!NET.
O site publica na matéria de André Kfouri que transcrevemos a seguir o seguinte:
"Doutor Valdir, como o ex-diretor jurídico é conhecido no Canindé, é o único envolvido na história que ainda não deu nenhuma declaração pública. Sua sala na sede do clube permanece vazia e promessas de que haveria um pronunciamento por escrito não foram cumpridas".
Justo, muito justo, justíssimo.
O Doutor Valdir tem que falar.
O que não é justo é o LANCE!NET publicar no dia 6 de dezembro de 2013, às 19:39 horas, que o jogador André Santos não poderia jogar contra o Cruzeiro, ele jogar, o Flamengo passar a correr o ricos de 40% de ser rebaixado, após os jogos de domingo e o LANCE!NET não publicar nada a respeito após o jogo do Flamengo no sábado e antes dos jogos de domingo, prejudicando a Portuguesa e auxiliando o Flamengo.
Isso não é justo, tiveram quase 24 horas para dar publicidade a esse fato importantíssimo na luta contra o rebaixamento, mas se calaram, como estão calados até hoje sobre o assunto.


Acesse a matéria e comprove a publicação na sexta-feira (Link).
Sinceramente, acho que o Doutor Valdir Rocha da Silva aprendeu com o LANCE!NET e com outros órgãos da imprensa esportiva: matéria ruim não se comenta.
Eis a matéria cobrando que o Doutor Valdir fale.
Nós apoaimos:
Fala Valdir!
E acrescentamos:
Fala (ou escreve) LANCE!NET !
Além disso, parece que não é o twitter que tem subterrâneos (como o jornalista acusa), parece que algumas redações da imprensa esportiva, essas sim, tem seus subterrâneos, onde a verdade fica sufocada, quando interessa.



CAMISA 12 por André Kfouri em 27.dez.2013 às 7:50h 
(publicada ontem, no Lance!) 
O DOUTOR
Um dos personagens centrais do “caso Héverton” tem se mantido em estranho silêncio desde que as primeiras informações sobre o episódio chegaram à superfície: Valdir Rocha da Silva, o interlocutor de Osvaldo Sestário na conversa telefônica a respeito da suspensão do jogador da Portuguesa. 
Doutor Valdir, como o ex-diretor jurídico é conhecido no Canindé, é o único envolvido na história que ainda não deu nenhuma declaração pública. Sua sala na sede do clube permanece vazia e promessas de que haveria um pronunciamento por escrito não foram cumpridas. A atuação de Rocha da Silva no último fim de semana do Campeonato Brasileiro de 2013, desde a noite de sexta-feira até a tarde de domingo, é crucial para o esclarecimento do que aconteceu. 
Lembremos que de acordo com Sestário, advogado que representou a Portuguesa no julgamento em que Héverton foi suspenso, as informações foram passadas ao Dr. Valdir na mesma sexta-feira. A comunicação aconteceu cerca de 24 horas antes de o Flamengo escalar André Santos no jogo contra o Cruzeiro. 
À luz das teorias conspiratórias que agitam as redes antissociais, a manipulação diabólica teria se dado após o Flamengo perceber a irregularidade que cometeu, de modo que o depoimento de Rocha da Silva é importante para elucidar como foi seu contato com o departamento de futebol. Com quem falou? Quando? Que informação transmitiu? Detalhe de peso: Héverton treinou e se concentrou no sábado, antes de o Flamengo jogar. 
O silêncio é companheiro do mistério. Não há motivo para que a Portuguesa não se dedique ao máximo para provar que cometeu uma falha administrativa. A exposição do responsável pelo erro não pode ser mais preocupante do que a situação do clube, prestes a ter o rebaixamento ratificado no julgamento desta sexta-feira. 
A não ser que tenha acontecido outro tipo de falha. O Dr.Valdir precisa aparecer. 
INFORMAÇÕES… 
As declarações mais recentes de Guto Ferreira revelam as disfunções internas da Portuguesa. Segundo o treinador que manteve o clube na Série A, no campo, a comissão técnica não sabia sequer que Héverton seria julgado na sexta-feira. Está evidente que para as pessoas que trabalhavam no time da Portuguesa, Héverton tinha condições de jogar contra o Grêmio. 
… DESENCONTRADAS 
Corre pelos subterrâneos do Twitter que há um vídeo em que Héverton admite que estava suspenso na última rodada, e que entrou em campo a mando do presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa. O jogador e o autor do suposto material – que tentou negociá-lo com meios de comunicação, sem sucesso – trocaram mensagens pouco elegantes no microblog durante o Natal. 
Este post foi publicado sexta-feira, dezembro 27th, 2013 às 7:50 na categoria camisa 12. lINK: http://blogs.lancenet.com.br/andrekfouri/2013/12/27/camisa-12-175/comment-page-1/#comments

