Prezados leitores, após arquivar uma série de pedidos, ontem, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), no exercício das funções de Presidente da Câmara dos Deputados, autorizou a abertura do processo de impeachment em desfavor da presidente Dilma Rousseff.
Ele deu início ao rito que após serem cumpridas uma série de procedimentos (Link) poderá resultar na cassação do mandato da presidente.
Basta acessar o link e conferir as referidas etapas para verificar que não será fácil concretizar o "Fora Dilma!", pois além das formalidades legais, um número muito grande de variáveis pode interferir nas diferentes etapas.
Isso significa de pronto que o processo será lento.
Em apertadíssima síntese, a situação econômica, os interesses das Organizações Globo e a presença do povo nas ruas (contra e favorável ao "Fora Dilma!") são algumas dessas variáveis mais relevantes.
No momento a crise econômica se agrava, fato extremamente favorável ao "Fora Dilma!". O povo ainda não está mobilizado para ocupar as ruas e os interesses das Organizações Globo são mutáveis.
Salvo melhor juízo, hoje devemos concluir que não será fácil tirar a presidente Dilma Rousseff, mas não podemos negar que o governo sofreu um golpe muito duro, um governo que já cambaleava.
Nesse cenário não podemos deixar de comentar os argumentos que estão sendo repetidos pelos petistas e pelos apoiadores no sentido de que o impeachment é um golpe contra uma presidente que foi eleita democraticamente pelo povo.
Pura balela, talvez ancorada na esperança de convencer os milhões de analfabetos funcionais - gerações - (E) - que integram a população brasileira e que acreditam no que a imprensa divulga, sem qualquer capacidade de interpretar os fatos.
O impeachment não é golpe, ele é uma ferramenta da democracia.
Além disso, será que petistas e aliados esqueceram que o ex-presidente Collor também foi eleito democraticamente pelo povo?
O fato de ter sido eleito não significa que não possa perder o mandato, ao contrário, isso é a condição, pois para que qualquer político perca o mandato ele precisa primeiro ser eleito pelo povo.
Por derradeiro, informamos que nós iremos para as ruas e gritaremos: Fora Dilma!
A esperança ressuscitou após ser assassinada pelo PT et caterva.
Juntos Somos Fortes!