JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

A "FUGA IMPOSSÍVEL" QUE ESTÁ CUSTANDO MILHÕES DE REAIS AO POVO BRASILEIRO





Fugir de uma penitenciária de segurança máxima era impossível até que dois acautelados fugiram de uma delas, situada em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

O agora possível se tornou uma imensa vergonha para o sistema penitenciário do Brasil e, em especial, para o Ministério da Justiça. 

Uma semana se passou e nenhum dos fugitivos foi recapturado.

O noticiário dá conta do emprego de mais de quinhentos integrantes da segurança pública nas buscas com a utilização de dezenas de viaturas e de helicópteros.

Para o governo fica a vergonha gigante e para o povo brasileiro sobra a conta de milhões de reais consumidos com todo esse aparato de captura.

O povo continua sendo o palhaço do Circo Brasil.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de fevereiro de 2024

FUGA NA "SEGURANÇA MÁXIMA" - MINISTRO DA JUSTIÇA REFORÇA CAÇADA



O Ministro da Justiça, segundo o site Metrópolis, se deslocou para Mossoró para coordenar a "caçada" aos dois presos que fugiram da Penitenciária de Segurança Máxima no dia 14 de fevereiro.

Os fugitivos estão por completar 96 horas fora da penitenciária, apesar dos meios empregados na captura e no esforço das equipes envolvidas. 

O trabalho deve estar sendo prejudicado pela mata existente no entorno, mas a captura não deve tardar porque é certo que os fugitivos não conhecem a referida mata.

Salvo melhor juízo, a decisão do Ministro da Justiça ir ao local não parece ser fruto de uma boa ideia, afinal se eles não forem capturados apesar da presença do Ministro Lewandowski, quem irá para o local coordenar as ações? O Presidente da República?

Era melhor preservar o ocupante do cargo, a não ser que os fugitivos já tenham sido localizados e estejam cercados, podendo ser capturados com a chegada da autoridade.

Logo saberemos o final dessa estória que desmoralizou o conceito de penitenciária de segurança máxima no Brasil.

Juntos Somos Fortes! 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

SISTEMA PRISIONAL - FUGAS INADMISSÍVEIS ACONTECERAM



Qualquer fuga em um estabelecimento prisional deve ser considerada como inadmissível, considerando representar descumprimento da principal missão, ou seja, manter o preso afastado do convívio social.

Apesar dessa realidade, fugas sempre ocorreram, isso é fato. 

O que sempre demonstrou a falibilidade do sistema, mas existia uma exceção: os estabelecimentos federais de segurança máxima.

Existia, não existe mais, dois presos conseguiram fugir com extrema facilidade.

Novas medidas foram anunciadas para reforçar a segurança, o que nos faz lembrar o dito popular que sinaliza para a colocação do cadeado após a porta ter sido arrombada, embora nenhuma porta tenha sido arrombada pelo que se sabe.

O certo é que o sistema prisional brasileiro ratifica a triste realidade de que no Brasil nada funciona de forma eficaz.

Aliás, existe uma exceção: por essas terras só o mal uso do dinheiro público funciona perfeitamente.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 21 de março de 2017

RIO: FACÇÃO CRIMINOSA DETERMINA CONTINUIDADE DO HORÁRIO DFE VERÃO EM PRESÍDIOS

Prezados leitores, isso é inacreditável.
Se a denúncia for confirmada, a desmoralização será completa.




"Tribuna Penitenciária
segunda-feira, 20 de março de 2017
FACÇÃO CRIMINOSA NO RIO, DETERMINA CONTINUIDADE DO HORÁRIO DE VERÃO NAS CADEIAS DOMINADAS PELO CV.!!!!! 
"Senhores (as), cada vez mais a secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro vem abrindo as pernas para as organizações criminosa nos presídios em Bangu. 
As visitas das unidades prisionais do COMANDO VERMELHO, tiveram o horário de visita estendida até as 17 hs. Um absurdo! Pois penaliza os servidores e fragiliza a segurança, considerando que já não há mais o horário de verão. Logo escurece mais cedo. o confere se realiza mais tarde e os visitantes circulando no complexo até as 17:30 hrs. O que ouvimos como resposta quando questionado o porquê de tal aberração, recebemos como resposta que Teria sido feito um acordo devido à paralisação de dois dias devido ao movimento grevista realizado recentemente. Um verdadeiro absurdo! E o pior.... agora quero ver voltar ao horário normal!!!! E quando as outras facções souberem? Com certeza irão querer gozar da mesma regalia, fragilizando ainda mais a segurança do complexo de Gercino (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 22 de janeiro de 2017