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UM VÍDEO, VÁRIAS PERGUNTAS" - O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"

Prezados leitores, nós já provamos que parte da imprensa se calou no caso do jogador André Santos e que o único beneficiado com isso foi o Flamengo. Provamos tudo com FATOS.
Ontem, recebemos através do nosso twitter ( @ celprpaul ) um link para o vídeo que publicamos nesse artigo.
Ele é de curta duração (43 segundos).
O link direcionou para um canal do youtube identificado por "moubayed".
Nós verificamos e o vídeo foi publicado pelo Jornal Extra originalmente.
Lembramos que o Jornal Extra integra as Organizações Globo.
Tem como título:
Eis a descrição:
"Publicado em 27/12/2013 - 06:00 horas
Guto Seabra e Rafael Oliveira
Paulo Schmitt, procurador-geral do STJD, e Osvaldo Sestário, ex-advogado da Portuguesa, foram flagrados em um vídeo juntos à mesa, em uma churrascaria no Rio.
Os dois são personagens importantes no caso Héverton, da Portuguesa, que repôs o Fluminense na Série A do Brasileiro. No vídeo, eles estão na companhia de uma terceira pessoa e conversam sobre uma partida do Ceará. Schimitt aparece logo no início do vídeo, mexendo em seu celular. Já Sestário surge nos segundos finais.
O procurador é o responsável por pedir a punição do clube paulista no julgamento dsta sexta. Já Sestário é acusado pela Lusa de não ter comunicado que a pena do meia foi de dois jogos, o que teria levado a sua escalação. - Isso não foi depois do julgamento (semana passada). Não vejo o Sestário há pelo menos 20 dias. Ele está fora do país — disse Schimitt, que reconheceu ser comum encontrar com advogados:
— Eu janto ou almoço com esses advogados que militam no STJD. É comum e não há nada demais.
Schmitt estará presente nesta sexta nos julgamentos de Héverton e André Santos. Ele já defendeu a punição aos dois clubes. O procurador reclamou que o caso vem sendo alvo de ações tentando desviar o foco:
— Tem muita coisa sendo veiculada para tirar o foco, um esquema para tirar a parte técnica do tribunal. Uma coisa meio sórdida mesmo".

Eis o vídeo:



O que temos de concreto:
- O vídeo foi editado (cortado) ou foi feito apenas para colocar no mesmo cenário Sestário e Schimitt (pouco provável), tendo a duração que permitisse apenas isso, pois se inicia com as imagens de Schimitt e termina quando alcança  Sestário.
- Pelo menos temos 4 pessoas no almoço. As 3 que aparecem e a que filma. 
Hipótese: Talvez existisse outra pessoa, pois quando a câmera se desloca para a esquerda, passa por Sestário e volta, o espaço entre quem filma e Sestário parece ser suficiente para a existência de outra cadeira, vazia ou ocupada. Situação diferente (espaço) entre quem filma e o procurador Schimitt. que parece bem menor, indicando que não devia existir ninguém entre eles.
- O Extra, mais uma vez, coloca o Fluminense como beneficiário. Isso no dia 27 de dezembro de 2013, quando já era mais do que claro que o beneficiário foi o Flamengo.
- O Extra entrevistou Schimitt.

Perguntas:
- Como o Extra obteve o vídeo?
Um(a) repórter estava no almoço ou obteve de outra fonte.

- O que pretendia o Extra com a publicação do vídeo no dia do julgamento do pleno do STJD?
Difícil responder, mas pelo conteúdo, apenas estabelecer uma ligação entre Sestário e Schimitt. fora do tribunal, algo que para os inocentes úteis pode significar muita coisa, pois gera dúvida e interpretações mirabolantes.
Observe que no vídeo Sestário e Schimitt. nem conversam.

