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terça-feira, 11 de outubro de 2022

BRASIL: REFORMAS JÁ! ANTES QUE A FOME COBRE A CONTA



O Brasil precisa de reformas profundas e urgentes para que possa promover o bem estar social da sua população.

São indispensáveis reformas em todas as áreas da vida em sociedade.

Reformas no Executivo, no Legislativo e no Judiciário.

Reformas na Educação, Saúde e Segurança.

Enfim, o país precisa ser todo reformado para que a população possa ter acesso aos seus direitos, a contrapartida do Estado para aqueles que sustentam essa "máquina gigantesca" que faz desaparecer o nosso dinheiro, não só pela má gestão, mas também por razões inconfessáveis.

Sendo pragmático, como os políticos regem a vida da população, a primeira reforma precisa atingir os Poderes Executivo e Judiciário.

Já passou a hora de "fecharmos essa torneira" de onde sai todo o esforço da população, que cai no ralo do desperdício, inclusive com a corrupção.

Temos Ministérios demais.

Secretárias demais.

Assessores demais.

Cargos comissionados demais.

Gasto do nosso dinheiro sem controle, como se não fosse o dinheiro de ninguém.

Políticos eleitos com os votos de outros políticos.

Temos meritocracia de menos.

As reformas precisam ser amplas, gerais e irrestritas.

Em 2.023 o Presidente, Governadores, o Presidente do Senado e o Presidente da Câmara eleitos precisam começar esse processo.

Isso com urgência, antes que a fome bata na porta dos "palácios"

Juntos Somos Fortes!


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

DESEJO A VOCÊ O CONTRÁRIO DO QUE ELES FAZEM - FELIPE MOURA BRASIL

Prezados leitores, nós concordamos!



"Revista Veja 
Desejo a você o contrário do que eles fazem
Por: Felipe Moura Brasil 24/12/2015 às 14:08
Neste Natal de 2015, nas festas de fim de ano e em 2016, o blog de Felipe Moura Brasil, da VEJA, deseja que você:
1) Tenha muita saúde, ao contrário do Rio de Janeiro de Luiz Fernando Pezão, que declarou estado de emergência nesta área para receber R$ 297 milhões do governo federal como recompensa pelo fiel apoio do governador contra o impeachment de Dilma Rousseff, em descarada barganha política com a saúde da população fluminense;
2) Lembre-se bem dos amigos, ao contrário de Lula e José Carlos Bumlai, que diziam que não tinham amizade, até surgirem fotos da intimidade dos dois, quando passaram a dizer que eram amigos, mas não tratavam de negócios, até surgirem mensagens entre Bumlai e um secretário do embaixador do Qatar provando que o pecuarista foi acionado para cuidar da “agenda” de Lula em intermediação comercial junto a Dilma Rousseff;
3) Leia os cartões (e os bons livros) até o final, ao contrário do ministro Luís Roberto Barroso, que, em sessão plenária do STF sobre o rito do impeachment, interrompeu a leitura do artigo 188, inciso III, do regimento interno da Câmara dos Deputados imediatamente antes do trecho “e as demais eleições”, que desmontaria sua tese de que a votação secreta não estava prevista para a eleição da comissão especial que analisa e dá o parecer sobre o pedido;
4) Reconheça o que você podia ter feito melhor, ao contrário do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, que disse que a decisão da Corte sobre o rito de impeachment “não deixa margem para dúvidas”, embora nem ele nem ninguém saibam explicar, com base nos votos dos ministros, o que acontecerá se os deputados não aprovarem em votação aberta os nomes da chapa única, definida pelas lideranças partidárias;
5) Seja tolerante com seus críticos, especialmente se você é uma figura pública, ao contrário do militante petista Chico Buarque, que, cobrado por pagadores de impostos no Leblon por emprestar sua credibilidade artística à defesa do partido que mais meteu a mão nos cofres públicos na história brasileira, xingou um deles dizendo “Você é um merda!” (a 1min07seg), antes de ter sido xingado de volta, embora os blogs sujos do PT o façam de vítima do próprio xingamento.
6) Pague suas contas em dia, ao contrário de Dilma Rousseff, que forçou os bancos públicos a pagarem as despesas obrigatórias do governo em pleno ano eleitoral, transgredindo o artigo 36 da Lei de Responsabilidade Fiscal que proíbe operação de crédito entre um banco estatal e o governo;
7) Peça autorização para usar o que não é seu, ao contrário da mesma Dilma Rousseff, que autorizou o governo a fazer despesas extras sem ter a devida e específica autorização legal do Congresso para tanto.
8) Não se apresse em perdoar (“a misericórdia também corrompe”, dizia Nelson Rodrigues), ao contrário da mesma Dilma Rousseff, que, repetindo a dose de 2014, quando beneficiou José Genoino, assinou o decreto chamado de indulto natalino para beneficiar condenados pelo STF no mensalão, como o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), os ex-deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), o delator do esquema Roberto Jefferson e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
9) Agradeça, por fim, a todas as pessoas que o(a) aturaram em 2015, apesar de todos os seus erros, defeitos, promessas não cumpridas e eventualmente crimes, ao contrário, claro, da mesma Dilma Rousseff, que rebaixou o Brasil em duas agências de classificação de risco, fez a inflação chegar a dois dígitos, o desemprego subir e o PIB rolar ladeira abaixo, mas cujo governo diz estar num “momento melhor”, porque a perspectiva de permanência no poder aumentou.
Muito obrigado, meus leitores e editores. A despeito de todas as teorias conspiratórias tanto de esquerda quanto de direita, este blog continua ativo no ar, inclusive neste fim de ano, com a liberdade que sempre teve para colocar o dedo irreverente nas feridas.
Feliz Natal, boas festas e um 2016 que lave a jato a alma de cada um de nós. 
Amém!
Felipe Moura Brasil 
http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil (Link)" 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