ATROCIDADES NOS PRESÍDIOS - QUEM FAZ ISSO DEIXOU DE SER HUMANO HÁ MUITO TEMPO...

Prezados leitores, leiam a notícia do G1 e quem ainda não leu, leia o artigo que publicamos sobre criminosos irrecuperáveis (Link), façam uma comparação.



"Site G1
21/01/2017 18h16 - Atualizado em 21/01/2017 19h42
Peritos recolhem duas cabeças e outras partes de corpos em Alcaçuz
Equipes do Instituto Técnico da Perícia realizaram buscas no presídio.
PM entrou na prisão neste sábado (21) para construir muro de contêineres.
Anderson barbosa e Thyago Macedo
Do G1 RN
Peritos e necrotomistas do Instituto Técnico de Perícia (Itep) recolheram neste sábado (21), na Penitenciária de Alcaçuz, na Grande Natal, cinco partes de corpos de presos assassinados durante as rebeliões que aconteceram no fim de semana passado. De acordo com a direção do Instituto, em um mato próximo a um dos muros da unidade, foram encontradas duas cabeças, um antebraço, um braço e uma perna (Leiam mais e assistam à reportagem)".

Juntos Somos Fortes!

sábado, 21 de janeiro de 2017

CHACINAS NOS PRESÍDIOS: OS PRESOS CIENTIFICAMENTE IRRECUPERÁVEIS

Prezados leitores, nós recebemos pelas redes sociais o artigo que transcrevemos a seguir, o qual ajuda a entender o comportamento de significativa parte da população carcerária do Brasil.
Como de costume o espaço está aberto para publicação de opiniões contrárias ou favoráveis ao conteúdo do artigo.