- O Extra perguntou a Schimitt quem estava no encontro?
O procurador pode não se lembrar da data do almoço, mas vendo as imagens, dificilmente não lembraria do local e de quem estava presente no "choppinho".

- Por que o Extra não identificou a terceira pessoa, a que comenta o fato, considerando que entrevistou Schimitt?
Novamente, vendo as imagens, Schimitt o identificaria.
Tal cidadão poderia esclarecer tudo o que se passou no encontro e a mat´[eria do EXtra ganharia alguma robustez (ou não), dependendo dos interesses da empresa.

Salvo melhor juízo, caso não tenha surgido nenhuma novidade, essa matéria quase nada acrescenta para que possamos esclarecer o caso "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa". 
Se mostra, mais uma, a enésima tentativa de culpar o Fluminense pelo rebaixamento da Portuguesa e com isso proteger o Flamengo.
No tocante ao silêncio da imprensa sobre o caso André Santos, nada acrescenta, esse tema parece proibido na imprensa, mas nós vamos romper essa blindagem.
É uma questão de tempo.
Como foi para rompermos a blindagem no sentido de que na imprensa não se podia falar mal das UPPs, nós batemos e batemos até que o primeiro furo surgiu e os defeitos do projeto se tornaram públicos, apesar das tentativas atuais de colocar remendos por parte da imprensa, a "água" continua vazando por todos os lados.
Isso ocorrerá coma denominada "FLAPRESS", mais cedo ou mais tarde.

Juntos Somos Fortes!

A IMPRENSA CONTRA A PAREDE - "O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"



A imprensa livre é imprescindível para o estabelecimento do estado democrático de direito. Ela tem o dever de conhecer, investigar, analisar, concluir e publicar os fatos de interesse público. Isso não só para o cumprimento do seu dever ético, mas sobretudo para que cumpra o seu compromisso social de formar a opinião pública baseada em verdades, caso contrário,  a imprensa deixa de ser um bem para a população e passa a ser uma forma de manipular a opinião pública, algo criminoso. Um crime contra o povo, contra a pátria e contra a democracia.
Infelizmente, paralelamente a tais verdades inquestionáveis, a imprensa é uma atividade comercial, situação que sempre a coloca contra a parede quanto tem que publicar algo contra governos que são anunciantes e contra as maiorias, pois perder anunciantes e leitores é algo impensável para a atividade comercial da imprensa.
Por outro lado, contra alguns ela é impiedosa.
Os Policiais Militares são algumas de suas vítimas preferenciais quando querem escandalizar.




Cito o exemplo recente de dois PMs que foram presos acusados de terem roubado uma senhora em uma UPP. Isso é uma demonstração clara da falência da segurança pública no Rio de Janeiro. 
A matéria diz que confessaram o crime, portanto, não podemos escrever nada para defendê-los, mas a narrativa que as Organizações Globo colocaram em um vídeo que teria sido feito por um morador é inverídica. 
A comprovação está no artigo que escrevemos e nas imagens amadoras que produzimos e que ilustram esse artigo (Acessem o artigo, assistam a reportagem e vejam as fotos - Link).
Pois é ...
Nós, o blog e os colaboradores, cada vez em número maior, colocamos a imprensa contra a parede.
Provamos que órgãos da imprensa esportiva, inclusive as poderosas Organizações Globo, noticiaram nos dias 6 e 7 de dezembro de 2013, que André Santos não poderia jogar, ele jogou contra o Cruzeiro, isso colocou o Flamengo em risco de rebaixamento (40%) e ninguém noticiou isso entre o final do jogo do Flamengo e o início da rodada de domingo. Isso foi gravíssimo. O Flamengo foi claramente beneficiado e a Portuguesa prejudicada.
Nós achamos "batom na cueca", desculpem o emprego do dito popular.
É flagrante delito de uma omissão que favoreceu ao clube de maior torcida do Brasil e prejudicou a Portuguesa. Pior, além do silêncio, insistiram em tentar jogara culpa no Fluminense, transferindo responsabilidade. 
Não é essa a imprensa que queremos.
Todos silenciaram sobre isso e até a presente data ninguém comenta que isso ocorreu, embora as provas sejam fartas.
Como até hoje ninguém explicou porque a Portuguesa foi julgada antes do Flamengo no pleno. Se isso tivesse ocorrido, o Flamengo ficaria por horas rebaixado à 2a divisão. Porém , isso é de menor importância. O silêncio de sábado e domingo é que constitui algo muito grave, assim como, não denunciar isso até hoje.
Felizmente, tenho recebido comentários no blog, mensagens no twitter e emails que dão conta que está começando a crescer uma onda de questionamentos contra a imprensa em face desse silêncio.
São torcedores e, inclusive, jornalistas, que estão começando a apertar o cerco contra o silêncio da imprensa, forçando que a verdade seja pública e que a imprensa corte na própria carne.
É hora de todos e de todas pegarem essa onda, quem sabe não a transformamos em uma tsunami e esprememos a imprensa contra a parede, para que ela noticie os fatos que envolvem "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa".
Como você pode fazer parte desse movimento pela ética e pela moralidade na imprensa?
É muito simples.
Use emails e as redes sociais para encaminhar para os órgãos de imprensa, para o Ministério Público (aceita denúncia anônima por email), para os órgãos de defesa do consumidor, para os clubes de futebol e outros destinatários que considerar convenientes, a seguinte pergunta (faça as alterações que considerar úteis, mas não se afaste do foco):