OS POSTES - SOCIÓLOGA MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA



Prezados leitores, transcrevemos um novo artigo da socióloga Maria Lucia Victor Barbosa: 

"OS POSTES 
Maria Lucia Victor Barbosa
25/09/2014 
No meu primeiro livro, O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem, editado por Jorge Zahar, escrevi:
“É necessário que o candidato em seus discursos aborde problemas cotidianos e use uma retórica exaltada, eivada de ideologia cabocla de justiça social, pois é necessário ressaltar a diferença entre ricos e pobres e clamar por vingança contra os que no momento ou no passado não conseguiram satisfazer as aspirações populares”.
Focando na figura de Lula da Silva compreende-se que foi graças a tais artimanhas que ele, na quarta tentativa, chegou lá. De um lado agradou a maioria composta pela pobreza. De outro, convenceu aos que depois chamou de “zelite”, que não ia mexer no mercado ou desagradar banqueiros, empreiteiros, grandes empresários. Aquela linguagem revolucionária de esquerda era só de brincadeirinha.
No poder Lula deu migalhas aos pobres e agiu como “coronel”, daqueles do “voto de cabresto”. Aos ricos proporcionou lucros inimagináveis e eles, agradecidos, sustentaram suas campanhas e a de seus companheiros. A classe média, onde entre outras categorias se inserem artistas, intelectuais, universitários, profissionais liberais que costumam ostentar ser de esquerda, Lula provocou aquele embasbacar pueril que faz a alegria dos demagogos.
Lula fez da presidência da República seu palanque de politicagem no qual achincalhou a língua pátria e se deliciou ao utilizar pesada retórica onde não faltaram palavrões, impropriedades e estultices. Louvado pela obra de ficção descrita pelo marketing como o Brasil transformado em paraíso reinou absoluto sem nenhuma oposição, quer partidária, quer institucional.
O saldo do seu longo período é a herança maldita que se sente no caos econômico, na corrupção presente em escândalos que permearam seus oito anos de governo, mais os quase quatro de Rousseff em que ele foi o presidente de fato.
O último e mais estrepitoso escândalo está sendo escancarado pelo detento, Paulo Roberto da Costa, ex-diretor da Petrobrás, o companheiro Paulinho. Na tentativa de diminuir sua pena, Paulo Roberto está mostrando que se roubou não em milhões, mas em bilhões e dá nome aos poderosos que se locupletaram, sobretudo, aos companheiros do PT e aos amigões do PMDB e do PP. Lula e Rousseff durante anos não viram nada, não souberam de nada e se alguma coisa houve a culpa foi dos Estados Unidos, de Fernando Henrique e da crise internacional.
Mantém ainda Lula o mesmo poder? Seu primeiro poste, a criatura Rousseff, é um retumbante fracasso e tem conduzido o Brasil à bancarrota. Seu segundo poste, Fernando Haddad, eleito por Lula prefeito de São Paulo, tem uma das piores avaliações entre os prefeitos de todo o país. O terceiro poste, o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, amarga o último lugar na campanha ao governo de São Paulo.
O teste das urnas, que inclui outros candidatos do PT Brasil afora mostrará se Lula continua poderoso ou não. Para alegria dos petistas pesquisas do momento estão dando esperança ao PT, que estava sentindo medo. O chamado escândalo do pretrolão que fez empalidecer o mensalão não sensibilizou o povo. Inflação acelerada junto com inadimplência, indústria afundando, piora no emprego, o Brasil entrando em recessão, nada disto é notado pelos eleitores que continuam otimistas.
Se os brasileiros não ligam mais para seu bolso, que como dizem é a parte mais sensível do corpo, seria difícil imaginar a maioria assistindo ou entendendo a recente entrevista concedida por Rousseff ao Bom Dia Brasil. Naquela ocasião a governanta esbanjou prepotência, cinismo e total ignorância de dados do seu próprio governo e do panorama internacional.
A última da governanta se deu na ONU, dia 23, antes de seu discurso de autoelogio feito na abertura do evento. Não se sabe se por inspiração de Lula da Silva, que sempre defendeu a pior escória mundial ou se por instrução do chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, Rousseff se posicionou contra os Estados Unidos e aliados, e a favor do Estado Islâmico. Uma aberração diplomática capaz de matar de vergonha os brasileiros que têm informações e senso das medidas. De fato, com bem disse uma autoridade israelense, somos um anão diplomático. Afinal, apoiamos terroristas fanáticos cujas ações contra os que consideram infiéis são a degola, a crucificação, o enforcamento, o estrupo, a flagelação e o apedrejamento de mulheres. A governanta certamente ignora que pelas leis do IE é uma infiel e, que por isso, merece perder literalmente a cabeça ou no mínimo ser obrigada a usar burca.
Diante de tantos descalabros e ao ver o poste Rousseff subindo nas pesquisas, a pergunta a se fazer não é mais que país é esse, mas que povo é esse, que não se envergonha da incompetência e da corrupção internas e da repulsiva política externa. A resposta estará contida no teste de poder de Lula quando as urnas mostrarem os resultados.
Maria Lucia é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br 

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