"GRANDE PARTE DOS PRESIDIÁRIOS ENVOLVIDOS NAS CHACINAS GOSTAM DE MATAR, MORRER, BRIGAR. Quem não aprendeu trabalhar não tem solução. UMA ANÁLISE PSIQUIÁTRICA-FORENSE. 
Vou aqui repassar minha experiência de 35 anos em unidades psiquiátricas-forenses hospitalares.
Minha tese é de que , para deter as rebeliões/chacinas nos presídios, de nada adiantará “políticas de direitos humanos”, “recursos e mais recursos”, “comissões”, ou seja, o “blábláblá” de sempre... Atualmente dirijo uma unidade hospitalar psiquiátrica-forense destas, voltada para adolescentes. Tenho especialização em psiquiatria criminal ( forense ) e em psiquiatria do adolescente, pela Universidade de Paris
Existe uma ciência chamada “etologia” que estuda o comportamento e desenvolvimento comportamental animal. Faz parte da biologia. A biologia mostra que, se você tampar os olhos de um gatinho, logo depois que ele nasce, por um pequeno período de tempo, depois, mesmo se você destampar os olhos dele, ele não vai voltar a enxergar, as células do cérebro dele responsáveis pela visão já “morreram”, não se desenvolvem mais. São os chamados “developmental tender points”, ou “pontos sensíveis do desenvolvimento”. Uma vez ultrapassados, não há mais volta...
Na psicologia infantil-juvenil há a mesma coisa : se você não aplicar a disciplina amorosa e o senso de responsabilidade/dever/trabalho, numa determinada fase, depois não se conserta mais. Isso está acontecendo com a juventude de hoje : não recebem disciplina, ocupação, responsabilidade, dever, na época certa. Não aprendem a trabalhar. Depois só irão “curtir os prazeres da vida”, não terão aprendido o “prazer do trabalho”. Irão transformar-se em animais, viver para o prazer das drogas, comida, sexo, o prazer da agressividade, lutas, guerras, etc. Isto é um problema da sociedade ocidental atual, que vive de “passar a mão na cabeça” da molecada, “a psicóloga disse que não pode bater”. Criança precisa, sim, ser contrariada, se necessário, precisa, sim, levar palmada. Não pode se julgar a dona do mundo, melhor do que todos, dona do próprio nariz, a “rainha do pedaço”, o “reizinho que tem de ser satisfeito em tudo”. O amor disciplinado tem de contrariar, tem de castrar. Na época certa tem de dar a tarefa, a responsabilidade, o estudo, o trabalho. Isso, na família de antigamente, ficava muito a cargo do pai. Mas a “função paterna”, hoje em dia , foi destruída, foi anulada. Colocaram a “psicologia” , os “direitos humanos”, os “meus direitos”, o prazer, as “garantias do Governo”, no seu lugar... 
Resultado : depois que a pessoa não aprendeu a trabalhar, “ babau”... Não aprende mais; vai querer curtir a vida com outras coisas, que não o prazer da realização , do trabalho, da “coisa-bem-feita”. Vai ter prazer só nas coisas “biológicas”, inclusive na luta. Esse povo das gangues intra-penitenciária tem “prazer em brigar”, tem “prazer em matar”, e isso nossa “sociedade da psicologia”, dos “direitos humanos”, não quer aceitar. Eles estão superfelizes, estão se esbaldando, de tanto guerrear, matar, trucidar, esquartejar. É o prazer deles. Um prazer tanto maior porque turbinado, além dos fatores psicossociais acima, pela lesão cerebral produzida pelas drogas e pelas disfunções cerebrais produzidas pelas genéticas das quais muitos são portadores : hiperatividade, transtorno bipolar, distúrbio de personalidade psicopática, alterações cerebrolesionais do comportamento ( “impulsividade/agressividade orgânica”), etc. Então, com doença, com droga, com toda uma deformação social, psicológica, familiar, são praticamente incuráveis. Se há incurabilidade, têm, sim , de ficarem fechados, pois a sociedade precisa de paz para viver e trabalhar. Mas, mais uma vez, as políticas governamentais vão é na contramão disso tudo : “vamos soltar eles, gente”, “50% está preso injustamente”, “são criminosos de crimes pequenos”, etc. Olhem, vou dizer prá vocês , após 35 anos lidando com esta população, nunca eu vi um “preso injustamente”, nunca vi um “anjinho na cadeia”. Pelo contrário, quando são presos é porque já é tarde demais, já cometeram crimes demais... Se nossa população carcerária cresce não é por causa de “falta de direitos humanos”, pelo contrário. Ela cresce porque o Brasil é o país mais permissivo , mais frouxo, do mundo, mais libertino do mundo, mais “pode-fazer-o-que-quiser” do mundo, mais sem regras e sem obediência do mundo . É claro que vai ter muito crime mesmo, muito homicídio, muita prisão ... Aqui pode tudo, esse povo faz de tudo, e quando é preso aí vem reclamar da “falta de liberdade”. Solução prá esse povo ? É reclusão mesmo, senão a sociedade não tem paz, como agora não vem tendo... É claro, que, ao meu ver, não é apenas “recluir por recluir”. No meu entender, prisões deveriam ser hospitais psiquiátricos, com tratamento, ocupação, psicoterapia, medicação que se fizer necessária. Avaliações periódicas para ver se há melhora. Se não há melhora, que continuem presos. Antes eles do que nós. 

Marcelo Caixeta [ psychological.medicine1@gmail .com ] é médico, especializado em Psiquiatria Forense ( Assoc. Bras. Psiq ) e em Psiquiatria do Adolescente ( Univ. Paris XI ). Artigos as terças, sextas, domingos, em “impresso.dm.com.br” ( Diário da Manhã – Goiânia )." 

