Prezados leitores, a ação dos governos Sérgio Cabral e Pezão e a omissão dos órgãos que deveriam fiscalizá-los, entre eles a ALERJ, está perto de mergulhar o Rio de Janeiro em uma crise gigante.
O substituto do deputado Jorge Picciani na presidência da ALERJ teme uma "convulsão social".
"Site G1
André Ceciliano assume Alerj na licença de Picciani e diz temer 'convulsão social' no RJ
Em entrevista exclusiva ao G1, petista diz que Rio pode viver momento conturbado em maio, com parcelamento de policiais. Titular pediu licença médica para tratar câncer.
Por Gabriel Barreira, G1 Rio
09/04/2017 07h16 Atualizado 09/04/2017 07h19
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Crise
O petista reconhece que a necessidade de intervir na crise é grande, mas diz que o Estado depende em grande parte da ajuda federal. Ele estima que, sem o apoio externo, o Rio pode viver uma "convulsão social" já no próximo mês, com o parcelamento do salário de policiais.
"Nós temos mais uns 20, 30 dias para resolver o problema. Tem categorias recebendo em até 8 vezes, parcelado. A Segurança recebe atrasado, mas dentro do mês. Como vai continuar pagando a Segurança no dia se o MP se o Tribunal de Justiça já foram à Justiça para garantir o duodécimo. Seguramente teremos que parcelar também [a Segurança] se não resolver [nacionalmente] o problema. Acredito que, se não resolver o problema até maio, o Rio de pode viver uma convulsão social" (Leiam mais e assistam a reportagem)".
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