- Por que nos dias 6 e 7 de dezembro de 2013, as Organizações Globo e outros órgãos de imprensa, publicaram em seus sites, antes do jogo Flamengo e Cruzeiro, que o jogador André Santos estava suspenso e não poderia jogar. Ele jogou. Erro que fez com que o Flamengo ficasse exposto a perder 4 pontos (como perdeu), ingressando na prática na luta contra o rebaixamento (no domingo tinha 40% de chances de ser rebaixado) e nenhum órgão da imprensa noticiou tais fatos até o início da rodada de domingo, dia 8 de dezembro de 2013? Qual o motivo para o silêncio que perdura até hoje?

Faça isso, entre na corrente cívico-democrática.
Vamos ver até quando a imprensa aguentará a nossa pressão.
Se for preciso poderemos ir para as ruas de forma organizada, ordeira e pacífica para lutar por uma imprensa livre no Brasil, pois sem isso, não existe democracia.
Caso essa seja a primeira vez que está acessando o blog, procure os artigos e o vídeo explicativo da série "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa" para ficar inteirado sobre as provas.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 28 de dezembro de 2013

A BOMBA! "O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"

Prezados leitores, tudo indica que conseguimos identificar um grave problema ocorrido na cobertura jornalística do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2013, tendo em vista que passados alguns dias e centenas de comentários, ninguém apresentou até o presente momento uma justifica plausível  para o seguinte fato:



Alguns órgãos da imprensa, inclusive as Organizações Globo, noticiaram que o jogador André Santos não poderia jogar contra o Cruzeiro, isso nos dias 6 e 7 de dezembro de 2013, por estar suspenso. André Santos jogou e nenhum órgão da imprensa esportiva, nem os que noticiaram o seu impedimento em participar, noticiaram ele jogou IRREGULARMENTE e, muito menos, que com isso o FLAMENGO ESTARIA PRESTES A PERDER 4 (quatro) PONTOS E INGRESSAR NA LUTA CONTRA O REBAIXAMENTO.

Nós republicamos essa síntese em face da dificuldade que muitos estão enfrentando para entender algo tão simples: o silêncio da imprensa sobre algo importantíssimo, pois dizia respeito ao Flamengo, ao Fluminense, ao Vasco da Gama, ao Criciúma, ao Coritiba, ao Internacional e à Portuguesa, equipes que matematicamente ainda poderiam ser rebaixadas conforme a tabela a seguir:


Aproveitamos o momento para informar que não mais discutiremos no blog ou nas redes sociais fatos que não guardem relação direta com os FATOS que sintetizamos.
Por favor, quem não conseguir entender, ocupe seu tempo com outros interlocutores.
Também não cabe mais discutir se o jogador estava ou não irregular, pois isso foi materializado em dois julgamentos:
- Turma STJD - Flamengo perdeu de 5 x 0. 
- Pleno so STJD - Flamengo perdeu de 8 x 0.
Obviamente, não merece prosperar que órgãos da imprensa esportiva tenham ESQUECIDO de noticiar, algo que por dever de ofício, como provaremos a seguir,  deveriam fazer logo após o jogo do Flamengo no sábado e antes dos jogos de domingo, considerando que a classificação sofreu uma grande modificação, diante da possibilidade (que virou realidade) do Flamengo ser punido.
Nada justifica o silêncio da imprensa, pelo menos no sentido de informar que André Santos jogou irregularmente e que o Flamengo poderia perder 4 (quatro) pontos.
Eis a projeção da tabela:


Como explicamos no vídeo o Flamengo tinha no domingo o percentual de 40% de ser rebaixado.
OS FATOS, ESSES CHATOS!
No momento que alguém da imprensa der uma explicação sobre a omissão (culposa ou dolosa), quem sabe nós aceitemos a argumentação, mudando de opinião, mas até o presente momento nenhuma palavra foi dita ou escrita, que tenha sido ouvida ou lida por nós.
Portanto, prezados torcedores do Flamengo, a nossa tese é baseada nisso, não estamos levando em consideração nenhuma teoria conspiratória, só FATOS.
Diante do exposto, temos:
- Fato: Omissão de informação de interesse público e de extrema relevância para o Brasileiro 2013.
- Autor: parte da imprensa esportiva.
- Beneficiado: Flamengo (só o Flamengo ganhou com o silêncio).
- Prejudicado: Portuguesa. 
- Prejuízo financeiro: incalculável, nesse primeiro momento.
Não duvidaremos da inteligência mediana, perdendo o nosso e o tempo dos leitores, para demonstrarmos os efeitos que a divulgação do caso do Flamengo teria nos outros clubes que lutavam contra o rebaixamento. Pois, certamente, esses clubes se cercariam de todos os cuidados para não repetirem o erro do Flamengo.
Nesse ponto, temos que destacar, que se a Portuguesa buscasse melhores informações sobre o julgamento do Héverton, não escalaria o jogador diante de qualquer dúvida, o que significaria o rebaixamento do Flamengo.
A nossa linha é diametralmente oposta à teoria conspiratória que circulou de que alguém da Portuguesa teria colocado Héverton para salvar o Flamengo, recebendo por isso.
Também não perderemos mais tempo para explicar que a entrada de Héverton salvou o Flamengo (após o cometimento do erro) e não o Fluminense como tentaram de todas as formas divulgar, sabe-se lá por quais motivos, talvez inconfessáveis.
É importante abrir uma lacuna para PEDIR AJUDA aos nossos leitores, pois estamos buscando o melhor caminho para apresentar os fatos ao fiscal da lei, o Ministério Público. Quem tiver uma ideia, por favor, encaminhe na forma de comentário ou para o email: 
pauloricardopaul@gmail.com
O nosso êxito caminha junto com o fato de que quanto mais alternativas forem elencadas, maiores chances teremos de encontrar o melhor caminho.
Por enquanto, citaremos trechos do "Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros"

"Capítulo I - Do direito à informação 
Art. 1º O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros tem como base o direito fundamental do CIDADÃO à informação, que abrange seu o direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação
Art. 2º Como o acesso à informação de RELEVANTE INTERESSE PÚBLICO É UM DIREITO FUNDAMENTAL, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse, razão por que: 
I - A DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO PRECISA E CORRETA É DEVER DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO e deve ser cumprida independentemente de sua natureza jurídica - se pública, estatal ou privada - e da linha política de seus proprietários e/ou diretores. 
II - A PRODUÇÃO E A DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO DEVEM SE PAUTAR PELA VERACIDADE DOS FATOS E TER POR FINALIDADE O INTERESSE PÚBLICO
III - a liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão; 
IV - a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não-governamentais, é uma obrigação social. 
V - a obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante. 
Capítulo II - Da conduta profissional do jornalista
Art. 3º O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social, estando sempre subordinado ao presente Código de Ética.
Art. 4º O COMPROMISSO FUNDAMENTAL DO JORNALISTA É COM A VERDADE NO RELATO DOS FATOS, RAZÃO PELA QUAL ELE DEVE PAUTAR SEU TRABALHO PELA PRECISA APURAÇÃO E PELA SUA CORRETA DIVULGAÇÃO. 
(...) 
 Art. 6º É dever do jornalista:
I - opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;
II - DIVULGAR OS FATOS E AS INFORMAÇÕES DE INTERESSE PÚBLICO;
(...)
VII - COMBATER E DENUNCIAR TODAS AS FORMAS DE CORRUPÇÃO, EM ESPECIAL QUANDO EXERCIDAS COM O OBJETIVO DE CONTROLAR A INFORMAÇÃO;
(...)
X - DEFENDER OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS, BASE DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO; 
(...)
XIII - denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades e, quando for o caso, à comissão de ética competente; 
(...)
Art. 7º O jornalista não pode: 
(...)
II - submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação; 
(...)
IX - valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais. 
Capítulo III - Da responsabilidade profissional do jornalista 
Art. 8º O jornalista é responsável por toda a informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros, caso em que a responsabilidade pela alteração será de seu autor. 
Art 9º A presunção de inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística. 
Art. 10. A opinião manifestada em meios de informação deve ser exercida com responsabilidade. 
Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações: 
I - visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica; 
(...) 
Art. 12. O jornalista deve: 
(...)
VI - PROMOVER A RETIFICAÇÃO DAS INFORMAÇÕES QUE SE REVELEM FALSAS OU INEXATAS e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável; 
(...) 
Vitória, 04 de agosto de 2007. 
Federação Nacional dos Jornalistas (Link).