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

SUPERLOTAÇÃO CARCERÁRIA... ADOTE UM PRESO... BLOG DO POLIGLOTA

Prezados leitores, transcrevemos um novo artigo do Blog do Poliglota, o qual consideramos oportuno diante do caos no sistema carcerário e das ideias que surgem aqui e ali.




"SUPERLOTAÇÃO CARCERÁRIA? “ADOTE UM PRESO”…
Por Poliglota - 17 de janeiro de 2017 
Em fevereiro de 2014, o Desembargador Rogério Medeiros Garcia de Lima, de Belo Horizonte, sugeriu a criação do programa “ADOTE UM PRESO” 
Por ironia do destino, e quase 3 anos depois, obviamente a sugestão não foi aceita, nem pelas comissões de Direitos dos Manos e muito menos pela sociedade hipócrita que mesmo sofrendo as mazelas dos marginais ainda insiste em defendê-los como vítimas da sociedade. 
A superlotação dos presídios espalhados pelo país, as decapitações e mortes violentas, trazem de volta a reflexão do que poderá acontecer daqui a mais alguns anos, onde muito mais organizados, os bandidos acabarão por fazer de nossa sociedade refém de si mesma. 
Leia abaixo o texto do Desembargador Rogério Medeiros G. Lima, publicado na Folha de São Paulo. Na época o texto foi motivado pelo morticínio de presos no Maranhão e a defesa de jornalistas e intelectuais que reclamavam das questões carcerárias e direitos fundamentais de bandidos. 
“Quando eu era juiz da infância e juventude em Montes Claros, norte de Minas Gerais, em 1993, não existia instituição adequada para acolher menores infratores. Havia uma quadrilha de três adolescentes praticando reiterados assaltos. A polícia prendia, eu tinha de soltá-los. Depois da enésima reincidência, valendo-me de um precedente do Superior Tribunal de Justiça, determinei o recolhimento dos “pequenos” assaltantes à cadeia pública, em cela separada dos presos maiores. 
Recebi a visita de uma comitiva de defensores dos direitos humanos (por coincidência, três militantes). Exigiam que eu liberasse os menores. Neguei. Ameaçaram denunciar-me à imprensa nacional, à corregedoria de justiça e até à ONU. Eu retruquei para não irem tão longe, tinha solução. 
Chamei o escrivão e ordenei a lavratura de três termos de guarda: cada qual levaria um dos menores preso para casa, com toda a responsabilidade delegada pelo juiz. 
Pernas para que te quero! Mal se despediram e saíram correndo do fórum. Não me denunciaram a entidade alguma, não ficaram com os menores, não me “honraram” mais com suas visitas e … os menores ficaram presos. 
É assim que funciona a “esquerda caviar” (Fonte)". 

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

SISTEMA PENITENCIÁRIO FORA DE CONTROLE - PRESOS TRANSFERIDOS FIZERAM NOVA REBELIÃO

Prezados leitores, como tudo no Brasil, o sistema penitenciário está totalmente fora de controle.




"Site Fato Amazônico
08/01/2017
Presos transferidos depois de chacina do Compaj se rebelam e fazem matança na Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa 
Detentos transferidos à Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, localizada na Avenida 7 de Setembro, na Zona Sul de Manaus, após a chacina no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), se rebelaram na madrugada deste domingo (8), por volta de 2h e atearam fogo na unidade prisional e teriam ainda, matado vários presos que seriam desafetos do Primeiro Comando da Capital (PCC). A cadeia estava desativada desde outubro do ano passado, por falta de estrutura. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) fala em quatro mortos na rebelião que durou cerca de 1h30min. 
Policiais militares do Batalhão de Choque, Companhia Especiais de Operações (COE), Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) e Força Tática foram acionados e rapidamente chegaram a unidade prisional que já estava em chamas (Leiam mais)". 

Sobre o tema sistema penitenciário aconselhamos a leitura do artigo "O Riso do Diabo" de Percival Puggina (Acessem).

Juntos Somos Fortes!