Salvo melhor juízo, as violações ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros são indiscutíveis.
Ficamos no aguardo de suas sugestões, caros leitores.
No início do ano estaremos viajando para São Paulo, onde tentaremos obter novos subsídios, nesse caso com relação às "teorias conspiratórias" e buscaremos um encontro com a direção da Portuguesa.

Juntos Somos Fortes!

"O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA" POR QUE JULGARAM PRIMEIRO A PORTUGUESA?



A participação dos leitores é cada vez maior, isso é muito bom, significa que estamos fazendo um trabalho em equipe.
Em artigo anterior nós questionamos o motivo da Portuguesa ter sido julgada primeiro que o Flamengo.
Como ambos tinham sido condenados no STJD por 5 x 0 e se esperava que fossem condenados por 8 x 0 no pleno do STJD, como acabou ocorrendo, causou surpresa o fato do processo do Flamengo ter numeração inferior, portanto deveria ser julgado primeiro.
Se isso tivesse acontecido, o Flamengo estaria rebaixado para a série B, isso até o final do julgamento da Portuguesa.
Os fatos, esses chatos!
O leitor gdstw postou o seguinte comentário no artigo em referência:

"0628 de dezembro de 2013 11:49 
Faço minhas pesquisas simultâneas às suas e eis o que descobri: O art. 120 do CBJD se refere à ordem dos processos em seções de instrução e julgamento: 
"Art. 120. Nas sessões de instrução e julgamento será observada a pauta previamente elaborada pela Secretaria, de acordo com a ordem numérica dos processos. 
§ 1º Terão preferência os procedimentos especiais e os pedidos de preferência das partes que estiverem presentes, com prioridade para as que residirem fora da sede do órgão judicante
§ 2º As sessões de instrução e julgamento serão públicas, podendo o Presidente do órgão judicante, por motivo de ordem ou segurança, determinar que a sessão seja secreta, garantida, porém, a presença da Procuradoria, das partes e seus representantes. 
§ 3º Na impossibilidade de comparecimento do relator anteriormente sorteado, o processo poderá ser redistribuído e julgado na mesma sessão. (NR).
" Descobri então o número dos processos de ontem: 
-  Processo nº 316/2013 - CR Vasco da Gama 
- Processo nº 319 /2013 - CR Flamengo 
- Processo nº 320 /2013 - A. Portuguesa de Desportos 
Não sei se este artigo também interfere no Pleno do STJD, mas se não interfere provavelmente a ordem dos processos se encontra sobre decisão do presidente da comissão. Fonte: http://imagens.cbf.com.br/201210/1041889652.pdf 

Agradecemos a prestimosa colaboração.
Será que o presidente da Portuguesa usou da prerrogativa prevista no parágrafo primeiro e solicitou prioridade para o julgamento, em face da parte residir fora do Rio de Janeiro?
Difícil acreditar.
Será que alguém ordenou a pauta de modo que o Flamengo não fosse julgado antes da Portuguesa?
É preciso buscar essa resposta.
O tema "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa" faz lembrar um ditado popular:
- Quanto mais se mexe, mais fede!

Juntos Somos Fortes!